segunda-feira, agosto 31, 2026

Olhos e Orelhas: Segundo Quadrimestre de 2026

A literatura: «Quatro Cartas e um Bilhete a Uma Dama Seguidos de 26 Poemas», Luís de Camões (Gil de Carvalho, Manuel S. Fonseca, org., intro.); «Sátiras», Nicolau Tolentino (Vasco Graça Moura, org., intro.); «Caderno Proibido», António Botto (Victor Correia, org., intro.); «A Nau de Ícaro Seguido de Imagem e Miragem da Lusofonia», Eduardo Lourenço; «Raízes», Albertina Pato; «O Que a Dor Faz à Poesia», Luís Lamancha; «Mr. Burroughs», David Soares e Pedro Nora.
A música: «Okie», J. J. Cale; «Agharta» e «Pangaea», Miles Davis; «Small Change», Tom Waits; «Fernandinho Vai Ao Vinho», Júlio Pereira; «You Can't Do That On Stage Anymore Vol. 4», Frank Zappa; «Magic And Loss», Lou Reed; «Modern Life Is Rubbish», Blur; «Monster», R.E.M.; «Noites Passadas - O Melhor De... Ao Vivo», Sérgio Godinho; «Old Ideas», Leonard Cohen; «Reflektor», Arcade Fire; «Ghost Stories», Coldplay; «Get Up», Bryan Adams; «Cumplicidades», António Chainho; «Te Deum For The Victory At The Battle Of Dettingen», George Frideric Handel (por Christopher Tipping, Harry Christophers, Michael Pearce e Stephen Varcom com o Concerto Inglês e o Coro da Abadia de Westminster dirigidos por Simon Preston); «Konzerte (Cello, Klavier, Violine)», Joseph Haydn (por Milos Sadlo com a Orquestra Sinfónica da Rádio de Praga dirigida por Alois Klima, Valentina Kamenikova com os Virtuosi Pragenses e Bohuslav Matousek com a Orquestra de Câmara de Praga dirigidos por Libor Hlavacek).
O cinema: «O Pálido Olho Azul», Scott Cooper; «Wilde», Brian Gilbert; «Lumière, a Aventura Continua!», Thierry Frémaux; «A Oeste Nada de Novo», Edward Berger; «O Véu Pintado», John Curran; «Sylvia Scarlett», George Cukor; «O Artista e a Modelo», Fernando Trueba; «Nuremberga», James Vanderbilt; «Sr. Burton», Marc Evans; «Um Completo Desconhecido», James Mangold; «Tornando-se Led Zeppelin», Bernard MacMahon; «Maria», Jessica Palud; «Batalha dos Sexos», Jonathan Dayton e Valerie Faris; «Bob Marley - Um Amor», Reinaldo Marcus Green; «Bem Bom», Patrícia Sequeira; «Ar», Ben Affleck; «A Máquina de Esmagamento», Benny Safdie; «Desprezível Eu 4», Chris Renaud e Patrick Delage; «Redemoinhos», Lee Isaac Chung; «Não Mapeado» e «Agora Vês-me, Agora Não», Ruben Fleischer; «A Rapariga na Teia de Aranha», Fede Alvarez; «Gafanhoto», Keff; «Homem Que Acerta», Richard Linklater; «Jurado Nº 2», Clint Eastwood; «Anora», Sean Baker; «Caixa de Sombra», Saumyananda Sahi e Tanushree Das.
E ainda...: Canal História - (documentário) «As Mega-Marcas que Construíram a América - Sapatilhas frente a frente»; Câmara Municipal de Vila Franca de Xira - CartoonXira 2026/Cartoons do ano 2025-Caricaturas/Maria Picassó (Celeiro da Patriarcal); Junta de Freguesia de Alverca do Ribatejo e Sobralinho - Dia da Vila do Sobralinho/Cerimónia de atribuição de galardões de mérito; Biblioteca Nacional de Portugal - exposição «No rasto de Luís de Camões» + exposição «Onde terá segura a curta vida? Camões e a vida como viagem»; Câmara Municipal de Lisboa/Associação Portuguesa de Editores e Livreiros - 96ª Feira do Livro de Lisboa (Parque Eduardo VII) ; «In The Stars» e «Jealous Lover», (vídeos musicais dos) Rolling Stones; El Corte Inglés/Alma dos Livros - apresentação de «Discursos» de Abraham Lincoln; Rádio e Televisão de Portugal - (documentário) «O Resto é Paisagem - Arruda dos Vinhos»; Câmara Municipal de Loulé/Galeria de Arte da Praça do Mar de Quarteira - exposição de Iara Mendonça, Morgana Formosinho e Susana Sanches «Atrito Nulo»; ARTE France/Temps Noir - (documentário) «Chaplin e os "Tempos Modernos" - A via do silêncio».

quarta-feira, agosto 26, 2026

Orientação: Sobre Abraham Lincoln, no FN

No sítio na Internet do jornal Folha Nacional está, a partir de hoje, o meu artigo «As lições de Lincoln». Um excerto: «O homem morreu, mas, em simultâneo, nasceu o mártir, o mito. Abraham Lincoln é o ícone, a referência principal em relação à qual todos os seus sucessores são medidos e comparados, uma espécie de “padrão ouro”. “Disputa” em permanência com George Washington o “título” de maior, melhor, mais importante presidente; se aquele criou o país, Lincoln impediu a sua destruição.»
Entretanto, «Discursos» de Abraham Lincoln pode ser adquirido em mais um local, embora temporariamente: a Feira do Livro do Porto, nos Jardins do Palácio de Cristal, que abriu a 21 de Agosto e encerra a 6 de Setembro. A Alma dos Livros, editora da «minha» mais recente obra, está no pavilhão 114. (Também no Obamatório.)   

terça-feira, agosto 11, 2026

Ocorrência: «Discursos» directos

Mais de um mês depois de ter sido apresentado, e disponibilizado para aquisição em livrarias e em outros espaços comerciais, «Discursos» de Abraham Lincoln, que eu seleccionei, traduzi, anotei e introduzi, aumentou a sua presença digital, tanto nacional como internacional. Os sítios da Amazon (em Espanha e na Itália), Apple, Arquivo Livraria, Auchan, Casa del Libro, Continente, Kobo, Note e Popular Libros vieram acrescentar-se aos que eu já havia indicado a 18 de Junho último.
A editora de «Discursos», a Alma dos Livros, também divulgou a obra: na sua página no Facebook, a 21 de Julho, com um primeiro texto de divulgação, e a 30 de Julho, com um vídeo de apresentação «protagonizado» por mim – que havia sido «estreado», previamente, no Linkedin da AdL. Enfim, referência à emissão de 24 de Julho do «Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos De Dizer», na SIC Notícias, durante o qual Pedro Mexia – entre os 48.36 e os 49.46 minutos – destacou e sugeriu «Discursos», recomendação que foi registada posteriormente n'O Recomendador. (Também no Obamatório.)