No próximo dia 3 de Outubro (sábado) a partir das 15.30 horas, decorrerá na
Biblioteca Municipal de Alverca a apresentação do livro de Luís Lamancha «O Que a Dor Faz à Poesia». Sou amigo – e admirador -
do autor há mais de cinco décadas – foi em 1975 que nos conhecemos, quando ambos
tínhamos 10 anos, enquanto alunos na mesma turma do ensino preparatório – e ele
convidou-me para participar, como (co-)apresentador, nesta sessão; é uma honra
que se torna ainda maior por ser a primeira vez que desempenho esta função.
sábado, setembro 26, 2026
sexta-feira, setembro 11, 2026
Orientação: Sobre os 25 nos 250, no Folha Nacional
No
sítio na Internet do jornal Folha Nacional está, a partir de hoje, o meu artigo
«Dentro dos 250, os 25». Um excerto: «Foi há 25 anos: a 11 de Setembro de 2001
ocorreram os maiores ataques terroristas de sempre contra os Estados Unidos da
América no seu território. Atentados com aviões a jacto de passageiros
capturados e desviados por muçulmanos fanáticos que visaram, com sucesso, as
duas “torres gémeas” do World Trade Center em Nova Iorque e o Pentágono
(Departamento de Defesa) em Washington, e, sem sucesso, mas ainda com perda de
vidas (caídas perto de Shanksville, Pensilvânia), o Capitólio dos EUA em
Washington DC.» (Também no Obamatório.)
quinta-feira, setembro 03, 2026
Orientação: (Mais uma) Entrevista a’O Mirante
Na
edição de hoje (Nº 1786) do jornal (semanário regional) O Mirante, e na página
41, está uma entrevista que eu concedi a Filipe Matias, sob o título «Novo acordo ortográfico é uma humilhação monstruosa e ilegal». (Referência n'O Lugar da Língua Portuguesa.)
Um
excerto: «E rejeita a ideia de que os jornalistas estejam acima da crítica. “Não
somos santos nem anjos. Como qualquer outro profissional temos de aceitar as
críticas e reconhecer os erros. Temos de saber ter pele grossa, receber as
críticas e estar atento a elas”, defende, considerando que, apesar do direito
de ter uma orientação política definida, isso não lhe dá o direito de deturpar
o que outros digam. O problema surge quando a balança deixa de estar
equilibrada. “O que vejo nas televisões portuguesas é essa balança pender
incrivelmente e descaradamente para um determinado sentido contra determinados
protagonistas nacionais e internacionais”, avisa.»
Recordo
que esta é a segunda entrevista que concedi a’O Mirante. A primeira, em que
tive como interlocutora Jéssica Rocha, foi publicada há quase dez anos, mais precisamente
a 12 de Outubro de 2017; então o principal pretexto para a conversa foi a
apresentação cinco dias antes, a 7 de Outubro e no Núcleo Museológico de Alverca, daqueles que eram à data os meus três livros mais recentes. Esta que
agora se divulga resultou da sessão solene de entrega de galardões de mérito no
âmbito da celebração do Dia da Vila do Sobralinho a 4 de Junho último, em
que eu fui um dos distinguidos.
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