sexta-feira, abril 30, 2021

Olhos e Orelhas: Primeiro Quadrimestre de 2021

A literatura: «Alix - O Túmulo Etrusco» e «(...) - O Príncipe do Nilo», Jacques Martin; «Cavaleiro Ardente - O Príncipe Negro» e «(...) - Os Lobos de Rougecogne», François Craenhals; «Blueberry - Cara de Anjo» e «(...) - Nariz Partido», Jean-Michel Charlier e Jean Giraud; «Corto Maltese - A Balada do Mar Salgado», Hugo Pratt; «A Batalha de Inglaterra - Furacão Sobre a Mancha» e «Fortalezas Voadoras», Pierre Dupuis; «O Joker - 80 Anos do Príncipe Palhaço do Crime», Dennis O'Neil, Jim Starlin, Paul Dini, Bob Kane, Walt Simonson, Bill Finger, e outros (Erika Rothberg, org.); «Michel Vaillant - O Forçado das Galés», «(...) - Desapareceu um Piloto» e «(...) - O Desconhecido das Mil Pistas», Jean Graton; «A Nau» (com Eliseu Gouveia e Mariana Flores) e «Loophole» (com Fernando Lucas e Patrícia Furtado), Pedro Potier.           
A música: «Segredo», Amália Rodrigues; «Goats Head Soup», Rolling Stones; «Head Hunters», Herbie Hancock; «The Lamb Lies Down On Broadway», Genesis; «On Your Feet Or On Your Knees», Blue Oyster Cult; «Coro Dos Tribunais», José Afonso; «Paris», Supertramp; «Shut Up 'N Play Yer Guitar», Frank Zappa; «Nebraska», Bruce Springsteen; «Cais Das Colinas», Trovante; «We Are Chaos», Marilyn Manson; «The Arista Years», Grateful Dead; «Rockaria», Electric Light Orchestra; «Super Black Market Clash», Clash; «Toccata Und Fuge In D-Moll BWV 565», Johann Sebastian Bach (por Simon Preston); «Il Mondo Della Luna», Pedro António Avondano (por Carla Caramujo, Carla Simões, Fernando Guimarães, João Fernandes, João Pedro Cabral, Luís Rodrigues e Susana Gaspar, com os Músicos do Tejo dirigidos por Marcos Magalhães). 
O cinema: «Snu», Patrícia Sequeira; «Vício Inerente», Paul Thomas Anderson; «Quando és Estranho», Tom DiCillo; «Escola do Rock», Richard Linklater; «Nove», Rob Marshall; «A Voz da Lua», Federico Fellini; «Pontapé-no-Rabo 2», Jeff Wadlow; «Os Cavalheiros», Guy Ritchie; «Tenet», Christopher Nolan; «Equilíbrio», Kurt Wimmer; «Mosquito», João Nuno Pinto; «A Fazedora de Vestidos», Jocelyn Moorhouse; «Trumbo», Jay Roach; «Desafio», Edward Zwick; «Serena», Susanne Bier; «Adama», Simon Rouby; «O Farol», Robert Eggers; «A Conspiradora», Robert Redford; «Victor Frankenstein», Paul McGuigan; «Drácula não Dito», Gary Shore; «A Flor das Mil e Uma Noites», Pier Paolo Pasolini; «As Aventuras do Barão Munchausen», Terry Gilliam; «Conto de Inverno», Akiva Goldsman; «Pixels», Chris Columbus; «Homens de Negro - Internacional», F. Gary Gray; «Filme da Ovelha Shaun», Mark Burton e Richard Starzak; «O Gajo do Cabo», Ben Stiller.               
E ainda...: Museu do Neo-Realismo - exposição «Júlio Pomar - A obra gráfica numa colecção privada» + mostra «Homenagem a Bernardo Santareno»; Instituto Realitas - Diálogo com Manuel Curado (parte 1, parte 2); «Chemtrails Over The Country Club», (vídeo musical de) Lana Del Rey; Outrun/The Milk Crate Club - «Os Corredores que Pararam o Mundo», (documentário de) Al Clark; Canal História - (documentário) «Os Carros que Fizeram o Mundo» + (documentário) «Patriotas Negros - Heróis da Revolução»+ (documentário) «Rodas Quentes e Carros Musculados»; The New York Times Presents - (documentário) «Enquadrando Britney Spears»; Museu Municipal de Vila Franca de Xira - exposição «Memórias do Oculista Nunes»; ITV - (documentário) «Sob Cobertura - Dentro do Gulag Digital Chinês», Robin Barnwell; Biblioteca Nacional de Portugal - exposição «Os livros de Luís Teixeira - Jurista, humanista e preceptor de D. João III» + exposição «Atlas Suzanne Daveau»; FNAC/The Argentic - exposição de fotografias de Campiso Rocha e de Mário Galiano «Contrastes - Memórias pessoais e transmissíveis» (Chiado).      

sexta-feira, abril 16, 2021

Orientação: Sobre máscaras, n’O Diabo

Na edição de hoje (Nº 2311) do jornal (semanal) O Diabo, e na página 14, está o meu artigo «Desmascarar os déspotas». Um excerto: «Neste contexto emergiu um objecto que, acima de outros, representa este deprimente período: a máscara. Que não tem, na verdade, grande eficácia na prevenção da contaminação. O distanciamento – bem como não tossir, espirrar, falar ou até respirar perto de outras pessoas – oferece maior probabilidade de protecção do que colocar um pedaço de tecido poroso, não impermeável, a cobrir o nariz e a boca. E não é pela ciência que a sua utilização se tornou obrigatória mas sim pela política: “acessório” não de moda, tornou-se um símbolo de conformidade e de repressão, como que um novo – e “unissexo” - niqab, um símbolo distintivo a envergar para sinalizar obediência a ordens quantas vezes absurdas e contraditórias. E, o que não é surpreendente, são as máscaras – ou a ausência delas – que maioritariamente têm sido a causa de episódios, ocorridos quase um pouco por todo o Mundo nos últimos 12 meses, caracterizados amiúde por acessos de autêntica e atroz prepotência.» (Também no MILhafre e no Obamatório.)