quinta-feira, dezembro 31, 2009

Olhos e Orelhas: Terceiro Quadrimestre de 2009

A literatura: «A Cabeça de Fernando Pessoa», Luís Filipe Cristóvão; «O Limite de Rudzky» e «Esoterismo da Bíblia», António de Macedo; «O Homem Certo para Gerir uma Empresa é uma Mulher», Rosália Amorim; «O Aniversário de Astérix e Obélix – O Livro de Ouro», René Goscinny e Albert Uderzo; «Um Herói Português – Henrique Paiva Couceiro», Vasco Pulido Valente; «Alex 9 – A Guardiã da Espada», Martin S. Braun; «A Câmara Secreta do Potala - Relato de uma Viagem ao Tibete», Yohannès C. Na Douma;  «Digno de um Mestre», Luís Richheimer de Sequeira, «Efemérides», João Barreiros, «Meu Anjo», Daniel Tércio, «Pai Querido», Gerson Lodi-Ribeiro, «A condessa preguiçosa», António de Macedo, «Mefisto», Silvana Moreira (de «Pecar a Sete», António de Macedo e Silvana Moreira (org.)).
A música: «Circo De Feras», Xutos E Pontapés; «Beat», King Crimson; «Exodus», Bob Marley & The Wailers; «Highway To Hell», AC/DC; «Tonight», David Bowie; «25 – The Greatest Hits», Simply Red; «Motetes/Missa Pro Defunctis», Pero de Gamboa/Lourenço Ribeiro (pelo Coro Gulbenkian dirigido por Jorge Matta).
O cinema: «As Crónicas de Spiderwick», Mark Waters; «A Cara que Mereces», Miguel Gomes; «Speed Racer», Andy & Larry Wachowski; «Entre os Muros», Laurent Cantet; «Adivinha Quem», Kevin Rodney Sullivan; «10 000 A. C.», Roland Emmerich; «Espanglês», James L. Brooks; «Aeon Flux», Karyn Kusama; «O Libertino», Laurence Dunmore; «Coraline», Henry Selick; «A Estranha em Mim», Neil Jordan; «O Acontecimento», M. Night Shyamalan; «Persépolis», Marjane Satrapi e Vincent Paronnaud; «20,13», Joaquim Leitão; «O Mistério da Estrada de Sintra», Jorge Paixão da Costa; «O Majestic», Frank Darabont; «Origens Homens-X – Wolverine», Gavin Hood; «Sexo e a Cidade», Michael Patrick King; «Terminador – Salvação», McG; «13 de Ocean», Steven Soderbergh; «Idade do Gelo - Madrugada dos Dinossauros», Carlos Saldanha.
E ainda...: Museu do Design e da Moda – Exposição «Ante-Estreia/De Le Corbusier a Alaia»; Divisão de Acção Cultural da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira/Celeiro da Patriarcal – Exposição Colectiva de Artes Plásticas do Grupo de Artistas e Amigos da Arte + Exposição de Aguarelas de Rui Pinheiro; Sociedade Portuguesa de Autores - Ciclo «Com Todas as Letras/Livros, Autores e Editores em Debate» - «FC e Literatura Fantástica/O Reinado da Imaginação (com David Soares, João Seixas, Luís Corte Real e Pedro Reisinho)»; Pavilhão Atlântico de Lisboa – Rammstein (2009/11/8); Museu do Neo-Realismo (Vila Franca de Xira) – Exposição «Soeiro Pereira Gomes – Na Esteira da Liberdade»; Convento de São José (Lagoa) – Exposição «Ortszeit/Local Time-Momento Local/Fotografias 1990-2004» de Stefan Koppelkamm; Biblioteca Nacional de Portugal – Exposições «A Expulsão dos Jesuítas dos Domínios Portugueses/250º Aniversário» + «Comboios de Livros/Fotografias de Duarte Belo» + «Luiz Pacheco/Contraponto/Um Homem Dividido Vale por Dois» + «Maria Judite de Carvalho/50 Anos de Vida Editorial»; Câmara Municipal de Lisboa – Exposição «Tapeçarias de Portalegre»; Biblioteca Municipal de Vila Franca de Xira – Exposição de Pintura «Entre Caminhos» de Carmen Direitinho.

domingo, dezembro 27, 2009

Orientação: Esquinas (59)

A partir de hoje está no blog Esquinas uma referência à minha renovada colaboração no sítio da Simetria, mais concretamente sobre os quatro textos que inseri recentemente sobre temas da ciência e da cultura com relação à ficção científica e ao fantástico.

terça-feira, dezembro 15, 2009

Ocorrência: Mais um Prémio SI

Hoje, no Hotel Tivoli, foram anunciados os galardoados com os Prémios e Homenagens Sociedade da Informação, iniciativa anual promovida pela Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação.
No Prémio Editorial (de jornalismo) Sociedade da Informação, o distinguido foi... eu, pelo artigo «Humáquinas – A ciência e a tecnologia estão a criar novos corpos», publicado no ano passado (na sua versão integral) no sítio da Associação Simetria (uma primeira versão, reduzida, havia sido publicada, também em 2008, no jornal Público). É a quarta vez (terceira vitória) que sou distinguido no âmbito deste prémio: recordo que em 1998, 1999 e 2000 foram-me atribuídos, respectivamente, um primeiro lugar absoluto, uma menção honrosa e um co-primeiro lugar ex-aequo.
No Prémio Personalidade do Ano o distinguido foi Vasco Matos Trigo. E no Prémio Homenagem a uma Vida o distinguido foi Lourenço Fernandes.

quarta-feira, dezembro 09, 2009

Obrigado: Aos que compareceram...

... À apresentação de «Poemas» de Alfred Tennyson, antes de ontem em Lagoa e hoje em Lisboa. No Algarve quero agradecer em especial a hospitalidade de Barbara Fellgiebel e de Fiona Perris, pela ALFA; na capital a de Helena Fernandes, pela BPCC – e ainda, muito em especial, a disponibilidade e a generosidade de Paulo Lowndes Marques, que me honrou com a sua presença e as suas palavras... sobre o livro, sobre o grande poeta inglês, sobre as relações anglo-portuguesas.

Orientação: Sobre casas portuguesas

A partir de hoje está no MILhafre (2) o meu texto «Casas portuguesas... sem certezas», a propósito de Almeida Garrett, da sua casa em Lisboa... e de outras residências notórias.

quarta-feira, dezembro 02, 2009

Oráculo: «Poemas» em Lagoa e em Lisboa

O livro «Poemas» de Alfred Tennyson, numa tradução para português (a primeira publicada exclusiva deste autor) feita por mim, e numa edição da Saída de Emergência, vai ser apresentado na próxima semana em dois locais: Lagoa e Lisboa.
A 7 de Dezembro, segunda-feira, pelas 19.30 horas, a apresentação decorrerá no Convento de São José, em Lagoa, durante o encontro mensal da ALFA/Association of the Literary and Film Friends of the Algarve.
A 9 de Dezembro, quarta-feira, pelas 18.30 horas, a apresentação decorrerá na Câmara de Comércio Luso-Britânica, em Lisboa, e contará com a presença de Paulo Lowndes Marques, presidente da Sociedade Histórica Britânica de Portugal. (Convite também aqui e aqui. Divulgação também aqui e aqui.)

terça-feira, dezembro 01, 2009

Orientação: blog MILhafre

A partir de hoje está no MILhafre (o «blogue do MIL, o fórum da Lusofonia», que vem complementar/desdobrar/substituir naquele âmbito o blog Nova Águia) o meu texto «“H” de Homem, “H” de Herói, ”H” de Henrique» - a propósito de Henrique Paiva Couceiro mas também com referências a Fernando Pessoa e, claro, a 1640.

segunda-feira, novembro 30, 2009

Outros: Livros de espantar

Com o Natal a aproximar-se será apropriado dar algumas sugestões de livros que amigos, conhecidos e «colegas» meus das áreas da FC & F escreveram e editaram recentemente. Para que as festas também tenham, como «prendas», espantos... e sustos!
Bruno Martins Soares, que comigo colaborou em «A República Nunca Existiu!», lançou (sob o pseudónimo Martin S. Braun) «Alex 9 – A Guardiã da Espada». Outro colaborador d’«A República...», João Seixas, organizou «Com a Cabeça na Lua».
David Soares tem não um mas sim dois livros novos - «Mucha» (com a ajuda de Mário Freitas e Osvaldo Medina) e «Brinca Comigo!» (ainda com as «aparições» de João Barreiros, João Ventura e Luís Filipe Silva). E Telmo Marçal tem «As Atribulações de Jacques Bonhomme» - o segundo livro de um autor português na colecção 1001 Mundos da Gailivro depois do meu «Espíritos das Luzes».
Começámos com um Bruno, terminamos com outro: Bruno Fonseca, que prossegue a sua «campanha» de divulgação... alternativa da sua obra «Fachoda – Contos de História Alternativa» - depois de recorrer ao suporte da Lulu, utiliza agora a estrutura da Biblioteca24x7 e até já está presente na Amazon!

sexta-feira, novembro 27, 2009

Orientação: Artigo na Blitz

Na edição de Dezembro de 2009 (Nº 42) da revista Blitz, e nas páginas 54 e 55, está o meu artigo «O homem por detrás do espelho» - sobre Marilyn Manson e as suas ligações ao cinema; nele também é feita uma referência à Simetria Sonora – por via da presença de MM na lista com todos os seus discos de originais. Comprem e leiam!

terça-feira, novembro 17, 2009

Orientação: blog Simetria

Com o texto «”Avatar” de hoje a um mês!», publicado hoje, inicio uma nova fase na minha colaboração com a Associação Simetria, de que sou membro. Assim, e para além do projecto permanente Simetria Sonora, começado há três anos, a minha contribuição passará também pela inserção – mais ou menos regular – de breves apontamentos sobre factos e figuras, obras e autores relevantes nos domínios da ficção científica e do fantástico... e também, ocasionalmente, no domínio da ciência que se aproxima da ficção e da fantasia. E, tal como acontece com o Obamatório, não darei alertas imediatos e singulares das actualizações que faça – apenas (eventuais) alertas periódicos e plurais.

segunda-feira, novembro 09, 2009

Obras: «Estados» (a propósito do Muro de Berlim)

Passam hoje 20 anos sobre a queda do Muro de Berlim. Ou, mais correctamente, sobre a autorização, dada pelas autoridades da então RDA aos seus cidadãos, de passagem da fronteira para a então RFA. Além do início da demolição do «muro da vergonha», esta data assinalou o começo do processo de reunificação da Alemanha, e, consequentemente, também do realinhamento e reformulação das relações e políticas europeias... e até mundiais.
Há duas décadas eu estava no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa a frequentar a licenciatura em Sociologia daquele instituto. E, curiosamente, tinha escolhido «Políticas Europeias Comuns» como uma das disciplinas optativas nesse ano lectivo de 1989/1990. Pelo que foi inevitável que o primeiro trabalho apresentado por mim, pensado e elaborado «em cima dos acontecimentos», tivesse, como tema, «As mudanças a Leste e a Comunidade Europeia».
Assim, e porque me parece oportuno e relevante este exercício de memória, deixo a seguir alguns excertos desse meu trabalho, que viria a integrar o livro (ainda não publicado) «Estados – Ensaios sobre Sistemas de Poder», que tem como autor, além de mim, o meu amigo (e colega no ISCTE) Rui Paulo Almas.

«(...) “Os países de Leste têm também raízes históricas europeias muito fortes para que estejam relegados para um plano de enquadramento comunitário demasiado remoto. Se a construção do mercado único entre os países da Europa Ocidental membros da Comunidade vier a implicar uma clivagem acrescida entre o comércio do novo mercado e os países de Leste, o desiderato da União Europeia fica fortemente prejudicado.”
As extraordinárias transformações ocorridas a Leste, impulsionadas pela “Perestroika” de Mikhail Gorbatchov e consideravelmente aceleradas após a queda do Muro de Berlim, só vieram confirmar a actualidade e a pertinência daquelas palavras. E vieram também relançar o debate sobre quais devem ser os principais objectivos da Comunidade Europeia. Mais: sobre o que deve ser a própria Comunidade Europeia. Na verdade, parece-nos que se tornou um pouco prematuro falar neste momento em “Políticas Comuns” antes de se (re)definir o que se entende por “Europeias”. Por isso mesmo nos parece também correcto afirmar que o debate cooperação/integração – que nos últimos tempos tinha sido substituído pelo debate integração/unificação – tem agora novas e melhores condições para se desenvolver... e uma maior legitimidade. (...)
Era mais ou menos este, numa síntese possível, o “estado das coisas” no interior da Comunidade Económica Europeia em finais de Outubro do ano passado. Porém, poucos dias depois, em 9 de Novembro de 1989 – uma data que ficará para a História – o Muro de Berlim cai. A partir de aqui, nada será como antes; e apesar de os acontecimentos a Leste não implicarem necessariamente, pelo menos de imediato, uma alteração profunda nos principais objectivos da Comunidade, eles vão todavia condicionar inevitável e decisivamente o timing e os modos da sua concretização. (...)
A Cimeira (extraordinária) de Paris de 18 de Novembro, que reuniu os chefes de Estado e de Governo dos países da Comunidade, constituiu a primeira tentativa de resposta concertada às mudanças aceleradas ocorridas nos países da Europa de Leste por parte dos Estados membros da CEE.(...)
Se já muito antes dos acontecimentos na Europa de Leste se duvidava da possibilidade da concretização efectiva do Acto Único em geral e do Mercado Interno em particular, depois da queda do Muro de Berlim as dúvidas avolumaram-se até um ponto em que é legítimo perguntar: faz hoje sentido continuar a insistir na união política da Europa?
Ao contrário do que afirmam, entre outros, François Mitterrand e Jacques Delors, as mudanças nos países de Leste não ocorreram devido principalmente ao facto de a CEE constituir um pólo de atracção, mas sim devido, essencialmente, ao movimento de reformas – a “Perestroika” - desencadeado pelo líder soviético Mikhail Gorbatchov, que permitiu a esses povos exigirem – e conseguirem – mais liberdade e mais democracia e, o que é mais importante, afirmarem a sua própria identidade nacional e cultural.
O que está a acontecer no Leste é a explosão – por vezes trágica – dos nacionalismos; ou seja, um fenómeno totalmente oposto à tendência que se está a tentar consolidar na Europa dos Doze. E apesar de os Estados membros do Comecon estarem agora a solicitar a ajuda dos Estados membros da CEE, não nos parece que isso signifique que aqueles desejam passar de um “federalismo” para outro. (...)»

(Efeméride referida igualmente no Esquinas (58).)

quarta-feira, novembro 04, 2009

Obras: “1984”

Eu deveria ter adivinhado...
Eu deveria ter calculado...
Bastava fazer as contas:
mil novecentos e oitenta e quatro, noves fora...
dá quatro.

Afinal, George Orwell estava enganado,
mas quatro cavaleiros apareceram
trazendo o meu apocalipse privado.

Eles deixaram sinais...
Eles deixaram avisos...
Porque antes levaram quatro imortais,
assim iniciando os choros e findando os risos.

António Variações, cantando, se calou.
Ary dos Santos, declamando, se parou.
Baptista Pereira, nadando, se secou.
Joaquim Agostinho, pedalando, se apeou.

E no desporto despontaram quatro memoráveis momentos desse ano:
derrotas deprimentes, ante italianos e franceses, do Porto e de Portugal;
três medalhas olímpicas, uma de ouro para Carlos Lopes, o nosso herói;
no Estoril regressou a Fórmula 1 e Niki Lauda foi, de novo, campeão mundial.

Mas esse Verão passou e com ele outra vida se desfolhou;
no Dia de Finados vi um carro funerário e pressenti que estava perto.
E a 4 de Novembro, às quatro da manhã, num quarto de um quarto andar,
o futuro surgiu branco como o lençol cobrindo quem nunca mais veria desperto.

Na música procurei alívio e ânimo para uma existência à beira da desistência.
Ouvi canções sobre liberdade, guiar, duas tribos, nascido nos Estados Unidos.
Eu sabia que era Natal, e a melhor prenda foi realmente o disco de um príncipe
que, qual feiticeiro, fez cair uma chuva púrpura que purificou os meus sentidos.


Poema (Nº 293) escrito em 2004 (a 4 de Novembro) e incluído no meu livro «Espelhos».

(Evocação também no Esquinas (57).)

domingo, novembro 01, 2009

Organização: «Lisboa 1755»... é para continuar!

Mais um ano que passa desde a grande tragédia do século XVIII, mais um ano que passa desde a destruição do Teatro Real do Paço da Ribeira... mais uma ocasião para informar sobre a situação do projecto que eu iniciei há cinco anos.
Como relatei aqui em Fevereiro, a recriação virtual da Ópera do Tejo evoluiu, expandiu-se – entretanto também com um sítio na Internet próprio – para a recriação virtual da Lisboa Pré-Terramoto 1755. Porém, o correspondente, e reformulado, projecto, denominado «Cidade e Espectáculo – Uma Visão da Lisboa Pré-Terramoto», apresentado à Fundação para a Ciência e Tecnologia no âmbito de um concurso de projectos de investigação científica e desenvolvimento tecnológico, não foi, surpreendentemente, aprovado pelo respectivo júri. Ou seja, não nos foi concedido o (avultado mas justificado) financiamento que havia sido requerido, e que nos permitiria realizar um trabalho de ainda maior qualidade. No entanto, não está afastada a probabilidade de voltarmos a concorrer numa próxima edição do mesmo concurso.
Se a nível nacional a nossa iniciativa não está a ter todo o reconhecimento que merece, a nível internacional está a começar a deixar uma boa impressão: marcámos presença (a 12 de Setembro) em Viena no VSMM 2009 – 15ª Conferência Internacional sobre Sistemas Virtuais e Multimédia, e (a 21 de Setembro) em Varsóvia no Congresso Internacional sobre a Cultura do Barroco Espanhol e Ibero-Americano e o seu Contexto Europeu; para além disto, a Ópera do Tejo/Lisboa Pré-1755 é a base que possibilitou à – portuguesa e nossa associada – Beta Technologies desempenhar o papel principal no desenvolvimento da fase 3 do projecto Theatron.
Neste ano que passou surgiram igualmente novas informações, e especulações, de que, afinal, até podem ter subsistido partes – concretas, físicas! – da Ópera do Tejo. Uma hipótese extraordinária, inesperada, que, obviamente, iremos analisar atentamente.

terça-feira, outubro 20, 2009

Opções: Em Defesa da Reserva Agrícola Nacional

Assinei hoje a petição «Em Defesa da Reserva Agrícola Nacional». Quem quiser fazer o mesmo deve ir aqui. Esta é uma posição que reiterei no Esquinas (56).

quarta-feira, outubro 14, 2009

Organização: Simetria em renovação

A Simetria/Associação Portuguesa de Ficção Científica e de Fantástico teve a sua «base de operações», o seu «quartel-general», enfim, a sua sede, no Pavilhão do Dramático de Cascais. Porém, no início deste milénio, e além de outros motivos, a desactivação – e depois a demolição – daquele edifício implicou para a Simetria um período de dispersão (do seu material) e de inacção... até agora.
Em 2008 perguntei a Luísa Marques da Silva, minha colaboradora no livro «A República Nunca Existiu!» e professora e investigadora no Instituto Superior Técnico, se seria possível àquela instituição vir a albergar a associação. No final do ano passado a resposta tinha sido dada e era positiva: a biblioteca da Simetria – cerca de 5000 objectos, principalmente livros mas também revistas e vídeos – foi transferida para o pólo do IST no Taguspark, em Oeiras, onde pode ser acedida por qualquer discente, docente ou funcionário não docente do instituto - bem como, obviamente, pelos sócios da associação.
Este ano, e neste Outono, concluída a instalação, inicia-se uma nova fase no funcionamento da Simetria: foi já anunciado um concurso de mini-contos; e no próximo dia 19 de Outubro (segunda-feira), às 19 horas, na sala 0.32 do IST-Tagus, Luís Miguel Sequeira vai proferir uma conferência sobre o tema «Os direitos das inteligências artificiais», a que se seguirá um debate. Duas primeiras iniciativas do que se pretende que seja uma longa série, e que marcam - com o meu projecto Simetria Sonora - o retorno da Simetria ao primeiro plano do panorama da ficção científica e do fantástico em Portugal. (Informação dada também no Esquinas (55).)

terça-feira, outubro 13, 2009

Outros: Alfred Tennyson no Get Real (outra vez)

Na edição de hoje (Nº 141) do jornal Get Real, e na página 29, está, na secção «Broaden your vocabulary», a minha tradução para português do poema «Crossing the Bar» de Alfred Tennyson. Com o título «Cruzando a barra», este é um dos 50 poemas que eu traduzi e que integram um livro que o grupo Saída de Emergência vai editar ainda este ano. É a segunda vez que este semanário gratuito em inglês, dirigido principalmente à comunidade britânica residente no Algarve, faz uma referência ao meu projecto sobre o grande autor inglês do século XIX – a primeira havia sido na edição 134, de 25 de Agosto.

sexta-feira, outubro 02, 2009

Outros: «A República...» na RTP 2 (outra vez)

O livro «A República Nunca Existiu!» foi mencionado e mostrado no programa da RTP 2 «Sociedade Civil» emitido hoje (mesmo a acabar, antes dos créditos finais...) O tema foi, exactamente, «E se não tivesse existido República?», e os convidados de Fernanda Freitas foram António Reis, Inês Pedrosa, José Adelino Maltez e Rui Gomes Araújo. Este livro que eu concebi, organizei, e em que participei com mais 13 autores, editado pela Saída de Emergência em Janeiro de 2008 para assinalar o centenário do Regicídio, já havia sido no ano passado objecto de referência num outro programa do segundo canal da televisão pública: o «Câmara Clara».

quinta-feira, outubro 01, 2009

Orientação: Simetria Sonora (versão 4)

Hoje, Dia Mundial da Música, é pela quarta vez a data adequada para a apresentação da nova versão – a quarta, precisamente – da Simetria Sonora. Mais 50 títulos foram acrescentados, pelo que são agora 200 discos de FC & F! A ler... e a ouvir. (Informação dada também no Esquinas (54).)

sexta-feira, setembro 25, 2009

Orientação: Sobre bandeiras

A partir de hoje está no Esquinas (53) o meu texto «Sob a bandeira arco-íris», onde tento fazer uma reflexão bem humorada sobre a relevância da homossexualidade para os «republicanos, laicos e socialistas» portugueses.

terça-feira, setembro 22, 2009

Organização: No CC do MIL

Por convite de Renato Epifânio, reiterado por Miguel Real, aceitei ser membro do Conselho Consultivo do Movimento Internacional Lusófono. Esclareço, porém, que esta decisão não altera a minha posição – de oposição – ao Acordo Ortográfico.