«Desobedecer ao “acordês“», João Gonçalves; «O “Acordo Ortográfico” de 1990 não é obrigatório a partir de 13 de Maio de 2015», «As sanções disciplinares aplicam-se ao AO90», «As posições dos partidos políticos sobre o
”Acordo Ortográfico” de 1990 (1, 2)» (com Artur Magalhães Mateus) e «Conheça as posições dos Partidos sobre o AO90» (com Artur Magalhães Mateus), Ivo Miguel
Barroso; «Acordo Ortográfico», A. J. Ribeiro; «Na hora incerta…»,
Cristina Ribeiro; «Com a ortografia eu não brinco», Luís Menezes Leitão;
«Quanto mais medíocres mais servis», «Primeiro assassinam a Restauração, depois o património que não lhes pertence» e «Voto de vencido ou de vencedor?», Sérgio de Almeida Correia; «O Estado nacionalizou a minha língua», João Távora; «Ato irrefletido tornado em contrato de fato»,
Vitor Cunha; «Obrigatório o raio que vos parta», Fernando Melro dos Santos;
«Obrigatório?» e «Ainda o abastardamento da língua portuguesa», Samuel de Paiva
Pires; «“A nossa luta não tem prazo de validade“», «“As passadas dele ainda estão quentes“», «Pelo contrário», «Manifesto Anti-Guilherme»,«Fim» e «Referendar o absurdo?», João Pedro Graça; «A partir de hoje este estabelecimento tem um erro de ortografia no nome», Cristina Nobre
Soares; «“Duas“ palavras sobre o AO», João Afonso Machado;
«O Desacordo Ortográfico», Maria Teixeira Alves; «Um património herdado» e «Não estão à altura», Maria do Carmo Vieira; «Do vigor do aborto ortográfico»,
Miguel Valle de Figueiredo; «Samantha Fox explica o AO90», Ricardo Araújo
Pereira; «O AO90 ou se o ridículo matasse», Helena Barbas; «Eu e a língua», Ana Markl; «Orgulhosamente sós», Ana Cristina Leonardo; «Os apátridas da língua que nos governam», José
Pacheco Pereira; «O império ortográfico», Rui Ramos; «Para que não restem dúvidas», «O BCE (Banco Central Europeu) mantém o teto à Grécia» e «Um exemplo da merda do Acordo Ortográfico», Orlando Braga; «(Des)entendimento ortográfico», Rita Pimenta; «O capitão Windows e o general Klinger», «Borrachas e erros por apagar», «Reflexões de um insensato» e «Não custa nada, é só pôr um til», Nuno Pacheco; «O acordo ortográfico e o ataque à identidade da nação portuguesa», João José Horta Nobre; «Sobre a língua e o acordo ortográfico»,
Isabel Soares; «Fatos de manifesto e relevante interesse para a freguesia», «O manto protector», «O projeto e a acção», «A reafectação dos factores», «Prá, prá, prá e desorientação ortográfica», «Depois do PS, do PSD e do CDS, eis o Bloco de Esquerda», «Miguel Relvas e a ambiguidade», «Efectivamente,equação–“e”=quação», «Muito bem, Bloco de Esquerda», «Uma lagosta para para me ver», «Crónica de algumas adopções anunciadas» e «Efectivamente, excepcionais»,
Francisco Miguel Valada; «Ortografia por computador», Luís Miguel Sequeira; «O Acordo Ortográfico visto de Moçambique», José Pimentel Teixeira; «O Aborto Ortográfico», Mafalda Gonçalves Moutinho; «O segundo acto», Miguel Esteves
Cardoso; «Declaração», Pedro Barroso; «Qual Acordo?», Carla Hilário Quevedo; «O (des)acordo» e «O eterno desacordo», Maria do Rosário Pedreira; «A importância da velha ortografia», Hugo Dantas; «Contra o “Acordo Ortográfico”», Margarida
Faro; «O bicho», Afonso Reis Cabral; «Insegurança ortográfica», Acílio
Estanqueiro Rocha; «A sempiterna velha “nova Microsoft”», David Baptista da
Silva; «Contra o acordo ortográfico», Manuel Augusto Araújo; «Oficializado o desacordo ortográfico», Gabriel Silva; «Acordo? Ortográfico?» e «Dêmos ou demos? Porto Editora aconselha a grafia de 1945», António Fernando Nabais; «9 argumentos contra o AO90», Manuela Barros Ferreira; «O acordo ortográfico e a idosa que apostrofou o astrólogo» e «História de uma acta», Duarte Afonso; «O AO90 e a política», Maria José Abranches; «Contra a Novilíngua», João Seixas; «Prematuros presidenciáveis, um “rolo eleitoral”?», Madalena Homem Cardoso; «Dois grupos lexicais parónimos e não homónimos», António Marques; «Acordem os candidatos!»,
Rita Ferro; «Guerra do Acordo Ortográfico já começou a fazer feridos», João
Filipe Pereira; «O AO90 e o afastamento entre as variantes da língua portuguesa», Hélio J. S. Alves. (Também no MILhafre.)
sábado, outubro 10, 2015
quinta-feira, outubro 01, 2015
Orientação: Simetria Sonora 2015
Hoje celebra-se mais
um Dia Mundial da Música, o que significa também, no sítio da Simetria, a
publicação de uma nova edição do projecto Simetria Sonora. E, tal como em
edições anteriores, a esta grande lista foram adicionados 50 discos por mim
considerados de ficção científica e de fantástico: são agora 500. Em 2015 a
capa que ilustra este «monstruário musical» é de um álbum que assinala este ano
o seu 30º aniversário, e que constitui, para além disso, um dos «20 mais» da
minha vida.
sexta-feira, setembro 25, 2015
Ordem: Por falar em «bosta»…
… É de presumir que «o poltrão de Portimão», ao escrever e
publicar esta «comprida», «exaustiva» e «positiva»… «crítica» ao meu livro
«Espíritos das Luzes» estava a cheirar-se a ele próprio. Porém, o mais
importante a notar em mais uma incontinência verbal do «acordista» algarvio
(extremista e pró-totalitário em outros assuntos que não apenas a ortografia)
não é tanto a sua «opinião» d(est)a minha obra, que, claramente, está para além das suas capacidades de compreensão (e, aliás, não é o único nessa situação);
depois de se saber como é que ele se comportou em relação a «A República Nunca Existiu!» desapareceram definitivamente as ilusões – se é que alguma vez elas
existiram – de que ele pudesse ser equilibrado, isento, justo, rigoroso; o que
está aqui verdadeiramente em causa é se quem não lê na íntegra um livro tem
autoridade, tem legitimidade, para elaborar a partir dele uma «recensão», uma
«review», e apresentá-la como tal, ao mesmo nível daquelas que foram precedidas
pela – efectiva – leitura integral de um (outro) livro; eu digo,
peremptoriamente, que não.
terça-feira, setembro 15, 2015
Ocorrência: Um Bocage de outra dimensão
Hoje, 15 de
Setembro de 2015, assinala-se o 250º aniversário do nascimento de Manuel Maria
Barbosa du Bocage. Figura – real e imaginária (literária) – eternamente
fascinante, pelo seu percurso pessoal e pela sua produção poética, constituiu
uma das (duas) personagens principais de «Espíritos das Luzes», editado em 2009
mas concluído quatro anos antes – em 2005, a tempo dos dois séculos e meio do
Terramoto de Lisboa, pelo que este ano celebro igualmente o décimo aniversário
«oficioso» do meu primeiro «romance»…
… Cuja acção,
recordo, se desenrola numa dimensão alternativa, em que o espaço e o tempo são
outros, em que Portugal é um planeta, tal como os outros países que de facto
existem, em que Lisboa é uma cidade… muito maior e diferente da que conhecemos.
Neste cenário, o «meu» Bocage só poderia ser, obviamente… de outra dimensão,
mais sonoro, mais ousado, mais expansivo, desenvolvendo e explorando plenamente
– quiçá exponencialmente – as potencialidades que a sua verdadeira obra apenas
deixou adivinhar. Tal é evidente neste excerto do sexto capítulo, «Férvidos
prazeres»:
«Àquela hora e naquele lugar, praticamente todos os
indivíduos eram incomuns... fossem eles humanos, ciborgues ou autómatos.
Independentemente da quantidade e da qualidade de metal e de plástico que se
tivesse no corpo, a baixa da cidade constituía a arena principal e privilegiada
para o desfile de excêntricos e de desalinhados em demanda de prazeres... por
vezes proibidos. Demanda essa que terminava, quase invariavelmente, no espaço
de convívio que Manuel Maria du Bocage, e não só, elegera como o seu favorito.
Era o seu esconderijo, o seu refúgio. O seu quartel, onde reunia os seus
regimentos da rebeldia. A sua igreja, de onde pregava, em altar de sacrilégios,
sermões à insubordinação. Espaço de convívio sim, mas, como outros diziam, a
começar por Diogo Pina Manique, também espaço com... vício. Situado no Rossio,
outra grande praça da capital de Portugal, o Clube Nicola era o mais famoso
centro epicurista do planeta. Tudo nele fora concebido, colocado e construído
para excitar e satisfazer os sentidos... todos os cinco... mas, sim, sem
dúvida, o do gosto e o do tacto com muito maior acuidade. Era como uma ilha de
liberdade e de libertinagem num mar de probidade e de proteccionismo, um
santuário de devassos, uma zona franca para prováveis pervertidos. Assim que
Bocage entrou, seguido de amigos de sempre e de companheiros de ocasião, as
suas hostes saudaram-no entusiástica e ruidosamente. O poeta retribuiu a
instantânea homenagem com versos que anunciavam e prometiam sensações
insensatas e inesquecíveis... era a sua invocação à noite.»
Esta minha «versão» de Elmano Sadino, recordo, esteve em evidência na sua própria cidade-natal, Setúbal, na noite de 14 para 15 de Setembro de 2010, na habitual tertúlia que se realiza na véspera do Dia da(quela) Cidade… que é também o do aniversário do poeta. Em 2015 e 2016, e devido à especial efeméride, as comemorações vão ser alargadas, variadas… e durarão (pelo menos os próximos) 365 dias. Conduzidas principal e previsivelmente pela câmara municipal, incluirão igualmente, no âmbito escolar, a integração do poeta no âmbito do «Ano Internacional da Luz» que presentemente também se celebra. Porque, afinal, Manuel Maria foi um dos mais espectaculares «espíritos (da época) das luzes». (Também no MILhafre, no Ópera do Tejo e no Simetria.)
Esta minha «versão» de Elmano Sadino, recordo, esteve em evidência na sua própria cidade-natal, Setúbal, na noite de 14 para 15 de Setembro de 2010, na habitual tertúlia que se realiza na véspera do Dia da(quela) Cidade… que é também o do aniversário do poeta. Em 2015 e 2016, e devido à especial efeméride, as comemorações vão ser alargadas, variadas… e durarão (pelo menos os próximos) 365 dias. Conduzidas principal e previsivelmente pela câmara municipal, incluirão igualmente, no âmbito escolar, a integração do poeta no âmbito do «Ano Internacional da Luz» que presentemente também se celebra. Porque, afinal, Manuel Maria foi um dos mais espectaculares «espíritos (da época) das luzes». (Também no MILhafre, no Ópera do Tejo e no Simetria.)
terça-feira, setembro 08, 2015
Outros: A «Remar Contra a Maré», no dia 10
Na próxima Quinta-feira, 10 de Setembro de 2015, a partir das 18.30 horas, vai ser apresentado em Lisboa, no (piso 7/restaurante do) El Corte Inglês, o novo livro de Luís Ferreira Lopes, meu amigo há 30 anos (conhecemo-nos em 1985 no jornal Notícias de Alverca), com quem estive na revista África Hoje e escrevi «Os Novos Descobrimentos – Do Império à CPLP: Ensaios sobre História, Política, Economia e Cultura Lusófonas», publicado em
2006. A obra, que se sucede na bibliografia do autor a «Seja Mais Esperto do que a Crise» (2009), tem por título «Remar Contra a Maré – Empresas e Empreendedores: Casos de Sucesso que estão a Mudar Portugal», e constitui o
segundo volume (o primeiro foi editado em 2007) da transposição para papel das
melhores e/ou mais importantes reportagens emitidas no programa «Sucesso.pt»,
concebido e apresentado pelo Luís na SIC, estação de televisão onde ele
trabalha desde 2000 e em que é actualmente editor de programas especiais. A
sessão contará com a participação de Filipe de Botton, presidente da
Logoplaste.
quinta-feira, setembro 03, 2015
Outros: Pedaços d(e um)a história
João Pedro
Graça, principal e incansável impulsionador e dinamizador da (agora cessada)
Iniciativa Legislativa de Cidadãos contra o Acordo Ortográfico, tem vindo a
escrever e a contar, no seu novo blog Apartado 53, (um)a «história (muito) mal
contada» da luta contra o AO90. No décimo primeiro «capítulo» desta «história», publicado ontem, JPG menciona os nomes de pessoas que, além de subscreverem
(isto é, preencherem o formulário d)a ILCAO, colaboraram mais ou menos
activamente no desenvolvimento e na divulgação da iniciativa…
… E um dos
nomes mencionados é o meu: «Em 31
de Maio, junta-se à luta Octávio dos Santos, de Lisboa, jornalista e
escritor, um indefectível adversário do acordismo. Publica em diversos órgãos
de comunicação social e na “blogosfera” os seus textos e participa em várias
discussões “online” sobre o assunto, sempre com a frontalidade que o
caracteriza.» Foi a 31 de Maio… de 2011 que subscrevi a ILCAO, mas já antes
disso estava em luta contra o «aborto pornortográfico». E a luta… continua! Agradeço
ao João Pedro as simpáticas palavras.
segunda-feira, agosto 31, 2015
Olhos e Orelhas: Segundo Quadrimestre de 2015
A literatura: «A Ciência em Portugal», Carlos Fiolhais; «Sonhos Rock», Guy Peellaert e Nik Cohn; «Diálogo das Compensadas», João Aguiar; «Evaristo Carriego», Jorge Luis Borges; «A Inaudita Guerra da Avenida Gago Coutinho», Mário de Carvalho; «Submissão», Michel Houellebecq; «O Símbolo Perdido», Dan Brown; «Deixa-me Entrar», Joana Afonso; «Batman - O Tribunal das Corujas/A Cidade das Corujas», Greg Capullo e Scott Snyder.
A música: «Duets», Tom Jones; «Melodias Encantadas», Dazkarieh; «Queen II» e «Sheer Heart Attack», Queen; «Extinct», Moonspell; «Celebration Day», Led Zeppelin; «Tenor Conclave» (com Al Cohn, Hank Mobley e Zoot Sims), «Mating Call» (com Tadd Dameron) e «The Cats» (com Kenny Burrell e Tommy Flanagan), John Coltrane; «Children Of The World» e «The Miami Years», Bee Gees; «Heaven And Hell», Black Sabbath; «1984», Van Halen; «PTX Vol. III», Pentatonix.
O cinema: «O Passado e o Presente» e «Um Filme Falado», Manoel de Oliveira; «Pés Alegres 2», George Miller; «Senna», Asif Kapadia; «Rapariga Retirada», David Fincher; «Tomada 2», Olivier Megaton; «Getúlio», João Jardim; «O Bebé de Macon», Peter Greenaway; «Os Descendentes», Alexander Payne; «Rock das Idades», Adam Shankman; «Fúria», Fritz Lang; «Bucky Larson - Nascido Para Ser Uma Estrela», Tom Brady; «Grande Herói 6», Chris Williams e Don Hall; «Jogo Aberto», Andrew Sipes; «Como Treinar o Teu Dragão 2», Dean DeBlois; «Bufo», Ric Roman Waugh; «Damas de Honor», Paul Feig; «Férias do National Lampoon», Harold Ramis; «Tramóia», David Mamet; «Estrela 80», Bob Fosse; «Crianças de Homens», Alfonso Cuarón; «Homem-Pássaro, ou a Inesperada Virtude da Ignorância», Alejandro G. Iñárritu; «Na Terra de Sangue e Mel», Angelina Jolie; «Mike Mágico», Steven Soderbergh; «Linhas de Wellington», Valeria Sarmiento; «Anónimo», Roland Emmerich; «Dia de Celebração», Dick Carruthers; «O Guante», Clint Eastwood; «Guardiões da Galáxia», James Gunn; «REP 2», Dean Parisot; «A Ressaca Parte III», Todd Philips; «Variações de Casanova», Michael Sturminger.
E ainda...: Câmara Municipal de Vila Franca de Xira/Celeiro da Patriarcal - «CartoonXira 2015/Cartoons do Ano 2014» (António, Bandeira, Brito, Carrilho, Cid, Cristina, Gargalo, Gonçalves, Maia, Monteiro) + «Reflexos» (Pavel Kuczynski); ISCTE-IUL - Apresentação e defesa da tese de doutoramento em Gestão «A internacionalização das empresas portuguesas para os países da Europa Central e Oriental - Factores determinantes e modos de entrada» de Rui Paulo Ribeiro das Almas; Biblioteca Nacional - exposição «Porfírio Pardal Monteiro - Arquitecto de Lisboa» + exposição «Os caminhos de Orpheu» + mostra «Orpheu acabou. Orpheu continua» + exposição «Jorge Ferreira de Vasconcelos - Um homem do Renascimento» + exposição «O livro e a iluminura judaica em Portugal no final da Idade Média» + mostra «No mar estava escrita uma cidade... 450 anos da fundação do Rio de Janeiro» + mostra «Macau-China - Fontes dos séculos XVI a XIX - 10 anos do Observatório da China» + mostra «Lev Tolstoy (1828-1910) - A procura da autenticidade» + mostra «Joaquim Veríssimo Serrão - Uma vida ao serviço da História» + mostra «Suzanne Daveau - Uma vida de investigação geográfica» + mostra «Os dois últimos grandes publicistas - Sampaio Bruno e França Borges»; FNAC/Vasco da Gama - exposição de fotografias de David Araújo «Silent Gezi» + exposição de fotografias de Pedro Duarte «A Casa»; Associação Portuguesa de Editores e Livreiros - 85ª Feira do Livro de Lisboa; «House D. M.» (último episódio); RTP - documentário «Memórias do Século XX 2 - Eduardo Gageiro, um Século Ilustrado»; Câmara Municipal de Loulé/Galeria de Arte da Praça do Mar de Quarteira - exposição de pintura de Cláudia Marques e de Pedro Águas «Formas da Voz».
segunda-feira, agosto 24, 2015
Observação: Desertar de Ceuta
É ilusão minha ou a passagem dos 600 anos da conquista de Ceuta, a 21 de Agosto último, não mereceu mesmo - antes, durante e depois - qualquer referência, qualquer declaração oficial, por parte do Estado português?
A efeméride foi, sem dúvida, amplamente assinalada na, e pela, «sociedade civil». Não faltaram peças na comunicação social (rádio, televisão e imprensa), e nesta há que destacar um artigo de João Paulo Oliveira e Costa no Observador que, significativamente, relaciona a tomada da praça africana com a morte de Afonso de Albuquerque um século depois - um acontecimento que vai motivar, em Dezembro deste ano, e como já anunciei, uma iniciativa específica por mim delineada. Também as alusões se sucederam na blogosfera, e nesta há que destacar a série de textos escritos e publicados por João Ferreira do Amaral no 31 da Armada.
Porém, da parte das instituições públicas portuguesas, nada. Silêncio total. Nenhuma menção pela Presidência da República e pela Presidência do Conselho de Ministros, por ministérios ou secretarias de Estado, enfim, pelo governo, pessoalmente ou pelos seus sítios na Internet. Não é de surpreender que, em Ceuta, o respectivo executivo autárquico, e ao contrário do que aparentemente chegou a prometer, nenhum evento comemorativo tenha realizado - houve uma «recepção» a visitantes portugueses que lá se deslocaram propositadamente, mas pouco mais; afinal, de Espanha nunca houve nem nunca haverá qualquer interesse em enaltecer os feitos históricos, civis e militares, de Portugal, além de que se receou - o que é ridículo - ofender a população muçulmana local. No entanto, custa a entender a relutância em recordar e em festejar, pelos poderes estatais nacionais, uma das datas mais importantes da nossa História, em que ocorreu o facto que deu efectivamente início à época mais gloriosa desta nação, o dos Descobrimentos. Tal ter-se-à devido a ser em Agosto, e, logo, por mais pessoas estarem a gozar as férias de Verão?
Não, evidentemente. O que está em causa é a vergonha, sentida por alguns, do nosso passado... menos próximo. Este «absentismo», esta autêntica deserção em relação a certos momentos cronológicos não é de agora, e notou-se também, por exemplo, na quase inexistente evocação oficial das sucessivas efemérides (batalhas) da Guerra Peninsular, isto é, das invasões francesas pelos exércitos de Napoleão Bonaparte no início do século XIX... practicamente ao mesmo tempo que se assinalava dispendiosa, efusiva e propagandisticamente o golpe de Estado que em 5 de Outubro de 1910 instaurou a república, e, logo, derrubou a democracia e instalou a ditadura. Notou-se igualmente na abolição do feriado oficial do 1º de Dezembro. Como já se verificou - e se verifica - em outras ocasiões e em outros assuntos, e apesar do que os separa, é muito o que aproxima o PS do PSD e do CDS. Em qualquer dos casos, sempre em prejuízo de Portugal. (Também no MILhafre.)
segunda-feira, agosto 17, 2015
Orientação: Sobre uma (não) proibição, no Público
Na edição de hoje (Nº 9255) do jornal Público, e na página 45, está o meu artigo «E não proibiram o Inglês!». Um excerto: «São as três principais estações de televisão
nacionais a fazerem, outra vez, as figuras mais tristes. Com (repetido)
destaque maior, como não poderia deixar de ser, para a RTP. No suposto “serviço
público de televisão” continua a existir um conceito peculiar de defesa da
cultura portuguesa, tal como se pode comprovar em (títulos de) programas como:
“Cook Off”, o mais “adequado”, sem dúvida, quando se trata de enaltecer as
especialidades gastronómicas das diferentes regiões do nosso país.» (Também no MILhafre. Transcrição no Apartado 53.)
quinta-feira, agosto 06, 2015
Outros: Parabéns, mais uma vez…
… A Alfred Tennyson, que nasceu há precisamente 206 anos.
Um feliz aniversário que, se é impossível celebrar directa e fisicamente
porque, infelizmente e naturalmente, ele já morreu (há 123 anos), é possível
festejar indirecta e espiritualmente. Desde que elaborei, organizei e fiz
publicar «Poemas» em 2009, mantenho-me atento a eventuais (novas) referências
àquela obra no espaço digital em Português. Assim, e dois anos depois da última
«actualização», há a registar…
… De entre as que tive conhecimento: a transcrição de
cinco dos poemas daquele livro – (um excerto de) «Os comedores de lótus», «Uma despedida», «A frota», «Querelas literárias» e «Parte, parte, parte» - no blog
do jornalista e escritor brasileiro Raul Drewnick; a transcrição (parcial) de
outro dos «Poemas» de Alfred Tennyson, «Flor na muralha fendida», na página de
Facebook d(a também do Brasil, e usando um pseudónimo, evidentement)e Rosacruz
Áurea; a citação da obra em dois textos – brasileiros! – de âmbito
universitário, um sobre Claude Levi-Strauss (nas páginas 2 e 10) e outro sobre Richard Rorty (na página 229); enfim, a entrada de um exemplar de «Poemas» na biblioteca da Sociedade Histórica Britânica de Portugal…
… Instituição que teve entre os seus presidentes o saudoso Paulo Lowndes Marques, que, nunca é de mais lembrar, me deu a honra de
fazer a apresentação da minha tradução na sede da Câmara de Comércio Luso-Britânica. Uma ocasião em que mencionou, como um dos poemas de Alfred
Tennyson que mais o marcaram, «The Revenge – A Ballad of the Fleet»… que não
foi um dos que eu verti para Português em 2009. Porém, depois de o ter lido –
na versão original, obviamente – numa tertúlia literária em Sintra realizada em Janeiro de 2014, decidi traduzi-lo, o que fiz entre Setembro e Novembro do ano
passado.
domingo, julho 26, 2015
Outros: Comentários meus contra o AO (Parte 3)...
… Escritos e publicados,
desde Fevereiro último, nos seguintes blogs: Delito de Opinião (um,
dois, três); Aventar (um, dois, três); MILhafre (um, dois, três); Prosimetron;
Estado Sentido; Corta-Fitas; Horas Extraordinárias (um, dois). Comentários
esses que versa(ra)m, entre outros temas, sobre: os continuados dislates de
Francisco Seixas da Costa; a mentalidade de colonizados que (muit)os
cabo-verdianos mantêm; a
afirmação do ministro da cultura do Brasil de que o «(des)acordo»
pode ter sido um erro – algo que, não surpreendentemente, não foi divulgado por
quase toda a comunicação social portuguesa; a cumplicidade de muitos
professores na repressão, e na (literal) punição, que é o AO90 para os alunos; a total ausência de credibilidade e de
relevância da Associação de Professores de Português; a
inutilidade do «acordês» na divulgação e na valorização das literaturas de
Portugal e do Brasil.
quarta-feira, julho 15, 2015
Outros: Sem argumentos contra factos
Não é a primeira vez que as minhas opiniões, expressas –
assumidamente, com o meu nome, e com ligação remetendo para o meu «perfil blogosférico»
- em artigos e/ou em comentários, suscitam reacções excessivas ou «indignadas»:
este caso, ocorrido em 2012, continua a ser emblemático disso mesmo. E,
efectivamente, mais dois ocorreram recentemente, um relativo à «bandeira» de
Portugal e outro relativo ao (mau) carácter da Esquerda em geral e da
portuguesa em particular. Em ambos, o que não é surpreendente, os «contestatários»
não fizeram prova da sua identidade, e, mais importante, não tiveram (não
adiantaram) argumentos para rebater os meus factos. Seria talvez de esperar
que, nesta «fase do campeonato», já fosse minimamente público e notório que, em
qualquer discussão em que eu participe, eu nunca cedo e sou capaz de enfrentar
– e de vencer – seja quem for. E é muito provavelmente por isso que, mais do
que uma vez, certos cobardes já me censuraram e me discriminaram. O que,
obviamente, nunca me parará nem intimidará.
sábado, julho 04, 2015
Orientação: Sobre um «Estado Novo», no Público
Na edição de hoje (Nº 9211) do jornal Público, e na página 52, está o meu artigo «O ”Estado Novo” da ortografia». Um excerto: «Portugal
é neste momento o único país que de facto, pela força, pela prepotência do
Estado, impôs a utilização oficial do AO90; mas ilegalmente, porque leis
nacionais e internacionais foram desrespeitadas, e ilegitimamente, porque não
houve um mandato para se proceder a uma mudança tão drástica num elemento
essencial da identidade nacional. Pelo que o nosso país voltou a estar, não
tanto “orgulhosamente só” mas mais, na verdade, vergonhosamente só. Solitário,
isolado, no âmbito da Europa, da União Europeia, que se vangloria da
multiplicidade linguística; em todos os outros países que a integram, vários
dos quais (ab)usam (d)o “ph”, nunca se procedeu a qualquer alteração
“revolucionária” deste género. O nosso país não saiu da moeda única mas, com o
AO90, saiu dos costumes e das normas culturais que caracterizam as nações
civilizadas do Velho Continente, do Ocidente.» (Também no MILhafre. Transcrição no Apartado 53 e no Cadernos de Opinião. Referência no Atenta Inquietude.)
segunda-feira, junho 29, 2015
Outros: Espantoso PPM
Tal como David Soares e Paulo Monteiro, também Pedro Piedade Marques é um amigo e um grande artista visual. À semelhança daqueles dois, já
foi igualmente nomeado para importantes prémios pelo seu trabalho. Agora, numa
nova confirmação – e expansão – do seu reconhecimento e do seu prestígio
além-fronteiras, a Amazing Stories – revista norte-americana de «histórias
espantosas» de ficção científica fundada em 1926 (logo, a mais antiga, e a mais
prestigiada) por Hugo Gernsback (sim, o dos Prémios Hugo) e actualmente apenas
em formato digital – fez-lhe, através de John Dodds, uma entrevista, publicada no passado dia 24 de Junho. E de destacar que, para a ilustrar, duas das
imagens utilizadas (capa e contracapa, e um dos separadores interiores) são da
antologia colectiva de contos de FC & F «Mensageiros das Estrelas» que eu
concebi, co-organizei e em que participei, apresentada em 2012 aquando da
realização da segunda edição do colóquio com o mesmo título, na Faculdade de
Letras da Universidade de Lisboa – uma das três obras de minha autoria em que
contei com a colaboração do Pedro, sendo as outras «Poemas» de Alfred Tennyson
e «Um Novo Portugal – Ideias de, e para, um País». (Também no Simetria.)
sexta-feira, junho 19, 2015
Outros: Textos seleccionados (Parte 2)
«Visitas à mesquita», Nuno Castelo-Branco; «Palavrinhas», Maria do Rosário Pedreira; «Em defesa de Passos Coelho», Luís Miguel Sequeira; «A feliz e ansiosa angústia que é viver», José António Barreiros; «Armando Sevinate Pinto (1946-2015)», António de Araújo; «Cultura Gold», Manuel Augusto Araújo; «Sete capas da Afrodite», Pedro Piedade Marques; «Sobre gigantes perdidos & achados», David Soares; «Os que já cá não estão»,
Pedro Correia; «Porque é que todos os humoristas da rádio e da televisão são de esquerda?», Rui Ramos; «Adeus, pequenina», Artur Coelho; «Uma exortação (não gratuita) ao Bloco de Esquerda», Renato Epifânio; «A nova ordem do marketing»,
Luís Bettencourt Moniz; «Programa eleitoral do PS – O velho caminho de regresso a Sócrates», José Mendonça da Cruz; «Um sábado em família», Rui Albuquerque; «A cada um o seu carácter», Sérgio de Almeida Correia; «O infantilismo, doença degenerativa do socialismo», Helena Matos; «O turismo mata a alma», Vítor
Cunha; «A carta-profecia de Antero», João Afonso Machado; «A pedra», João
Gonçalves. (Também no MILhafre.)
terça-feira, junho 09, 2015
Outros: Amigos da «banda (desenhada)»
Dois amigos meus,
que também o são entre eles, e que têm já um considerável currículo na banda
desenhada, foram, ou estão a ser, objectos de merecidos destaques. Um, Paulo
Monteiro, viu a edição de 2015 do Festival de BD de Beja ser, na passada
sexta-feira, o tema de uma reportagem na RTP, na qual ele presta um depoimento;
entretanto, enquanto esperamos que ele finalize e apresente o seu segundo
livro, o primeiro, «O Amor Infinito que te Tenho e Outras Histórias», continua
a acumular edições, traduções, exposições, prémios e a ser pretexto de
entrevista(s). O outro, David Soares, recebeu mais nomeações (três) pelo seu trabalho
na «nona arte», aumentando assim um palmarés (de triunfos e de tentativas) apreciável;
entretanto, enquanto esperamos que ele finalize e apresente o seu próximo livro
«aos quadradinhos», que terá como título «O Poema Morre» (já agora, esperamos também
o seu próximo romance…), poderemos encontrá-lo a dar autógrafos na Feira do Livro de Lisboa no próximo dia 13 de Junho.
quinta-feira, maio 28, 2015
Organização: Livros na Feira
Inicia-se hoje a 85ª Feira do Livro de Lisboa, o que
significa também uma nova oportunidade para adquirir exemplares dos meus
livros.
Para começar, os mais recentes, editados pela Fronteira
do Caos, que deverão ser encontrados nos pavilhões da sua distribuidora, a
Gradiva (B-56/B-58/B-60): «Mensageiros das Estrelas – Antologia de Contos de
Ficção Científica e Fantástico» e «Um Novo Portugal Ideias de, e para, um País».
E ainda: «Poemas» de Alfred Tennyson e «A República Nunca Existiu!» na Saída de
Emergência (D-26/D-28/D-30/D-32); «Espíritos das Luzes» na LeYa/1001 Mundos
(C-43); e «Os Novos Descobrimentos – Do Império à CPLP: Ensaios sobre História,
Política, Economia e Cultura Lusófonas» na Almedina (A-48/A-50/A-52/A-54).
Perguntem, peçam… e «protestem» ;-) se não os encontrarem, se lá não
estiverem. Quanto a «Visões»… só, talvez, em algum alfarrabista presente no
Parque Eduardo VII até 14 de Junho, porque a sua editora (Hugin) já faliu há 10
anos.
Porém, e obviamente, não são só as obras da minha autoria
(total ou parcial) que merecem ser compradas. Aproveitando igualmente o facto
de nesta data começar a edição de 2015 do mais importante acontecimento
literário nacional, publiquei hoje no Simetria um texto com uma selecção dos livros de Ficção Científica e Fantástico em língua portuguesa ainda à venda no
nosso país, cuja lista comecei a elaborar no âmbito da iniciativa com o
FantasPorto «Bolsa de Guiões».
domingo, maio 24, 2015
Observação: Apologia de assassinos
O que mais surpreende, e indigna, na defesa que José
Alberto Carvalho fez dos regicidas de 1 de Fevereiro de 1908, em especial
Manuel Buíça, na emissão do Jornal das 8 da TVI no passado dia 21 de Maio, não
é tanto a «justificação» de que eles, ao assassinarem o Rei D. Carlos e o seu
filho, o Príncipe Luís Filipe, estavam a defender os valores democráticos, a
«liberdade, igualdade e fraternidade»…
… Porque há mais de 100 anos que os republicanos, de
Afonso Costa aos seus «sucessores» na actualidade, com a colaboração permanente
do Grande Oriente Lusitano e dos que lhe obedecem, procedem a uma permanente
falsificação da História de Portugal, a uma doutrinação que equipara –
erradamente – (um)a Monarquia à ditadura e (um)a república à democracia, e que
desculpabiliza e até incentiva o(s) crime(s) que eventualmente ajude(m) a
passar-se de uma para outra. Ter uma educação de âmbito universitário, e, logo,
a obrigação de se conhecer melhor os factos, e/ou ter como profissão a de
jornalista, o que obriga(ria) a procurar a isenção e o rigor, são
circunstâncias irrelevantes neste país que despreza a ética (a verdadeira, não
a republicana) e o mérito e que valoriza o conformismo e a mediocridade.
Não: o que mais surpreende e indigna é que José Alberto
Carvalho tenha tomado essa atitude na (nova) sede de uma instituição fundada
por uma mulher que era esposa e mãe dos homens assassinados no Terreiro do Paço
naquela funesta data. O que JAC fez foi como cuspir, ou até c*g*r, na casa de
vítimas de crimes, e sobre os seus caixões. E não está arrependido, nem pediu
desculpa: não o fez quando o Correio da Manhã o contactou no dia seguinte, e
não o fez hoje aquando da emissão do noticiário principal do quarto canal, apesar
de ter reconhecido, aquando da conversa semanal com Marcelo Rebelo de Sousa,
que provavelmente se tratou de um momento «menos conseguido», «menos feliz», da
sua parte; o professor, «simpático» para com o seu anfitrião, lá tratou de ir
buscar episódios sangrentos da guerra civil entre absolutistas e liberais para
(tentar) atenuar e relativizar a afronta. Enfim, nada de novo numa estação de
televisão, que, à semelhança das outras, dá hipocritamente grande destaque a
casamentos e a nascimentos em famílias reais estrangeiras, nessas ocasiões frequentemente
fazendo-se «representar» por enviados especiais…
Estiveram muito bem, e entre outros, André Azevedo Alves,
Helena Matos, João Afonso Machado, João Almeida Amaral, João Gonçalves, João Vacas e José Maria Duque ao denunciarem a situação e ao condená-la. João Távora,
actual presidente da Direcção da Real Associação de Lisboa, apesar de
inicialmente hesitar em contactar directamente José Alberto Carvalho, acabou
posteriormente por o fazer. Também protestaram a Causa Real e a Juventude Monárquica Portuguesa. Pela negativa, e como seria previsível, João José Cardoso mostrou o quanto é desprezível e eu não deixei de o apontar. Sempre que
possível, devemos manifestar-nos através dos meios – de preferência pacíficos – que temos à nossa disposição. Porque «quem não se sente não é filho de boa gente». (Também no MILhafre.)
segunda-feira, maio 18, 2015
Outros: Contra o AO90 (Parte 11)
«GNR – Cadeira Eléctrica», «Soares, o optimista», «A regra e a “excessão”», «A excelente forma de Ricardo Salgado», «O Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa de 1990 aplicado às três pancadas», «O final do Verão, a Primavera e depois de Outubro», «As minhas reais preocupações sobre o fato», «Zeinal Bava e a irrelevância», «A “co-adopção” e as outras», «Portugiesisch für Anfänger», «O regresso das falácias convenientes» e «Ricardo Salgado refugia-se no desconhecimento», Francisco
Miguel Valada; «”Excessão” de iliteracia», «Penso rápido (61)», «Vanguardismo de opereta», «Ignorância aliada à prepotência», «Reflexão do dia» e «Ninguém pára para pensar», Pedro Correia; «A desistência da língua», Inês Pedrosa; «Aquilino decerto seria um acérrimo inimigo do Acordo Ortográfico…», Paulo Neto; «A traição de Sócrates – provas irrefutáveis na carta enviada a Mário Soares», Rui
Rocha; «Acabou a corrupção em Portugal», «Coimbra não é uma lição», «Uma escola sem contactos», «Jornal de Notícias e AO90 prejudicam alunos nos exames nacionais», «Bem prega o Ministério da Educação», «A Associação de Professores de Português reconhece que há problemas com o AO90», «Perigo no exame de Português de 12º - o acordo ortográfico», «Alarme social – meses com maiúsculas no site do IAVE» e «Não há cor-de-rosa sem espinhos», António Fernando Nabais;
«A insegurança ortográfica» e «Os acordistas já não acordam», Fernando
Venâncio; «Combate ao acordo ortográfico chega ao Windows 10», Carlos Martins;
«E a História da língua? Faz-se tábua rasa, e pronto?», «Numa altura em que nova aCção destruidora ameaça a palavra escrita…» e «Como o Eusébio Macário…», Cristina
Ribeiro; «Será necessário prolongar ainda mais esta amarga experiência?», «A minha identidade», «Tomar partido, sim!» e «Movimento ou Partido?», Rui
Valente; «Uma chacina familiar», «”Cerimônias” e exames» e «Maravilhas da fonética», Nuno Pacheco; «O português degenerado», Fernando C. Kvistgaard; «O acordo ortográfico e a iliteracia» e «Carta aberta ao professor João Malaca Casteleiro», Duarte Afonso; «Evolução do Português por Cognatos», Isabel
Coutinho Monteiro; «O AO90 não está escrito em pedra», J. P. Caetano; «Pare, escute e pense – da importância das palavras», Manuel Matos Monteiro; «Dia Internacional da Língua Materna – a nossa está em perigo!», Helena Mendes;
«Vamos concordar em discordar», Boss AC; «Pela não aplicação do “Acordo Ortográfico” de 1990 aos exames nacionais», Ivo Miguel Barroso; «Acordês “à la
carte” (1, 2)», «FLUP FLOP», «”Para sempre uma preposição”», «O AO90 e os direitos de autor na Universidade» e «Tomar partido», João Pedro Graça; «Uma cretinice», «O dado» e «Um cesarismo indesejável», João Gonçalves; «E é escrever assim, desacordadamente»,
José Morgado; «Uma situação inqualificável», Helder Guégués; «O Acordo Ortográfico vai ter que ser cobrado politicamente», «Depois da “presidenta”, temos a “modela”» e «Dever de desobediência à utilização do Acordo Ortográfico», Orlando Braga; «O acordo do aborto da Língua Portuguesa», Ana
Coelho; «Defendendo o estupro da Língua Portuguesa», Hiroshi Bogéa; «Malaca Casteleiro merece bem um lugar na História», António de Almeida; «À maneira do freguês»,
Berta Brás; «Enquanto há língua há esperança» e «Alto e para o baile!», Ana Cristina Leonardo; «A necessidade de reflectir» e «Sob o signo da idiotice», Maria do Carmo Vieira; «Convite ao Ministro da Educação, a propósito do “Acordo Ortográfico” de 1990», Fernando
Paulo Baptista; «O totalitarismo ortográfico», Luís Menezes Leitão; «A favor porque sim», J. Manuel Cordeiro; «”Enquanto há língua há esperança”», Isabel
Mouzinho; «Não assassinarei a Língua em que escrevo», Maria Oliveira;
«Intruso», José António Abreu; «Sobre o (des)Acordo Ortográfico na Língua Portuguesa», Abel de Lacerda Botelho; «Um des-Acordo Ortográfico», José Manuel de
Sousa; «cRato (com “c” mudo) e a privatização do IAVE», Madalena Homem Cardoso;
«O AO90 e a agricultura soviética», António Guerreiro; «O direito de ser atropelado», Maria Filomena Molder; «O Acordo Ortográfico - Rejeitar o absurdo», António Carlos Cortez; «O (Des)Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa – Uma agenda oculta (Uma abordagem na perspectiva da Ideologia Linguística e Análise Crítica do Discurso)», António Filipe Augusto;
«Desobedeço! E tu?», Luís de Magalhães; «Não uso AO e ponto final!», Alexandra Rolo. (Também no MILhafre. Referência no Delito de Opinião.)
quarta-feira, maio 13, 2015
Ordem: Obrigatório o c*r*lh*!
Várias foram
as «vozes do dono» colaboracionistas, não jornalistas mas sim escribas, que
afirmaram que a partir de hoje, 13 de Maio de 2015, o Acordo Ortográfico de
1990 passa a ser «obrigatório» em Portugal. A todas elas eu respondo:
obrigatório o c*r*lh*! Também há quem afirme que o período de «transição»
termina só a 22 de Setembro de 2016. Mas não: o «aborto pornortográfico» não é
obrigatório hoje, nem no próximo ano, nem no Dia de São Nunca à Tarde, quando
as galinhas tiverem dentes ou quando o Inferno gelar…
… E, se acaso
havia um «período de transição» que termina(va), esse era o de os «acordistas» – aldrabões, charlatães, candidatos a comissários
culturais de água doce ou a ditadores de meia-tigela, iliteratos, «mais-papistas-do-que-o-Papa»,
mentirosos, neofascistas e neocolonialistas, vendedores de banha da cobra, vigaristas
– desistirem definitivamente, a bem, de tentarem impor esta aberração. Há anos
que diversos indivíduos e instituições, com destaque para a Iniciativa Legislativa de Cidadãos contra o Acordo Ortográfico e, sem falsas modéstias, eu próprio, vêm enunciando os faCtos que demonstram, sem qualquer margem para
dúvidas, que o AO90 é não só ilegal (internacional e nacionalmente) mas também
irracional, inútil, e até mesmo prejudicial, culturalmente.
Pela minha parte,
acabou a paciência; já não há pachorra para quem não quer ser sensato. Pelo que
a partir de agora… as coisas mudam: quem (tentar) comunicar comigo com, e/ou
vier defender, o «abortês» está por sua conta e risco. A mim ninguém me cala. Depois
não digam que não foram avisados… Pensem onde
está presentemente não o primeiro mas o principal culpado pelo cAOs corrente: no Estabelecimento Prisional de Évora, eventualmente a bater com os c*rn*s nas
paredes. Justiça poética… e, de preferência, com a ortografia correcta.
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