Por sugestão minha, foi enviado pela Gailivro na semana passada, tendo chegado ontem, um exemplar de «Espíritos das Luzes» a Inglaterra, mais concretamente à Beckford Society (e a Sidney Blackmore, o seu secretário), instituição que se dedica a preservar, a divulgar e a estudar a vida e a obra de William Beckford, que é um dos protagonistas principais daquele meu livro; daquela sociedade já havia recebido a mais recente edição da sua publicação principal, The Beckford Journal. Este intercâmbio pode igualmente ser entendido como o meu contributo, necessariamente modesto (e atrasado), para a celebração (em 2010) do 250º aniversário do nascimento daquele autor inglês. E esta é a segunda vez que é entregue para lá do Canal da Mancha a uma entidade específica de cariz cultural um trabalho meu com ela relacionado: no ano passado o Tennyson Research Centre já tinha dois exemplares da minha tradução de «Poemas» de Alfred Tennyson, editada pela Saída de Emergência.
quarta-feira, março 16, 2011
sexta-feira, março 04, 2011
Obrigado: Aos que compareceram...
... Hoje, no Palácio da Independência, em Lisboa, para assistirem ao (e participarem no) colóquio «Recordar Fialho de Almeida no Centenário da sua Morte», uma iniciativa minha que eu co-organizei com a Sociedade Histórica da Independência de Portugal. A esta eu expresso, pela disponibilidade e pela colaboração, a minha gratidão, nas pessoas de Jorge Rangel, presidente da Direcção, e de Ana Proserpio, responsável pelos Serviços Culturais da SHIP. E também um «muito obrigado» muito especial aos especialistas (docentes e investigadores) em história e literatura portuguesas que aceitaram o meu convite para serem oradores: Duarte Drumond Braga, Isabel Pinto Mateus e Ricardo Revez.
De referir que o colóquio foi divulgado na blogosfera e na comunicação social. Destaco: Corta-Fitas; Instituto da Democracia Portuguesa; Nova Águia; Os Meus Livros (na agenda (página 14) e num artigo (páginas 28 e 29) da edição de Março de 2011, Nº 96, escrito por João Morales, director da revista); RTP2 (no programa «Câmara Clara»). É de destacar também o programa da TSF «Aos Domingos com Fialho», cuja emissão de 13 de Março teve como convidada Isabel Pinto Mateus.
sábado, fevereiro 26, 2011
Orientação: Sobre Eno e Byrne, na Blitz
Na edição de Março de 2011 (Nº 57) da revista Blitz, e nas páginas 30-34 (na rubrica «Retrovisor»), está o meu artigo «Os fantasmas saíram do arbusto», sobre o disco «My Life in the Bush of Ghosts», de Brian Eno e de David Byrne, a propósito dos 30 anos do seu lançamento. Faço notar que, apesar de a Blitz (tal como todas as publicações do grupo Impresa) ter aderido ao Acordo Ortográfico, este meu artigo constitui, obviamente, uma excepção, estando escrito em português normal e decente.
sexta-feira, fevereiro 18, 2011
Outros: Flora digital
Cristina Flora, mais do que uma querida amiga, é uma competente e talentosa colega no jornalismo e na literatura. Autora de três romances publicados («A Saudade do Rei», «A Inconstância dos Teus Caprichos» e «Leva-me Esta Noite»), é também uma dedicada contista, disso sendo talvez o melhor exemplo (e o mais conhecido) o que escreveu para «A República Nunca Existiu!», intitulado «A Rainha adormecida», que aliás fecha (com «chave de ouro») o primeiro volume daquela antologia.
Disponível para novas experiências, e sem paciência para esperar pelas respostas de editoras cujas preferências e critérios editoriais são muitas vezes incompreensíveis, Cristina Flora decidiu no ano passado criar uma nova página no Facebook: Contos On-Line, um autêntico «jardim digital» onde tem cultivado «flores e frutos» narrativos, pequenos mas «nutritivos», que dão por nomes como «O dilema do Capuchinho Vermelho», «O feitiço pink» e «Tempo divino» - enredos que (confirmando o estilo da autora) têm o amor como tema central e em que o «fantástico», em vez de «inquinar» a realidade com ideias e situações insólitas, integra-as para assim mais a enriquecer e a fortalecer. Boas leituras! (Recomendação também no Esquinas (88) e no MILhafre (27), e ainda no Simetria Blog.)
terça-feira, fevereiro 08, 2011
Oráculo: 100 anos após Fialho, na SHIP
No próximo dia 4 de Março de 2011 assinala-se o centenário da morte do escritor Fialho de Almeida. E, na mesma data, a partir das 17.30 horas, realiza-se no Palácio da Independência, em Lisboa, um colóquio evocativo da efeméride, numa co-organização com a Sociedade Histórica da Independência de Portugal – que aceitou uma proposta minha nesse sentido.
Serão três os oradores, todos eles especialistas da vida e da obra do autor de «Os Gatos» e da história e da literatura portuguesa da sua época: Duarte Drumond Braga, cuja tese de mestrado se intitulou «Espaço e Imaginário da Fronteira em "O Sentimento dum Ocidental", em Narrativas de Fialho de Almeida e n'"Os Pobres" de Raul Brandão»; Isabel Pinto Mateus, cuja tese de doutoramento se intitulou «Kodakização e Despolarização do Real: Para uma Poética do Grotesco na Obra de Fialho de Almeida» - publicada pela Editorial Caminho em 2008, tendo conquistado dois prémios de ensaio (Óscar Lopes e PEN); Ricardo Revez, cuja tese de doutoramento se intitulou «A Ideia de Decadência Nacional em Fialho de Almeida».
É de referir, e recordar, que Isabel Pinto Mateus e Ricardo Revez já haviam estado presentes, enquanto oradores, em outro colóquio sobre Fialho de Almeida, realizado, aquando dos 150 anos do nascimento do escritor, em 2007 no Gabinete de Estudos Olisiponenses, também sob sugestão minha.
terça-feira, fevereiro 01, 2011
Obras: Vem aí o Volume 2...
... De «A República Nunca Existiu!» O dia em que se assinala mais um aniversário (o centésimo terceiro) do assassinato, por republicanos, do Rei D. Carlos e do Príncipe Luís Filipe, constitui o momento adequado para se fazer um breve ponto da situação da segunda parte da antologia colectiva de contos de história alternativa que eu concebi, cujo primeiro volume foi lançado em 2008.
A edição continua a estar prevista para o primeiro semestre deste ano; alguns dos autores convidados já concluiram e enviaram-me os seus contos – entre eles está António de Macedo; Pedro Piedade Marques, que realizou o (magnífico) desenho de paginação de «Poemas» de Alfred Tennyson (que eu traduzi), vai fazer o mesmo trabalho n’«A República... 2». E eu já redigi a versão inicial da introdução, de que transcrevo em seguida um excerto:
«(...) Apesar de não ter sido (de longe!) o mais vendido no historial da Saída de Emergência, este livro («A República Nunca Existiu!») foi, quase de certeza, o que mais referências recebeu, e durante o maior período de tempo, de entre todos os que já foram lançados por este grupo editorial. Houve, há, obviamente, um motivo principal para esta “durabilidade”, e deve-se dizê-lo sem falsas modéstias: a originalidade, e até a ousadia, do conceito que lhe está na base. A que se deve acrescentar o momento em que foi concretizado: entre dois centenários, o do Regicídio e o da implantação da República, quando, previsivelmente, a disponibilidade para produzir e para consumir factos e ficções relativos à História (mais ou menos) recente de Portugal aumentou, e muito. E, logo após a edição do primeiro volume, cedo ficou evidente que se justificava a edição de um segundo: o assunto ainda dava muito «pano para mangas», ainda proporcionava muita «margem de manobra», e havia outros autores com os quais eu muito gostaria de colaborar, de trabalhar, num projecto deste tipo. E não há que escondê-lo: o objectivo inicial era mesmo lançar este segundo volume de contos sobre um “Portugal alternativo” aquando dos 100 anos da República, em Outubro de 2010. Contudo, e por motivos a que não interessa agora aludir, tal não foi possível. Mas até foi melhor assim; há “males que vêm por bem”. “A República Nunca Existiu! – Volume 2” é lançado num “ambiente” mais “desanuviado” em termos “literário-comemorativísticos”. (...)»
quarta-feira, janeiro 26, 2011
Opções: Pelos Painéis de São Vicente
Assinei hoje a petição/carta aberta «À Senhora Ministra da Cultura do Governo de Portugal» sobre a realização de «uma outra exposição, esta de arte contemporânea, intitulada “D’Après Nuno Gonçalves”, e compreendendo as vertentes de pintura, escultura, instalação, vídeo e fotografia» no Museu Nacional de Arte Antiga, em Lisboa. Quem quiser fazer o mesmo deve ir aqui. Esta é uma posição que reiterei no Esquinas (87).
domingo, janeiro 23, 2011
Observação: Das eleições de hoje se conclui...
.... Definitivamente que Portugal, cuja maioria dos eleitores continua a dar vitórias claras a Pinto de Sousa e a Cavaco Silva mesmo quando já há um conhecimento completo das suas execráveis personalidades e comportamentos, merece todo o mal que lhe acontece. (Lamento também no Esquinas (86) e no MILhafre (26).)
sexta-feira, janeiro 14, 2011
quarta-feira, janeiro 05, 2011
Organização: Novo «e-ndereço»
Substituindo o anterior, «alojado» no Tugamail (sítio e serviço que parece ter definitivamente «desaparecido em combate»), o Octanas tem um novo endereço de correio electrónico - octanas.blog@gmail.com – para quem quiser contactar-me sem ser pelas caixas de comentários do blog; fica igualmente visível em permanência, a partir de agora, na última linha do perfil («Origem»), à esquerda.
segunda-feira, janeiro 03, 2011
Obituário: Paulo Lowndes Marques
2010 já havia acabado mal, com a morte de Carlos Pinto Coelho. E 2011 começa também de uma forma funesta com o falecimento, logo a 1 de Janeiro, de Paulo Lowndes Marques.
Veterano da Guerra no Ultramar (foi fuzileiro em Angola), advogado, destacado militante fundador do CDS-PP, antigo Secretário de Estado dos Negócios Estrangeiros, só o conheci pessoalmente em Dezembro de 2009, quando acedeu, amavelmente, a participar, na sede da Câmara de Comércio Luso-Britânica, na apresentação em Lisboa de «Poemas» de Alfred Tennyson, que eu traduzi. Posteriormente, convidou-me para escrever e publicar um artigo sobre o grande poeta inglês na revista da British Historical Society of Portugal, de que era presidente. Gentleman – gentil homem - de elevada personalidade, com carácter, competência e currículo irrepreensíveis, fica como uma das heranças da sua vida o seu livro «O Marquês de Soveral – Seu Tempo e Seu Modo», sobre o grande diplomata português do século XIX.
O primeiro dia do ano novo trouxe-lhe o último ultimato. Recorrendo a Tennyson, diria que Paulo Lowndes Marques «cruzou a barra», talvez para Avalon, sem dúvida para um lugar melhor na confluência dos imaginários dos dois países que tantou amou. (Homenagem também no Esquinas (83) e no MILhafre (23).)
sexta-feira, dezembro 31, 2010
Olhos e Orelhas: Terceiro Quadrimestre de 2010
A literatura: «Cartas da Península (1808–1812)», William Warre; «A Invenção da Modernidade - Sobre Arte, Literatura e Música (Jorge Fazenda Lourenço, org.)» e «Os Paraísos Artificiais», Charles Baudelaire; «A Luz Miserável» e «Mucha» (com Mário Freitas e Osvaldo Medina), David Soares; «As Aventuras de Alix - O Deus Selvagem», Jacques Martin; «Noite de Paz», «Os “mininos” da noite» e «O teste», João Barreiros.
A música: «Swing When You’re Winning», Robbie Williams; «Pano Cru», Sérgio Godinho; «Para Além Da Saudade», Ana Moura; «Canção Ao Lado», Deolinda; «Surrealistic Pillow», Jefferson Airplane; «Elephant», White Stripes; «Intuition», Jamie Foxx; «M80 Rádio – Todos os Êxitos dos Anos 70, 80 e 90», A-Ha, Bangles, Buggles, Boney M, Cheap Trick, e outros; «As Árias de Luísa Todi», Antonio Sachinni, Giovanni Paisiello, Niccolò Piccinni, e outros (por Joana Seara e Os Músicos do Tejo dirigidos por Marcos Magalhães).
O cinema: «O Último Condenado à Morte», Francisco Manso; «Manô», George Felner; «Trópico Trovão», Ben Stiller; «Tragam o Carter», Stephen T. Kay; «Homem de Ferro 2», Jon Favreau; «Seguinte», Lee Tamahori; «2012», Roland Emmerich; «Suicídio Encomendado», Artur Serra Araújo; «Darjeeling, Limitada», Wes Anderson; «A Esposa do Astronauta», Rand Ravich; «Quatro Irmãos», John Singleton; «O Lobisomem», Joe Johnston; «Tomada», Pierre Morel; «Uma História de Violência», David Cronenberg; «O Perfume – A História de um Assassino», Tom Tykwer; «O Incrível Hulk», Louis Leterrier; «O Fazedor de Chuva», Francis Ford Coppola; «Duplicidade», Tony Gilroy; «Milionário Cão de Favela», Danny Boyle; «A Mulher do Próximo», José Fonseca e Costa; «Retorcido», Philip Kaufman; «Vicky Cristina Barcelona», Woody Allen; «As Consequências do Amor» e «O Divo», Paolo Sorrentino; «Histórias à Hora de Deitar», Adam Shankman; «Corrida da Morte», Paul W. S. Anderson; «Shrek Para Sempre», Mike Mitchell; «Domino», Tony Scott.
E ainda...: Câmara Municipal de Vila Franca de Xira/Celeiro da Patriarcal – Exposições «Colectiva da Associação de Artistas Plásticos do Concelho de Vila Franca de Xira» + «11ª Bienal de Fotografia»; Fundação Millenium BCP/Núcleo Arqueológico da Rua dos Correeiros – Exposição «Ossos que contam História»; Sociedade Histórica (/Palácio) da Independência de Portugal/Causa Real/Plataforma do Centenário da República – Exposição «A Repressão da Imprensa na Primeira República»; Centro de Estudos Anglísticos da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa – Colóquio «Mensageiros das Estrelas – Ficção Científica & Fantasia»; Biblioteca Nacional de Portugal – Exposições «Cartas de Jogar – Da Fábrica à Mesa» + «Res Publica – Cidadania e Representação Política em Portugal – 1820-1926»; Penthouse Portugal Nº 1; Épica/Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro – Fórum Fantástico 2010; Casa da Juventude do Sobralinho – Exposição dos Alunos das Turmas de Artes da Escola Secundária Reynaldo dos Santos; Sociedade Histórica (/Palácio) da Independência de Portugal – Exposição de Pintura de Gabriela Marques da Costa «D. João IV e a Restauração».
segunda-feira, dezembro 27, 2010
Orientação: Sobre territórios, no Público
Na edição de hoje (Nº 7570) do jornal Público, e na página 29, está o meu artigo «Marcar território(s)» - uma breve reflexão, a partir da luta de Aminatu Haidar pela autodeterminação do Saara Ocidental, sobre os territórios – incluindo Olivença – que ainda hoje estão sob soberanias ilegítimas. (Transcrição do texto no Esquinas (84) e no MILhafre (24).)
sexta-feira, dezembro 17, 2010
Obituário: Carlos Pinto Coelho
Foi hoje a sepultar Carlos Pinto Coelho, que faleceu na passada quarta-feira, 15 de Dezembro, aos 66 anos de idade. Depois de João Aguiar, é o segundo grande jornalista que conheci pessoalmente a desaparecer este ano.
Só por duas vezes me encontrei com ele: a primeira, algures no início dos anos 90, na RTP (ainda na Avenida 5 de Outubro), com o meu amigo Luís Ferreira Lopes, para conversarmos e obtermos informações sobre os planos da estação de televisão pública para o espaço da língua portuguesa, de que resultariam textos mais tarde incluídos no nosso livro «Os Novos Descobrimentos»; a segunda, precisamente, aquando do lançamento daquela obra, a 17 de Julho de 2006, em que ele foi um dos apresentadores – uma honra que nos concedeu e de que muito nos orgulhamos.
Agora, e como sempre acontece em ocasiões como esta, são muitos os que afirmam que ele era – é – um (bom) exemplo, uma referência, os que enaltecem a sua generosidade e a sua competência. Enfim, um homem cheio de qualidades pessoais e profissionais – o que é rigorosamente verdade e não um trivial, costumeiro, elogio póstumo. E, para além disso, era um autêntico, entusiasta, e com provas dadas, lusófono – que, por isso mesmo, e obviamente, era contra essa abominação conhecida como «acordo ortográfico». Também nisso vamos sentir a falta dele… (Homenagem também no Esquinas (82) e no MILhafre (22).)
Agora, e como sempre acontece em ocasiões como esta, são muitos os que afirmam que ele era – é – um (bom) exemplo, uma referência, os que enaltecem a sua generosidade e a sua competência. Enfim, um homem cheio de qualidades pessoais e profissionais – o que é rigorosamente verdade e não um trivial, costumeiro, elogio póstumo. E, para além disso, era um autêntico, entusiasta, e com provas dadas, lusófono – que, por isso mesmo, e obviamente, era contra essa abominação conhecida como «acordo ortográfico». Também nisso vamos sentir a falta dele… (Homenagem também no Esquinas (82) e no MILhafre (22).)
quinta-feira, dezembro 16, 2010
Outros: «Poemas» na Sábado
Na edição de 16 de Dezembro de 2010 (Nº 346) da revista Sábado, e na página 51, está uma referência de Nuno Rogeiro à edição, pela Saída de Emergência e com a minha selecção e tradução, de «Poemas» de Alfred Tennyson e à sua «lírica vitoriana, épica e intensa».
quarta-feira, dezembro 15, 2010
Observação: Fascismo linguístico
Quem foi que disse que, em Portugal, «fascismo nunca mais»? Quem quiser conhecer um exemplo recente de fascismo – fascismo linguístico, sim, mas fascismo – só tem de ir aqui. Em complemento, quem quiser conhecer um exemplo recente (há outros…) de colaboracionismo – no sentido de «não só sei que já não tenho coluna vertebral como também gostei que ma tirassem» - só tem de ir aqui. Exagero? Então quando meia dúzia de pervertidos - pervertidos culturais (pelo menos…), sim, mas pervertidos – impõem, ou tentam impor, pela força, a um país uma mudança anormal, artificial, inútil, ridícula, em algo de essencial, e que é rejeitada pela quase totalidade da sua população… isso é o quê? Resta agora saber quantos, e quais, vão ser os «resistentes», e se vão ou não entrar na «clandestinidade». Nesta questão a minha posição continua(rá) a ser: «Não passarão!» Pela pena e, se for preciso, pela espada.
terça-feira, dezembro 07, 2010
Outros: Livros para oferecer no Natal…
… Ou em qualquer dia do ano, estes publicados em 2010, são os que a seguir sugiro, da autoria de pessoas que admiro e que estimo, cujos conhecimentos e talentos nos asseguram sempre experiências enriquecedoras. Assim, e por ordem alfabética do primeiro nome: «Dançar para a República», (coordenação de) Daniel Tércio; «A Luz Miserável», David Soares; «Vaporpunk – Relatos Steampunk Publicados Sob as Ordens de Suas Majestades», (organização de) Gerson Lodi-Ribeiro e Luís Filipe Silva; «De uma Família de Mareantes», João Afonso Machado; «Almanaque do Dr. Thackery T. Lambshead de Doenças Excêntricas e Desacreditadas», (organização de) João Seixas; «Alex 9 – A Coroa dos Deuses», Martin S. Braun; «As Memórias Secretas da Rainha D. Amélia», Miguel Real; «Só Agora Vejo Crescer em Mim as Mãos de Meu Pai», (organização de) Ozias Filho; «Viagens na Minha Terra com Vampiros», Pedro Manuel Calvete (e Almeida Garrett); «Aventuras Fantásticas – Três Fantasmas, Duas Revoluções», Sérgio Franclim.
sexta-feira, novembro 26, 2010
quarta-feira, novembro 17, 2010
domingo, novembro 14, 2010
Obrigado: Aos que…
… Me convidaram para estar presente enquanto orador, e, por isso, também aos que me ouviram, no colóquio «Mensageiros das Estrelas», na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, a 3 de Novembro, e no Fórum Fantástico 2010, na Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, em Lisboa, a 13 de Novembro.
Junto aqui, nos agradecimentos, os dois eventos porque, para além das proximidades temática e temporal, houve pessoas em comum a ambos. Um exemplo, Safaa Dib, responsável com Rogério Ribeiro pelo Fórum, e que também integrou a comissão organizadora do «Mensageiros», juntamente com Adelaide Serras, Ana Coelho, Ana Martins, Angélica Varandas, Duarte Patarra, José Duarte e Luís Filipe Silva - uma equipa em estreita ligação com o Centro de Estudos Anglísticos da FLUL, entidade que foi a principal responsável pela iniciativa. Outro exemplo, David Soares, que esteve ao meu lado nos dois encontros; no primeiro, acompanharam-nos na nossa sessão António de Macedo, Inês Botelho e Margarida Vale de Gato; no segundo, acompanharam-nos na nossa sessão João Barreiros e Rui Tavares.
Por fim, um agradecimento especial: a Gisela Monteiro pelas fotografias na FLUL e na BMOR, embora, obviamente, eu não constituísse o pretexto principal das mesmas ;-) ; e a Raquel Garrido pelos vídeos de «Lisboa Fantástica».
terça-feira, novembro 02, 2010
Oráculo: Dia 13 no FF 2010
Entre os próximos dias 12 e 14 de Novembro vai realizar-se, na Biblioteca Municipal Orlando Ribeiro, em Lisboa (Telheiras), o Fórum Fantástico 2010. É organizado pela Épica/Associação Portuguesa do Fantástico nas Artes, que me convidou para estar presente como participante num painel marcado para o dia 13, entre as 15 e as 16 horas, sobre o tema «Lisboa Fantástica» - para o qual foram também convidados David Soares, João Barreiros e Rui Tavares, este como moderador. (Referência também aqui e aqui.)
sexta-feira, outubro 15, 2010
Oráculo: Em Novembro no MdE
Entre os próximos dias 2 e 5 de Novembro vai realizar-se, na Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, o colóquio «Mensageiros das Estrelas – Ficção Científica & Fantasia». É organizado pelo Centro de Estudos Anglísticos daquela universidade, que me convidou para estar presente como participante numa sessão/mesa-redonda marcada para o dia 3, entre as 11.30 e as 12.30, no Anfiteatro III da FCUL, sobre o tema «Vinte coisas que aprendemos da literatura fantástica» - para a qual foram também convidados António de Macedo, David Soares, Inês Botelho e Margarida Vale de Gato, esta como moderadora.
terça-feira, outubro 05, 2010
Observação: As «mulheres da República»
Para o segundo volume de «A República Nunca Existiu!» (que é, recordo, um projecto literário, artístico, cultural, e não político), tal como para o primeiro, eu e a Saída de Emergência convidámos vários escritores mas nem todos aceitaram. Porém, há que distinguir entre os que responderam ao convite, embora recusando (e justificando), e os que nem sequer responderam; entre estes está Patrícia Reis.
Após repetidos contactos telefónicos e electrónicos com o escritório onde trabalha aquela escritora e jornalista, editora da revista… Egoísta, foi-me dito que «se a senhora (Reis) não respondeu, então é porque (a resposta) é não.» Digo eu: se a senhora não respondeu é porque tem (teve) má educação, não tem boas maneiras. Uma atitude que contrasta, por exemplo, com a da sua amiga Inês Pedrosa, actualmente directora da Casa Fernando Pessoa (mas que não tenho a certeza de que saiba o que aquele poeta pensava da República), que, amável e correctamente, respondeu ao meu convite, embora recusando.
Interessante e ironicamente, algum tempo depois soube, pelo próprio blog da Sra. Reis, que ela tinha pronto um novo livro da sua série «O Diário do Micas» intitulado «Mistério na Primeira República», em cuja sinopse se pode ler o seguinte: «Será que há obscuras organizações ou monárquicos inconformados a quererem estragar as comemorações do centenário? É que a estátua de José Relvas acaba de ser roubada…» Entretanto, tomei conhecimento que este mesmo livro foi inserido no Plano Nacional de Leitura e teve o patrocínio… da Comissão Nacional para as Comemorações do Centenário da República. Disse para mim: aqui está a «resposta», aqui está a «justificação».
Ainda mais interessante, ontem soube da existência de um livro de Maria João Seixas intitulado «República das Mulheres», que pretende ser «uma celebração das letras portuguesas no feminino» e que… compila (como também se pode ver na... perdão, «no» Pitta) os depoimentos de 14 escritoras que são retratadas na capa em «pose contemporânea de busto da República». Entre elas estão… Inês Pedrosa e Patrícia Reis. Que sem dúvida sabem que na I República as mulheres eram pessoas de segunda categoria que não tinham, por lei, o direito de voto. Mas, pelos vistos, antes isso que «monárquicos inconformados»…
sexta-feira, outubro 01, 2010
Orientação: Simetria Sonora 2010
Hoje, Dia Mundial da Música, é novamente a data mais adequada para a apresentação da nova versão – a quinta – da Simetria Sonora. Mais 50 títulos foram acrescentados, pelo que são agora 250 discos de FC & F! A ler... e a ouvir.
segunda-feira, setembro 27, 2010
Orientação: Sobre centenários, no Público
Na edição de hoje (Nº 7480) do jornal Público, e na página 31, está o meu artigo «Em 2010, “não” a 1910, “sim” a 1810!» - é não só mais um texto sobre, e contra, o Centenário da República, mas também a favor da evocação da Guerra Peninsular, no bicentenário desta. (Referência também no Esquinas (78) e no MILhafre (18).)
Outras menções: Arundel; Causa Monárquica; Família Real Portuguesa; Mania de Escrever; Núcleo Monárquico de Abrantes; Pena e Espada; Plataforma do Centenário da República; Real Associação da Beira Litoral; Textos do Dolicocéfalo.
(Adenda: a todos os que pensaram, disseram e/ou escreveram que eu fui demasiado agressivo ou exagerado neste meu artigo, aconselho a que leiam outro artigo, de Vasco Graça Moura, sobre o tema; atentem no que alguém que se assume como republicano afirma sobre o período 1910-1926, e, principalmente, como leva ainda mais longe a comparação com o nazismo, ao mencionar o genocídio feito em Angola durante a Primeira Guerra Mundial.)
quinta-feira, setembro 16, 2010
quarta-feira, setembro 15, 2010
Obrigado: Aos que compareceram...
... Ontem, no Club Setubalense, para assistir e participar na 11ª edição da Tertúlia «Eis Bocage... Conversas de Botequim», em que «Espíritos das Luzes» constituiu o elemento central. Iniciativa realizada sempre na véspera do Dia da Cidade de Setúbal, que é também o do nascimento de Manuel Maria Barbosa du Bocage e feriado municipal, é por isso um dos momentos mais marcantes das Comemorações Bocagianas.
Agradeço aos actores que leram excertos (seis no total) do meu livro: Susana Brito e Susana Ganilho (Teatro Animação de Setúbal), Fernando Casaca e Rita Sales (Teatro do Elefante), Eduardo Dias e José Lobo (Teatro Estúdio Fontenova). Agradeço a Marcos Magalhães, d’Os Músicos do Tejo, que, nos intervalos entre as leituras, tocou no cravo peças musicais de, entre outros compositores, Carlos Seixas, João Baptista Avondano e José Joaquim dos Santos.
E agradeço principalmente a Manuel Augusto Araújo, assessor para a cultura da Câmara Municipal de Setúbal: que, antes de o contactar e conhecer, já tinha lido e gostado muito de «Espíritos das Luzes» - e voltou a demonstrá-lo no encontro de ontem, proferindo palavras elogiosas sobre o meu trabalho; que foi, pois, o principal responsável por esta enorme honra concedida ao meu livro e a mim – a de nos integrarmos, em lugar de destaque, na homenagem a um dos maiores escritores portugueses feita todos os anos pela sua cidade.
quinta-feira, setembro 09, 2010
Outros: «A República...» na TVI24
Na emissão de hoje do programa da TVI24 «Livraria Ideal», de João Paulo Sacadura, o entrevistado foi Miguel Real. Foram mostradas e mencionadas algumas das obras que escreveu e/ou em que participou, entre as quais «A República Nunca Existiu!» - mais ou menos a partir dos 17m30s, e depois também durante o genérico final.
terça-feira, agosto 31, 2010
Olhos e Orelhas: Segundo Quadrimestre de 2010
A literatura: «Pensamentos», Marco Aurélio; «Paraíso Perdido», John Milton; «A Conspiração dos Antepassados» e «O Evangelho do Enforcado», David Soares; «Padre António Vieira e a Cultura Portuguesa» e «Caça ao índio no Maranhão», Miguel Real; «A sinapse ambígua», Daniel Tércio; «Sincronicidade», «Liscon 2060» e «A síndroma de Abraão», João Barreiros; «Sonhos de planetas e estrelas», Luís Filipe Silva; «A dama de espadas», Alexsandr Pushkin.
A música: «The Song Remains The Same», Led Zeppelin; «Longe», Pedro Abrunhosa & Comité Caviar; «The Scream» e «Join Hands», Siouxsie & The Banshees; «Meddle», Pink Floyd; «Do It Yourself», Ian Dury & The Blockheads; «Love Songs», Elton John; «Sinfonias Nº 1 – Nº 2 – Nº 3 – Nº 4», Luís de Freitas Branco (pela Orquestra Filarmónica de Budapeste dirigida por András Kórodi, Gyula Németh e János Sándor).
O cinema: «A Outra Margem», Luís Filipe Rocha; «Monstros vs. Alienígenas», Rob Letterman e Conrad Vernon; «Bolt», Byron Howard e Chris Williams; «Looney Tunes – De Volta à Acção», Joe Dante; «O Gato no Chapéu», Bo Welch; «O Golpe Italiano», F. Gary Gray; «Cegueira», Fernando Meirelles; «Rapazes Voadores», Tony Bill; «Ponto de Zabriskie», Michelangelo Antonioni; «Super-Homem Regressa», Bryan Singer; «Música e Letras», Marc Lawrence; «Bandido Americano», Ridley Scott; «Sherlock Holmes», Guy Ritchie; «Alice na Terra das Maravilhas», Tim Burton; «Lua Nova», Chris Weitz; «Incepção», Christopher Nolan; «Nebulado com Possibilidade de Almôndegas», Phil Lord e Chris Miller; «Gran Torino», Clint Eastwood.
E ainda...: APEL – 80ª Feira do Livro de Lisboa; Pavilhão Atlântico de Lisboa – Metallica (2010/5/19); ATL-LWC/CHAIA – Colóquio Internacional «Cidades Históricas Virtuais – Reinventando a Investigação Urbana»; Clube Vilafranquense/Partido Comunista Português (Comissão Concelhia de Vila Franca de Xira) – Sessão de homenagem a Carlos Pato; Direcção Geral das Artes/Biblioteca Municipal de Vila Franca de Xira – Exposição «O que é o Teatro?»; Câmara Municipal de Loulé/Galeria de Arte Praça do Mar de Quarteira – Exposição «Do Levante – Pinturas» de Paulo Rosa Botelho; Museu do Oriente – Exposições «Presença Portuguesa na Ásia» + «Deuses da Ásia» + «Macau – Sentir o Património» + «Sangam»; Museu de Aveiro; Fábrica e Museu Histórico da Vista Alegre.
sábado, agosto 14, 2010
Oráculo: «Espíritos...» em Setúbal, em Setembro
O meu livro «Espíritos das Luzes», em que um dos protagonistas principais é (outro) Manuel Maria Barbosa du Bocage, vai ser uma das peças principais das Comemorações Bocagianas de 2010.
Ponto alto destas festividades anuais de Setúbal é o Dia da Cidade e de Bocage, a 15 de Setembro, dia do nascimento do poeta, e este ano, na véspera, realizar-se-á no Club Setubalense, a partir das 21 horas, a 11ª edição da tertúlia «Eis Bocage... Conversas de Botequim», cujo programa inclui a apresentação do meu livro, a leitura de trechos do mesmo – a cargo de actores do Teatro Animação de Setúbal, do Teatro do Elefante e do Teatro Estúdio Fontenova – e a actuação do músico Marco Magalhães, do grupo Os Músicos do Tejo.
A organização é da Câmara Municipal de Setúbal em colaboração com o jornal digital Setúbal na Rede. (Referência também na agenda do sítio da LeYa).
quarta-feira, agosto 11, 2010
Outros: «Espíritos...» na «BiblioHistória»
O escritor Pedro Almeida Vieira criou, no seu sítio na Internet, o espaço «BiblioHistória», que pretende ser «uma tentativa de compilação do romance histórico publicado por escritores portugueses desde o século XIX, incluindo aqueles que, embora de outra nacionalidade, nasceram em antigas colónias portuguesas antes da independência desses países, bem como os que adoptaram dupla nacionalidade.» Experimentei ir à letra «E» e, para minha agradável surpresa, lá está «Espíritos das Luzes». O meu agradecimento a Pedro Almeida Vieira, e parabéns por esta iniciativa. (Referência também no Esquinas (76) e MILhafre (16).)
sexta-feira, agosto 06, 2010
Outros: Em português no TRC e na TS
Há exactamente um ano anunciei, no dia em que passavam dois séculos sobre o nascimento de Alfred Tennyson, a publicação de «Poemas», livro com traduções para português, feitas por mim, de 50 das criações daquele grande autor inglês do século XIX. Passados estes 12 meses, e depois de já ter oportunamente divulgado aqui as múltiplas referências em Portugal a este meu projecto, justifica-se agora referir que também na Grã-Bretanha ele foi conhecido e seguido desde o início: logo em 2008 contactei o Tennyson Research Centre e a Tennyson Society para informar estas instituições das minhas intenções; entretanto, e para além, claro, de exemplares da obra, o TRC já recebeu os «ecos» da sua edição no nosso país, tendo Grace Timmins, collections officer daquele Centro, comunicado que «It is a pleasure to develop the Portuguese side to the archive». Espero – e nesse sentido farei o que me for possível para – que esse «lado português» continue a aumentar.
sexta-feira, julho 16, 2010
Oráculo: «A República... 2» em 2011
Actualizando e corrigindo um primeiro anúncio que fiz no passado mês de Fevereiro, o Volume 2 de «A República Nunca Existiu!», (mais uma) antologia, organizada por mim, de contos originais de vários autores no âmbito da denominada «história alternativa», não vai ser publicado no próximo mês de Outubro, como inicialmente – e idealmente – previsto, mas sim no próximo ano, muito provavelmente na Primavera. A edição continua a cargo do grupo Saída de Emergência, mas a coordenação empresarial do projecto passou a ser de Maria João Costa, com quem já trabalhei no livro «Poemas» de Alfred Tennyson.
sexta-feira, julho 02, 2010
Outros: Perfil na Tempo Livre
Na edição de Julho-Agosto de 2010 (Nº 217) da revista Tempo Livre, e nas páginas 40-41, está o artigo «Octávio dos Santos, empreendedor cultural», escrito pela jornalista Manuela Garcia, que me entrevistou para delinear este breve perfil da minha vida e obra. (Referência também no sítio da SdE.)
terça-feira, junho 29, 2010
quinta-feira, junho 10, 2010
sábado, junho 05, 2010
Obrigado: Aos que compareceram...
... Ontem, na Casa da Cultura de Mira Sintra, para me ouvirem, no âmbito da primeira feira do livro daquela autarquia, numa pequena palestra sobre «República e Monarquia», a propósito do centenário da implantação da primeira, e também de mais uma apresentação de «A República Nunca Existiu!» Um agradecimento muito especial: ao executivo daquela junta de freguesia, em especial a Albertina Santos, pelo muito simpático acolhimento que me deram; e ao meu amigo Sérgio Franclim, insigne mirasintrense e promotor da iniciativa, e que está duplamente de parabéns – por ter sido, no dia 1, pai pela primeira vez, e porque lançou (ontem e no mesmo local) mais um livro, intitulado «Eterno Viajante».
quinta-feira, junho 03, 2010
Obituário: João Aguiar
A voz de um amigo e de um mentor está, a partir de hoje, entre a dos deuses. João Aguiar morreu esta manhã em Lisboa, e, apesar de eu saber que há quase um ano enfrentava uma doença grave, para mim, bem como para muitas outras pessoas, o desfecho nunca deixaria de ser doloroso e inesperado.
Conheci-o primeiro, indirectamente, pelos seus livros, e depois, pessoalmente, em 1992, aquando da fundação da revista TV Mais, cuja redacção ambos integrámos por pouco tempo – ele havia sido convidado para director, mas saiu ainda antes do lançamento da edição de estreia (eu fiquei mais um ano). Posteriormente, reencontrámo-nos, várias vezes, nas sessões de autógrafos da Feira do Livro de Lisboa, e em 2006 convidei-o a participar no projecto «A República Nunca Existiu!», antologia publicada em 2008 para assinalar o centenário do Regicídio; o seu conto, «Seis momentos em tempo real», logicamente, foi o que abriu a obra. A sua presença numa iniciativa idealizada por mim é algo que muito me honrou e de que me orgulharei sempre.
Não tenho dúvidas de que as suas facetas de monárquico e de estudioso e entusiasta da História de Portugal me influenciaram fortemente, e que também contribuiram decisivamente para que eu próprio viesse a partilhar esses interesses. Porém, João Aguiar era, antes de tudo, um patriota – alguém que amava o seu país, embora este não tenha retribuído na mesma medida... Aliás, talvez não tenha sido por acaso que o seu último livro publicado em vida, «Super Portugueses», é uma colectânea de casos de lusitanos que se distinguiram, em diferentes épocas e em diversas actividades, pela coragem, pela dignidade, pela excelência – qualidades que actualmente tanto parecem rarear nesta nação.
Ele foi – é! – um «homem com nome», um «navegador (nem sempre) solitário», quantas vezes lutando contra «cantos de fantasmas» e «dragões de fumo». Que o «altíssimo», no seu «trono», lhe faça a «encomendação da alma», e para sempre lhe permita estar numa «catedral verde» a meio de um «jardim das delícias». (Evocação e homenagem também no Esquinas (73) e no MILhafre (13), referência no Nova Águia.)
terça-feira, junho 01, 2010
Orientação: Artigo no ARR da BHSP
No trigésimo sexto Relatório e Revista Anual da Sociedade Histórica Britânica de Portugal, relativo ao ano passado e agora editado, e nas páginas 133-135, está o meu artigo «Alfred Tennyson in Portugal - A double celebration», sobre a evocação, em 2009, de duas efemérides envolvendo o grande poeta inglês do século XIX: os 200 anos do seu nascimento e os 150 da sua visita a Portugal. Isto também a propósito, claro, do livro «Poemas» que eu organizei.
domingo, maio 30, 2010
terça-feira, maio 25, 2010
Oráculo: Em Sintra a 4 de Junho
Por sugestão, e convite, de Sérgio Franclim, que também deverá participar, no próximo dia 4 de Junho (sexta-feira), e a partir das 11 horas, vou estar na Casa da Cultura de Mira Sintra para um encontro e debate com alunos dos 2º e 3º ciclos de escolaridade sobre o tema «República e Monarquia» - tomando como pretexto, igualmente, (mais) uma apresentação do livro «A República Nunca Existiu!» Organizada pela Junta de Freguesia de Mira Sintra, a iniciativa insere-se no âmbito da primeira feira do livro daquela autarquia.
terça-feira, maio 18, 2010
domingo, maio 16, 2010
Orientação: Obamatório chega às 100
O meu blog Obamatório chegou hoje às 100 entradas com a publicação do texto «U. R. S. A.», em que abordo as «simpatias socialistas» de vários apoiantes e conselheiros de Barack Obama.
Nos últimos 50 posts a diversidade dos temas abordados no meu «repositório-observatório-laboratório» sobre a política e a sociedade nos EUA continuou a ser a característica dominante, com destaque para: mais vénias feitas pelo presidente (aqui, aqui e aqui); o Partido Democrata como bastião dos racistas e dos ricos; figuras patéticas como Harry Reid, Keith Olbermann, Alan Grayson e Nancy Pelosi; mais trapalhadas na segurança e na defesa, com reacções frouxas a um recrudescimento do extremismo islamita; aumento da agressividade e da demagogia em Washington; hipocrisias e cobardias de Hollywood; a falência de uma falácia chamada «aquecimento global» (aqui e aqui). E muito mais...
O «Ob» promete continuar a ser o que tem sido: um espaço privilegiado, e talvez único, em português onde com regularidade se dão a conhecer as informações e as opiniões sobre o que verdadeiramente acontece nos EUA... e que os media portugueses insistem em ignorar. (Referência também no Esquinas (70).)
sábado, maio 15, 2010
Obrigado: Aos que compareceram...
... Hoje à sessão de autógrafos do meu livro «Espíritos das Luzes» na «Praça LeYa» da 80ª Feira do Livro de Lisboa, onde tive a companhia de João Barreiros e de Telmo Marçal, presentes igualmente para autografarem os seus livros. Um agradecimento especial – mais um - para Pedro Reisinho, editor da Gailivro e responsável por esta agradável iniciativa.
terça-feira, maio 11, 2010
segunda-feira, maio 03, 2010
Oráculo: Colóquio sobre cidades virtuais, dia 21
No próximo dia 21 de Maio (sexta-feira), e entre as 9.30 e as 18.30 horas, vai decorrer no Lisbon Welcome Center/Associação de Turismo de Lisboa (Rua do Arsenal, 15), o colóquio internacional «Virtual Historic Cities – Reinventing Urban Research» («Cidades Históricas Virtuais – Reinventando a Investigação Urbana»).
Esta iniciativa constitui a fase mais recente do desenvolvimento do projecto Ópera do Tejo/Lisboa Pré-Terramoto de 1755, projecto este que resultou de uma ideia minha, surgida aquando da elaboração do meu livro «Espíritos das Luzes». Referências a este evento foram também feitas: pela Beta Technologies; pela Câmara Municipal de Lisboa; pelo jornal i; pelo blog Nova Águia; pela Universidade Aberta; pela Universidade de Coimbra; pela EuroMACHS.
A organização é do Centro de História de Arte e Investigação Artística da Universidade de Évora. Da lista de oradores fazem parte, entre outros, quatro dos meus colegas de equipa – Alexandra Gago da Câmara, Helena Murteira, Luís Richheimer de Sequeira e Paulo Rodrigues – e ainda convidados estrangeiros como Bernard Frischer, Drew Baker e Richard Beacham.
Entretanto, o libreto de «Alexandre na Índia», ópera (composição) que estreou a Ópera do Tejo (edifício), está disponível aqui.
A organização é do Centro de História de Arte e Investigação Artística da Universidade de Évora. Da lista de oradores fazem parte, entre outros, quatro dos meus colegas de equipa – Alexandra Gago da Câmara, Helena Murteira, Luís Richheimer de Sequeira e Paulo Rodrigues – e ainda convidados estrangeiros como Bernard Frischer, Drew Baker e Richard Beacham.
Entretanto, o libreto de «Alexandre na Índia», ópera (composição) que estreou a Ópera do Tejo (edifício), está disponível aqui.
sexta-feira, abril 30, 2010
Olhos e Orelhas: Primeiro Quadrimestre de 2010
A literatura: «A Mitologia Portuguesa», Sérgio Franclim; «Bilhete de Identidade – Memórias 1943-1976», Maria Filomena Mónica; «Memórias Póstumas de Brás Cubas», Machado de Assis; «Xochiquetzal – Uma Princesa Asteca entre os Incas», Gerson Lodi-Ribeiro; «Cartas a um Jovem Poeta», Rainer Maria Rilke; «Juventude», Joseph Conrad; «O pequeno herói», Fiodor Dostoievski; «Aerofobia», «Cegueira artificial» e «Uma turista de outro mundo», Luís Richheimer de Sequeira.
A música: «Liebe Ist Fur Alle Da», Rammstein; «Love Hunter», Whitesnake; «Mafalda Arnauth», Mafalda Arnauth; «Atom Heart Mother», Pink Floyd; «The Resistance», Muse; «I Dreamed A Dream», Susan Boyle; «Humanoid», Tokio Hotel; «Panpipe Plays Enya», Shane Maguire; «Música Coral», Fernando Lopes Graça (pelo Coro Gulbenkian dirigido por Jorge Matta); «Missa Grande», Marcos Portugal (pelo Coro de Câmara de Lisboa dirigido por Teresita Gutierrez Marques).
O cinema: «Acima», Pete Docter; «O Diabo Veste Prada», David Frankel; «Zodíaco», David Fincher; «Harry Potter e o Príncipe Meio-Sangue», David Yates; «Valsa com Bashir», Ari Folman; «Call Girl», António Pedro Vasconcelos; «Valquíria», Bryan Singer; «O Feriado», Nancy Meyers; «A Ressaca», Todd Phillips; «E a tua Mamã Também», Alfonso Cuarón; «Cavaleiro Fantasma», Mark Steven Johnson; «Saltador», Doug Liman; «Transformadores – Vingança do Caído», Michael Bay; «Persona» e «Sonata de Outono», Ingmar Bergman; «Avatar», James Cameron; «A Canção da Terra» e «Chaimite», Jorge Brum do Canto; «A Quadrilha Selvagem» e «Pat Garrett e Billy The Kid», Sam Peckinpah; «Memórias de uma Gueixa», Rob Marshall; «Anjos e Demónios», Ron Howard; «Aparelho Voador a Baixa Altitude», Solveig Nordlund; «Definitivamente, Talvez», Adam Brooks; «Caminho das Estrelas», J. J. Abrams; «A Perseguição da Felicidade», Gabriele Muccino; «Noite no Museu – Batalha do Smithsonian», Shawn Levy; «Watchmen», Zack Snyder; «Brandos Costumes», Alberto Seixas Santos.
E ainda...: Universidade Nova de Lisboa/Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - «Cristianismo e Heterodoxias»/Prova de Doutoramento, em Sociologia da Cultura, de António de Macedo (2010/2/23); Museu do Neo-Realismo - «The Return Of The Real»/Ciclo de Exposições de Arte Contemporânea/Manuel Santos Maia + Escrevivendo Urbano/Exposição Biobibliográfica de Urbano Tavares Rodrigues + Memória do Campo de Concentração do Tarrafal; Câmara Municipal de Vila Franca de Xira - CartoonXira 2010 + Caricaturas de Loredano; Biblioteca Municipal de Vila Franca de Xira – Exposição de Pintura «Aguarela» de Mizé Cunha e Laura Conde.
quinta-feira, abril 29, 2010
Outros: Livros com História(s)
A Feira do Livro de Lisboa abre hoje e «fechará as portas» a 16 de Maio – no penúltimo dia estarei, como já anunciei, junto ao pavilhão da Gailivro, no espaço LeYa, para autografar exemplares do meu livro «Espíritos das Luzes».
Porém, e para além do(s) meu(s) livro(s), quero destacar aqui outros editados mais ou menos recentemente: «A Conspiração dos Antepassados» e «O Evangelho do Enforcado», de David Soares; «Super Portugueses», de João Aguiar; «A Ministra», de Miguel Real; «O Marquês de Soveral – Seu Tempo e Seu Modo», de Paulo Lowndes Marques; «Via Aberta», de Renato Epifânio; «Aventuras Misteriosas – O Segredo Templário», de Sérgio Franclim.
quarta-feira, abril 28, 2010
Outros: Crítica a «Espíritos...»
Rogério Ribeiro, no seu blog I Dream In Infrared, colocou hoje a sua crítica ao meu livro «Espíritos das Luzes»... um ano depois de ele ter sido publicado. De facto, mais vale tarde do que nunca... No momento em que escrevo esta entrada apenas lá estão dois comentários que constituem a minha (primeira) réplica à sua recensão – sendo de supor que outros, meus e não só, se poderão suceder. (Actualização: Rogério Ribeiro voltou a «postar» sobre o meu livro, propondo a leitura «em linha» dos seus dois primeiros capítulos; e Cristina Alves menciona a crítica de RR, juntando comentários dos quais já pedi esclarecimento).
sexta-feira, abril 16, 2010
Oráculo: Na Feira do Livro a 15 de Maio
No próximo dia 15 de Maio de 2010 (sábado), e a partir das 15.30, irei estar – juntamente, está previsto, com João Barreiros e Telmo Marçal – na Feira do Livro de Lisboa, mais concretamente junto ao pavilhão da Gailivro no espaço do Grupo LeYa. Estarei disponível para autografar exemplares do meu livro «Espíritos das Luzes», e aqueles outros dois autores estarão disponíveis para autografar exemplares dos seus mais recentes livros, editados igualmente na colecção «1001 Mundos», respectivamente «Se Acordar Antes de Morrer» e «As Atribulações de Jacques Bonhomme».
Outros: «Espíritos...» na revista do ACMP
O meu livro «Espíritos das Luzes» foi objecto de uma recensão publicada na revista do Auto-Club Médico Português, Nº 189, 2010/Janeiro-Fevereiro-Março, página 39. Escrita por Diogo Lapa, intitula-se «Escrita de fusão». Seguem-se alguns excertos:
«(...) Já há muito que não lia um livro com tanto prazer. Como sou nostálgico e acusado de viver no passado mas também sonhador e deslumbrado pelas novidades vibrei com a fusão introduzida por este criativo escritor na sua referida obra. (...) É este o engenho de quem consagra o tempo à escrita literária e, no fundo, a qualquer outra manifestação artística: o saber surpreender-nos com a sua subjectividade, ou seja, com a sua maneira própria e original de ver o Mundo. (...) Reconhecemos uma pesquisa exaustiva de textos históricos mas a forma como os lemos ou relemos é proporcionada através de cenários tremendamente inventivos. (...) Tudo é um pretexto apetecível para seguirmos Bocage neste percurso deveras surpreendente.»
domingo, abril 11, 2010
segunda-feira, março 29, 2010
segunda-feira, março 08, 2010
Orientação: Artigo na Bang!
Na edição de Fevereiro de 2010 (Nº 7) da revista Bang!, e nas páginas 20-24, está o meu artigo «O druida de Somersby», que consiste fundamentalmente na biografia de Alfred Tennyson que eu escrevi para a minha tradução de «Poemas» daquele autor – aliás, na página 19 da revista está também um desses 50 poemas traduzidos, «O Kraken». (Actualização: a revista pode ser acedida electronicamente aqui.)
domingo, março 07, 2010
Outros: «A República...» na rádio (outra vez)
A emissão de hoje do programa da RTP/Antena 1 «Rádio República», de Maria Flor Pedroso, transmitido entre as 13 e as 14 horas, incluiu a entrevista que concedi a Ana Aranha no programa «À Volta dos Livros» em 2008, a propósito do livro «A República Nunca Existiu!», que eu concebi, organizei e em que participei. A ouvir aqui (em especial no primeiro minuto e, depois, entre os minutos 29 e 34).
sexta-feira, março 05, 2010
Outros: «Poemas» com cinco estrelas
Na edição de hoje (Nº 7274 – especial do 20º aniversário) do jornal Público, e nas páginas 58 e 60 do caderno Ípsilon, está uma recensão crítica a «Poemas» de Alfred Tennyson, que atribui a este meu projecto a classificação (máxima) de cinco estrelas. Tanto o texto, intitulado «Um sombrio cultor da beleza», como a avaliação são da autoria e responsabilidade de Maria da Conceição Caleiro.
«(...) Alfred Tennyson (1809-1892), poeta da língua inglesa, poeta laureado da época vitoriana, outrora o mais popular e disputado, surge agora traduzido, e bem, pela primeira vez em língua portuguesa. Tradução que em prefácio declara os seus princípios: “o mais literal possível (…) nunca seria capaz de deturpar (…) apenas para ‘soar’ bem.” Mesmo assim soa, e a poeticidade é-lhe restituída. (...)» (Referência e versão integral também aqui.)
segunda-feira, março 01, 2010
Orientação: Artigo na Tempo Livre
Na edição de Março de 2010 (Nº 213) da revista Tempo Livre, e nas páginas 44-46, está o meu artigo «O músico de "Deus" e do "Diabo"», sobre a vida e a obra do compositor português António Teixeira. (Referência também no Esquinas (66) e no MILhafre (8).)
domingo, fevereiro 28, 2010
Orientação: Mais um artigo no Público
Na edição de hoje (Nº 7269) do jornal Público, e na página 35, está o meu artigo «Palavras de honra» - sim, é mais um texto sobre, e contra, o «Acordo Ortográfico». (Referência também no Esquinas (65) e no MILhafre (7), e ainda no Terras Altas.) Um trabalho que proporcionou igualmente: provocações pueris de Rui Tavares (ver aqui e aqui), aliás condizentes com a personalidade (?) desta personagem; e uma polémica com um «comissário político-ideológico-cultural» chamado Jorge Candeias (ver, deste texto, os comentários).
quarta-feira, fevereiro 17, 2010
Opções: Contra a tourada (outra vez)
Assinei hoje a petição «Contra a criação de uma secção de tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura». Quem quiser fazer o mesmo deve ir aqui. Esclareço, porém, novamente, que não sou militante ou simpatizante do denominado «Partido Pelos Animais», que promove a iniciativa. Esta é uma posição que reiterei no Esquinas (64) e no MILhafre (6).
terça-feira, fevereiro 09, 2010
segunda-feira, fevereiro 01, 2010
Orientação: Sobre Pessoa e a República
No Esquinas (62) e no MILhafre (4) recordo e reproduzo, em atenção às datas não só de hoje mas também de ontem, «o que Fernando Pessoa pensava da República...» (referência também no Nova Águia).
Oráculo: «A República... 2» em Outubro
Está em preparação o Volume 2 de «A República Nunca Existiu!», com data prevista de lançamento, obviamente, para o próximo mês de Outubro – será uma forma de «comemorar» condignamente o centenário da implantação da dita cuja. Entre os autores que já aceitaram o meu convite para participar – com um conto original da sua autoria – estão António de Macedo, Daniel Tércio, David Soares, Isabel Cristina Pires e Luís Filipe Silva.
Outros: Conto sobre «A República...»
Dois anos depois da edição de «A República Nunca Existiu!» continuo a encontrar referências a este meu projecto. Hoje divulgo o conto «A outra margem» que Nuno Fonseca colocou no seu blog Inner Space como forma de «comemorar a (então) recente publicação» da colectânea que eu concebi e que foi lançada aquando do centenário do regicídio de 1908.
quarta-feira, janeiro 20, 2010
Outros: «Poemas» na Rede
Quem não ouviu hoje pela rádio a entrevista que concedi a Ana Aranha, da Antena 1, no programa «À Volta dos Livros», sobre «Poemas» de Alfred Tennyson, pode ouvi-la aqui (ou aqui, através da SdE).
Entretanto, este livro já foi mencionado em vários sítios – em especial blogs – da Internet. Para além dos já anotados em Dezembro, apontamos agora: A Cidade do Sossego; Arlindo Correia; Arquipélago Livros; Bela Lugosi Is Dead (com uma crítica também referida pela Saída de Emergência); Blogue Notas; Diário Digital; Entre Páginas; Montag; O Novo Ecléctico; Páginas Desfolhadas; Papéis e Letras; Poesia Incompleta; Poetícia; Tudo Bem Quando Termina Bem. E ainda... a página na Wikipédia sobre Sintra (ver em «Notas e referências»)!
terça-feira, janeiro 12, 2010
Oráculo: «Poemas», dia 20, na Antena 1
Hoje desloquei-me à sede da RTP, em Lisboa, onde concedi uma breve entrevista, sobre o livro «Poemas» de Alfred Tennyson, à jornalista Ana Aranha, que será transmitida no programa «À Volta dos Livros» da Antena 1 no próximo dia 20 de Janeiro, às 17.20 e às 21.20 (e às 4.20 de dia 13).
quarta-feira, janeiro 06, 2010
Outros: «Espíritos...» em retrospectivas
«Espíritos das Luzes» foi referido recentemente em duas retrospectivas, uma da década, outra do ano.
Na primeira tal deveu-se a Miguel Real, que no seu artigo «Em busca de um novo cânone», publicado no Jornal de Letras, Artes e Ideias Nº 1024 (2009/12/30, páginas 8-10), me aponta, pelo meu livro, como uma das «seis superiores novidades» da década «no campo do romance histórico», e que «evidenciam-se como as mais originais e consistentes, que prometem substituir as clássicas obras de Fernando Campos e João Aguiar».
Na segunda tal deveu-se a Cristina Alves, que no seu blog Rascunhos inclui o meu livro nos «Lançamentos portugueses 2009 (Fantasia, Ficção Científica e Horror)» (2009/12/28) merecedores de menção.
terça-feira, janeiro 05, 2010
Orientação: Sobre Marilyn Manson
A partir de hoje, dia em que se celebra mais um aniversário (o 41º) do nascimento de Brian Hugh Warner, ou seja, de Marilyn Manson, está disponível no Esquinas (61) o meu artigo «O homem por detrás do espelho», publicado na revista Blitz (Nº 42) de Dezembro de 2009.
domingo, janeiro 03, 2010
Outros: Reportagem no CM
Na edição de hoje (Nº 11170) do jornal Correio da Manhã, e nas páginas 28 e 29 (centrais), está a reportagem «Regresso virtual à Lisboa arrasada», escrita por João Vaz, e que aborda o projecto Ópera do Tejo/Lisboa Pré Terramoto 1755, que eu iniciei em 2004. (Referências também no Esquinas (60) e no MILhafre (3).)
quinta-feira, dezembro 31, 2009
Olhos e Orelhas: Terceiro Quadrimestre de 2009
A literatura: «A Cabeça de Fernando Pessoa», Luís Filipe Cristóvão; «O Limite de Rudzky» e «Esoterismo da Bíblia», António de Macedo; «O Homem Certo para Gerir uma Empresa é uma Mulher», Rosália Amorim; «O Aniversário de Astérix e Obélix – O Livro de Ouro», René Goscinny e Albert Uderzo; «Um Herói Português – Henrique Paiva Couceiro», Vasco Pulido Valente; «Alex 9 – A Guardiã da Espada», Martin S. Braun; «A Câmara Secreta do Potala - Relato de uma Viagem ao Tibete», Yohannès C. Na Douma; «Digno de um Mestre», Luís Richheimer de Sequeira, «Efemérides», João Barreiros, «Meu Anjo», Daniel Tércio, «Pai Querido», Gerson Lodi-Ribeiro, «A condessa preguiçosa», António de Macedo, «Mefisto», Silvana Moreira (de «Pecar a Sete», António de Macedo e Silvana Moreira (org.)).
A música: «Circo De Feras», Xutos E Pontapés; «Beat», King Crimson; «Exodus», Bob Marley & The Wailers; «Highway To Hell», AC/DC; «Tonight», David Bowie; «25 – The Greatest Hits», Simply Red; «Motetes/Missa Pro Defunctis», Pero de Gamboa/Lourenço Ribeiro (pelo Coro Gulbenkian dirigido por Jorge Matta).
O cinema: «As Crónicas de Spiderwick», Mark Waters; «A Cara que Mereces», Miguel Gomes; «Speed Racer», Andy & Larry Wachowski; «Entre os Muros», Laurent Cantet; «Adivinha Quem», Kevin Rodney Sullivan; «10 000 A. C.», Roland Emmerich; «Espanglês», James L. Brooks; «Aeon Flux», Karyn Kusama; «O Libertino», Laurence Dunmore; «Coraline», Henry Selick; «A Estranha em Mim», Neil Jordan; «O Acontecimento», M. Night Shyamalan; «Persépolis», Marjane Satrapi e Vincent Paronnaud; «20,13», Joaquim Leitão; «O Mistério da Estrada de Sintra», Jorge Paixão da Costa; «O Majestic», Frank Darabont; «Origens Homens-X – Wolverine», Gavin Hood; «Sexo e a Cidade», Michael Patrick King; «Terminador – Salvação», McG; «13 de Ocean», Steven Soderbergh; «Idade do Gelo - Madrugada dos Dinossauros», Carlos Saldanha.
E ainda...: Museu do Design e da Moda – Exposição «Ante-Estreia/De Le Corbusier a Alaia»; Divisão de Acção Cultural da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira/Celeiro da Patriarcal – Exposição Colectiva de Artes Plásticas do Grupo de Artistas e Amigos da Arte + Exposição de Aguarelas de Rui Pinheiro; Sociedade Portuguesa de Autores - Ciclo «Com Todas as Letras/Livros, Autores e Editores em Debate» - «FC e Literatura Fantástica/O Reinado da Imaginação (com David Soares, João Seixas, Luís Corte Real e Pedro Reisinho)»; Pavilhão Atlântico de Lisboa – Rammstein (2009/11/8); Museu do Neo-Realismo (Vila Franca de Xira) – Exposição «Soeiro Pereira Gomes – Na Esteira da Liberdade»; Convento de São José (Lagoa) – Exposição «Ortszeit/Local Time-Momento Local/Fotografias 1990-2004» de Stefan Koppelkamm; Biblioteca Nacional de Portugal – Exposições «A Expulsão dos Jesuítas dos Domínios Portugueses/250º Aniversário» + «Comboios de Livros/Fotografias de Duarte Belo» + «Luiz Pacheco/Contraponto/Um Homem Dividido Vale por Dois» + «Maria Judite de Carvalho/50 Anos de Vida Editorial»; Câmara Municipal de Lisboa – Exposição «Tapeçarias de Portalegre»; Biblioteca Municipal de Vila Franca de Xira – Exposição de Pintura «Entre Caminhos» de Carmen Direitinho.
domingo, dezembro 27, 2009
Orientação: Esquinas (59)
A partir de hoje está no blog Esquinas uma referência à minha renovada colaboração no sítio da Simetria, mais concretamente sobre os quatro textos que inseri recentemente sobre temas da ciência e da cultura com relação à ficção científica e ao fantástico.
terça-feira, dezembro 15, 2009
Ocorrência: Mais um Prémio SI
Hoje, no Hotel Tivoli, foram anunciados os galardoados com os Prémios e Homenagens Sociedade da Informação, iniciativa anual promovida pela Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação.
No Prémio Editorial (de jornalismo) Sociedade da Informação, o distinguido foi... eu, pelo artigo «Humáquinas – A ciência e a tecnologia estão a criar novos corpos», publicado no ano passado (na sua versão integral) no sítio da Associação Simetria (uma primeira versão, reduzida, havia sido publicada, também em 2008, no jornal Público). É a quarta vez (terceira vitória) que sou distinguido no âmbito deste prémio: recordo que em 1998, 1999 e 2000 foram-me atribuídos, respectivamente, um primeiro lugar absoluto, uma menção honrosa e um co-primeiro lugar ex-aequo.
No Prémio Personalidade do Ano o distinguido foi Vasco Matos Trigo. E no Prémio Homenagem a uma Vida o distinguido foi Lourenço Fernandes.
No Prémio Editorial (de jornalismo) Sociedade da Informação, o distinguido foi... eu, pelo artigo «Humáquinas – A ciência e a tecnologia estão a criar novos corpos», publicado no ano passado (na sua versão integral) no sítio da Associação Simetria (uma primeira versão, reduzida, havia sido publicada, também em 2008, no jornal Público). É a quarta vez (terceira vitória) que sou distinguido no âmbito deste prémio: recordo que em 1998, 1999 e 2000 foram-me atribuídos, respectivamente, um primeiro lugar absoluto, uma menção honrosa e um co-primeiro lugar ex-aequo.
No Prémio Personalidade do Ano o distinguido foi Vasco Matos Trigo. E no Prémio Homenagem a uma Vida o distinguido foi Lourenço Fernandes.
quarta-feira, dezembro 09, 2009
Obrigado: Aos que compareceram...
... À apresentação de «Poemas» de Alfred Tennyson, antes de ontem em Lagoa e hoje em Lisboa. No Algarve quero agradecer em especial a hospitalidade de Barbara Fellgiebel e de Fiona Perris, pela ALFA; na capital a de Helena Fernandes, pela BPCC – e ainda, muito em especial, a disponibilidade e a generosidade de Paulo Lowndes Marques, que me honrou com a sua presença e as suas palavras... sobre o livro, sobre o grande poeta inglês, sobre as relações anglo-portuguesas.
Orientação: Sobre casas portuguesas
A partir de hoje está no MILhafre (2) o meu texto «Casas portuguesas... sem certezas», a propósito de Almeida Garrett, da sua casa em Lisboa... e de outras residências notórias.
quarta-feira, dezembro 02, 2009
Oráculo: «Poemas» em Lagoa e em Lisboa
O livro «Poemas» de Alfred Tennyson, numa tradução para português (a primeira publicada exclusiva deste autor) feita por mim, e numa edição da Saída de Emergência, vai ser apresentado na próxima semana em dois locais: Lagoa e Lisboa.
A 7 de Dezembro, segunda-feira, pelas 19.30 horas, a apresentação decorrerá no Convento de São José, em Lagoa, durante o encontro mensal da ALFA/Association of the Literary and Film Friends of the Algarve.
A 9 de Dezembro, quarta-feira, pelas 18.30 horas, a apresentação decorrerá na Câmara de Comércio Luso-Britânica, em Lisboa, e contará com a presença de Paulo Lowndes Marques, presidente da Sociedade Histórica Britânica de Portugal. (Convite também aqui e aqui. Divulgação também aqui e aqui.)
terça-feira, dezembro 01, 2009
Orientação: blog MILhafre
A partir de hoje está no MILhafre (o «blogue do MIL, o fórum da Lusofonia», que vem complementar/desdobrar/substituir naquele âmbito o blog Nova Águia) o meu texto «“H” de Homem, “H” de Herói, ”H” de Henrique» - a propósito de Henrique Paiva Couceiro mas também com referências a Fernando Pessoa e, claro, a 1640.
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