quarta-feira, dezembro 31, 2025

Olhos e Orelhas: Terceiro Quadrimestre de 2025

A literatura: «Astérix na Lusitânia», Didier Conrad e Fabrice Caro; «Fernão Lopes - Crónica de D. João I», Filipe Abranches e João Ramalho Santos; «Michel Vaillant - Concerto Para Pilotos», «(...) - Massacre Para um Motor» e «(...) -  Série Negra», Jean Graton; «Atrahasis», David Soares e Sónia Oliveira; «Maus - A História de um Sobrevivente (Volumes I e II)», Art Spiegelman; «Valentina», Guido Crepax (novela gráfica Levoir - António Altarriba, int.); «Zahna», Joana Afonso; «Deadpool Mata o Universo Marvel», Cullen Bunn, Dalibor Talajic e Lee Loughridge.  
A música: «De Pequenino Se Torce O Destino», Sérgio Godinho; «Romantic Warrior», Return To Forever; «Heavy Weather», Weather Report; «Bursting Out», Jethro Tull; «Rust Never Sleeps», Neil Young; «Guardador De Margens», Rui Veloso; «Milk And Honey», John Lennon & Yoko Ono; «Thursday Afternoon», Brian Eno; «Live At Wembley '86», Queen; «Franks Wild Years», Tom Waits; «Dizer Não De Vez», Xutos & Pontapés; «Playground Psychotics», Frank Zappa; «Rid Of Me», P. J. Harvey; «Definitely Maybe», Oasis; «Anthology 1», Beatles; «Ode For St. Cecilia's Day», George Frideric Handel (por Lucy Crowe e Richard Croft com o Coro e os Músicos do Louvre-Grenoble dirigidos por Marc Minkowski); «Quartette (Op. 2 Nº 2, Op. 20 Nº 2, Op. 64 Nº 5, Op. 103)», Joseph Haydn (pela Orquestra de Câmara Janácek e pelos Quartetos Filarmónico Checo, Panocha e Smetana).
O cinema: «X», Ti West; «As Ligações Particulares», «Sou Frígida... Porquê?», «Clube Privado» e «Sexualmente Vosso», Max Pécas; «Metal Pesado», Gerald Potterton; «Reino do Planeta dos Macacos», Wes Ball; «Furiosa - Uma Saga de Max Maluco», George Miller; «Mickey 17», Bong Joon Ho; «Queda Lunar», Roland Emmerich; «Mulher na Lua», Fritz Lang; «Super-Homem», James Gunn; «Joker - Folia a Dois», Todd  Phillips; «Kraven o Caçador», J. C. Chandor; «Senhora Teia», S. J. Clarkson; «Parthenope», Paolo Sorrentino; «Mulher Anda em Frente», Susanna White; «Curiosa», Lou Jeunet; «Vermelhos», Warren Beatty; «A Zona de Interesse», Jonathan Glazer; «Homem Midas», Joe Stephenson; «Cartas da Guerra», Ivo Ferreira; «Borg McEnroe», Janus Metz; «Panda do Kung Fu 4», Mike Mitchell e Stephanie Stine; «Um Filme OfíciodeMineiro», Jared Hess; «Sumodeescaravelho Sumodeescaravelho», Tim Burton; «Pecadores», Ryan Coogler; «A Última Viagem do Demeter», André Ovredal; «O Olho do Diabo», Ingmar Bergman; «O Pai», Florian Zeller. 
E ainda...: Câmara Municipal de Vila Franca de Xira - exposição de fotografias de Alfredo Cunha «Rock» + Programa «Museus a Céu Aberto 2025»/Visita guiada ao cemitério de Alhandra; Museu do Neo-Realismo - instalação de Manuel Valente Alves «Chão Vermelho» + exposição «Homenagem do Centenário - Poeta José da Fonte Santa» + exposição «Fazer crescer a vida - Rogério Ribeiro e o Neo-Realismo» + exposição «José Cardoso Pires (1925-1998) - Um novo Neo-Realismo? Comemoração do centenário» + exposição de Nuno Cera «Cérebros, distantes/Distant-brains» + exposição de Fernando Lanhas, Joana Escoval e Pedro Henriques «Ecos geológicos» + apresentação (com Diana Andringa) d(a segunda edição d)o livro de Paula Godinho «Memórias da Resistência Rural no Sul - Couço (1958-1962)»; Autódromo do Estoril/Race Ready - Estoril Classics 2025; RMC-Kwanza/RTP2 - (documentário) «Torres, pontes, gares - O génio de Gustave Eiffel enfim revelado»; TF1/AXN - (série televisiva de ficção) «Alto Potencial Intelectual (quinta temporada)»; Canal História - (documentário) «Os ícones que construíram a América - Locutores de choque».

terça-feira, dezembro 16, 2025

Orientação: Sobre re(a)ver a História, no FN

No sítio na Internet do jornal Folha Nacional está, a partir de hoje, o meu artigo «Re(a)ver a História». Um excerto: «A relutância pelos poderes estatais nacionais em recordar e em festejar as datas mais importantes da nossa História é, de facto, relativamente recente e, por vezes, surpreendentemente selectiva. Há cerca de 20 anos verificou-se uma quase inexistente evocação de sucessivas efemérides da Guerra Peninsular, isto é, dos dois séculos sobre as batalhas travadas durante as invasões pelos exércitos de Napoleão Bonaparte no início do século XIX; porém, e praticamente em simultâneo, assinalou-se de uma forma dispendiosa, exagerada e propagandística o centenário do golpe de Estado que em 5 de Outubro de 1910 instaurou a república, e, logo, derrubou uma democracia e instalou uma ditadura.»