A partir de hoje, no sítio na Internet da Iniciativa
Legislativa de Cidadãos contra o Acordo Ortográfico, está o meu texto «Tempo de antena para a verdade», que constitui o meu primeiro contributo para a
discussão do projecto da criação de um novo partido que terá, como objectivo
principal, a revogação definitiva do AO90 e de qualquer outro «aborto
pornortográfico». (Também no MILhafre.)
segunda-feira, abril 20, 2015
quinta-feira, abril 16, 2015
Oráculo: Lembrar Albuquerque, 500 anos depois
De hoje a precisamente oito meses, a 16 de Dezembro de
2015, assinala-se o 500º aniversário da morte de Afonso de Albuquerque. O
Movimento Internacional Lusófono, por proposta minha e desde o ano passado,
está a preparar a organização de um conjunto de iniciativas, a principal das
quais será um colóquio preferentemente interdisciplinar – e possivelmente
internacional – que decorrerá, com início naquela data, na Biblioteca Nacional
de Portugal, em Lisboa; paralelamente, deverá decorrer uma exposição documental
no Arquivo Nacional Torre do Tombo. O projecto anterior desta equipa foi a
celebração, em 2013, do 300º aniversário do nascimento de Luís António Verney.
Não é só em Lisboa que o «César do Oriente», o «Grande», o
«Leão dos Mares», o «Marte Português», o «Terrível», será recordado e
homenageado, constituindo a efeméride igualmente um pretexto para uma discussão
séria e sem limites sobre a sua vida e a sua obra, e ainda para uma revisitação
da sua época, de como eram a Ásia e o
Índico então, e para uma apreciação do legado que permanece hoje, a cultura, as
memórias, os testemunhos. Também em Alhandra, onde nasceu em 1453, o filho mais
ilustre da terra merecerá um programa de comemorações especial, adequado às
capacidades da junta de freguesia local, cujo actual presidente eu contactei em
2014; projectos nas escolas do concelho de Vila Franca de Xira sobre a História
de Portugal, com destaque óbvio para os Descobrimentos, deverão ser as principais
– mas não as únicas – acções privilegiadas.
Por curiosidade, recordo
que em 2006 «votei» em Afonso de Albuquerque como o maior dos «Grandes Portugueses» - o programa na RTP1 em que viria a «triunfar»… António de Oliveira
Salazar. Então escrevi: «(ele corporizou) o período, o momento da História em
que Portugal foi efectivamente mais... grande – em terras e mares sobre os
quais exerceu o seu poder – e mais forte. Sob o comando daquele nosso
compatriota, meu conterrâneo, o nosso país alcançou o máximo de dimensão... e
de coragem. Actualmente, o seu perfil e o seu percurso estão algo esquecidos da
memória colectiva dos portugueses – provavelmente porque ele é, sem dúvida, o
símbolo supremo do nosso passado colonial, imperial, e, logo, “politicamente (e
historicamente?) incorrecto”.» Se é essa é de facto e ainda a percepção
presente, há que combatê-la e derrotá-la. (Também no MILhafre.)
sexta-feira, abril 10, 2015
Outros: Por um novo partido
Hoje assinala-se o quinto aniversário do lançamento da
Iniciativa Legislativa de Cidadãos contra o Acordo Ortográfico, que eu apoio e
com a qual colaboro quase desde o seu início – aliás, eu sou contra qualquer «(des)acordo ortográfico», ou «aborto pornortográfico», desde que tomei
conhecimento pela primeira vez de tal absurdo conceito, isto é, desde talvez
1986. Considerando igualmente tudo o que aconteceu neste âmbito até agora, esta
é, pois, a data apropriada para anunciar e para começar uma nova fase deste
movimento: a formação de um novo partido político, um projecto no qual eu estou
disponível para participar. Os fundamentos desta decisão estão expressos num
manifesto escrito por João Pedro Graça e hoje publicado no sítio da ILCAO. (Também no MILhafre.)
quinta-feira, abril 02, 2015
Ocorrência: A «ignição» foi há 10 anos
Foi há
precisamente uma década: 2 de Abril de 2005 é a data do meu primeiro post no Octanas. Que consistiu na transcrição de um dos meus poemas mais pessoais – e
que, como todos os outros que já escrevi, e apesar de algumas promessas nesse
sentido, ainda não foi publicado em papel…
Este meu
blog, cuja designação pretende(u) reflectir não só o meu nome mas também,
simultaneamente, o carácter assumidamente «energético», e mesmo algo «explosivo», da
minha personalidade, tem constituído como que uma espécie de diário – do que
fiz, do que faço e do que vou (ou quero) fazer, do que penso, dos meus gostos e
desgostos. Diário que partilho com todos os que fazem o favor de o visitar e de
o ler, regular ou irregularmente, mas a quem quero agradecer humildemente por
me dispensarem generosamente algum do seu tempo precioso.
Em dez anos
este espaço pouco ou nada mudou, estruturalmente e graficamente. O «template»,
ou seja, o «cenário», a imagem de fundo, é a mesma desde o primeiro dia, e foi
escolhida por ser constituída por círculos, «o’s», que remetem directamente
para o meu nome; e articula-se com os títulos dos textos, sempre iniciados com
uma palavra, uma «categoria», um tema, começado por «o»; tanto quanto me foi
possível – isto é, tanto quanto o Blogger me permitiu – tentei estabelecer e
manter uma certa (e visível) «personalização». As ferramentas – aplicações,
imagens, ligações – que posteriormente foram sendo introduzidas e que eu
aproveitei (mas nem todas) contribuíram decisivamente para o tornar mais
completo, mais abrangente, um reflexo mais correcto do meu «mundo»…
… Ao qual
continuam a ser bem-vindos. E onde podem deixar os comentários que quiserem,
desde que não sejam anónimos.
terça-feira, março 24, 2015
Ocorrência: A TVI recusou-me…
… Ou, dito de outra forma talvez mais correcta, receou-me.
No passado dia 6 de Março, no programa «A Tarde é Sua», de Fátima Lopes,
realizou-se um debate sobre o «acordo ortográfico de 1990» que contou com as
participações de João Malaca Casteleiro (a favor), «linguista» e um dos
principais «autores (i)morais» do «desacordo», e de António Chagas Baptista
(contra), da (Direcção da) Associação Portuguesa de Tradutores. Porém, era eu
quem deveria ter participado, enquanto opositor ao AO90, no espaço da Televisão
Independente…
… Porque a Iniciativa Legislativa de Cidadãos contra o Acordo Ortográfico foi contactada e convidada pela equipa do «A Tarde é Sua»
para se fazer representar na emissão daquela data. Em mensagem enviada a 2 de
Março à ILCAO, Pedro Quaresma, jornalista da «redação» daquele programa,
informava que este «conta, às sextas-feiras, com uma parte mais
informativa (entre as 19h00 e as 20h00), que procura discutir e debater temas
fra(c)turantes da a(c)tual sociedade portuguesa. Nas últimas semanas, abordámos
assuntos tão diversos como o consumo de álcool entre os jovens, a eutanásia, a
maternidade de substituição ou a legalização da prostituição, entre outros. Já
contámos, neste espaço, com a participação de pessoas de vários quadrantes, nomeadamente
deputados, juristas, médicos ou filósofos, entre outros. Na
próxima sexta-feira, dia 06 de Março, propomo-nos falar de uma temática à qual
os senhores não estarão, por certo, alheios: o acordo ortográfico. Parece-nos
pertinente debater este assunto em horário nobre (antes do Jornal das 8 de
sexta-feira, um dos programa mais vistos de toda a grelha semanal de
televisão), pelo que seria para nós muito prestigiante contar com a
participação de um elemento da ILC neste excerto do programa, que terá um formato
de debate. A conversa será moderada pela apresentadora, encontrando-nos a(c)tualmente
a desenvolver diligências para ter em estúdio uma pessoa que defenda este
acordo ortográfico. Assim, gostaríamos de formular-lhes um convite para
estar presente no programa “A Tarde é Sua” na próxima sexta-feira, 06 de
Março, entre as 18h30 e as 20h00. Em caso de resposta afirmativa, solicito
também que nos facultem um contacto telefónico pois seria importante falar
antecipadamente, de modo a combinar alguns pormenores da vinda ao programa. Por
motivos de planeamento do programa em questão, solicito uma resposta tão breve
quanto possível, de preferência até ao final do dia de amanhã.»
A resposta, indicando o meu nome como representante da
ILCAO, foi enviada por João Pedro Graça antes do final de terça-feira, 3 de
Março – mais concretamente, às 16.55. Porém, e para nossa surpresa,
posteriormente recebemos, ainda naquele dia, a seguinte mensagem de Pedro
Quaresma: «Agradeço a rápida resposta
ao nosso e-mail. Por
imposições superiores, e como hoje por volta da hora de almoço ainda não tinha
qualquer indício de que a ILC poderia disponibilizar alguém para participar no
debate, vi-me na obrigação de encontrar uma alternativa para fechar o
alinhamento do programa da próxima sexta-feira. Assim, acabámos por concordar com a participação de um
elemento da Associação de Tradutores, que também é contra a adopção deste
acordo. Em todo o caso, agradeço a sua simpatia e disponibilidade.» Repare-se nas bizarrias e nas contradições
que caracteriza(ra)m este desagradável incidente: a ILCAO respondeu
indubitavelmente dentro do prazo pedido… que não era, aliás, obrigatório – e tanto
assim foi que PQ começou por agradecer, precisamente, a «rápida resposta»! No
entanto, antes disso, e talvez devido a uma crise de bipolaridade, à «hora de
almoço» (seria fome?) decidiram «encontrar uma alternativa» por «imposições
superiores». Mas só nos comunicaram essa decisão depois de saberem quem seria o
representante da ILCAO… ou seja, eu.
Sejamos sérios, deixemo-nos
de ilusões e chamemos as coisas pelos seus nomes: este «des-convite» da TVI em
relação à ILCAO é uma inacreditável e inadmissível demonstração de falta de
cortesia, de educação, de profissionalismo, de respeito; todavia, é igualmente
uma evidente acção de discriminação, e até de censura, em relação a mim… e não
é a primeira vez que o «Canal Quatro» a faz. Os «superiores» que «impuseram»
o meu afastamento fizeram-no, acredito, não só pelas críticas que tenho feito à
TVI (e à SIC e à RTP, e não só) pela sua submissão ao «aborto pornortográfico»,
aqui no Octanas, no MILhafre e no Público, críticas essas que demonstram, passe
a imodéstia, a minha capacidade para debater este tema e para confrontar e
derrotar qualquer defensor do dito cujo, incluindo o Prof. Malaca; também o
fizeram pela denúncia da – anterior e comprovada – discriminação e censura de que eu e o meu outro blog Obamatório fomos objecto em 2012 por parte da estação
de Queluz de Baixo. No que depender de mim, baixezas como esta nunca serão
silenciadas…
… Mesmo que tal implique
mais censura, mais discriminação e, eventualmente, até difamação e… deformação.
Chagas Baptista, que, há que admiti-lo e reconhecê-lo, esteve muito bem no
debate de 6 de Março, que venceu, superiorizando-se indubitável e claramente a
Malaca Casteleiro, teve o seu nome a(du)lterado para António Chagas «Batista»
na legenda surgida no ecrã. Recordo que na TVI um famoso grupo musical já foi
identificado como «One Diretion». Estivesse lá eu e provavelmente colocariam «Otávio»
dos Santos, e assim se juntariam à (longa) lista daqueles que tira(ra)m o «c» do meu nome. (Também no ILCAO.)
quinta-feira, março 19, 2015
sexta-feira, março 13, 2015
Orientação: Sobre um «apocalise», no Público
Na edição de hoje (Nº 9098) do jornal Público, e nas páginas 48 e 49, está o meu artigo «”Apocalise abruto”». Um excerto: «bastantes
“anomalias” adicionais têm vindo a ocorrer induzidas pela ideia – errada mas
compreensível – de que, com o AO90, qualquer consoante de pronunciação
minimamente “duvidosa” provavelmente não deve estar antes de outra. Este perigo
de proliferação, de multiplicação, de erros, de deturpações foi previsto e
alertado atempada e acertadamente por muitos opositores do dito cujo, que então
não receberam toda a atenção que mereciam mas que agora vêem os seus receios
confirmados.» (Também no MILhafre. Transcrição no ILCAO.)
terça-feira, março 10, 2015
Ordem: Esclarecer quem precisa
Não é de agora que estou permanentemente disponível para,
na blogosfera e não só, dar o meu contributo à discussão e ao esclarecimento de
temas importantes, tanto nacionais como internacionais. E também não é novidade
que é à esquerda que se regista habitualmente uma maior ignorância, e uma maior
incredulidade, perante assuntos que só aparentemente são controversos. Três
exemplos recentes, no blog Aventar, demonstram e ilustram essa situação: no primeiro,
expliquei porque não é surpreendente o apoio crescente que a Frente Nacional em
França tem em determinados sectores da população; no segundo, expliquei porque
o totalitarismo não é uma característica de Israel; no terceiro, expliquei como a misoginia é aceitável se as visadas forem de direita.
sexta-feira, fevereiro 27, 2015
Outros: Falam do «Fantas»… e da «Bolsa»
A «Bolsa de Guiões», iniciativa do Festival Internacional
de Cinema do Porto em colaboração com a Associação Simetria (que a sugeriu),
foi bastante noticiada e divulgada desde a abertura, no passado dia 24, da
edição de 2015 da grande mostra de imagens em movimento da Cidade Invicta.
Fizeram referências, ao FantasPorto e ao projecto de divulgação
e de adaptação audiovisual de obras da ficção científica e fantástico de língua
portuguesa, entre outros: Cadernos de Daath; Casting; Film Festivals; Folha em Branco; Gazeta do Rossio; iOnline; iPorto; Jornal de Notícias; LinkedIn; Observador; Portal Cinema; Porto 24;
Público; RTP; Rua de Baixo; Sol; TVI; Viva Porto; Vogue.
Entretanto, há uma novidade importante relativa à lista de 20 textos que, em nome da Simetria,
enviei ao FantasPorto e a Beatriz Pacheco Pereira: um dos contos que a integram
já está em processo de adaptação audiovisual. Trata-se de «As duas caras de
António», incluído originalmente na antologia «Lisboa no Ano 2000» organizada
por João Barreiros; o seu autor, Carlos Eduardo Silva, informou-me que recebeu
uma proposta nesse sentido. Esperemos que tal constitua um bom augúrio para as
outras obras em apreciação. (Também no Simetria.)
quinta-feira, fevereiro 19, 2015
Organização: FantasPorto procura histórias…
… Para delas se fazer filmes. A apresentação no Festival Internacional de Cinema do Porto em 2013 da antologia colectiva de contos de ficção científica e fantástico «Mensageiros das Estrelas» possibilitou-me
também o estabelecimento de um contacto privilegiado com Beatriz Pacheco
Pereira, que, com o seu marido Mário Dorminsky, fundou e dirige há 35 anos
aquele festival. Sempre pensando em formas de promover a FC & F de língua
portuguesa, que, aliás, e como demonstrei, constitui o género dominante na história da literatura nacional, submeti no ano passado à co-organizadora do
FantasPorto, em representação da Associação Simetria, uma sugestão: a de, junto
dos cineastas, já em actividade ou ainda em formação, que integram a sua lista
de contactos e que costumam frequentar o Rivoli todos os anos na mesma ocasião,
divulgar obras, narrativas, histórias, de autores lusófonos na área da fantasia,
como possiveis bases, adaptando-as, para argumentos de eventuais filmes (de
curta e de longa metragens) e de séries televisivas.
Beatriz Pacheco Pereira aceitou, e,
assim, foi criada a iniciativa «Bolsa de Guiões», que terá a sua primeira realização na edição de 2015 do Fantasporto, que decorre entre 24 de Fevereiro e 8 de Março. A fase inicial do projecto consistiu em localizar, seleccionar e
compilar textos que se adequassem aos objectivos daquele. Pelo que, com o apoio
de Luís Filipe Silva, Luís Miguel Sequeira e Nuno Fonseca, elaborei e enviei
uma (primeira) lista de 20 trabalhos, obedecendo aos seguintes três critérios:
(mínimo de) qualidade; adaptabilidade (isto é, não exigência, se possível, de
orçamentos elevados e/ou de efeitos especiais complexos); acessibilidade (isto
é, preferência por aqueles que estão
disponíveis electrónica e integralmente).
Eis os trabalhos que integram essa lista,
e os respectivos autores: «O beijo», Alexandra Rolo; «A ponte dos dois corações», Ana Cristina
Luz; «O nome do rei», Bruno Martins Soares (nas
páginas 53 a 64); «As duas caras de António», Carlos Eduardo
Silva (nas páginas 97 a 108); «Chasing memories», Cristina Flora; «No muro», David Soares; «O Mandarim»,
Eça de Queiroz; «Primos de Além-Mar», Gerson Lodi-Ribeiro (tradução para
Inglês, «Cousins from Overseas»); «Seis momentos em tempo real», João Aguiar (nas páginas 17 a 34); «O teste», João Barreiros; «Steaks barbares», João Seixas; «Leituras»,
João Ventura; «Missão 121908», Luísa Marques da Silva (nas páginas 35 a 52); «Dormindo com o inimigo», Luís Filipe Silva; «Lisboa no Ano 2000», Melo de Matos; «Caminhos de ferro», Octávio dos
Santos; «A passagem», Paulo Pinto Carvalho; «Venha a mim o nosso reino», Ricardo Correia (nas
páginas 41 a 52); «O primogénito», Rogério Ribeiro (nas
páginas 13 a 26); «O paciente», Telmo Marçal. Já Beatriz
Pacheco Pereira acrescentou textos dela própria e ainda de José Viale Moutinho, Pedro Garcia Rosado e Rui Madureira. Posteriormente, elaborei e enviei, também
para ser divulgada junto dos cineastas, uma segunda lista, não exaustiva, de livros de ficção científica e fantástico
de autores lusófonos actualmente à venda em Portugal ainda sem adaptação
audiovisual.
Aquele que deverá ser o evento principal da primeira
edição da «Bolsa de Guiões» no âmbito do FantasPorto está marcado para o
próximo dia 4 de Março, entre as 15 e as 18 horas, no Teatro Rivoli: um
encontro, e debate, entre os cineastas e os escritores. Destes (e excluindo,
evidentemente, os que já faleceram) ainda não se sabe, neste momento, quantos e
quais poderão estar presentes, e impõe-se igualmente esclarecer que nenhuma
utilização dos seus trabalhos está garantida apenas pela realização daquela
sessão em particular e deste projecto em geral. De qualquer forma, do que não
há dúvidas é de que a literatura lusófona de FC & F começa este ano a ser
sistematicamente promovida e valorizada entre os profissionais do sector
audiovisual. (Também no Simetria.)
quarta-feira, fevereiro 11, 2015
Ordem: Antes da CML e de AC, fui eu
A Câmara Municipal de Lisboa, em reunião de vereação realizada hoje, aprovou por unanimidade uma moção submetida por António Costa,
a ser apresentada ao Governo, que propõe que o aeroporto da capital, denominado
«da Portela», passe a designar-se «Humberto Delgado» - uma iniciativa que se
insere igualmente na evocação em 2015 dos 50 anos da morte do «General sem
Medo», assassinado por agentes da PIDE, e que se assinala depois de amanhã. Impõe-se
referir que, em 2007, o jornal Expresso publicou um artigo de opinião da minha autoria, em que eu sugeria precisamente essa homenagem, apesar de então apontar para aquele que seria provavelmente o (um) eventual novo aeroporto de Lisboa, e
não o actual (e ainda único). Intitulado «E o nome do novo aeroporto de Lisboa deve ser...», está incluído no meu livro «Um Novo Portugal - Ideias de, e para, um País», editado em 2012. (Também no MILhafre (100).)
domingo, fevereiro 01, 2015
Outros: «Primos…» na anglofonia
Assinala-se hoje mais um aniversário – o 107º – de um
crime que foi também um atentado terrorista, político, e no qual se fundou o
regime – a república – que ainda hoje vigora, ilegitimamente, em Portugal: o
assassinato, em Lisboa, do Rei D. Carlos e do Príncipe Herdeiro D. Luís Filipe.
A Real Associação de Lisboa, de que também sou associado, promoveu este ano na
capital, e como habitualmente, iniciativas relativas à (funesta) data, mais
concretamente: uma sessão evocativa constituída por uma conferência e pela
inauguração de uma exposição, ambas no Palácio da Independência, sobre o
percurso «da ideia à inauguração» do monumento fúnebre ao Rei e ao Príncipe; e
uma missa de sufrágio, na Igreja de São Vicente de Fora.
Este dia é, pois, o indicado para dar conta de que um dos
contos incluídos na colectânea colectiva de história alternativa «A República Nunca Existiu!», concebida e organizada por mim e editada em 2008, tem a partir
de agora uma versão em Inglês: trata-se de «Primos de Além-Mar», de Gerson Lodi-Ribeiro. Tal aconteceu na revista electrónica norte-americana Words Without Borders, que, fundada em 2003, «promove o entendimento cultural através
da tradução, publicação e promoção da melhor literatura internacional
contemporânea.» Em cada mês há um tema diferente, e o de Janeiro de 2015 foi
«Passados alternativos – Ucronia internacional». Traduzido por Sarah Ann Wells,
«Primos de Além-Mar» tornou-se em «Cousins from Overseas». (Também no Simetria.)
sábado, janeiro 24, 2015
Orientação: Sobre língua e pátria, no ILCAO
A partir de hoje, no sítio na Internet da Iniciativa Legislativa de Cidadãos contra o Acordo Ortográfico, está a transcrição integral do meu artigo «A minha pátria já não é a língua portuguesa», publicado originalmente em Outubro de 2014 no Nº 14 da revista Nova Águia.
segunda-feira, janeiro 19, 2015
Outros: Comentários meus contra o AO (Parte 2)…
… Escritos e publicados, desde Setembro último, nos
seguintes blogs: Horas Extraordinárias; Montag; Intergalactic Robot; Delito de
Opinião (um, dois); Corta-Fitas; 31 da Armada; Aventar. Comentários esses que
versam, entre outros temas, sobre: se José Saramago era ou não adepto do
«acordo»; a degradação ortográfica do Diário de Notícias; a incoerência, e a
cobardia, de Rodrigo Moita de Deus e de António Balbino Caldeira.
Poderia outro estar incluído aqui, não fosse a equipa da
Booktailors-Blogtailors tê-lo rejeitado: (agradavelmente, mas prematuramente)
surpreendido com o «óptimo ano novo» desejado por aquela em post de 1 de
Janeiro último, saudei essa (aparente) retoma da correcção e da normalidade
ortográficas… apenas para, poucos dias depois, constatar que o meu comentário
não tinha sido publicado e que o «óptimo» se transformara em «ótimo»!
Enfim, as «Lusografias» estão cada vez mais degradadas, a
língua portuguesa está cada vez mais em «retalhos»… Há quase cinco anos eu não antecipava que a situação seria tão catastrófica; acredito que, se hoje fosse
vivo, Agostinho da Silva expressaria o seu desgosto e a sua indignação.
terça-feira, janeiro 13, 2015
Ocorrência: Ano Internacional da Luz
Foi Filipe de Fiúza, que me convidou para uma tertúlia em Sintra sobre Alfred Tennyson há um ano, que, a 3 de Janeiro último, me enviou,
bem como a outros amigos e conhecidos, uma mensagem com uma informação de
grande interesse: 2015 é o «Ano Internacional da Luz»…
… Não por causa de uma efeméride mas sim de seis! Que
são: 1015 (1000 anos) – Ibn Al
Haytham escreveu o primeiro «Livro de Óptica»; 1815 (200 anos) – Fresnel propôs a «natureza ondulatória
da luz»; 1865 (150 anos) – Maxwell
publicou a sua teoria de Electromagnetismo, apresentando «a luz como ondas
electromagnéticas»; 1915
(100 anos) – Einstein publicou a teoria da Relatividade Geral, explicando a
«luz no espaço e no tempo»; 1965
(50 anos) – Arno Penzias e Robert Wilson descobriram a Radiação Cósmica de
Fundo, «a luz mais antiga do Universo», e Charles Kao apresentou a tecnologia
da fibra óptica.
Este tema e esta (múltipla)
celebração podem servir de pretexto, de inspiração, a muitas iniciativas, não
só científicas mas também culturais e artísticas, em várias formas, conteúdos,
expressões. Em especial, logicamente, na Ficção Científica e no Fantástico,
onde, por exemplo, a dualidade claro-escuro (literal e figurada), as ilusões
(de óptica, e outras) e a velocidade da luz têm sido conceitos, «motes»,
constantes. Pela minha parte, acredito já ter dado (antecipadamente… há seis
anos ;-)) um contributo a esta pluri-evocação através do meu livro «Espíritos das Luzes». (Também no Simetria.)
quarta-feira, janeiro 07, 2015
Ordem: Contra o Islão fascista, a favor de Israel
(Uma adenda no final deste texto.)
O ano de 2015 começa mal para os que desejam a paz planetária... A partir de hoje, o Octanas passa a incluir em permanência – do lado esquerdo, abaixo do símbolo da Iniciativa Legislativa de Cidadãos contra o Acordo Ortográfico – mais dois símbolos de causas em que acredito e que defendo, e que representam também, em simultâneo, a minha reprovação, o meu repúdio, a minha condenação do/ao ataque hoje perpetrado em Paris, por terroristas islâmicos contra a sede do jornal Charlie Hebdo e os seus trabalhadores, dos quais dez (e ainda dois polícias) foram logo assassinados e vários outros foram gravemente feridos, pelo que o número de vítimas mortais poderá, infelizmente, aumentar…
O ano de 2015 começa mal para os que desejam a paz planetária... A partir de hoje, o Octanas passa a incluir em permanência – do lado esquerdo, abaixo do símbolo da Iniciativa Legislativa de Cidadãos contra o Acordo Ortográfico – mais dois símbolos de causas em que acredito e que defendo, e que representam também, em simultâneo, a minha reprovação, o meu repúdio, a minha condenação do/ao ataque hoje perpetrado em Paris, por terroristas islâmicos contra a sede do jornal Charlie Hebdo e os seus trabalhadores, dos quais dez (e ainda dois polícias) foram logo assassinados e vários outros foram gravemente feridos, pelo que o número de vítimas mortais poderá, infelizmente, aumentar…
… E esses símbolos são: um, a imagem «Je Suis
Charlie» («Eu sou Charlie»), em homenagem aos meus colegas de profissão, jornalistas, tornados
mártires da liberdade de expressão, que deve ser preservada a todo o custo; o
outro, a imagem «I’m a proud friend of Israel» («Sou um orgulhoso amigo de Israel»),
porque a pátria judaica, apesar de não ser perfeita (mas quase), constitui um «oásis»
de democracia, de respeito pelos direitos humanos, de tolerância (cultural, política,
religiosa, social) num «deserto» de absolutismo, de arcaísmo, de barbarismo, de
totalitarismo… o oposto, o contraponto, daquilo e daqueles que, eles sim
verdadeiros fascistas e neo-nazis, cometeram o atentado de hoje em França e tantos
outros, no passado mais ou menos recente, em vários pontos do Mundo.
(Adenda - No Obamatório está outro texto meu também sobre este tema: «... E o futuro não lhes pertenceu».)
(Adenda - No Obamatório está outro texto meu também sobre este tema: «... E o futuro não lhes pertenceu».)
quarta-feira, dezembro 31, 2014
Olhos e Orelhas: Terceiro Quadrimestre de 2014
A literatura: «Descrição da Cidade de Lisboa», Damião de Góis; «Fervor de Buenos Aires», «Lua Defronte» e «Caderno San Martín», Jorge Luis Borges; «O Trono do Altíssimo» e «O Jardim das Delícias», João Aguiar; «Canção de Kali», Dan Simmons; «Palmas Para o Esquilo», David Soares e Pedro Serpa; «Super-Homem - Filho Vermelho», Dave Johnson e Mark Millar; «Tsubaki», Bruno Martins Soares; «As moças do campo», Telmo Marçal.
A música: «Portraits (So Long Ago, So Clear)», Vangelis; «Alessandro Safina», Alessandro Safina; «Seasons In The Abyss», Slayer; «Lusitana», Dulce Pontes; «Blue Train», John Coltrane; «Tuba Jazz», Ray Draper Quintet; «In Chicago», Cannonball Adderley Quintet; «Dog Man Star», Suede; «Parklife», Blur; «Badmotorfinger», Soundgarden; «Simply Christmas - Festive Songs, Carols And Christmas Classics - 01/Christmas Crooners», Bing Crosby, Frank Sinatra, Nat King Cole, Perry Como, e outros.
O cinema: «O Filme Lego», Christopher Miller e Phil Lord; «Eragon», Stefen Fangmeier; «A Rapariga com a Tatuagem de Dragão», David Fincher; «Eu Sou o Amor», Luca Guadagnino; «Amigos com Benefícios», Will Gluck; «Jogo de Ripley», Liliana Cavani; «O Dilema», Ron Howard; «Ira de Titãs», Jonathan Liebesman; «Os Homens da Companhia», John Wells; «Mal Residente - Pós-Vida», Paul W. S. Anderson; «50/50», Jonathan Levine; «Sombras Escuras», Tim Burton; «RPG», David Rebordão e Tino Navarro; «Esquecendo Sarah Marshall», Nicholas Stoller; «O Desconhecido do Lago», Alain Guiraudie; «Florbela», Vicente Alves do Ó; «O que Esperar Quando se está de Esperanças», Kirk Jones; «Operação Outono», Bruno de Almeida; «Congelado», Chris Buck e Jennifer Lee; «Morte ao Smoochy», Danny DeVito; «A Campanha», Jay Roach; «Capitão América - O Soldado de Inverno», Anthony Russo e Joe Russo; «O Grande Kilapy», Zézé Gamboa; «Cosmopólis», David Cronenberg; «Branca de Neve e o Caçador», Rupert Sanders.
E ainda...: Biblioteca Nacional - exposição «David de Almeida - A ética da mão» + exposição «Uma colecção, dois coleccionadores - Pereira e Sousa - Mendonça Cortês» + exposição «A biblioteca do embaixador - Os livros de D. García de Silva e Figueroa (1614-1624)» + mostra «António Ramos Rosa - A poesia em diálogo com o Universo» + mostra «Ruy Coelho (1889-1986) - O espólio de um compositor» + mostra «Do manuscrito ao espectáculo - A colecção de teatro de António José de Oliveira» + mostra «Biografias de Teixeira de Pascoaes» + mostra «José Pedro Machado (1914-2005) - Uma vida de estudo»; «Shake It Off» e «Blank Space», Taylor Swift; Salvador Caetano-Vila Franca de Xira - «Dia Toyota»; Centro de Estudos Anglísticos da (Faculdade de Letras da) Universidade de Lisboa - colóquio internacional «Mensageiros das Estrelas - Episódio III»; QualAlbatroz - «Um livro feito à mão», José Alfaro; Câmara Municipal de Vila Franca de Xira/Celeiro da Patriarcal - Bienal de Fotografia 2014; Museu do Neo-Realismo - exposição «Arsénio Mota - Uma vida como obra»; Biblioteca Municipal/Fábrica das Palavras de Vila Franca de Xira - exposição de fotografia «Nasci com passaporte de turista» de Afonso de Burnay; Espaço-Museu do Hospital de Vila Franca de Xira.
sexta-feira, dezembro 19, 2014
Obrigado: Aos que das «estrelas»…
… Serviram de
«mensageiros», que trouxeram as «mensagens» aos meros terrestres. Foi há
precisamente um mês, a 19 de Novembro, que teve início, na Faculdade de Letras
da Universidade de Lisboa, o «Episódio III» - isto é, a terceira edição – do
colóquio internacional (bianual) de ficção científica e fantástico «Mensageiros das Estrelas». E foi também há um mês que eu participei, como já anunciara a 2
de Novembro, juntamente com João Barreiros e Luís Filipe Silva (Telmo Marçal
faltou), no debate «Ficção Científica e Crise», que Margarida Vale de Gato, a
moderadora, considerou no final ter sido um dos melhores do género a que havia
assistido e/ou em que havia participado. Não se procedeu a um registo vídeo mas
fizeram-se algumas fotografias.
O colóquio
teve uma divulgação assinalável, talvez superior às dos seus dois antecessores,
em 2010 e em 2012. De facto, além de menções em espaços exclusivamente digitais
– Mundo Snitram, Notícias Ao Minuto, Os Fantásticos Mundos de Elsa, Ouroboros Lair, Pátria de Heróis – o evento organizado pelo Centro de Estudos Anglísticos
da UL mereceu também destaque nos sítios de publicações em papel – no Correio da Manhã, no Diário de Notícias, na Fórum e no Sol através de breves textos, e no
Público com um artigo alargado.
Agora, é
aguardar «apenas» dois anos até ao «Mensageiros das Estrelas – Episódio IV», em
2016. Será «uma nova esperança»? ;-) (Também no Simetria.)
quarta-feira, dezembro 10, 2014
Ocorrência: Louçã a espaços
Francisco Louçã é, juntamente com António Bagão Félix e
Ricardo Cabral, um dos colaboradores permanentes no blog do jornal Público Tudo Menos Economia. Há precisamente uma semana, a 3 de Dezembro, decidiu escrever
sobre cinema e, mais concretamente, sobre o mais recente filme realizado por
Christopher Nolan: «Interestelar».
No texto, intitulado «A utopia resgata o presente do futuro?», o ex-líder do Bloco de Esquerda realça que «este é o segundo filme (o primeiro foi «Gravidade») de grande
audiência que, em pouco tempo, nos faz olhar para o espaço. Mas “Interestelar” não
é unicamente um passeio no cosmos e um filme-catástrofe: é uma narrativa sobre
a fronteira da ciência quando a Terra se esgota. E essa fronteira é misteriosa.
(…) Ao deixar as perguntas, o filme
desenha uma utopia: o êxodo da humanidade salva-a de si própria, depois de
esgotado o planeta da origem. Mas, desse modo, o filme afasta-se da tradição
mais eloquente da ficção científica, a que procura outros seres que são como
nós ou que são meios de nós próprios. (…) A ficção científica não imagina o
passado, procura o futuro e por isso ocupa a incerteza mais radical, que as
artes do feitiço não podem sequer simular. A nostalgia é conservadora, a ficção
é ousadamente transformadora.»
É sempre
salutar, e de saudar, que pessoas, político(a)s, figuras públicas que estamos
mais habituados a ver - e a ouvir – intervir em matérias mais do interesse
geral, nacional, relacionadas com a economia e o Estado, procedam também, mesmo
que ocasionalmente, a reflexões sobre outros temas – da cultura, e não só – que
eventualmente proporcionem concordância por parte de outros que habitualmente
deles discordam. Porém, isso não quer dizer que essas
reflexões estejam isentas de erros, e esta foi um desses casos. De facto,
Francisco Louçã escreveu «Alfonso Cuarín» em vez de «Cuarón»; que Ridley Scott
realizou «Aliens» - este, na verdade, foi dirigido por James Cameron, e Scott
deu-nos, antes, «Alien»; que «Blade Runner» foi «adaptado de um conto» de
Philip K. Dick – na verdade, foi adaptado de um romance, «Do Androids Dream of Electric
Sheep?»
Depois de
detectar estas falhas – que alguém, que dá mais importância ao CdP (Culto da Personalidade)
e ao SI (Sectarismo Ideológico) do que à FC, optou por ignorar – decidi apontá-las,
juntamente com as respectivas correcções, à Direcção do Público, que por sua
vez as comunicou a Francisco Louçã. Este procedeu às alterações no dia seguinte
– embora, quanto a «Blade Runner», tenha optado por indicar aquele filme como tendo
sido feito «a partir de um texto de…» - mas não indicou que aquelas alterações tinham sido efectuadas nem quem as tinha induzido. O que, enfim, não é de espantar: à esquerda
há sempre muita dificuldade em se admitir que se estava (está) enganado. (Também no Simetria.)
quinta-feira, dezembro 04, 2014
Outros: Contra o AO90 (Parte 10)
«É importante respirar, ter uma pausa, pensar, reflectir», «A grafia Schweinstnegger e o Record», «Aparentemente, as farturas dão sorte», «Acordo Ortográfico de 1990 – ortografia descaracterizada», «Einstein a mostrar a língua», «Polícia para o trânsito para patos atravessarem», «Despedimento colectivo», «Onde para o socialismo? Para onde vai o PS?», «De *fato e de direito, hoje, no sítio do costume», «Metro de Lisboa para todo o dia», «A “perspectiva” e a “perspetiva” – a unidade essencial», «A óptica é óptima – parabéns ao Expresso», «Ricardo Carvalho e a retractação», «Diálogo sobre a intervenção directa no processo de avaliação», «Contra o Orçamento de Estado para 2015», «Presidência do Brasil», «Vem aí a recessão» e «A imagem de Portugal no estrangeiro ficou com aftas?»,
Francisco Miguel Valada; «Carta aberta à Associação 25 de Abril», Maria José
Abranches; «Isto admite-se?», Noémia Pinto; «Vasco Graça Moura», «Francisco José Viegas, o anjinho da procissão», «AO90 – vogais fechadas para balanço»,
«Um dos piores fatos que já vi» e «Redacções invadidas por “batéria” altamente contagiosa», António Fernando Nabais; «Vasco Graça Moura morreu!», António
Marques; «O respeitador cosmopolita do português», João Gonçalves; «Deixem a ortografia em paz», Jaime Pinsky; «Reflexões sobre o AO», «Para quando o Ptydepe?» e «Ainda os puristas da língua…», Luís Miguel Rosa; «Tudo menos teimosias de um velho», «Saramago traduzido para português», «A velhíssima mãe e os seus diferentes filhos», «Língua rica, língua pobre e uma linha a menos», «Chumbem Vieira! Chumbem Pessoa!» e «Avesso às “leis" mas não à alma», Nuno Pacheco; «A importância da preservação da língua portuguesa» e «O acordo ortográfico e o arco-da-velha», Paulo Ramires; «Os responsáveis políticos pelo “acordo ortográfico” de 1990» e «Conversor Lince – uma estranha forma de estar na vida pública portuguesa», Ivo Miguel Barroso; «Cordatos, cordados… mas invertebrados» e «Enriquecimento pela divergência», Isabel Coutinho Monteiro;
«Quando o dinheiro fala, ninguém repara na gramática que usa», Graça Maciel
Costa; «O Acordo Ortográfico», Miguel Tamen; «O legado de Vasco Graça Moura»,
Jorge Colaço; «A palhaçada do Acordo Ortográfico» e «Diktat - imposição linguística», Tomás Goldstein; «Um relvado à beira-mar mal plantado», Madalena Homem Cardoso; «Porque não existe objecção de consciência em relação ao Acordo Ortográfico?», «O Acordo Ortográfico e o terrorismo do Estado português contra a cultura portuguesa» e «Fernando Pessoa escrito segundo a novilíngua brasileira», Orlando Braga; «Nota de leonino apreço…» e «”Só” dez por cento?!?», Rui Valente; «Quinze magníficos séculos de idioma», Fernando Venâncio; «Falta de respeito» e «Um caso de sucesso», Sérgio
de Almeida Correia; «Penso rápido (19)», «Penso rápido (21)», «Onra aos omens onestos», «Nem como se lê nem como se diz» e «Estou com eles, obviamente»,
Pedro Correia; «Obiang e o Acordo Ortográfico» e «Retalhos da nossa língua»,
António Bagão Félix; «É “supra citado” ou “supracitado”? Porquê?», Helena
Rebelo; «Ensaio sobre a loucura», «Um “esclarecimento” muito pouco ou nada claro», «Boato, ameaça ou manobra de diversão?» e «Da contradição», João Pedro
Graça; «Monstruosidades contra a língua portuguesa», David Soares;
«Barbaridades contra a língua portuguesa», António Justo; «Mais uma tomada de três pinos», Janer Cristaldo; «A hipótese de uma ortografia do português de Angola», Wa Zani; «Diz Pimentel que Cyro disse que Pimentel disse o que Cyro diz que não disse», Hermínia Castro; «Hora sem agá», Maria do Rosário Pedreira;
«Enjoados do português», Fernando Dacosta; «Poetas portugueses refutam o novo acordo ortográfico», Barroso da Fonte; «O novo acordo ortográfico, uma pedrada na língua portuguesa», António Galopim de Carvalho; «Despachar o português – o dever de recusa», José Manuel Martins; «Delírio reformista», José Augusto
Carvalho; «Mas a língua, Senhor Malaca?», Ana Cristina Leonardo. (Também no MILhafre (99).)
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