Na
edição de hoje (Nº 1786) do jornal (semanário regional) O Mirante, e na página
41, está uma entrevista que eu concedi a Filipe Matias, sob o título «Novo acordo
ortográfico é uma humilhação monstruosa e ilegal».
Um
excerto: «E rejeita a ideia de que os jornalistas estejam acima da crítica. “Não
somos santos nem anjos. Como qualquer outro profissional temos de aceitar as
críticas e reconhecer os erros. Temos de saber ter pele grossa, receber as
críticas e estar atento a elas”, defende, considerando que, apesar do direito
de ter uma orientação política definida, isso não lhe dá o direito de deturpar
o que outros digam. O problema surge quando a balança deixa de estar
equilibrada. “O que vejo nas televisões portuguesas é essa balança pender
incrivelmente e descaradamente para um determinado sentido contra determinados
protagonistas nacionais e internacionais”, avisa.»
Recordo
que esta é a segunda entrevista que concedi a’O Mirante. A primeira, em que
tive como interlocutora Jéssica Rocha, foi publicada há quase dez anos, mais precisamente
a 12 de Outubro de 2017; então o principal pretexto para a conversa foi a
apresentação cinco dias antes, a 7 de Outubro e no Núcleo Museológico de Alverca, daqueles que eram à data os meus três livros mais recentes. Esta que
agora se divulga resultou da sessão solene de entrega de galardões de mérito no
âmbito da celebração do Dia da Vila do Sobralinho a 4 de Junho último, em
que eu fui um dos distinguidos.