segunda-feira, dezembro 09, 2019

Ocorrência: Há 10 anos, 50 poemas de Tennyson

Hoje passam exactamente 10 anos desde a apresentação, em Lisboa, do livro «Poemas» de Alfred Tennyson, que eu seleccionei e traduzi. Na verdade, não foi a primeira mas sim a segunda apresentação daquela obra: dois dias antes, em Lagoa, estive perante membros de uma associação algarvia de imigrantes europeus (principalmente britânicos, mas não só) a falar daquele então meu mais recente projecto literário.
O evento na capital teve porém um carácter especial, não só por ter decorrido naquela que era então a sede da Câmara de Comércio Luso-Britânica (perto do Jardim da Estrela e do Cemitério dos Ingleses) mas também por contar com a participação de Paulo Lowndes Marques, que, infelizmente, faleceria apenas pouco mais de um ano depois. No entanto, pude ainda contar mais uma vez com a sua simpatia e a sua generosidade ao ter-me convidado a escrever um artigo, sobre o poeta inglês e o livro com 50 dos seus poemas que traduzi, a que dei o título «Alfred Tennyson em Portugal – Uma dupla celebração», que foi publicado no Nº 36 da revista da Sociedade Histórica Britânica de Portugal, a cuja direcção ele então presidia.   
O privilégio de poder conhecer pessoalmente Paulo Lowndes Marques não foi, todavia, a única consequência positiva de ter concebido e, mais importante, de ter conseguido concretizar a edição de «Poemas». É de recordar e registar igualmente: a recensão ao livro no Público, e a correspondente classificação de cinco estrelas; a entrevista, sobre o mesmo, no programa da Antena 1 «À Volta dos Livros» - a terceira que concedi a Ana Aranha, depois das relativas a «A República Nunca Existiu!» e a «Espíritos das Luzes»; a publicação do meu artigo «O druida de Somersby» n(o Nº 7 d)a revista Bang!; a participação numa tertúlia literária denominada «Poesia e Café», realizada em Sintra a convite de Filipe de Fiúza; e, «last but not least», o envio de exemplares – com recepção e entrega confirmadas – ao Tennyson Research Centre, instituição que é ainda a depositária, a guardiã, do espólio, dos materiais mais importantes que se relacionam com o grande poeta inglês, incluindo cartas, livros, fotografias e outros objectos.         
«Poemas» foi o segundo livro da minha autoria (neste caso, indirecta) lançado em 2009, depois de, em Abril, ter saído «Espíritos das Luzes». Aquele ano terá sido efectivamente o mais importante da minha carreira enquanto criador, pois foi também quando iniciei o blog Obamatório e obtive o meu terceiro triunfo (e quarto galardão) no Prémio de Jornalismo Sociedade da Informação. Contudo, a tradução que fiz de 50 poemas do bardo britânico destaca-se como a minha maior realização: pela originalidade – primeiro livro em língua portuguesa só com textos de Alfred Tennyson; por aparecer no momento certo – em ano não de uma mas sim de duas efemérides alusivas ao poeta; pela responsabilidade em ser fiel à letra e ao espírito das obras a adaptar. E sem esquecer o trabalho magnífico de desenho gráfico, (selecção de) ilustrações e paginação feito por Pedro Piedade Marques.

sexta-feira, novembro 22, 2019

Orientação: Sobre o passado futuro, no Público

Na edição de hoje (Nº 1085) do jornal Público, e nas páginas 2 e 3 do suplemento Ípsilon, está o meu artigo «Dias de um passado futuro». Um excerto: «Na verdade, não faltam casos de investigadores e de inovadores na ciência e na tecnologia contemporâneas que atribuem a obras de FC, que leram e/ou que (ou)viram na infância e/ou na juventude, a origem das suas ideias e dos seus projectos. São os autores que escreve(ra)m FC quem, em última análise, (quase sempre) triunfam, pela confirmação das suas visões e pela omnipresença das suas expressões – repare-se, por exemplo, nas várias vindas de “Mil Novecentos e Oitenta e Quatro”, de George Orwell, que neste ano assinalou os 70 da sua publicação. São extra-ordinários, em oposição aos ordinários que mais não fazem do que replicar a mediocridade quotidiana. Neste âmbito, um dos exercícios mais interessantes é, precisamente verificar se numa determinada data se concretizaram as previsões para ela apontadas no passado quando a mesma mais não era do que um ponto de um futuro mais ou menos distante.» (Também no Simetria.)

quarta-feira, novembro 13, 2019

Oráculo: No Porto, dia 25, para falar de HA

No próximo dia 25 de Novembro estarei no Porto para participar no «1º Encontro Internacional de História Mundial ”e se?”». Mais concretamente, integrarei o terceiro painel, com início às 15.15 e término às 16.15 horas, denominado «Questões da política contemporânea e história alternativa», juntamente com Nelson Zagalo e Tomás Vieira Silva. A iniciativa decorrerá n(o auditório Casa Comum d)a Reitoria da Universidade do Porto e é organizada pela Invicta Imaginária, colectivo criativo responsável pelo projecto «Winepunk» e ao qual pertence AMP Rodriguez, que comigo participou, no ano passado, no colóquio «República Irreal & Fantástica» e que agora me convidou para esta iniciativa.     
Este encontro na capital da Norte começará às 10 horas e acabará às 18.30. Outros temas em discussão e respectivos painéis serão «Divergências históricas nas realidades alternativas lusófonas», «Arte e história alternativa» e «As leis e os costumes retrofuturistas», em que participarão Alfredo Behrens, Fátima São Simão, João Barreiros, João Seixas, Luís Filipe Silva, Jorge Palinhos, Madalena Nogueira dos Santos, Rogério Ribeiro e Vítor Almeida. Haverá também duas comunicações especiais: «Steampunk, a conquista retrofuturista do imaginário colectivo», por Joana Neto Lima; e «Cronologias revistas e aumentadas – Novos desafios literários na história alternativa portuguesa», por Sandra Maria Teixeira. E ainda exibição de curtas-metragens, música (de piano) ao vivo e a inauguração de uma exposição de ilustrações de Rui Alex. AMP Rodriguez conduzirá a sessão de abertura e Fátima Vieira (vice-reitora da Universidade do Porto) a de encerramento. 
Segundo a organização do encontro, este tem como objectivo «perguntar, imaginar e analisar as respostas possíveis para as realidades impossíveis e brindar, entre académicos e público em geral, ao que de extraordinário e fecundo elas trazem à sociedade real.» Além de que «as histórias de “E se…” têm constituído, ao longo das épocas, uma forma privilegiada de exploração artística e filosófica do impacto dos acontecimentos da História, passados ou futuros na nossa sociedade. São um exercício de reflexão de uma cultura, uma forma de olharmos para nós mesmos sem as amarras do realismo puro e sem a absoluta liberdade do surrealismo, mas ancorados em elementos familiares que permitem aos leitores identificar facilmente o ambiente que está a ser explorado.»
A minha presença neste evento é justificada, obviamente, pelo facto de eu ser o criador, organizador e um dos autores da antologia de história alternativa «A República Nunca Existiu!», livro que, mais de dez anos depois da sua edição, continua ocasionalmente a ser referenciado e comentado. No revista Bang! Nº 25 (Outubro de 2018), e na página 110, Rogério Ribeiro, no texto «A história da Saída de Emergência no Fórum Fantástico, recordou: «Continuando a relação do evento com as antologias da SdE, no FF2007 foi apresentada a antologia “A República Nunca Existiu!”, editada por Octávio dos Santos.» No seu blog O Prazer das Coisas, a 5 de Março de 2019 Tita deu por escrito e em vídeo (neste a partir dos nove minutos), a sua opinião sobre o livro. No sítio Bit2Geek, e a 25 de Julho último, Artur Coelho não considerou «A República…» como um dos principais «cinco livros para descobrir a ficção científica portuguesa» mas não deixou de lhe fazer uma menção como uma dos exemplos da «muito pouca coisa», de obras que é «muito raro encontrar» por autores portugueses numa das «vertentes e sub-géneros da FC e Fantástico» que é a história alternativa. (Também no MILhafre e no Simetria.)

segunda-feira, novembro 04, 2019

Oráculo: Evocar Eça de Queiroz, de 15 a 18

Foi a 23 de Janeiro passado que anunciei aqui pela primeira vez a realização do congresso «Eça de Queiroz, nos 150 anos do Canal do Suez», divulgando ao mesmo tempo (a ligação para) o blog específico sobre aquele, criado pelo Movimento Internacional Lusófono para a difusão das informações relevantes relativas à iniciativa, ao homenageado, à efeméride e à época histórica em que se inserem.
Então já eram apontados os dias em que o evento decorreria: 15, 16, 17 e 18 de Novembro, o que se confirma. No primeiro e no quarto serão apresentadas as comunicações pelos seus autores: a 15 (sexta-feira) na Sociedade de Geografia de Lisboa, sendo o painel da manhã moderado por Renato Epifânio e o da tarde por Rui Lopo; a 18 (segunda-feira) na Biblioteca Nacional de Portugal, sendo o painel da manhã (mais uma vez) moderado por Renato Epifânio e o da tarde por mim. No segundo e no terceiro dias será tempo de actividades complementares mas não menos significativas: a 16 (sábado) decorrerá um almoço na SGL em que Ferreira Fernandes, actual director do Diário de Notícias, fará uma alocução alusiva à colaboração do autor d’«A Relíquia» com aquele jornal aquando da sua viagem ao Médio Oriente para cobrir como jornalista a inauguração da passagem entre o Mar Mediterrâneo e o Mar Vermelho, e isto no mesmo dia em que o DN, na sua agora habitual edição semanal, inclui um caderno especial de oito páginas com reproduções dos textos enviados por Eça de Queiroz; a 17 (domingo) – dia exacto da efeméride – far-se-á (da parte da tarde) um «passeio cultural pela Lisboa de Eça e da “Geração de 70”», conduzido por Fabrizio Boscaglia, ele próprio um dos oradores do congresso. O programa completo pode ser consultado aqui, e avisa-se que as presenças tanto no almoço de 16 como no passeio de 17 de Novembro são sujeitas a inscrição prévia.
Enfim, recorda-se que Annabela Rita integra a comissão organizadora do congresso, juntamente comigo, Renato Epifânio e Rui Lopo. E renova-se o agradecimento às outras instituições que colabora(ra)m com o MIL para a concretização da iniciativa. (Também no MILhafre.)

quinta-feira, outubro 17, 2019

Orientação: Não «matem» os «mensageiros»!

No Simetria publiquei hoje um texto, intitulado «"Matar" os "mensageiros", não!», em que registo e rebato as apreciações desfavoráveis que Jorge Candeias fez do livro «Mensageiros das Estrelas», tanto em geral como em particular, isto é, sobre cada um dos 18 contos, e respectivos autores, que o integram. Ele pode ser, e é, uma «mesquinha, patética criatura», mas isso não significa que os seus dislates fiquem sem resposta.

terça-feira, outubro 01, 2019

Orientação: Sobre a China, no Público

A partir de hoje, no sítio na Internet do jornal Público, está o meu artigo «Negócios da China». Um excerto: «1 de Outubro, quando se assinalam 70 anos desde a chegada ao poder no “Império do Meio”, depois de uma guerra civil, de Mao-Tsé-Tung e do seu Partido Comunista Chinês, é dia de recordar e de homenagear os muitos milhões de vítimas – os cálculos variam entre 40 e 70 (!) – daquela que foi e continua a ser a maior ditadura do Mundo na história contemporânea. Pelo número de mortos que causou (mais, muito mais do que a Alemanha nacional-socialista e a Rússia/União Soviética socialista) e pelo número de pessoas que subjuga – quase um bilião e meio, actualmente. Não por causa dos anos que tem durado, porém: com efeito, a soviética (74, entre 1917 e 1991) e a norte-coreana (71, desde 1948) nisto mantêm uma – sinistra – vantagem.» (Também no MILhafre e no Obamatório. 

Orientação: SS com 700!

Hoje, 1 de Outubro de 2019, celebra-se mais um Dia Mundial da Música, o que significa também, no sítio da Simetria, a publicação de uma nova edição do projecto Simetria Sonora. E, tal como em edições anteriores, a esta grande lista foram adicionados 50 discos por mim considerados de ficção científica e de fantástico: são agora 700. Ilustra a de 2019 a imagem da capa de «Joe’s Garage», de Frank Zappa, lançado originalmente em 1979 – ou seja, há 40 anos. A ouvir… e a descobrir. Tudo, e sempre!

quarta-feira, setembro 25, 2019

Outros: Mesquinha, patética criatura

Pouca ou nenhuma vontade tinha de o fazer, mas a coerência, a consistência, a mais elementar constatação dos factos, e também porque «quem cala consente», obrigam-me a registar: no passado domingo, 22 de Setembro, Jorge Candeias publicou, no seu blog Lâmpada Mágica, a sua «recensão» ao meu conto «Segundo Ultimatum Futurista», incluído na antologia «Mensageiros das Estrelas», que eu concebi e co-organizei, publicada em 2012 pela Fronteira do Caos. Esta «análise» foi a antepenúltima das que aquele indivíduo começou a fazer em Abril deste ano, com a narrativa de Nuno Fonseca, que abre o livro.
E que afirma o suposto «especialista» a propósito do meu contributo? «(…) Também se podia chamar "como pôr o Almada às voltas na tumba" (…) uma ilegível coluna de texto de onze páginas na qual o autor (…) canibaliza o “Ultimato Futurista” do Negreiros, conservando e amplificando todo o conteúdo fascista que este tem (…), e deitando fora tudo o resto, que por sinal é a única parte interessante. Nomeadamente a literatura. Porque o Almada era um poeta a sério (e apesar de um bom bocado facholas na altura em que escreveu este texto, em 1917, tinha mais queda para a anarquia do que para qualquer outra coisa e aprendeu umas coisas mais tarde na vida, nomeadamente quando teve de enfrentar o fascismo a sério) e o Santos é apenas um fascista. De fugir. A coisa mais aberrante em todo este livro, que nem sequer respeita a proposta pois não é conto, não é fantástico, não é literatura, não é nada.» E numa entrada no Facebook a divulgar aquela «posta» - que é (mais) uma bosta (dele) – acrescentou: «Sobre “Segundo Ultimatum Futurista”, do meganabo Octávio dos Santos, um pedaço de lixo fascista.» Não fica claro se é o meu conto que é «um pedaço de lixo fascista», se sou eu… ou ambos.
Que exemplo de «qualidade» e de «profundidade» em crítica literária, não é verdade? Destaque-se, antes de mais, a estranheza e a incongruência em considerar Almada Negreiros fascista e, depois, (algo) anarquista; eu diria que são conceitos deveras antagónicos – e, mais, o fascismo enquanto doutrina só surgiu na década seguinte do século XX, a de 20, com Benito Mussolini. Porém, e na verdade, Jorge Candeias não costuma distinguir-se pela cultura, pela lógica e pela inteligência, além de pelas boas maneiras. E, com efeito, a questão fulcral com ele é a educação, ou, mais precisamente, a falta dela. Neste caso, trata-se, pura e simplesmente, de (outro) ataque pessoal contra mim, e não provocado.  Poder-se-ia pensar que no meu conto eu o nomeio concretamente e o insulto, o que teria causado esta reacção e, de certo modo, a justificaria. Nada disso, evidentemente. Com ele não há qualquer respeito, um mínimo de cordialidade e de civismo: parte-se logo para a mentira e para a ofensa gratuitas…
… Porque chamar-me a mim (e ao meu conto) «fascista» é uma mentira e uma ofensa gratuitas. Repare-se que ele não explica porque é que o que eu escrevi é («um pedaço de lixo») «fascista»; não dá exemplos, excertos, que o provem. E,  muito provavelmente, até já tinha decidido aplicar-me aquele epíteto antes mesmo de ler… partindo do princípio de que leu (tudo), pois há motivos para duvidar disso: recorde-se que ele nem chegou ao fim do primeiro capítulo (de oito no total) do meu romance «Espíritos das Luzes», o que não o impediu, desavergonhadamente (e exibindo, de novo, a sua intrínseca desonestidade intelectual), de atribuir áquela minha obra uma classificação global final (e a mínima). E impõe-se a pergunta, a especulação: será que JC assumiu (e um «ass» ele é de certeza) que a personagem que faz o monólogo (em que consiste o conto) sou eu? Acaso naquela frágil cabecinha não terá surgido a hipótese de o protagonista, o «orador», ser outra pessoa que não o autor, com outra personalidade, opiniões, características?
De qualquer forma, não há atenuantes para aquilo que ele fez. Noutros tempos não tão distantes quanto isso este assunto seria «resolvido» com umas boas bengaladas. Actualmente, porque entretanto «evoluímos» e nos tornámos mais «civilizados», o desenlace desenrolar-se-ia em tribunal com um processo por difamação. Nessa eventualidade acredito que não me faltaria uma assistência especializada e competente: «A República Nunca Existiu!» e «Mensageiros das Estrelas» contam com um total de cinco juristas… e isto para não falar da que eu tenho em casa! No entanto, e pensando bem, valeria mesmo a pena (e a minha alma não é pequena) dar tanta importância àquela mesquinha, patética criatura? No fundo, JC até é merecedor de (não muita) comiseração: esta mais recente birra histérica é apenas outra demonstração do complexo de inferioridade, da inveja, que ele sente em relação a mim, não só ao nível literário em particular mas também ao nível pessoal mais geral. Aliás, e como ele próprio já escreveu, talvez enquanto se olhava ao espelho, «o ódio é mau conselheiro. Torna as pessoas muito, muito burras».

sábado, agosto 31, 2019

Olhos e Orelhas: Segundo Quadrimestre de 2019

A literatura: «Aventuras de João Sem Medo», José Gomes Ferreira; «Mundo de Rocannon», Ursula K. Le Guin; «Lua, Ano Um», Gueorgui Gourevitch, I. Friedman, K. Guilzine, M. Popovski, V. Levine, e outros; «Casos de Direito Galáctico e Outros Textos Esquecidos», Mário-Henrique Leiria; «As Aventuras de Valérian e Laureline, Agentes Espaço-Temporais - O Império dos Mil Planetas» e «(...) - O País sem Estrela», Jean-Claude Mézières e Pierre Christin; «Com a Cabeça na Lua - Antologia Comemorativa dos 40 Anos da Chegada à Lua», Arthur C. Clarke, Isaac Asimov, Poul Anderson, Robert A. Heinlein, Thomas M. Disch, e outros (João Seixas, org.); «Dedos», AMP Rodriguez.
A música: «Para Amália», Mísia; «Honky Château», Elton John; «Countdown To Ecstasy», Steely Dan; «Second Helping», Lynyrd Skynyrd; «Another Green World», Brian Eno; «Com As Minhas Tamanquinhas», José Afonso; «Peter Gabriel (1977)», Peter Gabriel; «Slowhand», Eric Clapton; «Babylon By Bus», Bob Marley & The Wailers; «An American Prayer», Doors; «Campolide», Sérgio Godinho; «Sentinela», Milton Nascimento; «Pirates», Rickie Lee Jones; «Music For A New Society», John Cale; «Baby Snakes», Frank Zappa; «Roberto Carlos (1984)», Roberto Carlos; «Contramão», Pedro Abrunhosa; «Altar», Gift; «Love Yourself - Answer», BTS; «Mingus Ah Um», Charles Mingus; «Space Oddity», David Bowie; «Twice Upon A Time - The Singles», Siouxsie And The Banshees; «Die Zauberflote», Wolfgang Amadeus Mozart (por Christian Boesch, Elizabeth Kales, Eric Tappy, Ileana Cotrubas, Martti Talvela, Zdislawa Donat, e outros, com o Coro da Ópera de Viena e a Orquestra Filarmónica de Viena sob a direcção de James Levine).
O cinema: «O Caçador - Guerra de Inverno», Cedric Nicolas-Troyan; «Arranha-Céu», Rawson Marshall Thurber; «Solo - Uma História de "Guerra das Estrelas"», Ron Howard; «Mamma Mia», Phyllida Lloyd; «Mamma Mia - Aqui Vamos Nós Outra Vez», Ol Parker; «Homem-Água», James Wan; «Capas Negras», Armando de Miranda; «Ando na Linha», James Mangold; «Homem-Formiga e a Vespa», Peyton Reed; «Não Sã», Steven Soderbergh; «O Fado dos Furiosos», F. Gary Gray; «A Mãe é que Sabe», Nuno Rocha; «Oito de Ocean», Gary Ross; «Rapsódia Boémia», Bryan Singer; «Hereditário», Ari Aster; «Despistada», Amy Heckerling; «Homicídio no Expresso do Oriente», Kenneth Branagh; «O Último Arrostamento», Kim Jee-Won; «A Noiva Princesa», Rob Reiner; «Terra dos Zombies» e «Veneno», Ruben Fleischer; «O Artista do Desastre», James Franco; «Soldado Milhões», Gonçalo Galvão Teles e Jorge Paixão da Costa; «Adeus, Christopher Robin», Simon Curtis; «Christopher Robin», Marc Forster; «Toca e Foge», Jeff Tomsic; «Peter Rabbit», Will Gluck; «Primeiro Homem», Damien Chazelle; «Frankenstein», James Whale; «Os Croods», Chris Sanders e Kirk DeMicco; «Gauguin - Viagem ao Tahiti», Edouard Deluc; «Lua» e «Sibilo», Duncan Jones; «Mundo Jurássico - Reino Caído», J. A. Bayona; «A Viagem na Lua», Georges Méliès.
E ainda...: Museu do Neo-Realismo - exposição de Catarina Botelho, Eduardo Matos e Vasco Costa «Cosmo/Política #4/Quando as máquinas param» + exposição «Um edifício, muitos museus - Alcino Soutinho e o Museu do Neo-Realismo»; Biblioteca Nacional de Portugal - exposição «Em demanda da biblioteca de Fernão de Magalhães» + exposição «Fotografia impressa e propaganda visual em Portugal (1934-1974)» + exposição «O ano de 1969» + mostra «Do Tejo ao Tibre - Músicos e artistas portugueses em Roma no século XVIII» + mostra «Aquilino, anos 20 - Entre o exílio e as geografias de Lisboa» + mostra «Over_Seas - Melville e Whitman em Portugal»; Câmara Municipal de Vila Franca de Xira - exposição «CartoonXira 2019/Cartoons do ano 2018 + Ao correr da pena/Marlene Pohle» (Celeiro da Patriarcal); Associação Portuguesa de Editores e Livreiros - 89ª Feira do Livro de Lisboa; Embaixada de Israel em Portugal/Câmara de Comércio Portugal-Israel/Hotel Sheraton Lisboa - Celebração do 71º aniversário da independência do Estado de Israel; Everything Is New/Rod Stewart - «Live in Concert» - Altice Arena, 2019/7/1; Canal História - «Chegada à Lua - As Gravações Perdidas»; «When I'm Five», (vídeo musical de) David Bowie; «Disparo para a Lua», Richard Dale; Câmara Municipal de Loulé/Junta de Freguesia de Quarteira - «Mandalas da amizade (nos 20 anos da elevação a cidade)»/exposição urbana em crochet (Rua Vasco da Gama) + «QuarteirÀdentro»/exposição de fotografias de Nuno Graça com poemas de Sara Salero (Galeria de Arte da Praça do Mar); «Juice», (vídeo musical de) Lizzo; Museu Nacional Ferroviário.

quinta-feira, agosto 22, 2019

Outras: «Variações», 35 anos depois

Estreia hoje em Portugal o filme «Variações», realizado por João Maia e protagonizado por Sérgio Praia, obra que aborda a vida e a carreira, demasiado breves, de António Joaquim Rodrigues Ribeiro, ambas terminadas há 35 anos, mais exactamente a 13 de Junho de 1984. Porém, o impacto e a influência da personalidade e do talento do cantor e compositor minhoto que sonhava com Nova Iorque mantiveram-se e, quiçá, até aumentaram desde então entre os portugueses.
Entretanto, e numa coincidência curiosa, abriu no passado dia 18 de Julho, na Igreja de São Mamede, em Lisboa, e prolonga-se até ao próximo dia 10 de Setembro, a exposição «Welcome» da artista plástica Rueffa, que inclui um retrato de António Variações feito numa perspectiva interessante: ele é comparado e equiparado a Luís de Camões. Em outra curiosa coincidência, esse foi também o conceito que eu idealizei e utilizei no meu poema «Variações», escrito em 1994 e incluído no meu livro «Q - Poemas de uma Quimera», publicado em 2015 pelo Movimento Internacional Lusófono.
De notar ainda que aquele não é o único poema em que refiro o autor de «Estou Além»: faço-o igualmente em «1984», escrito em 2004 e incluído no meu livro «Espelhos», que continua por editar. (Também no MILhafre.)

sexta-feira, agosto 02, 2019

Orientação: Sobre fraudes intelectuais, no Público

A partir de hoje, no sítio na Internet do jornal Público, está o meu artigo «Sobre falsificações, fraudes intelectuais e outras vigarices». Um excerto: «Michael Wolff é um aldrabão profissional. Aliás, ele próprio o admitiu, pelo que o Grupo Almedina cobriu-se duplamente de vergonha ao editar em Portugal duas falsificações, dois trabalhos de ficção travestidos de não-ficção, para os quais terá dispendido verbas avultadas em aquisição de direitos e em serviços de tradução; tradução essa que, sublinhe-se, foi feita em sujeição ao ilegítimo, ilegal, inútil, ridículo e prejudicial “acordo ortográfico de 1990”, o que tornou execrável algo que à partida já era pouco ou nada recomendável. Enfim, comportaram-se como “ovelhas” que aceitaram ser “tosquiadas”, e inclusivé “comidas”, pelo... “lobo” (mau). Entretanto, enquanto se disponibilizava para ser cúmplice de uma (repetida) fraude intelectual, de uma (renovada) vigarice, o GA recusava (em 2018) a publicação do meu livro sobre os dois mandatos de Barack Obama». (Também no MILhafre e no Obamatório.)

terça-feira, julho 30, 2019

Orientação: Para textos recentes…

… Que publiquei em outros blogs em que colaboro ou possuo para além do Octanas – e que, aliás, são aqui divulgados no bloco «Onde eu também estou e escrevo».
Começando pelo Obamatório, são de destacar textos sobre: os 150 anos da tomada de posse de um dos mais importantes presidentes dos Estados Unidos da América; o anti-semitismo (inconsciente?) de um conhecido caricaturista português que foi tema de controvérsia nos EUA; uma cantora norte-americana residente em Portugal que, à sua maneira, se insurgiu contra, precisamente, o anti-semitismo; uma (longa) lista de artigos de opinião onde se pode encontrar muitos argumentos e factos que demonstram cabalmente que, ao contrário do que apregoam muitos esquerdistas nacionais e estrangeiros histéricos, ignorantes e mal-informados, a presidência de Donald Trump está a ser um sucesso; uma evocação dos 50 anos desde a chegada dos primeiros homens à Lua com a interrogação sobre o que teria acontecido se eles não tivessem conseguido lá chegar…
… Evocação essa publicada também no Simetria, onde recentemente escrevi e publiquei sobre: debates sobre inteligência artificial na Culturgest e na Feira do Livro de Lisboa; um anúncio publicitário em que se utiliza o anacronismo para aumentar a eficácia da sua mensagem; os 70 anos da primeira edição de «1984» de George Orwell como tema de um colóquio na Biblioteca Nacional de Portugal. O passado mais longínquo é habitualmente abordado no Ópera do Tejo, onde divulguei: um congresso internacional sobre as relações políticas e culturais entre Roma e Lisboa, Tibre e Tejo, no século XVIII; uma exposição sobre o Torreão Poente da Praça do Comércio; uma conferência sobre como se construiu a Lisboa subterrânea (no tempo) do Marquês de Pombal.
Enfim, no mais novo dos blogs em que participo, «Eça de Queiroz, nos 150 anos do Canal do Suez», referente ao congresso com a mesmo título que decorrerá no próximo mês de Novembro em Lisboa, por mim concebido e cuja comissão organizadora integro, já mencionei: um romance em que Eça é não o autor mas sim a personagem principal; recensões feitas a «Os Maias» e a «Portugal Contemporâneo», este escrito pelo seu amigo Oliveira Martins; a série televisiva «O Nosso Cônsul em Havana», sobre a primeira experiência de Queiroz enquanto diplomata.

terça-feira, junho 25, 2019

Ocorrência: Celebrar Israel em Portugal

Ontem, 24 de Junho de 2019, estive no Hotel Sheraton de Lisboa para, a convite da Embaixada de Israel em Portugal e da Câmara de Comércio Portugal-Israel, participar, juntamente com cerca de duas centenas de pessoas, na celebração do 71º aniversário da independência do Estado de Israel, declarada a 14 de Maio de 1948. Tive a honra e o privilégio de ser apresentado ao Embaixador de Israel, Raphael Gamzou, com quem conversei brevemente a propósito do meu artigo «Euro “festivais”», publicado no Público a 30 de Maio último. Antes, o embaixador agradecera não só o trabalho dos membros da sua equipa mas também a presença dos convidados, em especial a de João Rebelo, deputado do CDS-PP e presidente do Grupo Parlamentar de Amizade Portugal-Israel, a quem entregou um «certificado de mérito e reconhecimento» emitido pelo Knesset. A cerimónia contou ainda com o grupo (de música tradicional) Yamma Ensemble, que incluiu na sua actuação uma versão de «Amar pelos Dois» de Salvador Sobral. (Também no MILhafre.)

quinta-feira, maio 30, 2019

Orientação: Sobre «festivais», no Público

A partir de hoje, no sítio na Internet do jornal Público, está o meu artigo «Euro “festivais”». Um excerto: «Será preciso muito mais para que se proceda à plena desintoxicação mental de muitos pobres de espírito (ou pior do que isso) que em Portugal, na Europa e no Mundo, e em resultado da profunda, prolongada propaganda esquerdista, marxista, aliada cada vez menos circunstancial da propaganda islamita, acreditam acrítica e boçalmente nas novas mentiras sobre a nação hebraica, (in)dignas herdeiras das velhas que eram «reveladas» pelo falso livro “Os Protocolos dos Sábios de Sião”, e que convenceram Adolf Hitler e os seus nacionais-socialistas a aplicar a “solução final” em campos de concentração.» (Também no MILhafre.)

quarta-feira, maio 15, 2019

Observação: Com AO90? Sem voto!

As eleições para o Parlamento Europeu realizam-se em Portugal no próximo dia 26 de Junho. E o meu critério principal na decisão sobre quem votar (ou não) é este: partido, coligação, concorrente(s) que use(m) o ilegal, inútil e ridículo «acordo ortográfico de 1990» na sua comunicação não receberá o meu voto.
Se da parte das forças políticas «velhas» - com excepção, curiosamente, da mais velha, o Partido Comunista Português, que em 2018 tentou terminar no «para-lamento» nacional, sem sucesso, a aberração pseudo-ortográfica – não se perspectiva de moto próprio a reposição da nomalidade e da dignidade na língua portuguesa, também pouco ou nada há a esperar neste âmbito da parte das «novas». Efectivamente, entre os projectos mais ou menos recentes que pretendem ganhar a confiança e a escolha dos eleitores estão a Iniciativa Liberal, Nós Cidadãos e Chega/Basta, que, apesar de apresentarem diversas apreciações e propostas merecedoras de atenção e até de adesão, inutilizam na prática aquelas ao expressarem-nas em sujeição ao AO90.
O «aborto pornortográfico» nada tem de liberal ou de liberalizador, antes pelo contrário; a sua concepção e a sua imposição constituiram um atentado às mais básicas noções de cidadania; pelo que quem não disser – e escrever – com convicção «basta!» e/ou «chega!» contra ele não tem autoridade moral para exprimir o mesmo em relação a outras situações. Cada vez mais o meu (e de bastantes outros) «partido» é a Iniciativa Legislativa de Cidadãos Contra o Acordo Ortográfico; na sua designação as palavras «iniciativa», «cidadãos» e «contra» correspondem verdadeiramente aos actos. (Também no MILhafre.  

terça-feira, abril 30, 2019

Olhos e Orelhas: Primeiro Quadrimestre de 2019

A literatura: «A Doença, o Sofrimento e a Morte Entram num Bar - Uma Espécie de Manual de Escrita Humorística», Ricardo Araújo Pereira; «Teodora e o Segredo da Esfinge», Luísa Fortes da Cunha; «As Crónicas de Nárnia - O Sobrinho do Mágico», Clive Staples Lewis; «Rimas», Francesco Petrarca; «Manta 90/40 - 90 Anos de Vida/40 Anos da Edição das "Caricaturas Portuguesas dos Anos de Salazar"», Pedro Piedade Marques, e outros; «Michel Vaillant - 300 à Hora em Paris», «(...) - Encontro em Macau» e «(...) - O Homem de Lisboa», Jean Graton; «A noite do sexo fraco», Ludovico Bombarda.
A música: «Paixões Diagonais», Mísia; «Blues Breakers With Eric Clapton», John Mayall; «Wheels Of Fire», Cream; «Layla And Other Assorted Love Songs», Derek And The Dominos; «Rainbow Concert», Eric Clapton; «Cai O Carmo E A Trindade», Amor Electro; «Peter Gabriel (1982)», Peter Gabriel; «The Man From Utopia», Frank Zappa; «Born In The U.S.A.», Bruce Springsteen; «Little Creatures», Talking Heads; «King Of America», Elvis Costello; «Luz», Pedro Abrunhosa; «Live At Leeds», Who; «Madman Across The Water», Elton John; «Harvest», Neil Young; «Catch A Fire», Bob Marley & The Wailers; «Here Come The Warm Jets», Brian Eno; «Gritos Mudos» e «Dados Viciados», Xutos & Pontapés; «Young Forever», BTS; «Antologia 66/84», Chico Buarque; «A Love Supreme», John Coltrane; «Orfeo Ed Euridice», Christoph Willibald Gluck (por Helen Donath, Marilyn Horne e Pilar Lorengar, com a Orquestra e o Coro da Real Casa da Ópera de Convent Garden sob a direcção de George Solti). 
O cinema: «O Meu Vizinho Totoro», Hayao Miyazaki; «Jack Ryan - Recruta Sombra», Kenneth Branagh; «Vingadores - Guerra do Infinito», Anthony Russo e Joe Russo; «Hora Mais Escura», Joe Wright; «Jogador Um Pronto», Steven Spielberg; «Zeus», Paulo Filipe Monteiro; «Carros 3», Brian Fee; «Verdadeira Garra», Ethan Coen e Joel Coen; «Sete Psicopatas», Martin McDonagh; «Happy Gilmore», Dennis Dugan; «Feito Americano», Doug Liman; «O Processo do Rei», João Mário Grilo; «Incríveis 2», Brad Bird; «Guerra pelo Planeta dos Macacos», Matt Reeves; «Saqueadora de Túmulos», Roar Uthaug; «Wall Street - O Dinheiro Nunca Dorme», Oliver Stone; «Cinquenta Tons Libertados», James Foley; «Conversa Acabada», João Botelho; «Ilha dos Cães», Wes Anderson; «Desesperadamente Procurando Susan», Susan Seidelman; «Todo o Dinheiro no Mundo», Ridley Scott; «O Que Aconteceu à Segunda-Feira», Tommy Wirkola; «Detroit», Kathryn Bigelow; «Grande Sarilho na Pequena China», John Carpenter; «Yves Saint Laurent», Jalil Lespert; «Voo», Robert Zemeckis; «A Livraria», Isabel Coixet; «Desejo de Morte», Eli Roth; «Pontapé-No-Rabo», Matthew Vaughn; «Mary Shelley», Haifaa Al-Mansour.
E ainda...: Museu do Neo-Realismo - exposição de Hugo Canoilas, Miguel Castro Caldas e Tatiana Macedo «Cosmo/Política #3/O Mundo começou às 5 e 47» + exposição «Candido Portinari em Portugal»; Arquivo Nacional Torre do Tombo - exposição «Fernão Lopes guardador das escrituras do Tombo (1418-1454)» + exposição «D. Maria da Glória (1819-1853) - Um registo intimista» + exposição «A Europa começa aqui! Marca do Património Europeu»; Biblioteca Nacional de Portugal - exposição «Sob a chama da candeia - Francisco de Holanda e os seus livros» + exposição «Antes e depois do adeus - Centenário de Eduardo Teixeira Coelho» + mostra «Margarida Jácome Correia» + mostra «António Borges Coelho - "Dar voz aos que em baixo fazem andar a História"» + mostra «D. Maria II e a música no seu tempo» + mostra «Augusto da Costa Dias (1919-1976) - Centenário do nascimento» + mostra «700 anos da Ordem de Cristo»; Fundação Calouste Gulbenkian - exposição «Tudo o que tenho no saco - Eça e "Os Maias"»; Clube do Autor/El Corte Inglés - apresentação do livro «Marketing Performance - 80 Métricas de Marketing e Vendas» de Luís Bettencourt Moniz e Pedro Celeste, com Rui Miguel Nabeiro; Câmara Municipal de Vila Franca de Xira - exposição «Arqueologia em Vila Franca de Xira - O desvelar de um património milenar» (Centro de Estudos Arqueológicos) + BF18/Bienal de Fotografia 2019 (Celeiro da Patriarcal, Biblioteca e Museu Municipal); Embaixada do Brasil/Palácio da Independência - exposição «Aquarelas do Descobrimento - A carta de Pêro Vaz de Caminha»; «Deutschland» e «Radio», (vídeos musicais dos) Rammstein; «A Apanhada (segunda temporada)», Helen Gregory e Kate Atkinson.

terça-feira, abril 16, 2019

Orientação: Sobre «descolonização», no Público

A partir de hoje, no sítio na Internet do jornal Público, está o meu artigo «Descolonização ortográfica, já!». Um excerto: «Agora há que saber se em Portugal se vai acabar com a experiência catastrófica, não utópica mas sim distópica, de uma “novilíngua” que viola a etimologia europeia predominante em todas as nações civilizadas do Mundo e que resultou da “adoção” ilegal e reforçada, deste lado do Atlântico e isolando-nos daquelas, de uma subversão terceiro-mundista executada por uma ditadura brasileira da década de 40 do século passado decidida a diminuir os laços com o Velho Continente, e em especial com a nação ex-colonizadora de que muitos brasileiros se envergonha(va)m». (Também no MILhafre. Transcrição no Apartado 53, n'O Lugar da Língua Portuguesa e no ILCAO.)

segunda-feira, abril 08, 2019

Ocorrência: Uma década com «Espíritos»

Hoje cumprem-se dez anos desde a primeira apresentação, feita na FNAC Chiado, em Lisboa, do meu livro – e primeiro romance - «Espíritos das Luzes». Uma fotografia que a minha esposa me tirou, nesse já algo distante dia 8 de Abril de 2009, junto ao cartaz relativo ao evento colocado naquele espaço, ainda é a imagem que me identifica no Google (Blogger e Gmail) – só isto é indicativo do quanto esta obra foi, é, e será sempre importante para mim.
Naquela ocasião acompanharam-me, na mesa, Pedro Reisinho – então editor da Gailivro/1001 Mundos, a quem devo primeira e principalmente a publicação de «Espíritos das Luzes» - e Miguel Real, cuja intervenção seria pouco depois (a 22 de Abril) transcrita e desenvolvida no Jornal de Letras, Artes e Ideias. Tal foi a primeira análise, ou crítica, publicada sobre o meu livro; a mais recente, e bem menos extensa, embora também positiva, foi inserida na página do Wook referente àquele a 17 de Agosto de 2018, escrita pelo leitor Ricardo Gomes: «Romance criativo e inovador acerca de várias personagens importantes da história portuguesa. Uma mistura de ficção científica com romance histórico sendo um texto bastante criativo.» Pelo meio houve, obviamente, mais, nem sempre favoráveis; neste âmbito, é inevitável mencionar as feitas por Jorge Candeias e por Artur Coelho, ambas a suscitarem-me uma e outra respostas que diria serem conclusivas e até definitivas; e ainda a feita (no GoodReads, tal como as daqueles dois extremo-esquerdistas e acordistas) por uma leitora que não compreendeu o contexto e os pressupostos da obra. Pelo contrário, quem os percebeu perfeitamente foi Malcolm Jack, então presidente da Beckford Society, que me concedeu o privilégio de uma recensão no boletim daquela instituição inglesa.   
O que distingue igualmente «Espíritos das Luzes» na minha bibliografia, e até, quase de certeza, em comparação com as de muitos outros escritores, é que constituiu, bem como o processo criativo que esteve na sua origem, uma base para outras actividades, projectos e iniciativas. Um pouco de história: comecei a prepará-lo e a escrevê-lo em 2003, a seguir à edição de «Visões», e terminei-o, tal como pretendia, em 2005, a tempo dos 250 anos do terramoto de 1755, mas então nenhuma das editoras a quem o propus o aceitou; entretanto, nos quatro anos que ainda demoraria a sua publicação, consegui concluir e fazer editar «Os Novos Descobrimentos» (com Luís Ferreira Lopes, em 2006) e «A República Nunca Existiu!» (com 13 outros autores, em 2008); antes, em 2004, iniciei os contactos para a formação de uma equipa que procederia à recriação virtual da Ópera do Tejo (edifício destruído, como muitos outros, aquando do cataclismo), cujo primeiro «protótipo» foi mostrado a 3 de Novembro de 2005 num colóquio realizado na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa; o projecto seria posteriormente reformulado e ampliado para abranger a Lisboa Pré-Terramoto de 1755, e, já neste formato, foi tema de comunicações levadas a vários encontros de âmbito académico, principalmente no nosso país - são de destacar um em Braga e outro na capital - mas também no estrangeiro. O meu trabalho em «Espíritos das Luzes» possibilitou-me igualmente o início de uma relação próxima e profícua com a Biblioteca Nacional de Portugal que se mantém ainda hoje: em 2004 tornei-me um dos mecenas da BNP ao financiar a restauração de um exemplar de «O Uruguai», de José Basílio da Gama, obra de 1769 que seria mencionada, tal como o seu autor, em «Espíritos…»; em 2006 decorreram na Biblioteca os dois primeiros eventos por mim propostos e co-organizados nela, ambos alusivos a celebrações de 250 anos – um sobre a Arcádia Lusitana e outro sobre cinco obras fulcrais datadas de 1756; vieram a seguir outros colóquios e congressos, dos quais apenas um de temática, pode dizer-se, claramente setecentista – o dedicado a Luís António Verney, em 2013 nos 300 anos do nascimento do autor de «Verdadeiro Método de Estudar», do qual resultaria também um livro, efeméride da qual me apercebi, obviamente, na preparação do meu romance. Nunca é de mais referir, aliás, que Verney é uma das personagens fundamentais de «Espíritos…»
… E outras duas personagens fundamentais do meu livro possibilitaram que o levasse e o divulgasse para fora de Lisboa, em encontros que, decorridos já vários anos, ainda recordo com afeição e gratidão para com aqueles que os tornaram possíveis: António Ribeiro Sanches, em 2009, na Câmara Municipal de Penamacor, aquando da comemoração dos 800 anos do foral daquela vila; e, como não podia deixar de ser, Manuel Maria du Bocage, em 2010, no Club Setubalense, na véspera do dia (feriado) daquela cidade, o do aniversário do nascimento do grande poeta. Enfim, uma década depois, é indubitável que «Espíritos das Luzes» me proporcionou bastantes momentos e motivos de alegria e de orgulho. E, quem sabe, talvez me venha a proporcionar mais alguns no futuro. (Também no MILhafre, Ópera do Tejo e Simetria.)

segunda-feira, abril 01, 2019

Observação: Rui Vieira Nery não teve vergonha…

… De escrever isto depois de ter protagonizado aquilo. Não, não é mentira, e, sim, é mesmo uma ironia. Pensará ele que mais ninguém sabe o que aconteceu com o Prémio José Mariano Gago atribuído pela Sociedade Portuguesa de Autores no ano passado? Ou que quem soube se esqueceu? Curiosamente, na manhã da passada sexta-feira estivémos na Biblioteca Nacional ao mesmo tempo, durante um congresso internacional realizado no auditório daquela – eu na assistência e ele na mesa, enquanto moderador. Se estivesse a par de que RVN se atrevera, hipocritamente, a publicar aquela «posta» na véspera talvez tivesse ido ter com ele para uma conversa. Paciência; tal ficará, quem sabe, para uma próxima ocasião.

quinta-feira, março 21, 2019

Ocorrência: Agora também os ímpares

Há quase dois anos, a 8 de Maio de 2017, escrevi e publiquei aqui no Octanas um texto em que informava e comentava sobre um pormenor interessante… num mau sentido, porque na verdade insólito, de um galardão literário – o Prémio Nacional de Poesia António Ramos Rosa. Mais concretamente, o facto de, apesar de ser atribuído de dois em dois anos, aquele prémio apenas aceitar a concurso livros editados no ano anterior a cada edição, o que afastava da avaliação todas as obras lançadas em anos ímpares – como, por exemplo, «Q - Poemas de uma Quimera», que assim se viu impossibilitado de concorrer. Então relatei que havia contactado, questionando e protestando, os organizadores e os patrocinadores da iniciativa sobre aquela evidente mas inexplicável discriminação. 
Entretanto, e aparentemente, a Câmara Municipal de Faro terá atendido às minhas queixas (e às de outros?) e feito o que me disseram que iam fazer: «rever as normas». Efectivamente, a mais recente edição do prémio, cujo prazo de entrega termina a 30 de Abril próximo, abrange todas as obras que foram publicadas em primeira edição nos dois anos anteriores, ou seja, 2017 e 2018. Finalmente, os volumes de versos editados em anos ímpares deixaram de ser considerados inferiores ou até inexistentes por aquela autarquia algarvia. Porém, infelizmente, e pelo menos nesta ocasião, eu não retiro qualquer benefício da decisão pois não tenho um novo, ou recente, livro de poesia editado com que possa concorrer. No entanto, e sendo hoje o dia mundial daquela, justifica-se ainda mais a celebração do mesmo graças à correcção de um erro que a deslustrava. (Também no MILhafre.)

quinta-feira, março 07, 2019

Outros: Comentários meus contra o AO (Parte 7)…

… Escritos e publicados, desde Janeiro de 2018, nos seguintes blogs: Horas Extraordinárias (um, dois, três); Delito de Opinião (um, dois, três, quatro, cinco, seis, sete); Apartado 53 (um, dois); Rascunhos; Intergalactic Robot (um, dois, três); Simetria. E que abord(ar)am, entre outros subtemas: o AO90 como possível, e até provável, causa da diminuição da literacia entre os alunos do 4º ano de escolaridade entre 2011 e 2016; alegados professores que não distinguem factos de fatos; a obrigação de se persistir no ensino aos mais novos da forma correcta de escrever, uma tarefa a ser desempenhada pelos pais e pelos encaregados de educação porque as escolas desistiram daquela; a transformação de «óptico» em «ótico» ou mais um exemplo, e incentivo, para rejeitar certas «traduções» e preferir as edições originais; a importância do «c» em certas palavras; José Cabrita Saraiva como demonstração da deterioração do património genético; as desvantagens, ou até a inutilidade, de se divulgar «acordistas» como Francisco Seixas da Costa; disparates televisivos de Joaquim Vieira, suposto jornalista, e de Rodrigo Moita de Deus, suposto monárquico; o Partido Comunista Português como resistente e excepção político-partidária à ditadura ortográfica vigente; a necessidade, não de uma revisão do AO90, mas sim da sua eliminação.

quarta-feira, fevereiro 20, 2019

Outros: Amigos com novidades

O Octanas é o espaço em que divulgo principalmente, preferencialmente, as minhas opiniões e as minhas iniciativas, as informações que de algum modo são para mim importantes, relevantes. Mas também ocasionalmente menciono aqui, quando considero que se justifica, novidades relacionadas com amigos. É o que vai acontecer agora…
… E começo com Ozias Filho, que já na próxima sexta-feira, 22 de Fevereiro, participa no VI Encontro Mundial de Escritores Brasileiros no Exterior, um evento que começa amanhã e que se prolonga até sábado; a sua intervenção, que terá lugar na Fundação José Saramago, em Lisboa, terá como tema «O que vejo quando leio – O processo criativo nos livros “Santa Cruz” e “Ar de Arestas”». Prossigo com Luís Bettencourt Moniz, que exactamente de hoje a uma semana, a 27 de Fevereiro, irá apresentar no El Corte Ingles de Lisboa, a partir das 18.30, o seu novo livro, escrito com Pedro Celeste, «Marketing Performance – 80 Métricas de Marketing e Vendas», o segundo do duo depois de «52 Métricas de Marketing e Vendas», publicado em 2015.
Continuo com dois amigos que entretanto já lançaram as suas novas obras. O primeiro é Bruno Martins Soares, cujo mais recente romance, «Laura And The Shadow King», está disponível desde 9 de Fevereiro através da Amazon; justifica-se, já agora, ouvir a entrevista que ele concedeu a Cristina Alves. O segundo é Daniel Gouveia, que, apesar de dedicar maioritariamente a sua competência profissional à literatura enquanto editor e escritor, também se distingue como cantor, mais concretamente enquanto fadista; ele apresentou hoje, na Livraria Ferin, o seu novo disco, «Fado Ao Meu Jeito», que pode ser adquirido, além de naquela livraria, também no Museu do Fado (adenda - reportagem sobre o lançamento na FadoTV).
Termino com David Soares, que apesar de não ter ainda nova obra para apresentar (e a espera já está a tornar-se demasiado longa para todos aqueles que, como eu, admiram o seu imenso talento), recomendou as de outros artistas na FNAC Chiado no passado dia 26 de Janeiro, através da sua «L!sta de Compras» a convite da revista LOUD!

sexta-feira, fevereiro 08, 2019

Orientação: Sobre civilização, no Público

A partir de hoje, no sítio na Internet do jornal Público, está o meu artigo «Sim, é uma questão de civilização». Um excerto: «Ninguém será mais culpado pela manutenção e até agravamento desta peculiar forma de obscurantismo no nosso país do que Jorge Sampaio, que em 2002, enquanto Presidente da Repúbica, pugnou publicamente pela “re-legalização”, que se concretizou, da variante mais ofensiva, mais degradante, da “festa brava” que é a morte do touro na arena, em Barrancos e não só. Tema verdadeiramente fracturante no nosso país, a tauromaquia assume especial importância no Ribatejo; e, nesta região, há um concelho em especial que se tem auto-prejudicado por privilegiar reiteradamente essa actividade: o de Vila Franca de Xira.» (Também no MILhafre.)

terça-feira, fevereiro 05, 2019

Ocorrência: «Mensageiros…» em destaque…

… Na Biblioteca Municipal de Alverca, durante (pelo menos) este mês de Fevereiro e também o de Março próximo. Depois de «Q», em 2016, e de «Nautas», em 2018, a segunda antologia colectiva de contos que concebi, organizei e em que participei, publicada em 2012, é a terceira obra minha a ser escolhida no âmbito da iniciativa «Escritores cá da nossa terra», que envolve a colocação de um livro de um autor que reside, ou residiu, no concelho de Vila Franca de Xira, e em especial na sua maior e mais importante freguesia, num expositor à entrada do espaço da BMA. Esta, entretanto, tem já a «colecção completa» das minhas obras, depois de, no ano passado, lhe ter oferecido exemplares de, precisamente, «Mensageiros das Estrelas» e ainda de «Luís António Verney e a Cultura Luso-Brasileira do seu Tempo». À equipa liderada por Celeste Silveira agradeço novamente (é a terceira vez) a atenção, a distinção, a honra.

quarta-feira, janeiro 23, 2019

Oráculo: Celebrar Eça em 2019

A 17 de Novembro de 2019 assinalar-se-ão os 150 anos da inauguração do Canal do Suez, a ligação que uniu o Mar Mediterrâneo ao Mar Vermelho e abriu uma nova e transformadora rota da navegação e do comércio internacionais. Tal acontecimento constituiu em 1869 um momento marcante, e definidor, de todo o século XIX aos níveis político, económico, tecnológico e cultural; a ele assistiram, testemunhas privilegiadas, muitas pessoas, vários «notáveis» da época, incluindo José Maria Eça de Queiroz, que o tomou como pretexto e ponto de partida para uma viagem de diversas semanas por terras do Médio Oriente, e da qual resultariam dois livros, «O Egipto» e «A Relíquia», além de, antes, alguns artigos que escreveu para o Diário de Notícias na qualidade de enviado especial…
… E é por reconhecer a importância desta efeméride que, entre 15 e 18 de Novembro deste ano, em Lisboa, o Movimento internacional Lusófono organizará um congresso que reunirá um conjunto de especialistas nacionais e estrangeiros que apresentarão comunicações e participarão em debates tendo como tema central a particular «peregrinação» de Eça de Queiroz e as consequências e os significados, para ele, para os seus conterrâneos e para o Portugal de então, daquela. É uma iniciativa que resulta(rá), mais uma vez, de uma proposta minha, à semelhança das já feitas com Luís António Verney (2013, 300 anos do nascimento), Afonso de Albuquerque (2015, 500 anos da morte), Francisco Manuel de Melo (2016, 350 anos da morte) e Francisco de Holanda (2017, 500 anos do nascimento). Resultará de uma colaboração privilegiada com a Fundação Eça de Queiroz, a qual foi previamente contactada e convidada por nós; já associadas estão também entidades como a Biblioteca Nacional de Portugal e a Sociedade de Geografia de Lisboa, locais onde decorrerá o congresso, e outras que incluem o Instituto de Filosofia Luso-Brasileira e a Sociedade Histórica da Independência de Portugal.
Na comissão organizadora estão, além de mim, Annabela Rita, Pedro Correia, Renato Epifânio e Rui Lopo. Entretanto, já se procedeu à «abertura oficial», já ocorreu a «entrada em funcionamento» de um novo blog, dedicado especificamente ao evento, a Eça de Queiroz e ao seu tempo, à efeméride que pretendemos celebrar – nele já coloquei o meu primeiro contributo. E nos próximos meses será nele que deverão ser procuradas novidades e informações, que tentaremos publicar e divulgar com regularidade. (Também no MILhafre.)

domingo, janeiro 20, 2019

Ocorrência: Dez anos do Obamatório

Hoje, 20 de Janeiro de 2019, assinalam-se (e celebram-se?) os dez anos do início do meu (outro) blog Obamatório, «irmão mais novo» do Octanas - que em Abril próximo cumprirá, por sua vez, catorze. Em texto evocativo que nele publiquei há cerca de meia hora faço uma reflexão sobre uma década de análise ininterrupta (ou seja, em todos os meses existiu pelo menos um novo post) da política e da sociedade dos Estados Unidos da América, área em que abundam a estupidez, a hipocrisia, a ignorância, a manipulação e a propaganda. Chegado aqui o sentimento é de dever cumprido e de consciência tranquila, embora não isento de frustrações. 

segunda-feira, dezembro 31, 2018

Olhos e Orelhas: Terceiro Quadrimestre de 2018

A literatura: «Entre Filosofia e Cultura - Percursos pelo Pensamento Filosófico-Poético Português nos Séculos XIX e XX», Celeste Natário; «Vinil. Álbum. Capa. Arte - O Catálogo Completo da Hipgnosis», Aubrey Powell; «Lovesenda ou o Enigma das Oito Portas de Cristal» e «Eros e Psychê ou os malefícios da luxúria», António de Macedo; «O Bordel das Musas ou as Nove Donzelas Putas», Claude Le Petit; «As Grandes Batalhas/A Resistência - Os Exércitos das Sombras» e «(...)/Afrika Korps - A Guerra do Deserto», Pierre Dupuis; «O segundo sol», Ruy de Fialho.    
A música: «Outras Histórias», Deolinda; «Please Please Me», Beatles; «Getz/Gilberto», Stan Getz e João Gilberto; «Turn! Turn! Turn!», Byrds; «Fresh Cream», Cream; «Mr. Fantasy», Traffic; «White Light/White Heat», Velvet Underground; «Encantamento», Mafalda Arnauth; «Autobahn», Kraftwerk; «Live!», Bob Marley & The Wailers; «Zoot Allures», Frank Zappa; «Marquee Moon», Television; «Peter Gabriel (1978)», Peter Gabriel; «Bop Till You Drop», Ry Cooder; «Ao Vivo Em 1997», José Mário Branco; «Spaceways», «Outer Spaceways Incorporated» e «Calling Planet Earth», Sun Ra; «HitNRun Phase One» e «HitNRun Phase Two», Prince; «My Beautiful Dark Twisted Fantasy», Kanye West; «Cerco» e «Puro», Xutos & Pontapés; «Love Yourself - Tear», BTS; «Sonatas», Domenico Scarlatti (por Cremilde Rosado Fernandes); «Pièces de Clavecin En Concerts», Jean-Phillippe Rameau (por Barthold Kuijken, Robert Kohnen, Sigiswald Kuijken e Wieland Kuijken).
O cinema: «A Rapariga que Saltava Através do Tempo», Mamoru Hosoda; «G. I. Joe - A Ascensão de Cobra», Stephen Sommers; «HomemDoRei - O Círculo Dourado», Matthew Vaughn; «Cinquenta Tons Mais Escuros», James Foley; «O Último Combate» e «Nikita», Luc Besson; «Coco», Lee Unkrich; «Annabelle - Criação», David F. Sandberg; «Pantera Negra», Ryan Coogler; «Sai», Jordan Peele; «Fio Fantasma», Paul Thomas Anderson; «Correspondências», Rita Azevedo Gomes; «Dredd», Pete Travis; «Abraham Lincoln - Caçador de Vampiros», Timur Bekmambetov; «Condutor Bebé», Edgar Wright; «Cidade do Pecado - Uma Dama Por Quem Matar», Frank Miller e Robert Rodriguez; «Vigilância da Baía», Seth Gordon; «O Maior Homem do Espectáculo», Michael Gracey; «DeadPool 2», David Leitch; «Três Cartazes à Saída de Ebbing, Missouri», Martin McDonagh; «300 - Erguer de um Império», Noam Murro; «Honra dos Prizzi», John Huston; «O Juiz», David Dobkin; «O Filme Emoji», Tony Leondis; «A Forma da Água», Guillermo del Toro; «As Runaways», Floria Sigismondi; «A Montanha Entre Nós», Hany Abu-Assad; «Missão Impossível - Queda», Christopher McQuarrie; «A Caminhada», Robert Zemeckis.
E ainda...: «Flechas Quebradas - As Bombas Perdidas da Guerra Fria», (documentário de) Thierry Piantanida e Thierry Ragobert; Câmara Municipal de Vila Franca de Xira - exposição «Memórias da Chapelaria Porfírio» (Museu Municipal) + exposição «Alverca e a aviação (1918-2018)» + conferências «100 anos de aeronáutica militar em Alverca (Luís Barbosa)», «Viagens aéreas históricas com partida de Alverca (Vasco Callixto)», «O hangar do balão em Alverca (Jorge Lima Basto)» e «Gago Coutinho, almirante com alma de tenente (Rui Costa Pinto)» (Núcleo Museológico de Alverca); Museu do Neo-Realismo - exposição «Cosmo/Política # 2 - Conflito e Unidade» + exposição de fotografia de Emiliano Dantas «Entre o mato e a roça»; União das Freguesias de Alhandra, São João dos Montes e Calhandriz - «Portugal no Mundo de Afonso de Albuquerque»/«Conversas com História»; Associação Épica/Junta de Freguesia do Lumiar - colóquio «República Irreal & Fantástica»; Biblioteca Nacional de Portugal - exposição «"As Mil e Uma Noites" em Portugal» + exposição «A fábrica de sonhos - Os primeiros 25 anos da Agência Portuguesa de Revistas (1948-1973)» + mostra «O azulejo português no livro» + mostra «O "nosso" Prémio - 20 anos do Nobel de José Saramago» + mostra «Irmãs Bronte - 200 anos» + mostra «João Rui de Sousa - 90 anos»; Galeria Valbom - exposição «Manta 90/40 - 90 anos de vida/40 anos da edição das "Caricaturas Portuguesas dos Anos de Salazar"»; Biblioteca Palácio Galveias - exposição «Cardoso Pires por Eduardo Gageiro» + lançamento do livro «Contos Eróticos do Velho Testamento» de Deana Barroqueiro, com apresentação de Maria Helena Trindade Lopes (/Planeta Editora); «Castle» - primeiro e último episódios; FNAC - exposição de fotografias de João Henriques «School Affairs» (Vasco da Gama).  

quarta-feira, dezembro 12, 2018

Outros: Contra o AO90 (Parte 16)

«Nunca como hoje Portugal correu o risco de perder a sua identidade», «Grupo (mais um) que avalia o impacto do AO90 é para valer ou é outra farsa?», «O meu manifesto contra o falso acordo ortográfico/1990», «Estamos todos muito cansados da idiotice que grassa em Portugal na questão da língua», «Sabem o que ando a fazer no que respeita ao AO90?», «Novíssima carta aberta ao senhor Presidente da República Portuguesa», «Não existe lei alguma que obrigue um professor a ensinar Português segundo a cartilha brasileira nas escolas portuguesas», «AO90 – Desvinculação proposta pelo PCP rejeitada pelo PS, PSD, CDS e BE», «Recessão da língua portuguesa só em Portugal», «Sugestão politicamente correcta para se acabar de vez com a mixórdia ortográfica em Portugal», «A cegueira dos acordistas», «Uma das maiores ignorâncias dos acordistas é pretenderem comparar o AO90 com as anteriores reformas ortográficas», «O que fazer quando um orientador de curso força um aluno a escrever segundo o AO90?», «Anedota do dia – Santos Silva diz que a uniformização da ortografia preserva a coerência da língua», «Cimeira da CPLP em Cabo Verde foi uma monumental fantochada protagonizada por fantoches ao serviço de interesses ocultos», «Mais um parecer jurídico que aponta a inconstitucionalidade do AO90», «Estas são as vozes audíveis que gritam contra a extinção da língua portuguesa», «Já não há pachorra para as ignorâncias dos acordistas», «Carta à UNESCO pela salvaguarda da Língua Portuguesa como Património Cultural Imaterial» (com Francisco João da Silva), «Carta aberta aos professores de língua portuguesa e aos seus sindicatos» e «Porquê sete países lusófonos têm de se submeter à grafia brasileira?», Isabel A. Ferreira; «Vê-se», «O fato roto da EMEL», «Sabem, sabem, e é o que se vê», «Faziam falta os Dez Mil» e «A brincar, a brincar», Helder Guégués; «4379 cidadãos para a Língua Portuguesa», «O vocabulário da diferença», «Um último Zenão», «O Estado da Nação Ortográfica», «Assine a Iniciativa Legislativa de idadãos», «Notas de apreço (1, 2, 3, 4, 5)» e «Polícia manda fechar “banca” da ILC-AO na Feira do Livro do Porto», Rui Valente; «Sai uma espetada para o senhor espetador», «Acabará em excessão a correção da conceção?», «Estes silêncios que tanto nos “afetam”», «Ortografices ao correr da pena», «Surdos dos olhos, cegos dos ouvidos», «Olhe que não, senhor ministro…», «Foi-se o “all aboard”, ficou a “deceção”», «As bibliotecas já estão a arder?», «Ficou a Academia, foi-se o bom senso», «Afinal Ricardo Araújo Pereira tinha razão», «A bondade linguística e o cadáver adiado», «Ascensão e queda dos pontinhos voadores», «Os meados do mês não são os miados do gato» e «Ideias com fífias e músicas sem elas», Nuno Pacheco; «Pequenas escolhas do dia-a-dia», Hermínia Castro; «Sobre o Acordo Ortográfico de 1990», «Um acto de resistência» e «Dignidade», Maria do Carmo Vieira; «Idadismo», Joaquim Alexandre Rodrigues; «Admirável Língua Nova (5, 6, 7, 8, 9)», Manuel Matos Monteiro; «Para o bailinho, sff», «Por esse fato», «O Acordo Ortográfico de 1990 explicado por um jogador do Benfica», «Mentiras ortográficas», «Greve dos ferroviários para 90% dos comboios?», «Ronaldo, o “elbow” e o Egipto», «Os agentes da ortografia», «Dúvidas legítimas da Fenprof», «Espalhafatos e coisinhas assim», «Não há ortografia», «Contra o Orçamento do Estado para 2019» e «Sem acção, isto é, atuado», Francisco Miguel Valada; «Países “atrasados” onde farmácia escreve-se “ainda” com PH», «Recesso, já!», «Uma oportunidade perdida», «”Um elefante sentado no meio da sala”», «Romper a cortina de silêncio», «FAQ AO90 (1, 2, 3, 4, 5, 6)», «As variações da mentira (1, 2, 3, 4)», «Ah, então está bem», «Manual de Patranhas», «Fronteiras 31», «Afinal nAO!» e «11 – Não discutirás com idiotas», João Pedro Graça; «Resistência activa ao aborto ortográfico (128, 129, 130, 131, 132, 133)», «A tontice do (des)acordo», «Calinada “cultural”» e «Pensamento da semana», Pedro Correia; «O fato do senhor deputado» e «Acordo Ortográfico – O verbo obrigado a imitar uma preposição», António Fernando Nabais; «Coisas que dão (ou deviam dar) que pensar…» e «Consolida, filho, consolida», Ana Cristina Leonardo; «O Acordo Mortográfico na AR», António Bagão Félix; «Assine a etição», José Diogo Quintela; «Acordo ortográfico regressa ao Parlamento» e «Pactos de regime», António Duarte; «Hoje comemora-se o Dia da Língua Materna», Luís Afonso; «Assim se vê a força do PC», José Pimentel Teixeira; «Lost in translation» e «Uma decisão para lamentar», Luís Menezes Leitão; «A “novilíngua” portuguesa?», Mário Cunha Reis; «Acordo ortográfico sim, mas o antigo!», Joaquim Jorge; «Este país partido ao meio pela própria língua», Alexandra Lucas Coelho; «Podemos e devemos reagir!», Luís de Matos; «O ministro da Cultura e o AO/90», Carlos Fernandes; «Os agentes políticos e o (des)acordo ortográfico», Manuel Simões; «Língua Portuguesa, diversidade sim, uniformidade não!», Rafael Dias; «Este atrofio ortográfico de 1990», Luís Filipe Pimentel Costa; «Cem palavras» e «Notas finais sobre a Feira do Livro do Porto 2018», Olga Rodrigues; «A língua e a comunidade» e «O “acordo” que ninguém quer», Viriato Teles; «Em defesa da ortografia (2, 3, 4)», João Esperança Barroca; «Coisas do aborto ortográfico», João Roque Dias; «A falta de tacto dos contatos», João Vacas; «Fui sempre contra o acordo ortográfico», António Conceição; «Acordo Arquitetográfico», Pedro Piedade Marques; «Da língua geral ao ridículo total», Miguel Sousa Tavares. (Também no MILhafre.)