Começa hoje a ser exibida, na RTP2 e por volta das 12.30, uma série documental de 14 episódios intitulada «Percursos da Música Portuguesa». É um programa da autoria do Maestro Jorge Matta, com quem estou a tentar concretizar, desde há um ano, um projecto de gravação e edição de discos com música portuguesa antiga. Um projecto que foi inspirado por outro: o da reconstituição virtual da Ópera do Tejo. (Actualização: esta é uma sugestão que, a propósito do Dia Mundial da Música, reiterei no Esquinas (27) e no Nova Águia (18)).
sábado, setembro 13, 2008
domingo, agosto 31, 2008
Olhos e Orelhas: Segundo Quadrimestre de 2008
A literatura: «Três Histórias com Final Feliz», Maria de Menezes; «Vathek», William Beckford; «Léonore e os Portugueses», Donatien Alphonse François, Marquês de Sade; «Ir Pró Maneta - A Revolta Contra os Franceses (1808)», Vasco Pulido Valente; «A Morte de Portugal», Miguel Real; «Quem me Assassinou Para que eu Seja tão Doce?», António Lobo Antunes; «Que Farei com Este Livro?» e «A Segunda Vida de Francisco de Assis», José Saramago; «O Mistério da Estrada de Sintra», Eça de Queiroz e Ramalho Ortigão; «O Jogador», Fiodor Dostoievski; «Sergei Eisenstein», Stéphane Bouquet; «Akira Kurosawa», Charles Tesson; «Stanley Kubrick», Bill Krohn; «Tim Burton», Aurélien Ferenczi.
A música: «Permanent Vacation», Aerosmith; «Argus», Wishbone Ash; «Who Are You», Who; «Nonsuch», XTC; «Voo Nocturno», Jorge Palma; «Slip Of The Tongue», Whitesnake; «Vilancicos Negros do Século XVII», vários autores (pelo Coro Gulbenkian dirigido por Jorge Matta).
O cinema: «Filme da Abelha», Simon J. Smith e Steve Hickner; «Eu Sou Lenda», Francis Lawrence; «Tesouro Nacional – Livro dos Segredos», Jon Turteltaub; «Senhor da Guerra», Andrew Niccol; «Encontrando a Terra do Nunca», Marc Forster; «Evan o Todo Poderoso», Tom Shadyac; «Refém», Florent Siri; «Panda do Kung Fu», Mark Osborne e John Stevenson.
E ainda…: Biblioteca Nacional - «A América Portuguesa/Tesouros Brasileiros nas Colecções da Biblioteca Nacional de Portugal e da Biblioteca da Ajuda»; Câmara Municipal de Lisboa - «Lisboa 1758/O Plano da Baixa Hoje»; Feira Internacional de Lisboa - 20ª Feira Internacional de Artesanato; ProSandArt - 6º Festival Internacional de Escultura em Areia; Museu Nacional de Arqueologia - «Religiões da Lusitânia. Loquuntur Saxa»/«Sit Tibi Terra Levis: Rituais funerários romanos e paleocristãos em Portugal»/«Impressões do Oriente: de Eça de Queirós a Leite de Vasconcelos»; Museu Colecção Berardo - «Le Corbusier: Arte da Arquitectura».
A música: «Permanent Vacation», Aerosmith; «Argus», Wishbone Ash; «Who Are You», Who; «Nonsuch», XTC; «Voo Nocturno», Jorge Palma; «Slip Of The Tongue», Whitesnake; «Vilancicos Negros do Século XVII», vários autores (pelo Coro Gulbenkian dirigido por Jorge Matta).
O cinema: «Filme da Abelha», Simon J. Smith e Steve Hickner; «Eu Sou Lenda», Francis Lawrence; «Tesouro Nacional – Livro dos Segredos», Jon Turteltaub; «Senhor da Guerra», Andrew Niccol; «Encontrando a Terra do Nunca», Marc Forster; «Evan o Todo Poderoso», Tom Shadyac; «Refém», Florent Siri; «Panda do Kung Fu», Mark Osborne e John Stevenson.
E ainda…: Biblioteca Nacional - «A América Portuguesa/Tesouros Brasileiros nas Colecções da Biblioteca Nacional de Portugal e da Biblioteca da Ajuda»; Câmara Municipal de Lisboa - «Lisboa 1758/O Plano da Baixa Hoje»; Feira Internacional de Lisboa - 20ª Feira Internacional de Artesanato; ProSandArt - 6º Festival Internacional de Escultura em Areia; Museu Nacional de Arqueologia - «Religiões da Lusitânia. Loquuntur Saxa»/«Sit Tibi Terra Levis: Rituais funerários romanos e paleocristãos em Portugal»/«Impressões do Oriente: de Eça de Queirós a Leite de Vasconcelos»; Museu Colecção Berardo - «Le Corbusier: Arte da Arquitectura».
quarta-feira, agosto 27, 2008
Orientação: E ainda mais um artigo no Público
Na edição de hoje - Nº 6723 - do jornal Público, e na página 33, está o meu artigo de opinião «Os anéis e as quinas», sobre a participação portuguesa nos Jogos Olímpicos de Pequim… e não só. Comprem e leiam!
quinta-feira, agosto 14, 2008
Orientação: Esquinas (24) e Nova Águia (16)
Hoje, 14 de Agosto, passa mais um aniversário da Batalha de Aljubarrota de 1385, e esta é a data que eu considero que deveria ser o nosso dia nacional. O que eu defendi no meu artigo «Hoje não é Dia de Portugal», publicado no jornal Público a 10 de Junho último, e que pode agora ser lido no Esquinas e no Nova Águia.
quinta-feira, julho 17, 2008
Orientação: Nova Águia (15)
Hoje passam: 12 anos desde a fundação da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa; e dois anos desde a apresentação do livro «Os Novos Descobrimentos - Do Império à CPLP: Ensaios sobre História, Política, Economia e Cultura Lusófonas», escrito por mim e por Luís Ferreira Lopes. Duas efemérides que eu assinalo no Nova Águia.
quarta-feira, julho 09, 2008
segunda-feira, junho 30, 2008
Orientação: Ainda outro artigo no Público
Na edição de hoje - Nº 6665 - do jornal Público, e nas páginas 6 e 7 do caderno P2, está (a versão reduzida d)o meu artigo «Humáquinas - A ciência e a tecnologia estão a criar novos corpos». Comprem e leiam! Ou então vejam-no aqui.
domingo, junho 29, 2008
sexta-feira, junho 13, 2008
Orientação: Mais um artigo no Público
Na edição de hoje - Nº 6648 - do jornal Público, e nas páginas 62 e 63 do caderno Ípsilon, está o meu artigo «As múltiplas dimensões de James Cameron». Comprem e leiam!
terça-feira, junho 10, 2008
Orientação: Outro artigo no Público
Na edição - Nº 6645 - de hoje, dia 10 de Junho de 2008, do jornal Público, e na página 41, está o meu artigo «Hoje não é Dia de Portugal». Comprem e leiam!
sábado, junho 07, 2008
Orientação: Artigo na Cais
Prince Rogers Nelson completa hoje 50 anos de vida. E na revista Cais Nº 131/Junho de 2008, nas páginas 60 e 61, está o meu artigo «O “sinal“, duas décadas depois», agora - e finalmente - na sua versão integral. Comprem e leiam (é mesmo por uma boa causa)!
domingo, junho 01, 2008
Oráculo: «ARNE!» na Feira do Livro
No próximo dia 14 de Junho, domingo, e véspera do seu encerramento, a Feira do Livro de Lisboa 2008 vai também receber (quase todos) os autores de «A República Nunca Existiu!» para uma sessão de autógrafos, às 16 horas, no pavilhão (Nº 159) da editora Saída de Emergência.
segunda-feira, maio 26, 2008
Obrigado: «OND» recebeu menção honrosa
«Os Novos Descobrimentos – Do Império à CPLP: Ensaios sobre História, Política, Economia e Cultura Lusófonas», escrito por mim e por Luís Ferreira Lopes e publicado pela Almedina em 2006, recebeu uma menção honrosa no âmbito dos Prémios Culturais 2008 (categoria Livro) da Sociedade Histórica da Independência de Portugal, em cerimónia realizada hoje no Palácio da Independência, em Lisboa. Agradeço à SHIP, em meu nome e do meu amigo e co-autor, esta distinção e esta honra (que é também referida no Nova Águia (11)).
sábado, maio 24, 2008
Orientação: Esquinas (20) e Nova Águia (10) (13)
Passam hoje dois anos sobre a abertura da exposição da campanha «Salve um Livro II», que incluiu o exemplar de «O Uruguai», de José Basílio da Gama, cujo restauro eu financiei. Entretanto, e também na Biblioteca Nacional, abriu a exposição «A América Portuguesa/Tesouros Brasileiros», cujo contexto é o mesmo do da vida e obra daquele poeta da Arcádia Portuguesa. Estas são iniciativas que eu relembro igualmente no Esquinas (20) e no Nova Águia (10) (13).
quarta-feira, maio 21, 2008
Orientação: Esquinas (17) e Nova Águia (9)
Passam hoje 10 anos sobre a inauguração da Expo 98, e assinalo esta efeméride no Esquinas e no Nova Águia com a inclusão de excertos de um artigo que escrevi sobre aquele acontecimento.
quinta-feira, maio 15, 2008
Orientação: Esquinas (16) e Nova Águia (6)
Hoje, em que se celebra mais um aniversário – o 102º - do nascimento de Humberto Delgado, convido a ler, no Esquinas e no Nova Águia, o meu artigo «E o nome do novo aeroporto de Lisboa deve ser…», publicado no jornal Expresso em Novembro do ano passado.
terça-feira, maio 13, 2008
Organização: «CEC» registado na IGAC
Entreguei hoje, 13 de Maio de 2008, na sede da Inspecção-Geral das Actividades Culturais, situada no Palácio Foz, em Lisboa, o requerimento de registo de direito de autor - que deu entrada sob o número 2010/08 - sobre mais uma obra: «Cenas Eventualmente Chocantes» é o meu quarto livro de poesia a ser construído (depois de «Alma Portuguesa», «Espelhos» e «Museu da História») e reúne, como o próprio título indica, versos de cariz erótico.
segunda-feira, maio 12, 2008
Obras: «Espíritos das Luzes»
Passam hoje 250 anos sobre a publicação do alvará, redigido pelo então futuro Marquês de Pombal Sebastião José de Carvalho e Melo e ratificado pelo Rei D. José, que estabeleceu «os direitos públicos e particulares da reedificação da cidade de Lisboa». Ou seja, passam hoje 250 anos sobre o verdadeiro início da reconstrução da capital de Portugal após o terramoto. Pareceu-me pois esta a data apropriada para incluir aqui, e pela primeira vez, excertos do (primeiro capítulo do) meu livro «Espíritos das Luzes».
A Passarola inter-estelar entrou na atmosfera do planeta Portugal e iniciou a descida até à cidade capital, Lisboa. Dentro da nave, um dos passageiros mal podia esperar por voltar a ver aquela terra estrangeira que tanto amava: o inglês William Beckford.
Mas esta segunda visita não se devia a um bom motivo. Muito pelo contrário: a 1 de Novembro todo este planeta, e em especial a sua capital, havia sido sacudido por um terrível terramoto. O inglês soube quase imediatamente da notícia pelo canal informativo transgaláctico Gazeta de Lisboa, que sintonizava frequentemente onde quer que estivesse, e que, tal como muitos outros canais de muitos outros planetas, era facilmente captado em Londres. (…)
Beckford pouco tempo teve para reunir e organizar o seu séquito: em poucas horas estava pronto para partir da capital do seu planeta natal Inglaterra, numa nave portuguesa. Esta fora produzida na fábrica fundada pelo padre, cientista e visionário Bartolomeu de Gusmão, e estava equipada, como todas da frota a que pertencia, com uma tecnologia de salto espaço-temporal – era a herdeira, por assim dizer, de uma longa tradição de construção de naves espaciais, em especial das antigas Naus e Caravelas, algumas ainda em utilização. A viagem demorou relativamente pouco tempo, e, na aurora do dia 4 de Novembro, o inglês chegou finalmente ao seu destino. (…)
Enquanto se aproximava da superfície do planeta azul e branco, um dos mais pequenos mas também um dos mais belos do sistema solar Europa, Beckford, de uma vigia, ia vendo e reconhecendo, através das inúmeras mas ténues nuvens que a pouco e pouco se dissipavam, os seus continentes - Minho, Trás-os-Montes, Douro, Beiras, Ribatejo, Alentejo, Algarve, Açores, Madeira – e oceanos – Lima, Douro, Mondego, Tejo, Sado, Guadiana. Avistou e admirou novamente a assombrosa cordilheira da Estrela, no hemisfério norte; a extensa floresta de Leiria, junto ao equador; o assombroso vulcão da ilha do Pico, no hemisfério sul.
Porém, nada se comparava ao momento em que se começava a sobrevoar Lisboa: a imagem da vasta, grande, enorme cidade branca e dourada a formar-se era, apesar do cataclismo, tão fantástica e fascinante como da primeira vez... Eis a capital de Portugal, pontilhada pelo seu castelo, pelas suas igrejas, conventos e mosteiros, pelos seus palácios e casas, lojas e oficinas, escolas e quartéis...
Suave e seguramente, a Passarola inter-estelar pousou no astroporto do Cais das Colunas, em frente ao Terreiro do Paço. Lá estavam, estacionadas ou em manobras de aterragem e de descolagem, dezenas de outras naves, grandes, médias e pequenas, de passageiros, mercantes e militares, portuguesas e de outros planetas-nações. A azáfama, o movimento, o tráfego nesta porta de entrada de Lisboa já eram normalmente elevados, mas, após o terramoto, aumentaram de imediato quase exponencialmente, consequência inevitável das necessidades anormais que de repente se verificaram em termos de alimentos e de medicamentos, de materiais e de equipamentos, embora não em pessoas e em financiamentos. No astroporto circulavam igualmente centenas – uma parte dos milhares que existiam na capital - de outros veículos voadores, estes de baixa altitude, inferior alcance e menor dimensão, que asseguravam o transporte mais segmentado de passageiros e de objectos: os coches. Destes existiam várias marcas e vários modelos, que diferiam aos níveis de potência e sofisticação; no entanto, todos constituíam como que pontos coloridos e brilhantes que animavam, tanto de dia como de noite, os céus de Lisboa. (…)
A Passarola inter-estelar entrou na atmosfera do planeta Portugal e iniciou a descida até à cidade capital, Lisboa. Dentro da nave, um dos passageiros mal podia esperar por voltar a ver aquela terra estrangeira que tanto amava: o inglês William Beckford.
Mas esta segunda visita não se devia a um bom motivo. Muito pelo contrário: a 1 de Novembro todo este planeta, e em especial a sua capital, havia sido sacudido por um terrível terramoto. O inglês soube quase imediatamente da notícia pelo canal informativo transgaláctico Gazeta de Lisboa, que sintonizava frequentemente onde quer que estivesse, e que, tal como muitos outros canais de muitos outros planetas, era facilmente captado em Londres. (…)
Beckford pouco tempo teve para reunir e organizar o seu séquito: em poucas horas estava pronto para partir da capital do seu planeta natal Inglaterra, numa nave portuguesa. Esta fora produzida na fábrica fundada pelo padre, cientista e visionário Bartolomeu de Gusmão, e estava equipada, como todas da frota a que pertencia, com uma tecnologia de salto espaço-temporal – era a herdeira, por assim dizer, de uma longa tradição de construção de naves espaciais, em especial das antigas Naus e Caravelas, algumas ainda em utilização. A viagem demorou relativamente pouco tempo, e, na aurora do dia 4 de Novembro, o inglês chegou finalmente ao seu destino. (…)
Enquanto se aproximava da superfície do planeta azul e branco, um dos mais pequenos mas também um dos mais belos do sistema solar Europa, Beckford, de uma vigia, ia vendo e reconhecendo, através das inúmeras mas ténues nuvens que a pouco e pouco se dissipavam, os seus continentes - Minho, Trás-os-Montes, Douro, Beiras, Ribatejo, Alentejo, Algarve, Açores, Madeira – e oceanos – Lima, Douro, Mondego, Tejo, Sado, Guadiana. Avistou e admirou novamente a assombrosa cordilheira da Estrela, no hemisfério norte; a extensa floresta de Leiria, junto ao equador; o assombroso vulcão da ilha do Pico, no hemisfério sul.
Porém, nada se comparava ao momento em que se começava a sobrevoar Lisboa: a imagem da vasta, grande, enorme cidade branca e dourada a formar-se era, apesar do cataclismo, tão fantástica e fascinante como da primeira vez... Eis a capital de Portugal, pontilhada pelo seu castelo, pelas suas igrejas, conventos e mosteiros, pelos seus palácios e casas, lojas e oficinas, escolas e quartéis...
Suave e seguramente, a Passarola inter-estelar pousou no astroporto do Cais das Colunas, em frente ao Terreiro do Paço. Lá estavam, estacionadas ou em manobras de aterragem e de descolagem, dezenas de outras naves, grandes, médias e pequenas, de passageiros, mercantes e militares, portuguesas e de outros planetas-nações. A azáfama, o movimento, o tráfego nesta porta de entrada de Lisboa já eram normalmente elevados, mas, após o terramoto, aumentaram de imediato quase exponencialmente, consequência inevitável das necessidades anormais que de repente se verificaram em termos de alimentos e de medicamentos, de materiais e de equipamentos, embora não em pessoas e em financiamentos. No astroporto circulavam igualmente centenas – uma parte dos milhares que existiam na capital - de outros veículos voadores, estes de baixa altitude, inferior alcance e menor dimensão, que asseguravam o transporte mais segmentado de passageiros e de objectos: os coches. Destes existiam várias marcas e vários modelos, que diferiam aos níveis de potência e sofisticação; no entanto, todos constituíam como que pontos coloridos e brilhantes que animavam, tanto de dia como de noite, os céus de Lisboa. (…)
quarta-feira, maio 07, 2008
quarta-feira, abril 30, 2008
Olhos e Orelhas: Primeiro Quadrimestre de 2008
A literatura: «Agostinho da Silva e a Cultura Portuguesa» e «O Último Minuto na Vida de S.», Miguel Real; «O Silêncio dos Livros/Esse Vício Ainda Impune», George Steiner/Michel Crépu; «Siddhartha», Hermann Hesse; «O Segredo do Espadão», Edgar Pierre Jacobs; «2061 – Odisseia Três», Arthur C. Clarke.
A música: «Wednesday Morning, 3 A. M.», «Sounds Of Silence», «Parsley, Sage, Rosemary And Thyme», «Bookends» e «Bridge Over Troubled Water», Simon & Garfunkel; «What’s Going On», Marvin Gaye; «The Downward Spiral», Nine Inch Nails; «Songs From The Wood», Jethro Tull; «Discovery», Electric Light Orchestra; «Drama», Yes; «Come On Over», Shania Twain.
O cinema: «Piratas das Caraíbas – No Fim do Mundo», Gore Verbinsky; «King Kong», Peter Jackson; «Ratatouille», Brad Bird; «Quebrando as Ondas», Lars Von Trier; «Rapariga com um Brinco de Pérola», Peter Webber; «Longe do Paraíso», Todd Haynes; «Conheçam os Robinsons», Stephen Anderson; «Pés Alegres», George Miller; «Plano de Voo», Robert Schwentke; «Fanny Hill», Valentine Palmer; «A Sentinela», Clark Johnson; «Transformadores», Michael Bay; «O Reino», Peter Berg; «Kinsey», Bill Condon; «Adaptação», Spike Jonze; «Hora de Ponta 3», Brett Ratner; «Miss Congenialidade 2: Armada e Fabulosa», John Pasquin; «V de Vingança», James McTeigue; «Miami Vice», Michael Mann; «Serenidade», Joss Whedon.
E ainda…: «O Dia do Regicídio», Fernando Vendrell (RTP); «Stanley Kubrick - Uma Vida em Imagens», Jan Harlan (DVD); Câmara Municipal de Vila Franca de Xira/Celeiro da Patriarcal - CartoonXira 2008+«Este Rectângulo»/João Abel Manta; Xiradania/Clube Vilafranquense - «A Nova Vilafranca» (Debate com Gonçalo Ribeiro Telles, Luísa Schmidt e Rui Perdigão).
A música: «Wednesday Morning, 3 A. M.», «Sounds Of Silence», «Parsley, Sage, Rosemary And Thyme», «Bookends» e «Bridge Over Troubled Water», Simon & Garfunkel; «What’s Going On», Marvin Gaye; «The Downward Spiral», Nine Inch Nails; «Songs From The Wood», Jethro Tull; «Discovery», Electric Light Orchestra; «Drama», Yes; «Come On Over», Shania Twain.
O cinema: «Piratas das Caraíbas – No Fim do Mundo», Gore Verbinsky; «King Kong», Peter Jackson; «Ratatouille», Brad Bird; «Quebrando as Ondas», Lars Von Trier; «Rapariga com um Brinco de Pérola», Peter Webber; «Longe do Paraíso», Todd Haynes; «Conheçam os Robinsons», Stephen Anderson; «Pés Alegres», George Miller; «Plano de Voo», Robert Schwentke; «Fanny Hill», Valentine Palmer; «A Sentinela», Clark Johnson; «Transformadores», Michael Bay; «O Reino», Peter Berg; «Kinsey», Bill Condon; «Adaptação», Spike Jonze; «Hora de Ponta 3», Brett Ratner; «Miss Congenialidade 2: Armada e Fabulosa», John Pasquin; «V de Vingança», James McTeigue; «Miami Vice», Michael Mann; «Serenidade», Joss Whedon.
E ainda…: «O Dia do Regicídio», Fernando Vendrell (RTP); «Stanley Kubrick - Uma Vida em Imagens», Jan Harlan (DVD); Câmara Municipal de Vila Franca de Xira/Celeiro da Patriarcal - CartoonXira 2008+«Este Rectângulo»/João Abel Manta; Xiradania/Clube Vilafranquense - «A Nova Vilafranca» (Debate com Gonçalo Ribeiro Telles, Luísa Schmidt e Rui Perdigão).
quarta-feira, abril 16, 2008
Outros: «A República…»... «em linha»
Até agora tenho tentado indicar as principais referências feitas ao livro «A República Nunca Existiu!» feitas nos órgãos de comunicação social «tradicionais» - jornais, revistas, rádio e televisão. Mas é chegada a altura de mencionar igualmente, se não todas, pelo menos algumas das principais alusões àquela obra colectiva - que eu concebi, organizei e em que também participei - na «blogosfera portuguesa»… e não só. A este respeito podem estabelecer-se duas categorias de sítios na Internet: os dos próprios participantes no projecto; e os dos outros.
Na primeira categoria, é de apontar: o sítio da Simetria; o do Esquinas; as páginas pessoais de João Seixas e de Sérgio Sousa-Rodrigues.
Na segunda categoria, é de apontar, entre outros, e por ordem alfabética: Almanaque Republicano; Bad Books Don’t Exist; Companhia dos Animais; Correio do Fantástico; Estante de Livros (uma e duas); Fórum Defesa; Innerspace; Muito Para Ler; Segredo dos Livros; Somos Portugueses; Tecnofantasia.
Na primeira categoria, é de apontar: o sítio da Simetria; o do Esquinas; as páginas pessoais de João Seixas e de Sérgio Sousa-Rodrigues.
Na segunda categoria, é de apontar, entre outros, e por ordem alfabética: Almanaque Republicano; Bad Books Don’t Exist; Companhia dos Animais; Correio do Fantástico; Estante de Livros (uma e duas); Fórum Defesa; Innerspace; Muito Para Ler; Segredo dos Livros; Somos Portugueses; Tecnofantasia.
Orientação: Esquinas (14)
Agora através do Esquinas - e, apropriadamente, no Dia Mundial da Voz! - de novo revelo os 20 discos da minha vida… até agora! Três portugueses, dezassete estrangeiros. Todos fundamentais, todos inesquecíveis.
quarta-feira, abril 09, 2008
Orientação: Nova Águia (2)
A minha segunda contribuição para o blog Nova Águia, colocada hoje, tem como tema a recente – e fortíssima – «praga» de estrangeirismos (mais concretamente, anglicismos) que tem afectado a língua portuguesa. Escrito na sequência da grande polémica em curso sobre o Acordo Ortográfico, este texto, que assenta em muito num artigo que escrevi e publiquei na revista Comunicações há cerca de seis anos, pretende ajudar a demonstrar que existem ameaças maiores ao nosso idioma do que as propostas de alteração na sua ortografia – que, concordo, são excessivas e desajustadas.
segunda-feira, abril 07, 2008
Outros: Uma mensagem de um leitor
Recebi hoje esta mensagem:
(…) Chamo-me Bruno Fonseca e sou estudante de Antropologia aqui em Lisboa, mas já estive em História no Porto (de onde sou). (…) Venho dar os parabéns pelo livro «A Republica Nunca Existiu!», que é, a meu ver, uma obra pioneira da História Alternativa aqui em Portugal. Sei que muita gente participou mas dou-lhe os meus parabéns a si por, por um lado, ter coordenado aquele excelente trabalho, e, por outro, porque o seu conto «A marcha sobre Lisboa» ser o meu preferido . Pode-se mesmo lamentar que as coisas não se tenham passado daquele forma, que não tenha havido alguém forte (porque não um rei?) capaz de deter a besta do Salazar! Li aquele conto ao fim de um dia em que estava particularmente triste e até fiquei mais animado, embora ao mesmo tempo lamentasse por aquilo não ser verdade... Devido a coisas que passei, e embora só tenha nascido nos anos 80, odeio profundamente o fascismo! Acho mesmo que muitos dos problemas do Portugal de hoje têm origem na mentalidade mesquinha de muita gente... que foi moldada pelo Estado Novo. (…)
(…) Chamo-me Bruno Fonseca e sou estudante de Antropologia aqui em Lisboa, mas já estive em História no Porto (de onde sou). (…) Venho dar os parabéns pelo livro «A Republica Nunca Existiu!», que é, a meu ver, uma obra pioneira da História Alternativa aqui em Portugal. Sei que muita gente participou mas dou-lhe os meus parabéns a si por, por um lado, ter coordenado aquele excelente trabalho, e, por outro, porque o seu conto «A marcha sobre Lisboa» ser o meu preferido . Pode-se mesmo lamentar que as coisas não se tenham passado daquele forma, que não tenha havido alguém forte (porque não um rei?) capaz de deter a besta do Salazar! Li aquele conto ao fim de um dia em que estava particularmente triste e até fiquei mais animado, embora ao mesmo tempo lamentasse por aquilo não ser verdade... Devido a coisas que passei, e embora só tenha nascido nos anos 80, odeio profundamente o fascismo! Acho mesmo que muitos dos problemas do Portugal de hoje têm origem na mentalidade mesquinha de muita gente... que foi moldada pelo Estado Novo. (…)
Quero agradecer ao Bruno por: ter comprado o livro; ter gostado dele; ter tido o trabalho, e o cuidado, em me contactar; ser um adepto da literatura fantástica em geral e da história alternativa em particular; e concordar comigo em como Salazar foi a pior desgraça que aconteceu em Portugal no último século.
quinta-feira, março 27, 2008
Outros: «ARNE!» no Uchronia
«A República Nunca Existiu!» já está presente no Uchronia, um sítio dedicado especialmente à ficção no género fantástico e que tem como objectivo a listagem de obras no subgénero de história alternativa. Uma inclusão - e uma honra - que se devem particularmente ao empenho de um dos participantes no projecto: Gerson Lodi-Ribeiro.
segunda-feira, março 10, 2008
Outros: Afinal, mais uma…
Corrigindo e actualizando a informação dada no meu texto anterior, afinal «A República Nunca Existiu!» foi mencionada em mais uma revista - a quarta - na sua edição de Março. De facto, a Magazine Artes (Nº 60) faz uma referência (não assinada, página 88, com imagem da capa) ao livro, referência essa que é basicamente uma reprodução do texto da contracapa. Porém, foi acrescida a alegação de o nome da obra estar «glosando um título de (João) Bénard da Costa a respeito do cinema português», o que não é, obviamente, verdade.
segunda-feira, março 03, 2008
Outros: Mais três no terceiro mês
«A República Nunca Existiu!» foi mencionada nas edições de Março de três revistas: Os Meus Livros (Nº 61), esta pela segunda vez, Tempo Livre (Nº 191) e Blitz (Nº 21).
Na primeira (página 66, com imagem da capa) é novamente Filipe d’Avillez quem assina o texto, agora uma breve recensão, intitulado «Os tempos que não foram». Atribuindo ao livro a classificação de três estrelas e meia, aponta como prós daquele «o tema; o género; alguns dos contos mais bem conseguidos» e como contras «os (contos) que fogem ao tema e as variações de qualidade» dos mesmos. «O saldo final é sem dúvida abonatório, tanto pela diversão como pela aposta num género que tem muito por onde explorar ainda.»
Na TempoLivre (página 32, sem imagem da capa), e na rubrica «Livro Aberto» da secção «Boa Vida», José Jorge Letria refere «A República Nunca Existiu!» como uma das propostas que se distinguem na ficção narrativa de edição recente, «merecendo especial destaque o texto de João Aguiar».
Na Blitz (página 108, também sem imagem da capa, canto inferior direito), e na rubrica «Livros» da secção «Guia», João Villalobos indica que se deve «espreitar» a nossa obra.
Na primeira (página 66, com imagem da capa) é novamente Filipe d’Avillez quem assina o texto, agora uma breve recensão, intitulado «Os tempos que não foram». Atribuindo ao livro a classificação de três estrelas e meia, aponta como prós daquele «o tema; o género; alguns dos contos mais bem conseguidos» e como contras «os (contos) que fogem ao tema e as variações de qualidade» dos mesmos. «O saldo final é sem dúvida abonatório, tanto pela diversão como pela aposta num género que tem muito por onde explorar ainda.»
Na TempoLivre (página 32, sem imagem da capa), e na rubrica «Livro Aberto» da secção «Boa Vida», José Jorge Letria refere «A República Nunca Existiu!» como uma das propostas que se distinguem na ficção narrativa de edição recente, «merecendo especial destaque o texto de João Aguiar».
Na Blitz (página 108, também sem imagem da capa, canto inferior direito), e na rubrica «Livros» da secção «Guia», João Villalobos indica que se deve «espreitar» a nossa obra.
domingo, março 02, 2008
Orientação: Nova Águia
Escolhi o dia de hoje para dar início à minha colaboração no blog da revista Nova Águia, duas iniciativas da Associação Agostinho da Silva, as quais mencionei aqui pela primeira vez no passado dia 6 de Fevereiro. Faço-o com uma referência aos (três) prémios que a Sociedade Histórica da Independência de Portugal vai atribuir este ano.
sexta-feira, fevereiro 29, 2008
Obrigado: Aos que compareceram hoje
Exprimo aqui, em meu nome e no dos outros (13) autores, o nosso agradecimento a todos aqueles que compareceram hoje, na Hemeroteca Municipal de Lisboa, à apresentação do nosso livro «A República Nunca Existiu!». Reiteramos uma saudação calorosa a Luís Corte Real e à Saída de Emergência pelo excelente trabalho que fizeram, e continuam a fazer, na edição e divulgação da nossa obra. E dizemos um «muito obrigado» muito especial ao Dr. Álvaro de Matos, por ter sido, além de um dos oradores, o nosso anfitrião nesta cerimónia.
terça-feira, fevereiro 26, 2008
Outros: No Jornal do Modelo
No Nº 2 do Jornal do Modelo (exactamente, o supermercado), editado hoje, e n(o canto superior direito d)a página 19, secção «Bazar», «A República Nunca Existiu!» é objecto de uma pequena mas significativa referência - com imagem da capa e um «que» a mais no título!
terça-feira, fevereiro 19, 2008
Oráculo: «A República…» lançada dia 29
Mais de um mês depois de ter sido posto à venda, o livro «A República Nunca Existiu!», que eu concebi, organizei e revi (além de também nele participar juntamente com outros treze autores), vai ser, finalmente, apresentado «oficialmente» no próximo dia 29 de Fevereiro (sexta-feira), pelas 18 horas, na Hemeroteca Municipal de Lisboa.
quarta-feira, fevereiro 13, 2008
Orientação: Esquinas (13)
A partir de hoje, data de mais um aniversário do nascimento de Agostinho da Silva, pode-se também ler no Esquinas o artigo «Mestre, Profeta, Santo», publicado originalmente em 2004.
sexta-feira, fevereiro 08, 2008
Outros: Na Visão e no Público (outra vez)
Mais duas referências na imprensa ao livro «A República Nunca Existiu!». Uma na revista Visão e outra no jornal Público (pela segunda vez).
Na Visão Nº 779, editada ontem, 7 de Fevereiro de 2008, na página 114, um dos cinco textos - assinados por L. A. M. (que suponho serem as iniciais de Luís Almeida Martins) - sobre outras tantas obras recentes relacionadas com D. Carlos e com o Regicídio é dedicado ao «livro dos 14»; e nele se afirma que «A República…» é «um volume de contos de qualidade variável mas uniformemente absorvente.»
No Público Nº 6522, de hoje, 8 de Fevereiro de 2008, na página 44 do caderno Ípsilon, está uma recensão do livro (intitulada «E se não tivesse havido regicídio?») assinada por Luís Miguel Queirós - que já escrevera textos sobre o duplo assassinato de há 100 anos (e os livros sobre o tema) na edição deste jornal de há uma semana. Tendo atribuído ao nosso livro a classificação de duas estrelas (num máximo de cinco), LMQ afirma que, por só estarem presentes «dois ficcionistas consagrados (João Aguiar e Miguel Real) (…), o resultado literário raramente seja convincente. Muitos destes contos partem de boas ideias, mas, algumas vezes, valem apenas por isso.» Porém, e também por causa disso, «do que o leitor desta antologia não se poderá queixar é de falta de variedade. (…) Há abordagens para satisfazer todos os gostos.»
Na Visão Nº 779, editada ontem, 7 de Fevereiro de 2008, na página 114, um dos cinco textos - assinados por L. A. M. (que suponho serem as iniciais de Luís Almeida Martins) - sobre outras tantas obras recentes relacionadas com D. Carlos e com o Regicídio é dedicado ao «livro dos 14»; e nele se afirma que «A República…» é «um volume de contos de qualidade variável mas uniformemente absorvente.»
No Público Nº 6522, de hoje, 8 de Fevereiro de 2008, na página 44 do caderno Ípsilon, está uma recensão do livro (intitulada «E se não tivesse havido regicídio?») assinada por Luís Miguel Queirós - que já escrevera textos sobre o duplo assassinato de há 100 anos (e os livros sobre o tema) na edição deste jornal de há uma semana. Tendo atribuído ao nosso livro a classificação de duas estrelas (num máximo de cinco), LMQ afirma que, por só estarem presentes «dois ficcionistas consagrados (João Aguiar e Miguel Real) (…), o resultado literário raramente seja convincente. Muitos destes contos partem de boas ideias, mas, algumas vezes, valem apenas por isso.» Porém, e também por causa disso, «do que o leitor desta antologia não se poderá queixar é de falta de variedade. (…) Há abordagens para satisfazer todos os gostos.»
Relativamente a esta «crítica», não me «queixo» da baixa classificação, do «erro de contagem» (são 14 autores e não 13) nem das considerações pouco entusiasmadas (e entusiasmantes). «Queixo-me», sim, de LMQ voltar a revelar, agora da maioria dos contos, pormenores fundamentais, quando não os próprios finais dos mesmos! Porém, e mais uma vez, garanto que não estou zangado. O mesmo não dirão talvez os potenciais compradores e leitores do livro…
quarta-feira, fevereiro 06, 2008
Outros: Nova Águia e MIL
Hoje assinala-se o 400º aniversário do nascimento do Padre António Vieira. Parece-me a data indicada para falar aqui, no Octanas, e finalmente, de um projecto que assume, para já, duas formas, a de um blog e a de uma revista. Trata-se da Nova Águia, uma iniciativa da Associação Agostinho da Silva, da qual sou membro, e que me convidou igualmente a fazer parte do Movimento Internacional Lusófono, outra ideia da AAS, que ainda agora está no princípio mas que promete vir a dar muito que falar e que fazer.
segunda-feira, fevereiro 04, 2008
Oráculo: «ARNE!» na Antena 1
A Antena 1 (95,7 FM) irá transmitir, no próximo dia 12 de Fevereiro, às 16.40 e, em repetição, às 21.40 (e às 4.20 de dia 13), no programa «À Volta dos Livros», uma entrevista comigo, conduzida pela jornalista Ana Aranha, a propósito, claro, do livro «A República Nunca Existiu!».
sexta-feira, fevereiro 01, 2008
Outros: «A República…» no Público
Seria de prever que, no dia em que se assinala o centenário do Regicídio, «A República Nunca Existiu!» fosse referido em mais órgãos de comunicação social. Na verdade, no jornal Público de hoje, Nº 6515, páginas 12 e 13 do caderno P2, está o artigo «O Rei das montras», de Luís Miguel Queirós (inserido num especial sobre o tema). Neste trabalho, além de uma fotografia de uma montra de uma livraria de Lisboa em que «A República Nunca Existiu!» ocupa lugar de destaque e de uma outra foto com a capa do livro, está, mesmo no final, uma referência a este meu projecto – e em que o jornalista autor do texto se permite revelar pormenores fundamentais de dois contos, o meu e o de João Aguiar. Não levo a mal… pelo contrário, obrigado!
Ocorrência: 100 anos
Hoje, 1 de Fevereiro de 2008, passam 100 anos sobre a morte, por assassinato terrorista, do Rei D. Carlos e do Príncipe D. Luís Filipe. As Cerimónias do Centenário começaram ontem, 31 de Fevereiro, com a conferência «D. Carlos, um Rei Constitucional», proferida pelo historiador Rui Ramos na Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa. Hoje, destaque para: a homenagem ao pai e ao filho, às 17 horas, entre a Praça do Comércio e a Rua do Arsenal; a missa solene, às 19 horas, no Mosteiro de São Vicente de Fora; a inauguração de uma exposição no Patriarcado de Lisboa. A evocação não acaba neste dia, estando previstas outras iniciativas durante todo o mês.
quarta-feira, janeiro 30, 2008
Outros: «ARNE!» no Jornal de Letras
O Nº 974, editado hoje, 30 Janeiro de 2008, do Jornal de Letras, Artes e Ideias, inclui o artigo «Crónica de uma morte ilustrada» (páginas 14 e 15), escrito por Luís Ricardo Duarte, que também faz referência aos livros publicados a propósito do centenário do Regicídio de 1 de Fevereiro de 2008. Neste texto, um de quatro que o JL publica sobre a efeméride, «A República Nunca Existiu!» é igualmente mencionado: em imagem (a capa); e em palavras – são indicados o conceito do projecto e todos os autores. Duas correcções, porém: não é «Luís» mas sim «Luísa» Marques da Silva; e o facto de três dos autores serem monárquicos (militantes) não significa, necessariamente, que os restantes 11 formem, nesta obra, uma «maioria republicana»…
domingo, janeiro 27, 2008
Outros: No Sol e na RTP
«A República Nunca Existiu!» foi, neste fim de semana, referido em pelo menos dois órgãos de comunicação social.
Ontem, 26 de Janeiro, o Nº 72 do jornal Sol incluiu, na sua revista Tabu, um trabalho especial sobre o Rei D. Carlos e o Regicídio de 1 de Fevereiro de 1908 constituído por vários artigos; um deles, «Reis das montras» (páginas 54-55T), menciona, entre outros, o nosso livro, classificando-o de uma «proposta mais contra a corrente» e adicionando dois excertos de uma pequena entrevista que dei à jornalista Catarina Marques, autora do texto.
Hoje, 27 de Janeiro, o programa «Câmara Clara», da RTP2, teve como tema, precisamente, o Regicídio; Paula Moura Pinheiro convidou para uma conversa os historiadores António Pimentel e Rui Ramos, e, numa das pequenas reportagens transmitidas durante a emissão, abordaram-se os diversos livros já editados sobre o assunto, entre os quais, claro, «A República Nunca Existiu!» - mostraram-se imagens da capa e do índice, foi dito o conceito do projecto e o meu nome enquanto organizador do mesmo.
Ontem, 26 de Janeiro, o Nº 72 do jornal Sol incluiu, na sua revista Tabu, um trabalho especial sobre o Rei D. Carlos e o Regicídio de 1 de Fevereiro de 1908 constituído por vários artigos; um deles, «Reis das montras» (páginas 54-55T), menciona, entre outros, o nosso livro, classificando-o de uma «proposta mais contra a corrente» e adicionando dois excertos de uma pequena entrevista que dei à jornalista Catarina Marques, autora do texto.
Hoje, 27 de Janeiro, o programa «Câmara Clara», da RTP2, teve como tema, precisamente, o Regicídio; Paula Moura Pinheiro convidou para uma conversa os historiadores António Pimentel e Rui Ramos, e, numa das pequenas reportagens transmitidas durante a emissão, abordaram-se os diversos livros já editados sobre o assunto, entre os quais, claro, «A República Nunca Existiu!» - mostraram-se imagens da capa e do índice, foi dito o conceito do projecto e o meu nome enquanto organizador do mesmo.
sexta-feira, janeiro 18, 2008
Outros: «A República...» no DN
A edição de hoje do Diário de Notícias (Nº 50693) publica, na página 34, um artigo intitulado «E se D. Carlos não tivesse sido assassinado?», da autoria de Eurico de Barros, e cujo tema é, precisamente, a publicação de «A República Nunca Existiu!» Nele se fazem referências a alguns dos autores e à introdução que eu escrevi. Também hoje, mas no Global (Nº 87), e na página 18, se faz referência ao livro (e ao artigo no DN), com um texto intitulado «Cenários de ficção alternativos ao regicídio».
segunda-feira, janeiro 14, 2008
Outros: Entrevista na Bang!
O mais recente número (o 3) da revista Bang!, editado – em formato electrónico – pela Saída de Emergência, inclui uma entrevista… a mim, a propósito da publicação do livro «A República Nunca Existiu!»: «Como organizar uma monarquia», páginas 59-61. Em complemento, está também presente um dos contos que o integram: «O patriota improvável», de Maria de Menezes.
terça-feira, janeiro 08, 2008
Orientação: «Simetria Sonora» aumentada
A partir de hoje, e no sítio da Simetria, foram acrescentados mais 25 discos – passam a ser 125 – à lista da ficção científica e do fantástico na música que é a «Simetria Sonora», e que foi, recorde-se, «inaugurada» a 1 de Outubro de 2006, Dia Mundial da Música. As novas entradas na nossa colecção estão assinaladas a negro.
sábado, janeiro 05, 2008
Oráculo: À venda dia 21
«A República Nunca Existiu!», colectânea de contos de 14 autores, entre os quais eu, livro concebido, organizado e revisto por mim, editado pela Saída de Emergência e distribuído pela Bertrand, começará a ser comercializado no próximo dia 21 de Janeiro.
quarta-feira, janeiro 02, 2008
Outros: «ARNE!» n’Os Meus Livros
A edição Nº 59, de Janeiro de 2008, da revista Os Meus Livros, inclui o artigo «A morte saiu à rua» (pp.28-31), escrito por Filipe d’Avillez, onde se faz referência aos livros que vão ser, ou foram, publicados a propósito do Centenário do Regicídio de 1 de Fevereiro de 2008. Um desses livros é, precisamente, «A República Nunca Existiu!», do qual é reproduzida a capa e, mais significativo, ao qual é dado um especial destaque, em «caixa» na página 30. Nesta o jornalista termina considerando que se trata de «um livro que poderá interessar a qualquer curioso, mas que fará as delícias daqueles que desejam realmente que a história alternativa fosse esta, na qual vivem agora, e da qual são lembrados quando visitam, a cada 1º de Fevereiro, como que em peregrinação, o Panteão Real no Mosteiro de São Vicente de Fora.»
segunda-feira, dezembro 31, 2007
Olhos e Orelhas: Terceiro Quadrimestre de 2007
A literatura: «O Táxi Nº 9297», Reinaldo Ferreira; «Fragmentos de uma Conspiração», José Manuel Lopes; «Romance da Raposa», Aquilino Ribeiro; «O Dedo Mágico», «A Girafa, o Pelicano e Eu», «Os Tontos», «O Enorme Crocodilo» e «George e o Remédio Mágico», Roald Dahl.
A música: «Planet Earth», Prince; «Autoamerican», Blondie; «The Piper At The Gates Of Dawn», Pink Floyd; «Pet Sounds», Beach Boys; «Forever Changes», Love; «South Saturn Delta», Jimi Hendrix; «Be Yourself Tonight», Eurythmics; «Concerto para Violino e Orquestra/Tentações de S. Frei Gil», Luís de Freitas Branco (pela Orquestra Sinfónica da RDP dirigida por Silva Pereira, com Vasco Barbosa, violino).
A música: «Planet Earth», Prince; «Autoamerican», Blondie; «The Piper At The Gates Of Dawn», Pink Floyd; «Pet Sounds», Beach Boys; «Forever Changes», Love; «South Saturn Delta», Jimi Hendrix; «Be Yourself Tonight», Eurythmics; «Concerto para Violino e Orquestra/Tentações de S. Frei Gil», Luís de Freitas Branco (pela Orquestra Sinfónica da RDP dirigida por Silva Pereira, com Vasco Barbosa, violino).
O cinema: «As Crónicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa», Andrew Adamson; «Casino Royale», Martin Campbell; «A Rainha», Stephen Frears; «Rei Artur», Antoine Fuqua; «Instinto Básico 2», Michael Caton-Jones; «Noite no Museu», Shawn Levy; «300», Zack Snyder; «Conheçam os Fockers», Jay Roach; «Quatro Fantásticos e o Surfista Prateado», Tim Story; «O Jardineiro Constante», Fernando Meirelles; «Harry Potter e a Ordem da Fénix», David Yates; «Shrek o Terceiro», Chris Miller; «Die Hard 4.0», Len Wiseman; «Homem Aranha 3», Sam Raimi.
E ainda...: Museu Nacional da Imprensa/Ministério das Finanças – PortoCartoon 2007; Câmara Municipal de Sintra/Adega Visconde de Salreu - «Alfredo Keil em Sintra – 100 Anos Depois»; Fundação Arbués Moreira – Museu do Brinquedo; Club Vilafranquense/Comissão para a Reabilitação do Teatro Salvador Marques de Alhandra – «Teatros Históricos», por José Carlos Alvarez; Fórum Fantástico 2007; Pavilhão Atlântico de Lisboa – Marilyn Manson (2007/11/19); Arquivo e Biblioteca Nacional/Torre do Tombo – (Exposições) Guerra Peninsular/200 Anos + Tratados entre Portugal e os Países da União Europeia/Séculos XIII-XXI.
E ainda...: Museu Nacional da Imprensa/Ministério das Finanças – PortoCartoon 2007; Câmara Municipal de Sintra/Adega Visconde de Salreu - «Alfredo Keil em Sintra – 100 Anos Depois»; Fundação Arbués Moreira – Museu do Brinquedo; Club Vilafranquense/Comissão para a Reabilitação do Teatro Salvador Marques de Alhandra – «Teatros Históricos», por José Carlos Alvarez; Fórum Fantástico 2007; Pavilhão Atlântico de Lisboa – Marilyn Manson (2007/11/19); Arquivo e Biblioteca Nacional/Torre do Tombo – (Exposições) Guerra Peninsular/200 Anos + Tratados entre Portugal e os Países da União Europeia/Séculos XIII-XXI.
sexta-feira, dezembro 28, 2007
Orientação: Artigo no Jornal de Negócios
A edição Nº 1159 do Jornal de Negócios, publicada hoje, 28 de Dezembro de 2007, inclui, nas páginas XX e XXI do caderno Weekend, o meu artigo «O “sinal”, duas décadas depois», sobre os 20 anos da edição de «Sign “O” The Times», de Prince.
terça-feira, dezembro 25, 2007
Obras: “Charlot”
Com um chapéu de coco, uma bengala, sapatos enormes e um bigode a fingir
ele fez deste Mundo um lugar melhor para se estar.
Ele sempre nos fez rir,
mas, ao mesmo tempo, obrigava-nos também a pensar.
As calúnias com que o tentaram atingir
não foram suficientes para o conseguirem silenciar.
E nem quando chegou a altura de partir
ele nos deixou, ao menos por uma vez, chorar.
Porque escolheu a noite de Natal para se despedir
oferecendo-nos como presentes muitas imagens para recordar.
E apesar da imensa tristeza que deveríamos sentir
só pensámos na alegria, na beleza e no amor que ele tinha para nos dar.
Talvez ele tenha regressado para junto dos seus, a dormir,
e reencontrado a sua infância, mais feliz, ao acordar.
Hoje, 25 de Dezembro de 2007, passam 30 anos sobre a morte de Charles Chaplin.
Poema (Nº 235) escrito em 1991 e incluído no meu livro «Museu da História».
ele fez deste Mundo um lugar melhor para se estar.
Ele sempre nos fez rir,
mas, ao mesmo tempo, obrigava-nos também a pensar.
As calúnias com que o tentaram atingir
não foram suficientes para o conseguirem silenciar.
E nem quando chegou a altura de partir
ele nos deixou, ao menos por uma vez, chorar.
Porque escolheu a noite de Natal para se despedir
oferecendo-nos como presentes muitas imagens para recordar.
E apesar da imensa tristeza que deveríamos sentir
só pensámos na alegria, na beleza e no amor que ele tinha para nos dar.
Talvez ele tenha regressado para junto dos seus, a dormir,
e reencontrado a sua infância, mais feliz, ao acordar.
Hoje, 25 de Dezembro de 2007, passam 30 anos sobre a morte de Charles Chaplin.
Poema (Nº 235) escrito em 1991 e incluído no meu livro «Museu da História».
segunda-feira, dezembro 10, 2007
Organização: «Livro do Regicídio» está pronto
Hoje, 10 de Dezembro de 2007, concluí a organização (redacção e revisão), e enviei à editora Saída de Emergência, (d)o livro «A República Nunca Existiu!», obra que pretende assinalar o primeiro centenário do Regicídio de 1 de Fevereiro de 1908, que vitimou o Rei D. Carlos e o Príncipe D. Luís Filipe.
Além de mim, participam mais 13 autores: Alexandre Vieira, Bruno Martins Soares, Cristina Flora, Gerson Lodi-Ribeiro, João Aguiar, João Seixas, José Manuel Lopes, Luísa Marques da Silva, Luís Bettencourt Moniz, Luís Richheimer de Sequeira, Maria de Menezes, Miguel Real e Sérgio Sousa-Rodrigues.
Esta obra colectiva, que se insere no âmbito da literatura fantástica e do sub-género da história alternativa, será, em princípio, apresentada em Lisboa no próximo dia 31 de Janeiro de 2008.
Além de mim, participam mais 13 autores: Alexandre Vieira, Bruno Martins Soares, Cristina Flora, Gerson Lodi-Ribeiro, João Aguiar, João Seixas, José Manuel Lopes, Luísa Marques da Silva, Luís Bettencourt Moniz, Luís Richheimer de Sequeira, Maria de Menezes, Miguel Real e Sérgio Sousa-Rodrigues.
Esta obra colectiva, que se insere no âmbito da literatura fantástica e do sub-género da história alternativa, será, em princípio, apresentada em Lisboa no próximo dia 31 de Janeiro de 2008.
quarta-feira, dezembro 05, 2007
Orientação: Esquinas (12)
A partir de hoje no Esquinas pode-se ler «Uma carta à Europa-América», que eu enviei àquela editora há dois anos.
segunda-feira, novembro 19, 2007
Obras: “Rosa vermelha, rosa branca”
Naquele momento o corso* deixou de ser uma ameaça;
ele e ela esqueceram-se de que havia uma guerra entre nações.
Estavam sós num enorme palácio abandonado ao crepúsculo
e o bater dos seus corações era mais forte do que o troar dos canhões.
Ela não podia continuar bordando e lendo poesia
depois de receber aquela carta lacrada do seu amado.
Ele obtivera uma breve licença da frente de batalha
e implorava-lhe que não faltasse a um encontro, talvez o último a ser marcado.
Eles sabem que serão condenados pelas suas aristocráticas famílias,
mas por bailes românticos e jantares faustosos não podem esperar.
Há muito que não há corridas de carruagens puxadas por cavalos brancos sob fogo de artifício;
há muito que não há passeios de barco ao som de violinos em lagos banhados pelo luar.
Assim que se viram beijaram-se demorada e ternamente,
após o que ele lhe ofereceu uma bela e fresca rosa vermelha.
Sussurrando: «A flor da paixão violenta e arrebatada,
a que tudo submete, que tudo consome, tudo incendeia!»
E nessa noite a melancolia desapareceu e a felicidade explodiu.
Dois corpos flamejantes abriram feridas na esperança e no medo.
Mais profundas que as abertas nas planícies por soldados e cavalos
porque estas, embora dolorosas, cicatrizam sempre mais tarde ou mais cedo.
Quando ela acordou de madrugada ele já tinha partido
mas deixara uma bela e fresca rosa branca a seu lado sobre o travesseiro.
Com um bilhete que dizia: «A flor do amor puro e eterno,
que vai além da vida e da morte por ser verdadeiro.»
* Napoleão Bonaparte
Hoje, 19 de Novembro de 2007, passam 200 anos sobre o início das invasões francesas de Portugal.
Poema (Nº 190) escrito em 1988 e incluído no meu livro «Alma Portuguesa».
ele e ela esqueceram-se de que havia uma guerra entre nações.
Estavam sós num enorme palácio abandonado ao crepúsculo
e o bater dos seus corações era mais forte do que o troar dos canhões.
Ela não podia continuar bordando e lendo poesia
depois de receber aquela carta lacrada do seu amado.
Ele obtivera uma breve licença da frente de batalha
e implorava-lhe que não faltasse a um encontro, talvez o último a ser marcado.
Eles sabem que serão condenados pelas suas aristocráticas famílias,
mas por bailes românticos e jantares faustosos não podem esperar.
Há muito que não há corridas de carruagens puxadas por cavalos brancos sob fogo de artifício;
há muito que não há passeios de barco ao som de violinos em lagos banhados pelo luar.
Assim que se viram beijaram-se demorada e ternamente,
após o que ele lhe ofereceu uma bela e fresca rosa vermelha.
Sussurrando: «A flor da paixão violenta e arrebatada,
a que tudo submete, que tudo consome, tudo incendeia!»
E nessa noite a melancolia desapareceu e a felicidade explodiu.
Dois corpos flamejantes abriram feridas na esperança e no medo.
Mais profundas que as abertas nas planícies por soldados e cavalos
porque estas, embora dolorosas, cicatrizam sempre mais tarde ou mais cedo.
Quando ela acordou de madrugada ele já tinha partido
mas deixara uma bela e fresca rosa branca a seu lado sobre o travesseiro.
Com um bilhete que dizia: «A flor do amor puro e eterno,
que vai além da vida e da morte por ser verdadeiro.»
* Napoleão Bonaparte
Hoje, 19 de Novembro de 2007, passam 200 anos sobre o início das invasões francesas de Portugal.
Poema (Nº 190) escrito em 1988 e incluído no meu livro «Alma Portuguesa».
quarta-feira, novembro 14, 2007
Orientação: Esquinas (11)
Três meses depois da publicação da Lei Nº 37/2007 de 14 de Agosto, que «aprova normas para a protecção dos cidadãos da exposição involuntária ao fumo do tabaco e medidas de redução da procura relacionadas com a dependência e a cessação do seu consumo» (e que só entra em vigor a 1 de Janeiro de 2008), está a partir de hoje também disponível no Esquinas o meu artigo «É só fumaça!», publicado originalmente em 1997.
domingo, novembro 11, 2007
Outros: Ecos do Fórum
A edição Nº 6435 do jornal Público, publicada hoje, 11 de Novembro de 2007, inclui, nas páginas 10 e 11 do caderno P2, o artigo «É tempo de curtas», escrito pela jornalista Dulce Furtado, e que constitui um balanço do Fórum Fantástico 2007, que se realizou nos passados dias 8, 9 e 10 de Novembro na Universidade Lusófona em Lisboa. Nele é referido, entre outros livros de contos que começam a ganhar algum destaque, aquele que eu estou a organizar: «O FF 2007 veio dar a achega de que está a ocorrer uma inversão, também no panorama literário português. Primeira prova dada pela publicação das antologias de contos de vários autores portugueses “Por Universos Nunca Dantes Navegados”, “A República Nunca Existiu!” e “Contos de Terror do Homem-Peixe”, ao que se somam “A Conspiração dos Abandonados – Contos Neogóticos”, de António de Macedo, e “Pequenos Mistérios”, do norte-americano Bruce Holland Rogers.» Convirá esclarecer que, de todos os livros citados, «A República Nunca Existiu!» é o único que ainda não está publicado.
sexta-feira, novembro 09, 2007
Obrigado: Aos que compareceram hoje
Exprimo aqui o meu agradecimento a todos aqueles que compareceram hoje à segunda sessão do Fórum Fantástico 2007 em que eu e Luís Côrte-Real, da editora Saída de Emergência, fizemos a «pré-apresentação» do livro «A República Nunca Existiu!», obra colectiva no sub-género «história alternativa» e que deverá ser apresentada no próximo dia 1 de Fevereiro de 1908, em que passarão 100 anos sobre o Regicídio que vitimou o Rei D. Carlos e o Príncipe D. Luís Filipe. Digo um «muito obrigado» muito especial à Épica/Associação Portuguesa do Fantástico nas Artes, em particular a Rogério Ribeiro e a Safaa Dib, por terem aceitado a minha sugestão e satisfeito o meu pedido, praticamente à «última hora», de inclusão no programa do Fórum deste ano do anúncio e divulgação de um projecto que nasceu, pode dizer-se, no Fórum do ano passado.
Outros: Comentário ao «nome do aeroporto»
Na edição de hoje, 9 de Novembro de 2007, do jornal Destak, na página 22, vem transcrita uma mensagem de António Brotas com comentários ao meu artigo «Que nome para o aeroporto?», publicado na edição do passado dia 3 de Novembro do jornal Expresso. O mesmo texto está, aliás, igualmente reproduzido no blog Novo Aeroporto de Lisboa, em entrada também com data de hoje.
segunda-feira, novembro 05, 2007
Oráculo: «Regicídio» no FF07
O Fórum Fantástico 2007, que decorrerá no auditório da Biblioteca Victor de Sá da Universidade Lusófona, em Lisboa (no Campo Grande), nos próximos dias 8, 9 e 10 de Novembro, vai incluir, no dia 9 (sexta-feira) e às 15.30 horas, uma pré-apresentação do livro «A República Nunca Existiu!». Este primeiro «anúncio oficial» da colectânea de contos de vários autores (que eu concebi e estou a organizar) estará a meu cargo e também de Luís Côrte-Real, da editora Saída de Emergência.
sábado, novembro 03, 2007
Orientação: Artigo no Expresso
A edição Nº 1827 do jornal Expresso, publicada hoje, 3 de Novembro de 2007, inclui, na página 36 (primeiro caderno), o meu artigo «Que nome para o aeroporto?» Comprem e leiam!
quinta-feira, novembro 01, 2007
Orientação: Esquinas (10)
Neste dia em que passa o 252º aniversário do Terramoto de Lisboa, fica mais uma vez o convite, agora através do Esquinas, para uma visita à Ópera do Tejo.
quarta-feira, outubro 31, 2007
Orientação: Esquinas (9)
Neste dia em que se assinala mais uma... Noite das Bruxas, ou Halloween, fica mais uma vez o convite, agora através do Esquinas, para uma visita à Simetria Sonora.
terça-feira, outubro 16, 2007
Orientação: Esquinas (8)
Uma semana depois de ter sido publicado originalmente no jornal O Diabo, está a partir de hoje disponível no Esquinas – e sem gralhas, mórbidas ou outras – o meu artigo «Keil, Fialho e Bruno».
terça-feira, outubro 09, 2007
Orientação: Mais um artigo n’O Diabo
A edição Nº 1606 do jornal O Diabo, publicada hoje, 9 de Outubro de 2007, inclui, na página 21, o meu artigo «Keil, Fialho e Bruno».
sábado, outubro 06, 2007
Orientação: Esquinas (7)
Seis meses depois de ter sido publicado originalmente no jornal Público, está a partir de hoje disponível no Esquinas o meu artigo «300 aos 50», sobre Frank Miller e o filme «300», baseado num dos seus livros.
sexta-feira, outubro 05, 2007
Orientação: Esquinas (6)
A partir de hoje, também no Esquinas, o meu artigo «Datas marcadas», em comemoração de mais um 5 de Outubro – o de 1143, não o de 1910.
quinta-feira, setembro 27, 2007
Orientação: Esquinas (5)
A partir de hoje, também no Esquinas, o meu artigo «MeDiana», publicado há 10 anos sobre a morte de Diana Spencer.
quarta-feira, setembro 26, 2007
Organização: «A marcha sobre Lisboa» na IGAC
Entreguei hoje, 26 de Setembro de 2007, na sede da Inspecção-Geral das Actividades Culturais, situada no Palácio Foz, em Lisboa, o requerimento de registo de direito de autor - que deu entrada sob o número 4051/07 - sobre mais uma obra: «A marcha sobre Lisboa» é um conto que constitui igualmente a minha contribuição para a obra colectiva «Livro do Regicídio» (título provisório), projecto que eu concebi e que estou a organizar, e que pretende assinalar os 100 anos do atentado em que foram assassinados o Rei D. Carlos e o Príncipe D. Luís Filipe. Deverá por isso ser apresentado a 1 de Fevereiro do próximo ano, em Lisboa.
segunda-feira, setembro 17, 2007
Orientação: Esquinas (4)
Neste dia de recomeço das aulas, fica mais uma vez o convite, agora através do Esquinas, para uma visita à Associação de Pais e Encarregados de Educação do Sobralinho.
domingo, setembro 09, 2007
Orientação: Esquinas (3)
Hoje, 9 de Setembro de 2007, prestei o meu terceiro contributo ao sítio Esquinas – desta vez, decidi «republicar» o meu artigo «Por uma nova literatura», já inserido aqui no «Octanas» e publicado originalmente na (já extinta) revista Tempo, na sua edição Nº 79 de 25 de Maio de 2005.
sábado, setembro 01, 2007
Opinião: «MeDiana»
Agora, olhando para trás, recordando tudo o que aconteceu, como começou, como acabou, parece perfeito. Morbidamente, perversamente perfeito. Uma verdadeira tragédia, ideal para uma peça dramática ou uma ópera séria de grande impacto.
Sabendo tudo o que sabemos, parece hoje «lógico», «natural», «normal», que Diana Spencer, Princesa de Gales, mãe do futuro Rei do Reino Unido, tenha morrido desta maneira. Violenta. Horrível. Imerecida. Prematura.
A morte de Diana parece-nos «lógica», tal como nos pareceram «lógicas» as mortes de Ayrton Senna – também num carro em alta velocidade – e de Freddie Mercury – vítima da Sida. Ou, mais remotamente, as mortes de James Dean – também num carro em alta velocidade! – de Marilyn Monroe e de Elvis Presley – ambos, alegadamente, vítimas de comprimidos em demasia. Violentas ou não, as suas mortes pareceram estar em consonância com as vidas que levaram: excessivas, rápidas, nos limites, mas em que foram seguidos e imitados por multidões de adoradores que viam neles modelos e exemplos de imagem e de comportamento, rigorosos e exigentes consigo próprios e com os outros.
Embora tendo muitas semelhanças com os de outras figuras que são símbolos culturais do nosso tempo, o caso de Diana é diferente. A sua notoriedade começou por ser instantânea, imediata e extremamente alta, ao contrário das «estrelas» referidas, e outras, cuja fama foi construída progressivamente, lentamente, à medida que os seus talentos iam sendo reconhecidos e as suas obras difundidas. Isto não aconteceu com Diana por dois motivos principais. Primeiro, ela não era uma pessoa qualquer – esposa do herdeiro do trono de Inglaterra, e logo, futura rainha! Segundo motivo, e talvez o mais importante: a fama de Diana iniciou-se e prolongou-se numa era em que os meios de comunicação conheceram o extraordinário desenvolvimento que hoje está à vista de todos. Os outros ídolos, os outros artistas, não tiveram ao seu dispor a quantidade e a qualidade de meios a que Diana teve acesso.
Diana constituiu o primeiro, e talvez por isso o maior, «objecto de estudo e de trabalho» da revolução mediática que transformou o Mundo em que vivemos. Consolidou-se durante 16 anos em que as novas tecnologias da informação e da comunicação abalaram o Mundo.
O «mito Diana» começou na altura em que o vídeo caseiro se generalizou. Em que o computador pessoal se tornou uma realidade útil e acessível, e cada vez mais sofisticada. Em que surgiram, ou se expandiram, todas as maravilhas da digitalização, a televisão por cabo, por satélite e de alta definição, a câmara de vídeo pessoal, os jogos de computador, o CD, o mini-disc, a DCC, a realidade virtual, a Internet. O mito Diana começou com uma transmissão televisiva internacional em directo – a do seu casamento – e acabou com outra – a do seu funeral.
Porém, o mais provável é que não tenha acabado. E que só agora, e verdadeiramente, tenha começado. Porque se antes ela já era considerada uma santa, pelas suas inúmeras, e cremos que sinceras, acções de caridade, generosidade e solidariedade, depois de morta a sua figura ganha definitivamente um contorno divino. Diana tem uma aura, e é electrónica. Para a maioria esmagadora de nós, que só a víamos nas imagens da televisão, das revistas e dos jornais, e nunca «ao vivo», as diferenças não serão muitas… porque continuaremos a vê-la, durante muitos e muitos anos, nessas mesmas imagens e talvez em outras, inéditas, que entretanto possam surgir. E continuaremos a não acreditar que ela tenha morrido.
As «imagens reais», paradas ou em movimento, asseguram muito mais a imortalidade do que os desenhos ou as pinturas dos séculos passados. E se as imagens em duas dimensões podem desempenhar essa função, imagine-se como será uma Diana reproduzida em três dimensões, para realidade virtual, ou recriada em imagens de síntese de computador, dizendo coisas que nunca disse, fazendo coisas que nunca fez. Poderemos assim dizer, exclamar: «Ela está entre nós!» Se não em corpo, pelo menos em espírito. Um espírito feito de «bits» de computador, de impulsos eléctricos, de ondas hertzianas.
Hoje, 1 de Setembro de 2007, passam 10 anos sobre a morte de Diana Spencer.
Artigo publicado na revista Cyber.Net Nº 27, 1997/10
Sabendo tudo o que sabemos, parece hoje «lógico», «natural», «normal», que Diana Spencer, Princesa de Gales, mãe do futuro Rei do Reino Unido, tenha morrido desta maneira. Violenta. Horrível. Imerecida. Prematura.
A morte de Diana parece-nos «lógica», tal como nos pareceram «lógicas» as mortes de Ayrton Senna – também num carro em alta velocidade – e de Freddie Mercury – vítima da Sida. Ou, mais remotamente, as mortes de James Dean – também num carro em alta velocidade! – de Marilyn Monroe e de Elvis Presley – ambos, alegadamente, vítimas de comprimidos em demasia. Violentas ou não, as suas mortes pareceram estar em consonância com as vidas que levaram: excessivas, rápidas, nos limites, mas em que foram seguidos e imitados por multidões de adoradores que viam neles modelos e exemplos de imagem e de comportamento, rigorosos e exigentes consigo próprios e com os outros.
Embora tendo muitas semelhanças com os de outras figuras que são símbolos culturais do nosso tempo, o caso de Diana é diferente. A sua notoriedade começou por ser instantânea, imediata e extremamente alta, ao contrário das «estrelas» referidas, e outras, cuja fama foi construída progressivamente, lentamente, à medida que os seus talentos iam sendo reconhecidos e as suas obras difundidas. Isto não aconteceu com Diana por dois motivos principais. Primeiro, ela não era uma pessoa qualquer – esposa do herdeiro do trono de Inglaterra, e logo, futura rainha! Segundo motivo, e talvez o mais importante: a fama de Diana iniciou-se e prolongou-se numa era em que os meios de comunicação conheceram o extraordinário desenvolvimento que hoje está à vista de todos. Os outros ídolos, os outros artistas, não tiveram ao seu dispor a quantidade e a qualidade de meios a que Diana teve acesso.
Diana constituiu o primeiro, e talvez por isso o maior, «objecto de estudo e de trabalho» da revolução mediática que transformou o Mundo em que vivemos. Consolidou-se durante 16 anos em que as novas tecnologias da informação e da comunicação abalaram o Mundo.
O «mito Diana» começou na altura em que o vídeo caseiro se generalizou. Em que o computador pessoal se tornou uma realidade útil e acessível, e cada vez mais sofisticada. Em que surgiram, ou se expandiram, todas as maravilhas da digitalização, a televisão por cabo, por satélite e de alta definição, a câmara de vídeo pessoal, os jogos de computador, o CD, o mini-disc, a DCC, a realidade virtual, a Internet. O mito Diana começou com uma transmissão televisiva internacional em directo – a do seu casamento – e acabou com outra – a do seu funeral.
Porém, o mais provável é que não tenha acabado. E que só agora, e verdadeiramente, tenha começado. Porque se antes ela já era considerada uma santa, pelas suas inúmeras, e cremos que sinceras, acções de caridade, generosidade e solidariedade, depois de morta a sua figura ganha definitivamente um contorno divino. Diana tem uma aura, e é electrónica. Para a maioria esmagadora de nós, que só a víamos nas imagens da televisão, das revistas e dos jornais, e nunca «ao vivo», as diferenças não serão muitas… porque continuaremos a vê-la, durante muitos e muitos anos, nessas mesmas imagens e talvez em outras, inéditas, que entretanto possam surgir. E continuaremos a não acreditar que ela tenha morrido.
As «imagens reais», paradas ou em movimento, asseguram muito mais a imortalidade do que os desenhos ou as pinturas dos séculos passados. E se as imagens em duas dimensões podem desempenhar essa função, imagine-se como será uma Diana reproduzida em três dimensões, para realidade virtual, ou recriada em imagens de síntese de computador, dizendo coisas que nunca disse, fazendo coisas que nunca fez. Poderemos assim dizer, exclamar: «Ela está entre nós!» Se não em corpo, pelo menos em espírito. Um espírito feito de «bits» de computador, de impulsos eléctricos, de ondas hertzianas.
Hoje, 1 de Setembro de 2007, passam 10 anos sobre a morte de Diana Spencer.
Artigo publicado na revista Cyber.Net Nº 27, 1997/10
sexta-feira, agosto 31, 2007
Olhos e Orelhas: Segundo Quadrimestre de 2007
A literatura: «Sucesso.pt – Casos de Excelência em Português», Luís Ferreira Lopes, Liliana Carvalho, Mafalda Avelar e Patrícia Cracel; «Contos», José Fialho de Almeida; «A Cidade e as Serras», Eça de Queirós; «O Último Eça» e «O Último Negreiro», Miguel Real; «O Último Evangelho», Sebastião Sá-Rodrigues; «Afonso, o Conquistador», Maria Helena Ventura; «E-Medo», Luísa Marques da Silva.
A música: «Fleetwood Mac», Fleetwood Mac; «This Is The Sea», Waterboys; «Eat Me Drink Me», Marilyn Manson; «Siren», Roxy Music; «Skylarking» e «Oranges & Lemons», XTC; «Laundry Service», Shakira; «Stadium Arcadium», Red Hot Chili Peppers; «Requiem à Memória de Camões», João Domingos Bomtempo (pela Orquestra Sinfónica e Coro da Rádio de Berlim dirigidos por Heinz Rogner).
O cinema: «Destino Final», James Wong; «O Pacificador», Adam Shankman; «O Candidato Manchuriano», Jonathan Demme; «A Intérprete», Sidney Pollack; «Constantine», Francis Lawrence; «Homem em Fogo», Tony Scott; «Medo e Nojo em Las Vegas», Terry Gilliam; «O Príncipe e Eu», Martha Coolidge; «Embate», Paul Haggis; «Confissões de uma Rainha Dramática Adolescente», Sara Sugarman; «As Dez Jardas Integrais», Howard Deutch; «O Terminal», Steven Spielberg; «Elektra», Rob Bowman; «Do Inferno», Albert e Allen Hughes; «13 Quase 30», Gary Winick; «Os Quatro Fantásticos», Tim Story; «25ª Hora», Spike Lee.
E ainda...: Museu da Música/Exposição «No Tempo dos Giradiscos»; Fundação Casa de Bragança – Paço Ducal e Castelo (Museu de Arqueologia + Museu da Caça) de Vila Viçosa; Fundação/Fórum Eugénio de Almeida (Évora) – Exposição «Um Silêncio Interior: Os Retratos de Henri Cartier-Bresson»; Câmara Municipal de Évora/TEOARTIS – 5º Festival/Bienal Internacional de Gravura de Évora.
A música: «Fleetwood Mac», Fleetwood Mac; «This Is The Sea», Waterboys; «Eat Me Drink Me», Marilyn Manson; «Siren», Roxy Music; «Skylarking» e «Oranges & Lemons», XTC; «Laundry Service», Shakira; «Stadium Arcadium», Red Hot Chili Peppers; «Requiem à Memória de Camões», João Domingos Bomtempo (pela Orquestra Sinfónica e Coro da Rádio de Berlim dirigidos por Heinz Rogner).
O cinema: «Destino Final», James Wong; «O Pacificador», Adam Shankman; «O Candidato Manchuriano», Jonathan Demme; «A Intérprete», Sidney Pollack; «Constantine», Francis Lawrence; «Homem em Fogo», Tony Scott; «Medo e Nojo em Las Vegas», Terry Gilliam; «O Príncipe e Eu», Martha Coolidge; «Embate», Paul Haggis; «Confissões de uma Rainha Dramática Adolescente», Sara Sugarman; «As Dez Jardas Integrais», Howard Deutch; «O Terminal», Steven Spielberg; «Elektra», Rob Bowman; «Do Inferno», Albert e Allen Hughes; «13 Quase 30», Gary Winick; «Os Quatro Fantásticos», Tim Story; «25ª Hora», Spike Lee.
E ainda...: Museu da Música/Exposição «No Tempo dos Giradiscos»; Fundação Casa de Bragança – Paço Ducal e Castelo (Museu de Arqueologia + Museu da Caça) de Vila Viçosa; Fundação/Fórum Eugénio de Almeida (Évora) – Exposição «Um Silêncio Interior: Os Retratos de Henri Cartier-Bresson»; Câmara Municipal de Évora/TEOARTIS – 5º Festival/Bienal Internacional de Gravura de Évora.
sábado, julho 21, 2007
Outros: Teatro Salvador Marques
Hoje, 21 de Julho de 2007, é a data da minha entrada na Comissão para a Reabilitação do Teatro Salvador Marques de Alhandra. Edifício notável, tanto pela obra em si como pelos muitos espectáculos e outros acontecimentos que albergou ao longo de mais de um século, deve o seu nome ao jornalista e dramaturgo nascido em 1844, e cujo centenário da morte se assinala, precisamente, este ano.
Encerrado há vários anos, o Teatro Salvador Marques continua desaproveitado e em risco de ser demolido devido à incúria e à incompetência da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. A fazer-lhe frente tem estado quase só a Comissão a que agora pertenço, que, através de estudos e pesquisas, presenças e participações em assembleias autárquicas, intervenções junto da comunicação social, colóquios e conferências, contactos com outras instituições e empresas, e até acções em tribunal, tem feito tudo o que lhe é possível para preservar um património de grande valor, para a região e para o país.
Este é um projecto que sem dúvida merece ser conhecido e apoiado. Divulguem-no!
Encerrado há vários anos, o Teatro Salvador Marques continua desaproveitado e em risco de ser demolido devido à incúria e à incompetência da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira. A fazer-lhe frente tem estado quase só a Comissão a que agora pertenço, que, através de estudos e pesquisas, presenças e participações em assembleias autárquicas, intervenções junto da comunicação social, colóquios e conferências, contactos com outras instituições e empresas, e até acções em tribunal, tem feito tudo o que lhe é possível para preservar um património de grande valor, para a região e para o país.
Este é um projecto que sem dúvida merece ser conhecido e apoiado. Divulguem-no!
sábado, julho 07, 2007
Obras: “Se7e”
Em todos os sete dias da semana
contavam-me histórias como as do João Mata Sete,
a Branca de Neve e os Sete Anões
e as Botas de Sete Léguas.
Tentava chegar ao sétimo céu
mas desistia quando contava as sete cores do arco íris
e aprendia música com o homem dos sete instrumentos.
Quando visitava as minhas sete quintas lembrava-me
que um ano na nossa vida corresponde a sete na de um cão.
Avisaram-me sobre os sete anos de azar se partisse um espelho
e os sete anos de solteiro se me sentasse na esquina de uma mesa.
Quando assistia a uma missa do sétimo dia
vi o Diabo a sete
e fugi... a sete pés!
Navegando pelos sete mares
visitei as sete maravilhas do Mundo.
Aprendi as sete artes,
excitei-me com a dança dos sete véus...
cometi os sete pecados mortais!
Fui fechado a sete chaves numa sela
onde combati e matei o bicho das sete cabeças.
Poema (Nº 12) escrito em 1982 e incluído no meu livro «Museu da História».
contavam-me histórias como as do João Mata Sete,
a Branca de Neve e os Sete Anões
e as Botas de Sete Léguas.
Tentava chegar ao sétimo céu
mas desistia quando contava as sete cores do arco íris
e aprendia música com o homem dos sete instrumentos.
Quando visitava as minhas sete quintas lembrava-me
que um ano na nossa vida corresponde a sete na de um cão.
Avisaram-me sobre os sete anos de azar se partisse um espelho
e os sete anos de solteiro se me sentasse na esquina de uma mesa.
Quando assistia a uma missa do sétimo dia
vi o Diabo a sete
e fugi... a sete pés!
Navegando pelos sete mares
visitei as sete maravilhas do Mundo.
Aprendi as sete artes,
excitei-me com a dança dos sete véus...
cometi os sete pecados mortais!
Fui fechado a sete chaves numa sela
onde combati e matei o bicho das sete cabeças.
Poema (Nº 12) escrito em 1982 e incluído no meu livro «Museu da História».
quarta-feira, julho 04, 2007
Orientação: Esquinas (2)
Hoje, 4 de Julho de 2007, prestei o meu segundo contributo ao sítio Esquinas - (a transcrição d)o meu artigo «Drogas: ou o “oito” ou o “oitenta”», publicado no jornal O Diabo no passado dia 26 de Junho.
segunda-feira, julho 02, 2007
Oráculo: «Livro do Regicídio» em Janeiro
Hoje, 2 de Julho de 2007, passam 75 anos sobre a data da morte, no seu exílio em Londres, e com apenas 42 anos de idade, do último Rei de Portugal, D. Manuel II – filho de D. Carlos I e irmão de D. Luís Filipe, assassinados a 1 de Fevereiro de 1908 em Lisboa. E daqui a cerca de seis meses, em Janeiro de 2008, deverá ser editado, pela Saída de Emergência, o «Livro do Regicídio» (título definitivo ainda por anunciar).
Tal como revelei em Fevereiro passado, este meu projecto consiste numa colectânea de contos de vários autores – foram convidados, e aceitaram, entre outros, António de Macedo, João Aguiar, Maria de Menezes e Miguel Real – que, assente no conceito de «realidade alternativa», parte pois dos seguintes pressupostos: e se o Regicídio nunca tivesse acontecido? E se a República nunca tivesse sido instaurada no nosso país? Mais novidades em breve!
Tal como revelei em Fevereiro passado, este meu projecto consiste numa colectânea de contos de vários autores – foram convidados, e aceitaram, entre outros, António de Macedo, João Aguiar, Maria de Menezes e Miguel Real – que, assente no conceito de «realidade alternativa», parte pois dos seguintes pressupostos: e se o Regicídio nunca tivesse acontecido? E se a República nunca tivesse sido instaurada no nosso país? Mais novidades em breve!
terça-feira, junho 26, 2007
Orientação: Outro artigo n’O Diabo
A edição Nº 1591 do jornal O Diabo, publicada hoje, 26 de Junho de 2007, inclui, na página 21, o meu artigo «Drogas: ou o “oito” ou o “oitenta”». Comprem e leiam!
quarta-feira, junho 13, 2007
Obras: “Variações”
Em 13 de Junho um poeta morre infeliz
vítima da doença antes de fruir todo o talento e glória.
Durante anos viajou pelo Mundo cantando o seu país
e este homenageou-o acolhendo-o na sua História.
Tem barba mas não se chama Luís
e a sua obra é feita de muitas variações.
O seu nome é António e alguém diz
que noutra época tinha por apelido Camões.
Poema (Nº 271) escrito em 1994 e incluído no meu livro «Alma Portuguesa».
vítima da doença antes de fruir todo o talento e glória.
Durante anos viajou pelo Mundo cantando o seu país
e este homenageou-o acolhendo-o na sua História.
Tem barba mas não se chama Luís
e a sua obra é feita de muitas variações.
O seu nome é António e alguém diz
que noutra época tinha por apelido Camões.
Poema (Nº 271) escrito em 1994 e incluído no meu livro «Alma Portuguesa».
domingo, maio 20, 2007
Obituário: António Simões Monteiro
Apenas hoje, 20 de Maio de 2007, tomei conhecimento do falecimento na passada sexta-feira, 18 de Maio, de António Simões Monteiro. Engenheiro, uma das grandes figuras do sector das novas tecnologias da informação e da comunicação em Portugal, nestes últimos dez anos e antes disso, desempenhou neste âmbito uma série de funções – divulgador, executivo, professor, dirigente associativo (era actualmente Director Geral da Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação), consultor... e jornalista: conheci-o em 1998 quando entrei como redactor para a revista Inter.Face, de que ele foi director. Lamento não ter estado presente no seu funeral; mas lamento muito mais o não voltar a encontrar e a falar com um homem com grandes qualidades pessoais e profissionais, sempre afável e disponível, a quem eu, tal como de certeza muitas outras pessoas, muito fiquei a dever, pelo que nos ensinou, pelo exemplo que constituiu.
quinta-feira, maio 17, 2007
Obrigado: Aos que compareceram hoje
Exprimo aqui o meu agradecimento a todos aqueles que compareceram hoje ao colóquio «Fialho de Almeida – 150 Anos», bem como à inauguração da respectiva exposição bibliográfica, realizado no Gabinete de Estudos Olisiponenses, em Lisboa. Digo um «muito obrigado» muito especial a António Cândido Franco, António Valdemar, Isabel Pinto Mateus, Guilherme de Oliveira Martins e Ricardo Revez por nos terem dado a honra da sua presença e o valor das suas intervenções. E uma saudação especial ao GEO, nomeadamente nas pessoas de Luísa Mellid Monteiro e de Ilda Crugeira, por ter aceite a minha ideia e concordado em co-organizar esta iniciativa.
quinta-feira, maio 10, 2007
Oráculo: 5 nomes para 17 de Maio
É de hoje a uma semana, a 17 de Maio de 2007, a partir das 18.30, que terá lugar no Gabinete de Estudos Olisiponenses, em Lisboa, o colóquio «Fialho de Almeida – 150 Anos» - uma iniciativa que, recordo, resulta de uma ideia minha. Estarão presentes, como oradores, António Cândido Franco, António Valdemar, Guilherme de Oliveira Martins, Isabel Pinto Mateus e Ricardo Revez.
segunda-feira, maio 07, 2007
Outros: Fialho no Público
A edição Nº 6247 do jornal Público, publicada hoje, 7 de Maio de 2007, inclui, na página 47, o artigo «Fialho de Almeida nasceu há 150 anos», da autoria de Isabel Pinto Mateus. Este texto representa a concretização de uma sugestão que eu fiz àquela docente e investigadora da Universidade do Minho, especialista naquela grande escritor português oitocentista (aliás, a sua tese de doutoramento foi sobre ele): porque não foi possível realizar hoje em Lisboa, como era meu objectivo, um colóquio/exposição sobre Fialho, não quis deixar de o evocar de alguma outra maneira na data em que passa século e meio sobre o seu nascimento. Assim: estabeleci o contacto com aquele jornal, informando da efeméride e inquirindo da disponibilidade em a assinalar – isto é, providenciei a «forma»; e Isabel Pinto Mateus forneceu o «conteúdo». Porém, dever-se-á mesmo organizar, brevemente, e por minha iniciativa, um evento sobre Fialho de Almeida na capital.
segunda-feira, abril 30, 2007
Olhos e Orelhas: Primeiro Quadrimestre de 2007
A literatura: «Confissões», José António Saraiva; «Sete Histórias Por Acontecer», Luísa Marques Da Silva; «Percepções E Realidade», Pedro Santana Lopes; «Espírito Infinito Negras Paisagens», S. Franclim; «Textos Neo-Gnósticos – Os Códigos Mistéricos Da Quinta Idade», António De Macedo; «A Morte Melancólica Do Rapaz Ostra E Outras Histórias», Tim Burton.
A música: «Roxy Music», «For Your Pleasure», «Country Life» e «Manifesto», Roxy Music; «Feline», Stranglers; «A Espuma Das Canções», Rui Veloso; «Bedtime Stories», Madonna; «Fake Chemical State», Skin; «Ten New Songs», Leonard Cohen; «Lovers Rock», Sade; «Too Long In Exile», Van Morrison; «Everlasting», Natalie Cole; «Substance», Joy Division; «One Of These Nights», Eagles; «Sonatas», Pedro António Avondano (por Rosana Lanzelotte); «Canções E Obras Para Piano», Alfredo Keil (por Ana Ferraz e Gabriela Canavilhas); «Vathek/Suite Alentejana Nº 2», Luís De Freitas Branco (pela Orquestra Filarmónica de Budapeste dirigida por András Kórodi).
O cinema: «O Código Da Vinci», Ron Howard; «Hellboy», Guillermo Del Toro; «Os 12 Do Oceano», Steven Soderbergh; «Carros», John Lasseter; «O Miar Do Gato», Peter Bogdanovich; «Por Cima Da Sebe», Tim Johnson e Karey Kirkpatrick; «Miúda De Um Milhão de Dólares», Clint Eastwood; «Starsky E Hutch», Todd Phillips; «Montanha Fria», Anthony Minghella; «Ali G», Mark Mylod; «Atlântida – O Império Perdido», Gary Trousdale e Kirk Wise; «Colateral», Michael Mann; «Tráfico», João Botelho; «O Último Metro», François Truffaut; «Os Diários Da Motocicleta», Walter Salles; «A Casa Monstruosa», Gil Kenan; «As Crónicas De Riddick», David Twohy; «Raparigas Más», Mark Waters; «Sahara», Breck Eisner; «A Marcha Do Imperador», Luc Jacquet; «Legalmente Loura 2 – Vermelha, Branca e Loura», Charles Herman-Wurmfeld; «Gato Preto, Gato Branco», Emir Kusturica; «As Esposas De Stepford», Frank Oz; «Perdido Na Tradução», Sofia Coppola; «O Fantasma Da Ópera», Joel Schumacher; «Extraterrestres Das Profundezas», James Cameron e Steven Quale; «Eu Tamanho Super», Morgan Spurlock; «Quase Famosos», Cameron Crowe.
E ainda...: CartoonXira 2007; Museu do Chiado - Columbano Bordalo Pinheiro/1857-2007.
A música: «Roxy Music», «For Your Pleasure», «Country Life» e «Manifesto», Roxy Music; «Feline», Stranglers; «A Espuma Das Canções», Rui Veloso; «Bedtime Stories», Madonna; «Fake Chemical State», Skin; «Ten New Songs», Leonard Cohen; «Lovers Rock», Sade; «Too Long In Exile», Van Morrison; «Everlasting», Natalie Cole; «Substance», Joy Division; «One Of These Nights», Eagles; «Sonatas», Pedro António Avondano (por Rosana Lanzelotte); «Canções E Obras Para Piano», Alfredo Keil (por Ana Ferraz e Gabriela Canavilhas); «Vathek/Suite Alentejana Nº 2», Luís De Freitas Branco (pela Orquestra Filarmónica de Budapeste dirigida por András Kórodi).
O cinema: «O Código Da Vinci», Ron Howard; «Hellboy», Guillermo Del Toro; «Os 12 Do Oceano», Steven Soderbergh; «Carros», John Lasseter; «O Miar Do Gato», Peter Bogdanovich; «Por Cima Da Sebe», Tim Johnson e Karey Kirkpatrick; «Miúda De Um Milhão de Dólares», Clint Eastwood; «Starsky E Hutch», Todd Phillips; «Montanha Fria», Anthony Minghella; «Ali G», Mark Mylod; «Atlântida – O Império Perdido», Gary Trousdale e Kirk Wise; «Colateral», Michael Mann; «Tráfico», João Botelho; «O Último Metro», François Truffaut; «Os Diários Da Motocicleta», Walter Salles; «A Casa Monstruosa», Gil Kenan; «As Crónicas De Riddick», David Twohy; «Raparigas Más», Mark Waters; «Sahara», Breck Eisner; «A Marcha Do Imperador», Luc Jacquet; «Legalmente Loura 2 – Vermelha, Branca e Loura», Charles Herman-Wurmfeld; «Gato Preto, Gato Branco», Emir Kusturica; «As Esposas De Stepford», Frank Oz; «Perdido Na Tradução», Sofia Coppola; «O Fantasma Da Ópera», Joel Schumacher; «Extraterrestres Das Profundezas», James Cameron e Steven Quale; «Eu Tamanho Super», Morgan Spurlock; «Quase Famosos», Cameron Crowe.
E ainda...: CartoonXira 2007; Museu do Chiado - Columbano Bordalo Pinheiro/1857-2007.
quinta-feira, abril 26, 2007
Obrigado: Aos que compareceram hoje
Exprimo aqui, em meu nome e no de Luís Ferreira Lopes, o nosso agradecimento a todos aqueles que compareceram hoje, em Peniche, na conferência de apresentação do nosso livro «Os Novos Descobrimentos – Do Império à CPLP: Ensaios sobre História, Política, Economia e Cultura Lusófonas», realizada na Escola Superior de Tecnologia do Mar do Instituto Politécnico de Leiria. Reiteramos uma saudação especial aos corpos discente e docente pelo seu interesse e disponibilidade. E dizemos um «muito obrigado» muito especial ao Prof. Luís Lima Santos, pelo convite, por ter sido o grande animador da iniciativa e da nossa visita.
quinta-feira, abril 19, 2007
Oráculo: «OND» na Escola do Mar
É de hoje a uma semana, a 26 de Abril de 2007 e a partir das 15 horas, que eu e Luís Ferreira Lopes iremos estar na Escola Superior de Tecnologia do Mar, um estabelecimento de ensino sediado em Peniche e integrado no Instituto Politécnico de Leiria. A convite do Prof. Luís Lima Santos, coordenador da Licenciatura em Gestão Turística e Hoteleira daquela escola, vamos fazer uma (nova) apresentação do nosso livro «Os Novos Descobrimentos – Do Império à CPLP: Ensaios sobre História, Política, Economia e Cultura Lusófonas» (editado pela Almedina em 2006) e discuti-lo com discentes e docentes.
quarta-feira, abril 18, 2007
Orientação: Esquinas
Hoje, 18 de Abril de 2007, prestei o meu primeiro contributo ao sítio Esquinas – um projecto colectivo interactivo, uma autêntica tertúlia que, além de se reunir regularmente «off line» (isto é, para bons almoços em bons restaurantes de Lisboa), também sentiu necessidade de existir permanentemente «on line» como forma de expressar o pensamento, a acção, a criatividade dos seus diversos elementos. E esse meu primeiro contributo é (a transcrição d)o meu artigo «Sem pejo», publicado no jornal O Diabo no passado dia 10 de Abril.
segunda-feira, abril 16, 2007
Orientação: O sítio da MAR
Está já activo o espaço, o sítio na Internet do meu projecto MAR – a revista que tem como objectivo dar a conhecer casos de «sucesso que fala(m) português». E enquanto não for possível concretizá-la numa publicação em papel periódica, a MAR existirá aqui, electronicamente, (mais ou menos) simbolicamente, demonstrando as suas potencialidades e desenvolvendo, na medida do possível, actividades. Estas passarão principalmente por, muito ou pouco, com maior ou menor regularidade, divulgar aqueles que falam português que são os melhores, ou quase, nas suas profissões, nos seus domínios, nos seus campos de acção.
sábado, abril 14, 2007
Oráculo: Recordar António Teixeira
É de hoje a um mês, a 14 de Maio de 2007, que se assinalam os 300 anos do baptizado (porque não se sabe a data do nascimento, mas que se supõe ter sido poucos dias antes) de António Teixeira, um dos mais importantes compositores da história da música portuguesa em geral e do século XVIII em particular. Tendo sido um dos artistas patrocinados e protegidos pelo Rei D. João V, estudou em Itália e, no regresso, além de pelas obras sacras, tornou-se conhecido pelas óperas que compôs sobre peças de teatro de António José da Silva – em especial «Guerras de Alecrim e Manjerona» e «As Variedades de Proteu». E porque até hoje só foi gravado e editado um disco - «Te Deum» - com músicas deste compositor (e por uma orquestra e uma editora inglesas!), decidi iniciar um projecto de gravação e edição de (mais) um disco com peças de António Teixeira. Já foram contactados maestro e músicos, já foram sondadas editoras, já foram convidadas empresas para apoiarem financeiramente este empreendimento cultural. Espero poder dar mais novidades em breve.
terça-feira, abril 10, 2007
Orientação: Artigo n’O Diabo
A edição Nº 1580 do jornal O Diabo, publicada hoje, 10 de Abril de 2007, inclui, nas páginas 20-21, o meu artigo «Sem pejo», sobre os dois mandatos de Jorge Sampaio enquanto presidente da república. Comprem e leiam!
sábado, abril 07, 2007
Oráculo: Recordar Fialho de Almeida
É de hoje a um mês, a 7 de Maio de 2007, que se assinalam os 150 anos do nascimento de Fialho de Almeida, um dos mais importantes escritores portugueses do século XIX. Por isso, já contactei a Câmara Municipal de Lisboa, mais concretamente através dos directores do Gabinete de Estudos Olisiponenses e da Hemeroteca Municipal, no sentido de se organizar uma conferência e uma exposição evocativas da vida e da obra do autor de «Os Gatos». Espero poder dar mais novidades em breve.
sexta-feira, abril 06, 2007
Orientação: Artigo no Público
A edição Nº 6216 do jornal Público, publicada hoje, 6 de Abril de 2007, inclui, na página 14 do suplemento Ípsilon, o meu artigo «Os anjos vingadores de Frank Miller», a propósito da estreia em Portugal do filme «300», baseado no livro daquele grande autor de BD norte-americano. Comprem e leiam!
terça-feira, março 13, 2007
Outros: Associação Agostinho da Silva
Hoje, 13 de Março de 2007, é a data da minha inscrição na Associação Agostinho da Silva. Tornar-me membro desta entidade que tem como objectivo preservar e divulgar a memória e a obra de um homem que foi uma das maiores figuras da cultura em língua portuguesa do século XX era algo que, admito-o, já há muito deveria ter feito. Aconteceu, finalmente, e num dia para mim especial: o do aniversário do nascimento do meu pai – a quem, postumamente, devo o ter podido conhecer o Professor.
O meu primeiro contributo para esta Associação foi o empréstimo de alguns dos materiais que possuo relacionados com Agostinho da Silva - nomeadamente recortes de jornais e de revistas, e ainda cartas e cartões manuscritos, redigidos por ele e dirigidos a mim – para serem devidamente copiados e integrados no vasto arquivo/biblioteca que a AAS está a construir na sua sede – localizada no edifício da Junta de Freguesia das Mercês, na Rua do Jasmim, Nº 11, perto da Praça do Príncipe Real.
O meu primeiro contributo para esta Associação foi o empréstimo de alguns dos materiais que possuo relacionados com Agostinho da Silva - nomeadamente recortes de jornais e de revistas, e ainda cartas e cartões manuscritos, redigidos por ele e dirigidos a mim – para serem devidamente copiados e integrados no vasto arquivo/biblioteca que a AAS está a construir na sua sede – localizada no edifício da Junta de Freguesia das Mercês, na Rua do Jasmim, Nº 11, perto da Praça do Príncipe Real.
quinta-feira, março 08, 2007
Obras: “Rosa”
És uma rosa branca que ostenta a pureza
mas não deixas de ter muitos picos aguçados.
Para te poder acariciar homenageando a tua beleza
os meus dedos sangram e tardam em ficar cicatrizados.
Das tuas pétalas exala-se um suave odor,
um aroma agradável de uma frescura primaveril.
Com a Primavera vieste em todo o teu esplendor;
contigo a vida será eternamente juvenil.
A um arrebatamento teu nada se assemelha.
De repente, a rosa branca tornou-se vermelha.
Crescer forte e saudável será a tua história.
Vou ter-te sempre, sempre junto a mim.
Cuidarei de ti e desabrocharás em glória
com as raízes bem assentes no meu jardim.
E quando fizermos a troca de pólens com regularidade
uma semente será criada como ode à fertilidade.
Hoje, 8 de Março de 2007, celebra-se (mais um) Dia Internacional da Mulher.
Poema (Nº 136) escrito em 1985 e incluído no meu livro «Alma Portuguesa».
mas não deixas de ter muitos picos aguçados.
Para te poder acariciar homenageando a tua beleza
os meus dedos sangram e tardam em ficar cicatrizados.
Das tuas pétalas exala-se um suave odor,
um aroma agradável de uma frescura primaveril.
Com a Primavera vieste em todo o teu esplendor;
contigo a vida será eternamente juvenil.
A um arrebatamento teu nada se assemelha.
De repente, a rosa branca tornou-se vermelha.
Crescer forte e saudável será a tua história.
Vou ter-te sempre, sempre junto a mim.
Cuidarei de ti e desabrocharás em glória
com as raízes bem assentes no meu jardim.
E quando fizermos a troca de pólens com regularidade
uma semente será criada como ode à fertilidade.
Hoje, 8 de Março de 2007, celebra-se (mais um) Dia Internacional da Mulher.
Poema (Nº 136) escrito em 1985 e incluído no meu livro «Alma Portuguesa».
quinta-feira, março 01, 2007
Outros: «OND» em exposição no ISCTE
Na biblioteca do Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (o estabelecimento de ensino superior onde, recordo, fiz a Licenciatura em Sociologia) abriu hoje ao público a exposição bibliográfica «PALOP/Portugal – Cooperação para o Desenvolvimento», que estará patente até ao último dia deste mês. Desta exposição, que conta com o apoio do Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento, faz também parte o livro «Os Novos Descobrimentos – Do Império à CPLP: Ensaios sobre História, Política, Economia e Cultura Lusófonas», escrito por mim e por Luís Ferreira Lopes – e cuja edição (pela Almedina no ano passado) foi, precisamente, apoiada pelo IPAD.
terça-feira, fevereiro 20, 2007
Opções: «Grandes Portugueses» («Parte 2»)
Hoje, dia de Carnaval, decidi participar na «segunda fase» da iniciativa «Grandes Portugueses» promovida pela RTP, apesar de lamentar que: a minha escolha da «primeira fase», Afonso de Albuquerque, não esteja entre os «finalistas»; e que nenhuma mulher esteja também presente nos «dez mais».
Assim, e utilizando todos os telefones que tenho à disposição (tal como é permitido e está previsto), decidi «repartir» - de forma desigual, note-se - os meus votos por três figuras: Afonso Henriques – por ter sido, de facto, o primeiro português, por ter, efectivamente, sonhado e criado Portugal; Luís de Camões – por ter personificado, melhor do que ninguém, a «portugalidade» intemporal, tanto na arte como na vida; e Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal – por ter constituído como que o «interface» entre o «Portugal antigo» e o «Portugal moderno», por ter fortalecido um país e reconstruído a sua capital.
Agora, que ganhe o «melhor»... desde que esse não seja, claro, nem Álvaro Barreirinhas Cunhal nem António Oliveira Salazar!
Assim, e utilizando todos os telefones que tenho à disposição (tal como é permitido e está previsto), decidi «repartir» - de forma desigual, note-se - os meus votos por três figuras: Afonso Henriques – por ter sido, de facto, o primeiro português, por ter, efectivamente, sonhado e criado Portugal; Luís de Camões – por ter personificado, melhor do que ninguém, a «portugalidade» intemporal, tanto na arte como na vida; e Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal – por ter constituído como que o «interface» entre o «Portugal antigo» e o «Portugal moderno», por ter fortalecido um país e reconstruído a sua capital.
Agora, que ganhe o «melhor»... desde que esse não seja, claro, nem Álvaro Barreirinhas Cunhal nem António Oliveira Salazar!
quinta-feira, fevereiro 01, 2007
Oráculo: Um livro para assinalar o Regicídio
Hoje, 1 de Fevereiro de 2007, passam 99 anos sobre a data do assassinato, em Lisboa, do Rei D. Carlos e do Príncipe D. Luís Filipe. A Real Associação de Lisboa, da qual me orgulho de ser membro, está a preparar uma série de iniciativas com as quais pretende evocar dignamente, daqui a um ano, o centenário de tão fatídico e funesto acontecimento. Uma delas foi proposta por mim e está actualmente em preparação: a edição de um livro de ficção, com contos de vários autores. Oportunamente irei dando mais informações sobre este projecto.
quarta-feira, janeiro 31, 2007
Opções: «7 Maravilhas»
É verdade que na lista apresentada existem algumas lacunas. É ainda mais verdade que esta iniciativa serve de (fraca) consolação pelo facto de nenhuma obra portuguesa estar na lista das mais importantes do Mundo, cuja escolha vai ter a sua apoteose em Lisboa. Porém, apesar disso, decidi participar na escolha das «7 Maravilhas» de Portugal. E os meus votos, enviados hoje, foram para (por ordem alfabética): Castelo de Guimarães; Convento de Cristo, Tomar; Convento de Mafra; Mosteiro da Batalha; Mosteiro dos Jerónimos, Lisboa; Paço Ducal de Vila Viçosa; Torre de Belém, Lisboa.
sábado, janeiro 27, 2007
Outros: SbH - e «Visões» - no Expresso e no Público
A edição Nº 1787 de hoje, 27 de Janeiro de 2007, do Expresso, inclui, na revista Única (páginas 32-36), o artigo «Livros em alta voz», cujo tema é a edição de áudiolivros no nosso país – e nele é feita uma referência (com fotografia) a Albertina Dias e à Solutions by Heart, «editora pioneira dos áudiolivros em Portugal», que já lançou, entre outros, a «versão em disco» do meu livro «Visões». Antes, a 19 de Janeiro, a edição do jornal Público desse dia incluía, no suplemento Mil Folhas (páginas 4-6), o artigo «Livros por ouvir», sobre o mesmo tema e igualmente com uma referência (mais pequena) à SbH.
sábado, janeiro 20, 2007
Ocorrência: 90 anos
A minha avó materna, Antónia Maria do Vale, completou hoje 90 anos de vida. Não é uma idade, e um número, qualquer. Bem pelo contrário: tratou-se de um momento muito especial. E o ano em que ela nasceu foi igualmente um ano muito especial. Foi o ano das Revoluções Russas, da partida do Corpo Expedicionário Português para França (para combater na Primeira Grande Guerra), das aparições de Fátima, da tomada do poder por Sidónio Pais, do «Ultimatum Futurista às Gerações Portuguesas» de José de Almada Negreiros, d’«O Emigrante» de Charles Chaplin. Nasceste em 1917, e ainda estás connosco. Obrigado, avó! Parabéns, avó!
domingo, janeiro 14, 2007
Orientação: Ópera do Tejo tem novo espaço
«Abriu hoje ao público» o sítio da Ópera do Tejo. Ou, mais concretamente, o espaço na Rede que é a sede do projecto que tem como objectivo permanente «recriar virtualmente» o Teatro Real do Paço da Ribeira de Lisboa, inaugurado em 1755 e destruído no mesmo ano pelo grande terramoto de 1 de Novembro.
Inicialmente, e como muitos devem saber, as imagens da evocação por computação gráfica que o nosso grupo – eu, Alexandra Câmara, Luís Sequeira e Silvana Moreira – realizou estiveram alojadas no sítio da ARCI (Associação Recreativa para a Computação e Informática). Porém, a nossa relação com aquela instituição cessou, e, em consequência, vimo-nos na necessidade de construir, finalmente, a nossa própria «casa». E ela aí está!
Inicialmente, e como muitos devem saber, as imagens da evocação por computação gráfica que o nosso grupo – eu, Alexandra Câmara, Luís Sequeira e Silvana Moreira – realizou estiveram alojadas no sítio da ARCI (Associação Recreativa para a Computação e Informática). Porém, a nossa relação com aquela instituição cessou, e, em consequência, vimo-nos na necessidade de construir, finalmente, a nossa própria «casa». E ela aí está!
No entanto, e tal como a nossa «ópera» é um protótipo em contínuo desenvolvimento, também o formato deste sítio é tudo menos definitivo. Ao longo do tempo iremos mudar e melhorar o seu desenho gráfico, alterar a sua estrutura, acrescentar conteúdos, adicionar funcionalidades. E neste processo, estamos, obviamente, receptivos a comentários e a sugestões.
domingo, dezembro 31, 2006
Olhos e Orelhas: Terceiro Quadrimestre de 2006
A literatura: «A Arte de Amar», Ovídio; «A Arte da Guerra», Sun Tzu; «Os Crimes do Amor», Marquês de Sade; «Todos os Nomes», José Saramago; «Sinal Breve», Ana Viana.
A música: «Chinatown», Thin Lizzy; «The Big Express», XTC; «Homework», Daft Punk; «Heathen», David Bowie; «Fallen», Evanescence; «Unknown Pleasures», Joy Division; «Hoje Há Conquilhas, Amanhã Não Sabemos», Banda do Casaco; «Ring Ring» e «Waterloo», Abba; «Quartetos (2º Volume)», João de Almeida Mota (pelo Quarteto Capela).
O cinema: «Guerra dos Mundos», Steven Spielberg; «Hidalgo», Joe Johnston; «Sem Direcção para Casa – Bob Dylan», Martin Scorsese; «Psicopata Americano», Mary Barron; «Júri em Fuga», Gary Fleder; «Leis da Atracção», Peter Howitt; «Assassinato na Casa Branca», Dwight Little; «As Profecias do Homem-Traça», Mark Pellington; «Embriagados de Amor», Paul Thomas Anderson; «À Maneira de Carlito», Brian de Palma; «Pago para Esquecer», John Woo; «Brilha», Scott Hicks; «Tróia», Wolfgang Petersen; «Alexandre», Oliver Stone; «Dick», Andrew Fleming; «Herói», Zhang Yimou; «A Noiva Cadáver», Mike Johnson e Tim Burton; «Mar Adentro», Alejandro Amenábar; «A Pequena Sereia», Ron Clements e John Musker; «Gothika», Mathieu Kassovitz; «Serendipicidade», Peter Chelsom; «Piratas das Caraíbas – O Cofre do Homem Morto», Gore Verbinski; «Algo Tem de Dar», Nancy Meyers; «A Idade do Gelo 2», Carlos Saldanha; «Agarrado a Ti», Bobby e Peter Farrelly.
E ainda...: Museu Nacional de Arte Antiga/Colecção Rau - exposição «Grandes Mestres da Pintura - de Fra Angelico a Bonnard»; «Guerras de Alecrim e Manjerona», letras de António José da Silva e músicas de António Teixeira, Teatro Nacional D. Maria II; APDC - 16º Congresso das Comunicações; Fórum Fantástico 2006.
quinta-feira, dezembro 07, 2006
Outros: SbH - e «Visões» - no Semanário Económico
A edição Nº 1039, de hoje, 7 de Dezembro de 2006, do jornal Semanário Económico inclui, na página 36, um artigo intitulado «Solutions by Heart lança 20 áudiolivros em 2007». Consistindo fundamentalmente numa entrevista a Albertina Dias, fundadora e directora daquela editora, nele se faz um balanço da actividade até ao momento da SbH – que incluiu, claro, a edição do áudiolivro «Visões», de que sou autor – e se revelam os planos e objectivos para o futuro.
Entretanto, a SbH vai fazer depois de amanhã, em Lisboa, e uma semana depois, no Porto, a apresentação de mais dois áudiolivros.
Entretanto, a SbH vai fazer depois de amanhã, em Lisboa, e uma semana depois, no Porto, a apresentação de mais dois áudiolivros.
sexta-feira, dezembro 01, 2006
Outros: GAO
Em dia de mais um aniversário da restauração da independência de Portugal, faço um convite para se visitar o sítio do Grupo dos Amigos de Olivença – uma instituição cujas iniciativas (como petições, por exemplo) eu já, obviamente, apoiei.
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