terça-feira, agosto 31, 2021

Olhos e Orelhas: Segundo Quadrimestre de 2021

A literatura: «Estrada de Morrer», Urbano Tavares Rodrigues; «Viver com os Outros», Isabel da Nóbrega; «Canções e Poemas» e «O Último dos Ofícios», Boris Vian; «Engrenagem» e «Praça de jorna», Soeiro Pereira Gomes; «A Estrada Para o Molhe de Wigan», George Orwell; «Nós», Yevgeny Zamyatin; «Motivos de Beleza», António Botto; «Erótica Proibida - A Colecção Rotenberg», Laura Mirsky (intro., org.); «Quem semeia no Tejo», Pedro G. P. Martins.      
A música: «Chão Nosso», Trovante; «Trouble», Whitesnake; «Van Halen II», Van Halen; «Making Movies», Dire Straits; «Friday Night In San Francisco», Al Di Meola, John McLaughlin, Paco De Lucia; «Canto Da Boca», Sérgio Godinho; «Live 1975-85», Bruce Springsteen; «Bad Animals», Heart; «Surfer Rosa», Pixies; «Bleach», Nirvana; «Os Poetas», Amália Rodrigues; «Behaviour», Pet Shop Boys; «In Concert», Doors; «Dirty», Sonic Youth; «The Yellow Shark», Frank Zappa;  «Brandenburgische Konzerte (1-2-3-4-5-6)», Johann Sebastian Bach (pelos English Concert dirigidos por Trevor Pinnock); «Te Deum (1769)», João de Sousa Carvalho (por Alexandra do Ó, António Wagner Diniz, Bernardo Cabral, Helen Moen, Mário Alves, Nicholas McNair, e outros, com o Arte Real Ensemble dirigido por Ketil Haugsand e o Coro Ricercare dirigido por Paulo Lourenço).    
O cinema: «Pedro e Inês», António Ferreira; «Licença para Matar», John Glen; «Sicário - Dia do Soldado», Stefano Sollima; «Anjo Caiu», Ric Roman Waugh; «Rapazes Maus Para Toda a Vida», Adil El Arbi e Bilall Fallah; «O Imperador de Paris», Jean François Richet; «Rainha do Deserto», Werner Herzog; «Professor Marston e as Mulheres Maravilha», Angela Robinson; «Sobrevivendo a Picasso», James Ivory; «Vida», Anton Corbijn; «A Herdade», Tiago Guedes; «Janis», Howard Alk; «O Posto», Steven Spielberg; «Jobs», Joshua Michael Stern; «Richard Jewell», Clint Eastwood; «Na Cidade Branca», Alain Tanner; «Grita Liberdade», Richard Attenborough; «Judy», Rupert Goold; «Brooklyn», John Crowley; «O Último Vermeer», Dan Friedkin; «Vem e Vê», Elem Klimov; «Midway», Roland Emmerich; «Perguntem ao Pó», Robert Towne; «Hugo», Martin Scorsese; «Sufragista», Sarah Gavron; «História do Brinquedo 4», Josh Cooley; «Crescidos», Dennis Dugan; «Depois do Crepúsculo», Brett Ratner.
E ainda...: Junta de Freguesia de Alverca do Ribatejo e Sobralinho - Cerimónia de descerramento da placa toponímica «Largo 5 de Maio de 1986»; Câmara Municipal de Vila Franca de Xira - 16ª Bienal de Fotografia (Celeiro da Patriarcal e Museu Municipal) + «CartoonXira 2021/Cartoons do ano 2020-Rosstoons/Ross Thomson-Europa à vista?/Michael Kountouris» (Celeiro da Patriarcal e Fábrica das Palavras); «O Mundo Segundo a Amazon», (documentário de) Adrien Pinon e Thomas Lafarge; Artview - exposição virtual «Imagens Projectadas - Noronha da Costa»; «Ninharias Essenciais - Episódio 3/Origem de Tragédia» e «(...) - Episódio 4/Notícias Falsas, Censura e o Homem das Botas», (vídeos literários de) David Soares; Canal História - (documentário) «Alienígenas Antigos - A Agenda Secreta da NASA»; Biblioteca Nacional de Portugal - exposição «Velocidade de Cruzeiro» + exposição «100 anos Nadir» + mostra «Tóquio 1964 - Os primeiros Jogos Olímpicos na Ásia» + mostra «Seis séculos de música - Raridades manuscritas em Portugal (1000-1600)»; Câmara Municipal de Loulé - exposição «Com os pés na terra e as mãos no mar - 6000 anos de história de Quarteira» (antiga lota) + exposição «Imaginário de Élsio Menau» (Galeria de Arte da Praça do Mar de Quarteira); Rádio e Televisão de Portugal - (documentário) «José Afonso - Traz outro amigo também».   

quarta-feira, agosto 11, 2021

Outros: Comentários meus contra o AO (Parte 9)…

… Escritos e publicados, desde Março de 2020, nos seguintes blogs: O Insurgente; MILhafre (um, dois); Malomil; Horas Extraordinárias (um, dois, três, quatro, cinco); 31 da Armada; Intergalactic Robot; Corta-Fitas; Blasfémias; Porta da Loja (um, dois); Rascunhos. E que aborda(ra)m, entre outros subtemas: a incoerência daqueles que criticam José Sócrates e o PS mas que escrevem em «acordês»; a inutilidade do Instituto Internacional da Língua Portuguesa se este servir para impôr o AO90; de como livros, jornais e revistas impressos em «acordês» podem ser alternativa ao papel higiénico; o Jornal de Letras, Artes e Ideias passou a ser (tal como a A Bola e o Expresso) um pasquim desde que «adotou» o AO90; continuar a boicotar (isto é, não comprar) obras em «acordês»; de como muitos continuam contaminados com o «vírus» da parvoíce ortográfica; de como certos professores não têm capacidade nem qualidade para o serem (e não só por se sujeitarem ao AO90); quem integraria uma «lista da infâmia» dos maiores activistas da «novilíngua nacional».