É
tempo de fazer uma nova actualização sobre a presença digital e mediática de
«Discursos» de Abraham Lincoln porque há mais itens que a justificam. E pode começar-se pela inclusão da obra nos registos
e no arquivo da Biblioteca Nacional de Portugal, por via da obrigatoriedade do
depósito legal: há a página própria e ainda as referentes à minha bibliografia
e à de Miguel Morgado. Em outras duas bibliotecas também há exemplares: as
municipais de Alverca e do Forte da Casa, oferecidos generosamente pela editora
Alma dos Livros a meu pedido. Entretanto, já existe uma página no Goodreads
dedicada a «Discursos», e mais três livrarias juntaram-se ao rol das que
comercializam este meu trabalho: Best Livraria, Lança-livros e Rakuten.
Quanto a críticas, recensões e outras referências valorativas, até ao momento só há verdadeiramente uma a destacar, e está numa página de Instagram denominada Ler com Olhos de Ler: «Este livro explora o papel remodelador e inspirador de Lincoln na sua época, que impactou todo um país, o seu. Contudo, o poder da sua palavra expandiu-se para outros países e continentes. Conhecido pelo seu papel a(c)tivo contra a escravatura declarando-a imoral, apelou à liberdade democrática e estabeleceu pontes de forma a manter a união durante a Guerra Civil Americana. Por tudo isto, e não só, este é um dos presidentes americanos mais importantes da História, o 16°. Nesta obra encontramos alguns dos textos mais pertinentes, e públicos, proferidos por Lincoln. Nos discursos encontramos muita daquela que é a sobriedade intelectual necessária para manter a coesão e encontrar, posteriormente, a solução. Conseguimos dete(c)tar um papel diplomático preponderante que se concilia com uma postura perspicaz. Um livro que se apoia nos valores humanos e na sua dignidade. A fronteira entre o bem e o mal é traçada de forma firme, estando o lápis no primeiro dos lados. Este livro funcionou como complemento ao filme "Lincoln", dirigido por (Steven) Spielberg e brilhantemente interpretado pelo Daniel Day-Lewis. Prova disso foram os múltiplos prémios arreca(da)dos pelo filme aquando (d)o seu lançamento. Se com o filme ficamos com uma ó(p)tima impressão do papel de Lincoln e das suas lutas cole(c)tivas, este livro sublinha tudo isso através do detalhe presente nos seus discursos. Um ó(p)timo livro!»
Porém, e como seria de esperar, nem todas as apreciações são positivas. Uma prova disso está no Octanas, na forma de um comentário ao meu texto de 8 de Julho «Apresentado, e agora depende de vocês», deixado por alguém que se identifica apenas como «LF»: «Se a tradução dos discursos fosse melhor, percebia-se, também melhor, a grandeza de Lincoln. Infelizmente é macarrónica.» Ao que respondi: «Ora vejam (leiam) só: um anónimo a denegrir o meu trabalho, e ainda por cima na minha “casa”! Trata-se “sem dúvida” de um exemplo de “credibilidade”. ;-)» E a confirmação de que existem pessoas que não sabem o que a tradução pode e deve ser: principalmente, um trabalho em que se é o mais fiel possível à letra e ao espírito – e à época! – do autor traduzido. Para outros tal não constitui provavelmente um problema, mas eu não sou, nem nunca seria, capaz de modernizar e de «aportuguesar», como neste caso, os textos de um escritor norte-americano de meados do século XIX.
Quanto a críticas, recensões e outras referências valorativas, até ao momento só há verdadeiramente uma a destacar, e está numa página de Instagram denominada Ler com Olhos de Ler: «Este livro explora o papel remodelador e inspirador de Lincoln na sua época, que impactou todo um país, o seu. Contudo, o poder da sua palavra expandiu-se para outros países e continentes. Conhecido pelo seu papel a(c)tivo contra a escravatura declarando-a imoral, apelou à liberdade democrática e estabeleceu pontes de forma a manter a união durante a Guerra Civil Americana. Por tudo isto, e não só, este é um dos presidentes americanos mais importantes da História, o 16°. Nesta obra encontramos alguns dos textos mais pertinentes, e públicos, proferidos por Lincoln. Nos discursos encontramos muita daquela que é a sobriedade intelectual necessária para manter a coesão e encontrar, posteriormente, a solução. Conseguimos dete(c)tar um papel diplomático preponderante que se concilia com uma postura perspicaz. Um livro que se apoia nos valores humanos e na sua dignidade. A fronteira entre o bem e o mal é traçada de forma firme, estando o lápis no primeiro dos lados. Este livro funcionou como complemento ao filme "Lincoln", dirigido por (Steven) Spielberg e brilhantemente interpretado pelo Daniel Day-Lewis. Prova disso foram os múltiplos prémios arreca(da)dos pelo filme aquando (d)o seu lançamento. Se com o filme ficamos com uma ó(p)tima impressão do papel de Lincoln e das suas lutas cole(c)tivas, este livro sublinha tudo isso através do detalhe presente nos seus discursos. Um ó(p)timo livro!»
Porém, e como seria de esperar, nem todas as apreciações são positivas. Uma prova disso está no Octanas, na forma de um comentário ao meu texto de 8 de Julho «Apresentado, e agora depende de vocês», deixado por alguém que se identifica apenas como «LF»: «Se a tradução dos discursos fosse melhor, percebia-se, também melhor, a grandeza de Lincoln. Infelizmente é macarrónica.» Ao que respondi: «Ora vejam (leiam) só: um anónimo a denegrir o meu trabalho, e ainda por cima na minha “casa”! Trata-se “sem dúvida” de um exemplo de “credibilidade”. ;-)» E a confirmação de que existem pessoas que não sabem o que a tradução pode e deve ser: principalmente, um trabalho em que se é o mais fiel possível à letra e ao espírito – e à época! – do autor traduzido. Para outros tal não constitui provavelmente um problema, mas eu não sou, nem nunca seria, capaz de modernizar e de «aportuguesar», como neste caso, os textos de um escritor norte-americano de meados do século XIX.