sábado, abril 30, 2011

Olhos e Orelhas: Primeiro Quadrimestre de 2011

A literatura: «Cartas Italianas», Luís António Verney; «Contos Fantásticos», Teófilo Braga; «Manifestos e Conferências», José de Almada Negreiros; «O Sétimo Segredo», Irving Wallace; «As Atribulações de Jacques Bonhomme», Telmo Marçal; «O Amor Infinito Que te Tenho e Outras Histórias», Paulo Monteiro; «Com a manhã chega a neblina», George R. R. Martin; «Brinca comigo!» e «Uma noite na periferia do império», João Barreiros; «O dilema do Capuchinho Vermelho», «O feitiço pink» e «Tempo Divino», Cristina Flora.
A música: «Indigo Nights/Live Sessions», Prince; «Duran Duran», Duran Duran; «Com Que Voz», Amália Rodrigues; «Teenage Dream», Katy Perry; «Black Holes And Revelations», Muse; «Os Ferrinhos, o Adufe e a Guitarra», Paco Bandeira; «Greetings From Asbury Park, N. J.», Bruce Springsteen; «Eito Fora», Brigada Victor Jara; «Leopoldina Apresenta Clássicos Infantis Interpretados por...», Ana Moura, Anaquim, David Fonseca, Deolinda, e outros; «Le Voyage Magnifique – Impromptus», Franz Schubert (por Maria João Pires).
O cinema: «História do Brinquedo 3», Lee Unkrich; «A Equipa A», Joe Carnahan; «Ilha Shutter», Martin Scorsese; «Apocalypto», Mel Gibson; «O Dia em que a Terra Parou», Scott Derrickson; «Corpo de Mentiras», Ridley Scott; «Os Amores de Astrée e de Celadon», Eric Rohmer; «A Fonte» e «O Batalhador», Darren Aronofsky; «Babel», Alejandro González Iñárritu; «Michel Vaillant», Louis-Pascal Couvelaire; «Homem Sim», Peyton Reed; «O Bom Pastor», Robert De Niro; «O Que Acontece em Vegas», Tom Vaughan; «O Guardião», Andrew Davis; «A Proposta», Anne Fletcher; «Elizabethtown», Cameron Crowe; «O Laço Branco», Michael Haneke; «Os Dispensáveis», Sylvester Stallone; «Estado da Situação», Kevin Macdonald; «Viúva Rica Solteira Não Fica», José Fonseca e Costa; «O Caso Curioso de Benjamin Button» e «A Rede Social», David Fincher; «A Bela e o Paparazzo», António Pedro de Vasconcelos; «Milk», Gus Van Sant; «Tem que Gostar de Cães», Gary David Goldberg; «Rio», Carlos Saldanha; «O Internacional», Tom Tykwer; «Com Que Voz», Nicholas Oulman.
E ainda...: Câmara Municipal de Vila Franca de Xira/Galeria Paulo Nunes – Exposições «Colectiva Projecto 1/Arte Contemporânea» + «Amar-te a Vida Inteira» de Ana Pimentel + «Favelão» (instalação) de Gilvan Nunes; Câmara Municipal de Vila Franca de Xira – CartoonXira 2011 + Willem/«De Mal a Pior»; Ler Nº 100; Sociedade Histórica (/Palácio) da Independência de Portugal – Colóquio «Recordar Fialho de Almeida no Centenário da sua Morte»; Associação Lycos-Despertar para o Desenvolvimento – Workshop/Sinapse por Miguel Gaspar «Como escrever e ser compreendido» (Hotel Berna Lisboa) + Workshop/Sinapse por Luís Bettencourt Moniz «Oficina de gestão de objectivos e gestão de tempo» (Hotel Melia Aveiro); Museu do Neo-Realismo – Exposições «Batalha pelo Conteúdo» - Movimento Neo-Realista Português» + «O Passado e o Presente – Outro Olhar sobre a Colecção do MNR»; Embaixada da Polónia/Galeria de Exposições da Direcção Geral da Administração da Justiça – Exposição «Totem Polaco» de Anna Stankiewicz-Odoj e de Mariola Landowska.

segunda-feira, abril 25, 2011

Orientação: Sobre o «socretinês», n’O Sul

Na edição de Abril (Nº 15) d’O SUL (jornal cultural e de debates, regional, com sede em Setúbal), e na página 6, está o meu artigo «Escrever em “socretinês”». Versão virtual incluída no suporte digital de outro jornal da capital do Sado, o Sem Mais, aqui. Reprodução do meu artigo também no Esquinas (92) e no MILhafre (31).

Oráculo: Uma distopia, talvez em 2013

Faz hoje um ano que comecei a escrever aquela que é – vai ser – a minha segunda «narrativa em prosa de longa duração» (não consigo habituar-me a utilizar a palavra «romance», que considero restritiva e algo arcaica), e que, nesse âmbito, se seguirá a «Espíritos das Luzes». E, assim como este, será outro livro tal como nunca houve outro igual – original no conteúdo e também na forma. Mais do que isso: promete ser a obra mais polémica, controversa, até chocante, das últimas décadas... e não só em Portugal. Pode parecer um exagero, mas estou a medir bem as minhas palavras.
Na verdade, este meu livro está a ser preparado tendo também como objectivo a «exportação», a tradução e a divulgação em outros países e línguas. Fundamentalmente, tratar-se-á de uma distopia (para alguns poderá ser uma utopia…) situada num futuro próximo, provável, alternativo. Simplificando ao máximo, posso dizer que será o meu «Bravo Novo Mundo», o meu «Mil Novecentos e Oitenta e Quatro». Em que a ideia, o conceito principal, consiste na existência de duas grandes classes, grupos, de pessoas – um de opressores, outro de oprimidos. E é precisamente na proposta, no imaginar de quem são uns e outros que reside a «provocação»... talvez a mais «políticamente incorrecta» possível nos dias de hoje.
Se a minha previsão deste (meu) «trabalho em progresso» se concretizar, esta minha obra deverá estar pronta para publicação em 2013... isto, claro, se houver editor(es) suficientemente corajoso(s) e leitores suficientemente curiosos para se «arriscarem», respectivamente, a publicá-la e a adquiri-la. Se escrever este livro é certamente para mim um acto de liberdade… e de libertação, provavelmente não o deverá ser menos para quem o ler. (Anúncio também no blog Simetria.)

sábado, abril 16, 2011

Ordenação: 20 livros...

... Inesquecíveis. Que me impressiona(ra)m. Que me marca(ra)m. Que me influencia(ra)m. Provavelmente, mais emocionalmente do que intelectualmente, pela substância, pelo estilo, por ambos. Onde há ficção e não ficção, prosa e poesia, banda desenhada, biografia, enciclopédia, crónica, crítica, controvérsia. Depois dos 20 filmes e dos 20 discos, não foi tão fácil listar os 20 livros «da minha vida»... daí a demora na elaboração e apresentação deste «terceiro capítulo dos “20 mais”.» Não serão exactamente os 20 melhores livros que já li, hoje (tal como ontem) talvez não me reveja inteiramente no conteúdo de alguns, mas são aqueles de que, instantaneamente, me lembrei... e a vários voltei, ou ainda volto, repetidamente, ao longo dos anos. São eles...
... «Discurso Patético», Cavaleiro de Oliveira (1756); «Viagens na Minha Terra», Almeida Garrett (1843); «As Flores do Mal», Charles Baudelaire (1857); «Uma Campanha Alegre», Eça de Queiroz (1890); «O Anti-Cristo», Friedrich Nietzsche (1895); «O Processo», Franz Kafka (1925); «O Assassinato de Roger Ackroyd», Agatha Christie (1926); «Esteiros», Soeiro Pereira Gomes (1941); «Quinta dos Animais», George Orwell (1945); «Vida de Charlot», Georges Sadoul (1952); «História da Literatura Portuguesa», António José Saraiva e Óscar Lopes (1955); «A Queda», Albert Camus (1956); «Os Carros do Inferno», Sven Hassel (1958); «O Cavalheiro de Domingo», Irving Wallace (1965); «Cem Anos de Solidão», Gabriel Garcia Márquez (1967); «Fórmula 1», Jean Perilhon (1971); «Rush», Jean Graton (1972); «A Enciclopédia do Rock Ilustrada», Nick Logan e Bob Woffinden (1976); «Batman: O Cavaleiro Negro Regressa», Frank Miller (1987); «O Evangelho Segundo Jesus Cristo», José Saramago (1991).

domingo, abril 03, 2011

Opções : ILC contra o AO

Através do preenchimento e do envio do documento correspondente, subscrevi a «Iniciativa Legislativa de Cidadãos pela revogação da entrada em vigor do Acordo Ortográfico de 1990». Quem quiser fazer o mesmo deve ir aqui. Esta é uma posição que reiterei no Esquinas (91) e no MILhafre (30).