Por sugestão, e convite, de Sérgio Franclim, que também deverá participar, no próximo dia 4 de Junho (sexta-feira), e a partir das 11 horas, vou estar na Casa da Cultura de Mira Sintra para um encontro e debate com alunos dos 2º e 3º ciclos de escolaridade sobre o tema «República e Monarquia» - tomando como pretexto, igualmente, (mais) uma apresentação do livro «A República Nunca Existiu!» Organizada pela Junta de Freguesia de Mira Sintra, a iniciativa insere-se no âmbito da primeira feira do livro daquela autarquia.
terça-feira, maio 25, 2010
terça-feira, maio 18, 2010
domingo, maio 16, 2010
Orientação: Obamatório chega às 100
O meu blog Obamatório chegou hoje às 100 entradas com a publicação do texto «U. R. S. A.», em que abordo as «simpatias socialistas» de vários apoiantes e conselheiros de Barack Obama.
Nos últimos 50 posts a diversidade dos temas abordados no meu «repositório-observatório-laboratório» sobre a política e a sociedade nos EUA continuou a ser a característica dominante, com destaque para: mais vénias feitas pelo presidente (aqui, aqui e aqui); o Partido Democrata como bastião dos racistas e dos ricos; figuras patéticas como Harry Reid, Keith Olbermann, Alan Grayson e Nancy Pelosi; mais trapalhadas na segurança e na defesa, com reacções frouxas a um recrudescimento do extremismo islamita; aumento da agressividade e da demagogia em Washington; hipocrisias e cobardias de Hollywood; a falência de uma falácia chamada «aquecimento global» (aqui e aqui). E muito mais...
O «Ob» promete continuar a ser o que tem sido: um espaço privilegiado, e talvez único, em português onde com regularidade se dão a conhecer as informações e as opiniões sobre o que verdadeiramente acontece nos EUA... e que os media portugueses insistem em ignorar. (Referência também no Esquinas (70).)
sábado, maio 15, 2010
Obrigado: Aos que compareceram...
... Hoje à sessão de autógrafos do meu livro «Espíritos das Luzes» na «Praça LeYa» da 80ª Feira do Livro de Lisboa, onde tive a companhia de João Barreiros e de Telmo Marçal, presentes igualmente para autografarem os seus livros. Um agradecimento especial – mais um - para Pedro Reisinho, editor da Gailivro e responsável por esta agradável iniciativa.
terça-feira, maio 11, 2010
segunda-feira, maio 03, 2010
Oráculo: Colóquio sobre cidades virtuais, dia 21
No próximo dia 21 de Maio (sexta-feira), e entre as 9.30 e as 18.30 horas, vai decorrer no Lisbon Welcome Center/Associação de Turismo de Lisboa (Rua do Arsenal, 15), o colóquio internacional «Virtual Historic Cities – Reinventing Urban Research» («Cidades Históricas Virtuais – Reinventando a Investigação Urbana»).
Esta iniciativa constitui a fase mais recente do desenvolvimento do projecto Ópera do Tejo/Lisboa Pré-Terramoto de 1755, projecto este que resultou de uma ideia minha, surgida aquando da elaboração do meu livro «Espíritos das Luzes». Referências a este evento foram também feitas: pela Beta Technologies; pela Câmara Municipal de Lisboa; pelo jornal i; pelo blog Nova Águia; pela Universidade Aberta; pela Universidade de Coimbra; pela EuroMACHS.
A organização é do Centro de História de Arte e Investigação Artística da Universidade de Évora. Da lista de oradores fazem parte, entre outros, quatro dos meus colegas de equipa – Alexandra Gago da Câmara, Helena Murteira, Luís Richheimer de Sequeira e Paulo Rodrigues – e ainda convidados estrangeiros como Bernard Frischer, Drew Baker e Richard Beacham.
Entretanto, o libreto de «Alexandre na Índia», ópera (composição) que estreou a Ópera do Tejo (edifício), está disponível aqui.
A organização é do Centro de História de Arte e Investigação Artística da Universidade de Évora. Da lista de oradores fazem parte, entre outros, quatro dos meus colegas de equipa – Alexandra Gago da Câmara, Helena Murteira, Luís Richheimer de Sequeira e Paulo Rodrigues – e ainda convidados estrangeiros como Bernard Frischer, Drew Baker e Richard Beacham.
Entretanto, o libreto de «Alexandre na Índia», ópera (composição) que estreou a Ópera do Tejo (edifício), está disponível aqui.
sexta-feira, abril 30, 2010
Olhos e Orelhas: Primeiro Quadrimestre de 2010
A literatura: «A Mitologia Portuguesa», Sérgio Franclim; «Bilhete de Identidade – Memórias 1943-1976», Maria Filomena Mónica; «Memórias Póstumas de Brás Cubas», Machado de Assis; «Xochiquetzal – Uma Princesa Asteca entre os Incas», Gerson Lodi-Ribeiro; «Cartas a um Jovem Poeta», Rainer Maria Rilke; «Juventude», Joseph Conrad; «O pequeno herói», Fiodor Dostoievski; «Aerofobia», «Cegueira artificial» e «Uma turista de outro mundo», Luís Richheimer de Sequeira.
A música: «Liebe Ist Fur Alle Da», Rammstein; «Love Hunter», Whitesnake; «Mafalda Arnauth», Mafalda Arnauth; «Atom Heart Mother», Pink Floyd; «The Resistance», Muse; «I Dreamed A Dream», Susan Boyle; «Humanoid», Tokio Hotel; «Panpipe Plays Enya», Shane Maguire; «Música Coral», Fernando Lopes Graça (pelo Coro Gulbenkian dirigido por Jorge Matta); «Missa Grande», Marcos Portugal (pelo Coro de Câmara de Lisboa dirigido por Teresita Gutierrez Marques).
O cinema: «Acima», Pete Docter; «O Diabo Veste Prada», David Frankel; «Zodíaco», David Fincher; «Harry Potter e o Príncipe Meio-Sangue», David Yates; «Valsa com Bashir», Ari Folman; «Call Girl», António Pedro Vasconcelos; «Valquíria», Bryan Singer; «O Feriado», Nancy Meyers; «A Ressaca», Todd Phillips; «E a tua Mamã Também», Alfonso Cuarón; «Cavaleiro Fantasma», Mark Steven Johnson; «Saltador», Doug Liman; «Transformadores – Vingança do Caído», Michael Bay; «Persona» e «Sonata de Outono», Ingmar Bergman; «Avatar», James Cameron; «A Canção da Terra» e «Chaimite», Jorge Brum do Canto; «A Quadrilha Selvagem» e «Pat Garrett e Billy The Kid», Sam Peckinpah; «Memórias de uma Gueixa», Rob Marshall; «Anjos e Demónios», Ron Howard; «Aparelho Voador a Baixa Altitude», Solveig Nordlund; «Definitivamente, Talvez», Adam Brooks; «Caminho das Estrelas», J. J. Abrams; «A Perseguição da Felicidade», Gabriele Muccino; «Noite no Museu – Batalha do Smithsonian», Shawn Levy; «Watchmen», Zack Snyder; «Brandos Costumes», Alberto Seixas Santos.
E ainda...: Universidade Nova de Lisboa/Faculdade de Ciências Sociais e Humanas - «Cristianismo e Heterodoxias»/Prova de Doutoramento, em Sociologia da Cultura, de António de Macedo (2010/2/23); Museu do Neo-Realismo - «The Return Of The Real»/Ciclo de Exposições de Arte Contemporânea/Manuel Santos Maia + Escrevivendo Urbano/Exposição Biobibliográfica de Urbano Tavares Rodrigues + Memória do Campo de Concentração do Tarrafal; Câmara Municipal de Vila Franca de Xira - CartoonXira 2010 + Caricaturas de Loredano; Biblioteca Municipal de Vila Franca de Xira – Exposição de Pintura «Aguarela» de Mizé Cunha e Laura Conde.
quinta-feira, abril 29, 2010
Outros: Livros com História(s)
A Feira do Livro de Lisboa abre hoje e «fechará as portas» a 16 de Maio – no penúltimo dia estarei, como já anunciei, junto ao pavilhão da Gailivro, no espaço LeYa, para autografar exemplares do meu livro «Espíritos das Luzes».
Porém, e para além do(s) meu(s) livro(s), quero destacar aqui outros editados mais ou menos recentemente: «A Conspiração dos Antepassados» e «O Evangelho do Enforcado», de David Soares; «Super Portugueses», de João Aguiar; «A Ministra», de Miguel Real; «O Marquês de Soveral – Seu Tempo e Seu Modo», de Paulo Lowndes Marques; «Via Aberta», de Renato Epifânio; «Aventuras Misteriosas – O Segredo Templário», de Sérgio Franclim.
quarta-feira, abril 28, 2010
Outros: Crítica a «Espíritos...»
Rogério Ribeiro, no seu blog I Dream In Infrared, colocou hoje a sua crítica ao meu livro «Espíritos das Luzes»... um ano depois de ele ter sido publicado. De facto, mais vale tarde do que nunca... No momento em que escrevo esta entrada apenas lá estão dois comentários que constituem a minha (primeira) réplica à sua recensão – sendo de supor que outros, meus e não só, se poderão suceder. (Actualização: Rogério Ribeiro voltou a «postar» sobre o meu livro, propondo a leitura «em linha» dos seus dois primeiros capítulos; e Cristina Alves menciona a crítica de RR, juntando comentários dos quais já pedi esclarecimento).
sexta-feira, abril 16, 2010
Oráculo: Na Feira do Livro a 15 de Maio
No próximo dia 15 de Maio de 2010 (sábado), e a partir das 15.30, irei estar – juntamente, está previsto, com João Barreiros e Telmo Marçal – na Feira do Livro de Lisboa, mais concretamente junto ao pavilhão da Gailivro no espaço do Grupo LeYa. Estarei disponível para autografar exemplares do meu livro «Espíritos das Luzes», e aqueles outros dois autores estarão disponíveis para autografar exemplares dos seus mais recentes livros, editados igualmente na colecção «1001 Mundos», respectivamente «Se Acordar Antes de Morrer» e «As Atribulações de Jacques Bonhomme».
Outros: «Espíritos...» na revista do ACMP
O meu livro «Espíritos das Luzes» foi objecto de uma recensão publicada na revista do Auto-Club Médico Português, Nº 189, 2010/Janeiro-Fevereiro-Março, página 39. Escrita por Diogo Lapa, intitula-se «Escrita de fusão». Seguem-se alguns excertos:
«(...) Já há muito que não lia um livro com tanto prazer. Como sou nostálgico e acusado de viver no passado mas também sonhador e deslumbrado pelas novidades vibrei com a fusão introduzida por este criativo escritor na sua referida obra. (...) É este o engenho de quem consagra o tempo à escrita literária e, no fundo, a qualquer outra manifestação artística: o saber surpreender-nos com a sua subjectividade, ou seja, com a sua maneira própria e original de ver o Mundo. (...) Reconhecemos uma pesquisa exaustiva de textos históricos mas a forma como os lemos ou relemos é proporcionada através de cenários tremendamente inventivos. (...) Tudo é um pretexto apetecível para seguirmos Bocage neste percurso deveras surpreendente.»
domingo, abril 11, 2010
segunda-feira, março 29, 2010
segunda-feira, março 08, 2010
Orientação: Artigo na Bang!
Na edição de Fevereiro de 2010 (Nº 7) da revista Bang!, e nas páginas 20-24, está o meu artigo «O druida de Somersby», que consiste fundamentalmente na biografia de Alfred Tennyson que eu escrevi para a minha tradução de «Poemas» daquele autor – aliás, na página 19 da revista está também um desses 50 poemas traduzidos, «O Kraken». (Actualização: a revista pode ser acedida electronicamente aqui.)
domingo, março 07, 2010
Outros: «A República...» na rádio (outra vez)
A emissão de hoje do programa da RTP/Antena 1 «Rádio República», de Maria Flor Pedroso, transmitido entre as 13 e as 14 horas, incluiu a entrevista que concedi a Ana Aranha no programa «À Volta dos Livros» em 2008, a propósito do livro «A República Nunca Existiu!», que eu concebi, organizei e em que participei. A ouvir aqui (em especial no primeiro minuto e, depois, entre os minutos 29 e 34).
sexta-feira, março 05, 2010
Outros: «Poemas» com cinco estrelas
Na edição de hoje (Nº 7274 – especial do 20º aniversário) do jornal Público, e nas páginas 58 e 60 do caderno Ípsilon, está uma recensão crítica a «Poemas» de Alfred Tennyson, que atribui a este meu projecto a classificação (máxima) de cinco estrelas. Tanto o texto, intitulado «Um sombrio cultor da beleza», como a avaliação são da autoria e responsabilidade de Maria da Conceição Caleiro.
«(...) Alfred Tennyson (1809-1892), poeta da língua inglesa, poeta laureado da época vitoriana, outrora o mais popular e disputado, surge agora traduzido, e bem, pela primeira vez em língua portuguesa. Tradução que em prefácio declara os seus princípios: “o mais literal possível (…) nunca seria capaz de deturpar (…) apenas para ‘soar’ bem.” Mesmo assim soa, e a poeticidade é-lhe restituída. (...)» (Referência e versão integral também aqui.)
segunda-feira, março 01, 2010
Orientação: Artigo na Tempo Livre
Na edição de Março de 2010 (Nº 213) da revista Tempo Livre, e nas páginas 44-46, está o meu artigo «O músico de "Deus" e do "Diabo"», sobre a vida e a obra do compositor português António Teixeira. (Referência também no Esquinas (66) e no MILhafre (8).)
domingo, fevereiro 28, 2010
Orientação: Mais um artigo no Público
Na edição de hoje (Nº 7269) do jornal Público, e na página 35, está o meu artigo «Palavras de honra» - sim, é mais um texto sobre, e contra, o «Acordo Ortográfico». (Referência também no Esquinas (65) e no MILhafre (7), e ainda no Terras Altas.) Um trabalho que proporcionou igualmente: provocações pueris de Rui Tavares (ver aqui e aqui), aliás condizentes com a personalidade (?) desta personagem; e uma polémica com um «comissário político-ideológico-cultural» chamado Jorge Candeias (ver, deste texto, os comentários).
quarta-feira, fevereiro 17, 2010
Opções: Contra a tourada (outra vez)
Assinei hoje a petição «Contra a criação de uma secção de tauromaquia no Conselho Nacional de Cultura». Quem quiser fazer o mesmo deve ir aqui. Esclareço, porém, novamente, que não sou militante ou simpatizante do denominado «Partido Pelos Animais», que promove a iniciativa. Esta é uma posição que reiterei no Esquinas (64) e no MILhafre (6).
terça-feira, fevereiro 09, 2010
segunda-feira, fevereiro 01, 2010
Orientação: Sobre Pessoa e a República
No Esquinas (62) e no MILhafre (4) recordo e reproduzo, em atenção às datas não só de hoje mas também de ontem, «o que Fernando Pessoa pensava da República...» (referência também no Nova Águia).
Oráculo: «A República... 2» em Outubro
Está em preparação o Volume 2 de «A República Nunca Existiu!», com data prevista de lançamento, obviamente, para o próximo mês de Outubro – será uma forma de «comemorar» condignamente o centenário da implantação da dita cuja. Entre os autores que já aceitaram o meu convite para participar – com um conto original da sua autoria – estão António de Macedo, Daniel Tércio, David Soares, Isabel Cristina Pires e Luís Filipe Silva.
Outros: Conto sobre «A República...»
Dois anos depois da edição de «A República Nunca Existiu!» continuo a encontrar referências a este meu projecto. Hoje divulgo o conto «A outra margem» que Nuno Fonseca colocou no seu blog Inner Space como forma de «comemorar a (então) recente publicação» da colectânea que eu concebi e que foi lançada aquando do centenário do regicídio de 1908.
quarta-feira, janeiro 20, 2010
Outros: «Poemas» na Rede
Quem não ouviu hoje pela rádio a entrevista que concedi a Ana Aranha, da Antena 1, no programa «À Volta dos Livros», sobre «Poemas» de Alfred Tennyson, pode ouvi-la aqui (ou aqui, através da SdE).
Entretanto, este livro já foi mencionado em vários sítios – em especial blogs – da Internet. Para além dos já anotados em Dezembro, apontamos agora: A Cidade do Sossego; Arlindo Correia; Arquipélago Livros; Bela Lugosi Is Dead (com uma crítica também referida pela Saída de Emergência); Blogue Notas; Diário Digital; Entre Páginas; Montag; O Novo Ecléctico; Páginas Desfolhadas; Papéis e Letras; Poesia Incompleta; Poetícia; Tudo Bem Quando Termina Bem. E ainda... a página na Wikipédia sobre Sintra (ver em «Notas e referências»)!
terça-feira, janeiro 12, 2010
Oráculo: «Poemas», dia 20, na Antena 1
Hoje desloquei-me à sede da RTP, em Lisboa, onde concedi uma breve entrevista, sobre o livro «Poemas» de Alfred Tennyson, à jornalista Ana Aranha, que será transmitida no programa «À Volta dos Livros» da Antena 1 no próximo dia 20 de Janeiro, às 17.20 e às 21.20 (e às 4.20 de dia 13).
quarta-feira, janeiro 06, 2010
Outros: «Espíritos...» em retrospectivas
«Espíritos das Luzes» foi referido recentemente em duas retrospectivas, uma da década, outra do ano.
Na primeira tal deveu-se a Miguel Real, que no seu artigo «Em busca de um novo cânone», publicado no Jornal de Letras, Artes e Ideias Nº 1024 (2009/12/30, páginas 8-10), me aponta, pelo meu livro, como uma das «seis superiores novidades» da década «no campo do romance histórico», e que «evidenciam-se como as mais originais e consistentes, que prometem substituir as clássicas obras de Fernando Campos e João Aguiar».
Na segunda tal deveu-se a Cristina Alves, que no seu blog Rascunhos inclui o meu livro nos «Lançamentos portugueses 2009 (Fantasia, Ficção Científica e Horror)» (2009/12/28) merecedores de menção.
terça-feira, janeiro 05, 2010
Orientação: Sobre Marilyn Manson
A partir de hoje, dia em que se celebra mais um aniversário (o 41º) do nascimento de Brian Hugh Warner, ou seja, de Marilyn Manson, está disponível no Esquinas (61) o meu artigo «O homem por detrás do espelho», publicado na revista Blitz (Nº 42) de Dezembro de 2009.
domingo, janeiro 03, 2010
Outros: Reportagem no CM
Na edição de hoje (Nº 11170) do jornal Correio da Manhã, e nas páginas 28 e 29 (centrais), está a reportagem «Regresso virtual à Lisboa arrasada», escrita por João Vaz, e que aborda o projecto Ópera do Tejo/Lisboa Pré Terramoto 1755, que eu iniciei em 2004. (Referências também no Esquinas (60) e no MILhafre (3).)
quinta-feira, dezembro 31, 2009
Olhos e Orelhas: Terceiro Quadrimestre de 2009
A literatura: «A Cabeça de Fernando Pessoa», Luís Filipe Cristóvão; «O Limite de Rudzky» e «Esoterismo da Bíblia», António de Macedo; «O Homem Certo para Gerir uma Empresa é uma Mulher», Rosália Amorim; «O Aniversário de Astérix e Obélix – O Livro de Ouro», René Goscinny e Albert Uderzo; «Um Herói Português – Henrique Paiva Couceiro», Vasco Pulido Valente; «Alex 9 – A Guardiã da Espada», Martin S. Braun; «A Câmara Secreta do Potala - Relato de uma Viagem ao Tibete», Yohannès C. Na Douma; «Digno de um Mestre», Luís Richheimer de Sequeira, «Efemérides», João Barreiros, «Meu Anjo», Daniel Tércio, «Pai Querido», Gerson Lodi-Ribeiro, «A condessa preguiçosa», António de Macedo, «Mefisto», Silvana Moreira (de «Pecar a Sete», António de Macedo e Silvana Moreira (org.)).
A música: «Circo De Feras», Xutos E Pontapés; «Beat», King Crimson; «Exodus», Bob Marley & The Wailers; «Highway To Hell», AC/DC; «Tonight», David Bowie; «25 – The Greatest Hits», Simply Red; «Motetes/Missa Pro Defunctis», Pero de Gamboa/Lourenço Ribeiro (pelo Coro Gulbenkian dirigido por Jorge Matta).
O cinema: «As Crónicas de Spiderwick», Mark Waters; «A Cara que Mereces», Miguel Gomes; «Speed Racer», Andy & Larry Wachowski; «Entre os Muros», Laurent Cantet; «Adivinha Quem», Kevin Rodney Sullivan; «10 000 A. C.», Roland Emmerich; «Espanglês», James L. Brooks; «Aeon Flux», Karyn Kusama; «O Libertino», Laurence Dunmore; «Coraline», Henry Selick; «A Estranha em Mim», Neil Jordan; «O Acontecimento», M. Night Shyamalan; «Persépolis», Marjane Satrapi e Vincent Paronnaud; «20,13», Joaquim Leitão; «O Mistério da Estrada de Sintra», Jorge Paixão da Costa; «O Majestic», Frank Darabont; «Origens Homens-X – Wolverine», Gavin Hood; «Sexo e a Cidade», Michael Patrick King; «Terminador – Salvação», McG; «13 de Ocean», Steven Soderbergh; «Idade do Gelo - Madrugada dos Dinossauros», Carlos Saldanha.
E ainda...: Museu do Design e da Moda – Exposição «Ante-Estreia/De Le Corbusier a Alaia»; Divisão de Acção Cultural da Câmara Municipal de Vila Franca de Xira/Celeiro da Patriarcal – Exposição Colectiva de Artes Plásticas do Grupo de Artistas e Amigos da Arte + Exposição de Aguarelas de Rui Pinheiro; Sociedade Portuguesa de Autores - Ciclo «Com Todas as Letras/Livros, Autores e Editores em Debate» - «FC e Literatura Fantástica/O Reinado da Imaginação (com David Soares, João Seixas, Luís Corte Real e Pedro Reisinho)»; Pavilhão Atlântico de Lisboa – Rammstein (2009/11/8); Museu do Neo-Realismo (Vila Franca de Xira) – Exposição «Soeiro Pereira Gomes – Na Esteira da Liberdade»; Convento de São José (Lagoa) – Exposição «Ortszeit/Local Time-Momento Local/Fotografias 1990-2004» de Stefan Koppelkamm; Biblioteca Nacional de Portugal – Exposições «A Expulsão dos Jesuítas dos Domínios Portugueses/250º Aniversário» + «Comboios de Livros/Fotografias de Duarte Belo» + «Luiz Pacheco/Contraponto/Um Homem Dividido Vale por Dois» + «Maria Judite de Carvalho/50 Anos de Vida Editorial»; Câmara Municipal de Lisboa – Exposição «Tapeçarias de Portalegre»; Biblioteca Municipal de Vila Franca de Xira – Exposição de Pintura «Entre Caminhos» de Carmen Direitinho.
domingo, dezembro 27, 2009
Orientação: Esquinas (59)
A partir de hoje está no blog Esquinas uma referência à minha renovada colaboração no sítio da Simetria, mais concretamente sobre os quatro textos que inseri recentemente sobre temas da ciência e da cultura com relação à ficção científica e ao fantástico.
terça-feira, dezembro 15, 2009
Ocorrência: Mais um Prémio SI
Hoje, no Hotel Tivoli, foram anunciados os galardoados com os Prémios e Homenagens Sociedade da Informação, iniciativa anual promovida pela Associação para a Promoção e Desenvolvimento da Sociedade da Informação.
No Prémio Editorial (de jornalismo) Sociedade da Informação, o distinguido foi... eu, pelo artigo «Humáquinas – A ciência e a tecnologia estão a criar novos corpos», publicado no ano passado (na sua versão integral) no sítio da Associação Simetria (uma primeira versão, reduzida, havia sido publicada, também em 2008, no jornal Público). É a quarta vez (terceira vitória) que sou distinguido no âmbito deste prémio: recordo que em 1998, 1999 e 2000 foram-me atribuídos, respectivamente, um primeiro lugar absoluto, uma menção honrosa e um co-primeiro lugar ex-aequo.
No Prémio Personalidade do Ano o distinguido foi Vasco Matos Trigo. E no Prémio Homenagem a uma Vida o distinguido foi Lourenço Fernandes.
No Prémio Editorial (de jornalismo) Sociedade da Informação, o distinguido foi... eu, pelo artigo «Humáquinas – A ciência e a tecnologia estão a criar novos corpos», publicado no ano passado (na sua versão integral) no sítio da Associação Simetria (uma primeira versão, reduzida, havia sido publicada, também em 2008, no jornal Público). É a quarta vez (terceira vitória) que sou distinguido no âmbito deste prémio: recordo que em 1998, 1999 e 2000 foram-me atribuídos, respectivamente, um primeiro lugar absoluto, uma menção honrosa e um co-primeiro lugar ex-aequo.
No Prémio Personalidade do Ano o distinguido foi Vasco Matos Trigo. E no Prémio Homenagem a uma Vida o distinguido foi Lourenço Fernandes.
quarta-feira, dezembro 09, 2009
Obrigado: Aos que compareceram...
... À apresentação de «Poemas» de Alfred Tennyson, antes de ontem em Lagoa e hoje em Lisboa. No Algarve quero agradecer em especial a hospitalidade de Barbara Fellgiebel e de Fiona Perris, pela ALFA; na capital a de Helena Fernandes, pela BPCC – e ainda, muito em especial, a disponibilidade e a generosidade de Paulo Lowndes Marques, que me honrou com a sua presença e as suas palavras... sobre o livro, sobre o grande poeta inglês, sobre as relações anglo-portuguesas.
Orientação: Sobre casas portuguesas
A partir de hoje está no MILhafre (2) o meu texto «Casas portuguesas... sem certezas», a propósito de Almeida Garrett, da sua casa em Lisboa... e de outras residências notórias.
quarta-feira, dezembro 02, 2009
Oráculo: «Poemas» em Lagoa e em Lisboa
O livro «Poemas» de Alfred Tennyson, numa tradução para português (a primeira publicada exclusiva deste autor) feita por mim, e numa edição da Saída de Emergência, vai ser apresentado na próxima semana em dois locais: Lagoa e Lisboa.
A 7 de Dezembro, segunda-feira, pelas 19.30 horas, a apresentação decorrerá no Convento de São José, em Lagoa, durante o encontro mensal da ALFA/Association of the Literary and Film Friends of the Algarve.
A 9 de Dezembro, quarta-feira, pelas 18.30 horas, a apresentação decorrerá na Câmara de Comércio Luso-Britânica, em Lisboa, e contará com a presença de Paulo Lowndes Marques, presidente da Sociedade Histórica Britânica de Portugal. (Convite também aqui e aqui. Divulgação também aqui e aqui.)
terça-feira, dezembro 01, 2009
Orientação: blog MILhafre
A partir de hoje está no MILhafre (o «blogue do MIL, o fórum da Lusofonia», que vem complementar/desdobrar/substituir naquele âmbito o blog Nova Águia) o meu texto «“H” de Homem, “H” de Herói, ”H” de Henrique» - a propósito de Henrique Paiva Couceiro mas também com referências a Fernando Pessoa e, claro, a 1640.
segunda-feira, novembro 30, 2009
Outros: Livros de espantar
Com o Natal a aproximar-se será apropriado dar algumas sugestões de livros que amigos, conhecidos e «colegas» meus das áreas da FC & F escreveram e editaram recentemente. Para que as festas também tenham, como «prendas», espantos... e sustos!
Bruno Martins Soares, que comigo colaborou em «A República Nunca Existiu!», lançou (sob o pseudónimo Martin S. Braun) «Alex 9 – A Guardiã da Espada». Outro colaborador d’«A República...», João Seixas, organizou «Com a Cabeça na Lua».
David Soares tem não um mas sim dois livros novos - «Mucha» (com a ajuda de Mário Freitas e Osvaldo Medina) e «Brinca Comigo!» (ainda com as «aparições» de João Barreiros, João Ventura e Luís Filipe Silva). E Telmo Marçal tem «As Atribulações de Jacques Bonhomme» - o segundo livro de um autor português na colecção 1001 Mundos da Gailivro depois do meu «Espíritos das Luzes».
Começámos com um Bruno, terminamos com outro: Bruno Fonseca, que prossegue a sua «campanha» de divulgação... alternativa da sua obra «Fachoda – Contos de História Alternativa» - depois de recorrer ao suporte da Lulu, utiliza agora a estrutura da Biblioteca24x7 e até já está presente na Amazon!
sexta-feira, novembro 27, 2009
Orientação: Artigo na Blitz
Na edição de Dezembro de 2009 (Nº 42) da revista Blitz, e nas páginas 54 e 55, está o meu artigo «O homem por detrás do espelho» - sobre Marilyn Manson e as suas ligações ao cinema; nele também é feita uma referência à Simetria Sonora – por via da presença de MM na lista com todos os seus discos de originais. Comprem e leiam!
terça-feira, novembro 17, 2009
Orientação: blog Simetria
Com o texto «”Avatar” de hoje a um mês!», publicado hoje, inicio uma nova fase na minha colaboração com a Associação Simetria, de que sou membro. Assim, e para além do projecto permanente Simetria Sonora, começado há três anos, a minha contribuição passará também pela inserção – mais ou menos regular – de breves apontamentos sobre factos e figuras, obras e autores relevantes nos domínios da ficção científica e do fantástico... e também, ocasionalmente, no domínio da ciência que se aproxima da ficção e da fantasia. E, tal como acontece com o Obamatório, não darei alertas imediatos e singulares das actualizações que faça – apenas (eventuais) alertas periódicos e plurais.
segunda-feira, novembro 09, 2009
Obras: «Estados» (a propósito do Muro de Berlim)
Passam hoje 20 anos sobre a queda do Muro de Berlim. Ou, mais correctamente, sobre a autorização, dada pelas autoridades da então RDA aos seus cidadãos, de passagem da fronteira para a então RFA. Além do início da demolição do «muro da vergonha», esta data assinalou o começo do processo de reunificação da Alemanha, e, consequentemente, também do realinhamento e reformulação das relações e políticas europeias... e até mundiais.
Há duas décadas eu estava no Instituto Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa a frequentar a licenciatura em Sociologia daquele instituto. E, curiosamente, tinha escolhido «Políticas Europeias Comuns» como uma das disciplinas optativas nesse ano lectivo de 1989/1990. Pelo que foi inevitável que o primeiro trabalho apresentado por mim, pensado e elaborado «em cima dos acontecimentos», tivesse, como tema, «As mudanças a Leste e a Comunidade Europeia».
Assim, e porque me parece oportuno e relevante este exercício de memória, deixo a seguir alguns excertos desse meu trabalho, que viria a integrar o livro (ainda não publicado) «Estados – Ensaios sobre Sistemas de Poder», que tem como autor, além de mim, o meu amigo (e colega no ISCTE) Rui Paulo Almas.
«(...) “Os países de Leste têm também raízes históricas europeias muito fortes para que estejam relegados para um plano de enquadramento comunitário demasiado remoto. Se a construção do mercado único entre os países da Europa Ocidental membros da Comunidade vier a implicar uma clivagem acrescida entre o comércio do novo mercado e os países de Leste, o desiderato da União Europeia fica fortemente prejudicado.”
As extraordinárias transformações ocorridas a Leste, impulsionadas pela “Perestroika” de Mikhail Gorbatchov e consideravelmente aceleradas após a queda do Muro de Berlim, só vieram confirmar a actualidade e a pertinência daquelas palavras. E vieram também relançar o debate sobre quais devem ser os principais objectivos da Comunidade Europeia. Mais: sobre o que deve ser a própria Comunidade Europeia. Na verdade, parece-nos que se tornou um pouco prematuro falar neste momento em “Políticas Comuns” antes de se (re)definir o que se entende por “Europeias”. Por isso mesmo nos parece também correcto afirmar que o debate cooperação/integração – que nos últimos tempos tinha sido substituído pelo debate integração/unificação – tem agora novas e melhores condições para se desenvolver... e uma maior legitimidade. (...)
Era mais ou menos este, numa síntese possível, o “estado das coisas” no interior da Comunidade Económica Europeia em finais de Outubro do ano passado. Porém, poucos dias depois, em 9 de Novembro de 1989 – uma data que ficará para a História – o Muro de Berlim cai. A partir de aqui, nada será como antes; e apesar de os acontecimentos a Leste não implicarem necessariamente, pelo menos de imediato, uma alteração profunda nos principais objectivos da Comunidade, eles vão todavia condicionar inevitável e decisivamente o timing e os modos da sua concretização. (...)
A Cimeira (extraordinária) de Paris de 18 de Novembro, que reuniu os chefes de Estado e de Governo dos países da Comunidade, constituiu a primeira tentativa de resposta concertada às mudanças aceleradas ocorridas nos países da Europa de Leste por parte dos Estados membros da CEE.(...)
Se já muito antes dos acontecimentos na Europa de Leste se duvidava da possibilidade da concretização efectiva do Acto Único em geral e do Mercado Interno em particular, depois da queda do Muro de Berlim as dúvidas avolumaram-se até um ponto em que é legítimo perguntar: faz hoje sentido continuar a insistir na união política da Europa?
Ao contrário do que afirmam, entre outros, François Mitterrand e Jacques Delors, as mudanças nos países de Leste não ocorreram devido principalmente ao facto de a CEE constituir um pólo de atracção, mas sim devido, essencialmente, ao movimento de reformas – a “Perestroika” - desencadeado pelo líder soviético Mikhail Gorbatchov, que permitiu a esses povos exigirem – e conseguirem – mais liberdade e mais democracia e, o que é mais importante, afirmarem a sua própria identidade nacional e cultural.
O que está a acontecer no Leste é a explosão – por vezes trágica – dos nacionalismos; ou seja, um fenómeno totalmente oposto à tendência que se está a tentar consolidar na Europa dos Doze. E apesar de os Estados membros do Comecon estarem agora a solicitar a ajuda dos Estados membros da CEE, não nos parece que isso signifique que aqueles desejam passar de um “federalismo” para outro. (...)»
(Efeméride referida igualmente no Esquinas (58).)
(Efeméride referida igualmente no Esquinas (58).)
quarta-feira, novembro 04, 2009
Obras: “1984”
Eu deveria ter adivinhado...
Eu deveria ter calculado...
Bastava fazer as contas:
mil novecentos e oitenta e quatro, noves fora...
dá quatro.
Afinal, George Orwell estava enganado,
mas quatro cavaleiros apareceram
trazendo o meu apocalipse privado.
Eles deixaram sinais...
Eles deixaram avisos...
Porque antes levaram quatro imortais,
assim iniciando os choros e findando os risos.
António Variações, cantando, se calou.
Ary dos Santos, declamando, se parou.
Baptista Pereira, nadando, se secou.
Joaquim Agostinho, pedalando, se apeou.
E no desporto despontaram quatro memoráveis momentos desse ano:
derrotas deprimentes, ante italianos e franceses, do Porto e de Portugal;
três medalhas olímpicas, uma de ouro para Carlos Lopes, o nosso herói;
no Estoril regressou a Fórmula 1 e Niki Lauda foi, de novo, campeão mundial.
Mas esse Verão passou e com ele outra vida se desfolhou;
no Dia de Finados vi um carro funerário e pressenti que estava perto.
E a 4 de Novembro, às quatro da manhã, num quarto de um quarto andar,
o futuro surgiu branco como o lençol cobrindo quem nunca mais veria desperto.
Na música procurei alívio e ânimo para uma existência à beira da desistência.
Ouvi canções sobre liberdade, guiar, duas tribos, nascido nos Estados Unidos.
Eu sabia que era Natal, e a melhor prenda foi realmente o disco de um príncipe
que, qual feiticeiro, fez cair uma chuva púrpura que purificou os meus sentidos.
Poema (Nº 293) escrito em 2004 (a 4 de Novembro) e incluído no meu livro «Espelhos».
(Evocação também no Esquinas (57).)
(Evocação também no Esquinas (57).)
domingo, novembro 01, 2009
Organização: «Lisboa 1755»... é para continuar!
Mais um ano que passa desde a grande tragédia do século XVIII, mais um ano que passa desde a destruição do Teatro Real do Paço da Ribeira... mais uma ocasião para informar sobre a situação do projecto que eu iniciei há cinco anos.
Como relatei aqui em Fevereiro, a recriação virtual da Ópera do Tejo evoluiu, expandiu-se – entretanto também com um sítio na Internet próprio – para a recriação virtual da Lisboa Pré-Terramoto 1755. Porém, o correspondente, e reformulado, projecto, denominado «Cidade e Espectáculo – Uma Visão da Lisboa Pré-Terramoto», apresentado à Fundação para a Ciência e Tecnologia no âmbito de um concurso de projectos de investigação científica e desenvolvimento tecnológico, não foi, surpreendentemente, aprovado pelo respectivo júri. Ou seja, não nos foi concedido o (avultado mas justificado) financiamento que havia sido requerido, e que nos permitiria realizar um trabalho de ainda maior qualidade. No entanto, não está afastada a probabilidade de voltarmos a concorrer numa próxima edição do mesmo concurso.
Se a nível nacional a nossa iniciativa não está a ter todo o reconhecimento que merece, a nível internacional está a começar a deixar uma boa impressão: marcámos presença (a 12 de Setembro) em Viena no VSMM 2009 – 15ª Conferência Internacional sobre Sistemas Virtuais e Multimédia, e (a 21 de Setembro) em Varsóvia no Congresso Internacional sobre a Cultura do Barroco Espanhol e Ibero-Americano e o seu Contexto Europeu; para além disto, a Ópera do Tejo/Lisboa Pré-1755 é a base que possibilitou à – portuguesa e nossa associada – Beta Technologies desempenhar o papel principal no desenvolvimento da fase 3 do projecto Theatron.
Neste ano que passou surgiram igualmente novas informações, e especulações, de que, afinal, até podem ter subsistido partes – concretas, físicas! – da Ópera do Tejo. Uma hipótese extraordinária, inesperada, que, obviamente, iremos analisar atentamente.
terça-feira, outubro 20, 2009
quarta-feira, outubro 14, 2009
Organização: Simetria em renovação
A Simetria/Associação Portuguesa de Ficção Científica e de Fantástico teve a sua «base de operações», o seu «quartel-general», enfim, a sua sede, no Pavilhão do Dramático de Cascais. Porém, no início deste milénio, e além de outros motivos, a desactivação – e depois a demolição – daquele edifício implicou para a Simetria um período de dispersão (do seu material) e de inacção... até agora.
Em 2008 perguntei a Luísa Marques da Silva, minha colaboradora no livro «A República Nunca Existiu!» e professora e investigadora no Instituto Superior Técnico, se seria possível àquela instituição vir a albergar a associação. No final do ano passado a resposta tinha sido dada e era positiva: a biblioteca da Simetria – cerca de 5000 objectos, principalmente livros mas também revistas e vídeos – foi transferida para o pólo do IST no Taguspark, em Oeiras, onde pode ser acedida por qualquer discente, docente ou funcionário não docente do instituto - bem como, obviamente, pelos sócios da associação.
Este ano, e neste Outono, concluída a instalação, inicia-se uma nova fase no funcionamento da Simetria: foi já anunciado um concurso de mini-contos; e no próximo dia 19 de Outubro (segunda-feira), às 19 horas, na sala 0.32 do IST-Tagus, Luís Miguel Sequeira vai proferir uma conferência sobre o tema «Os direitos das inteligências artificiais», a que se seguirá um debate. Duas primeiras iniciativas do que se pretende que seja uma longa série, e que marcam - com o meu projecto Simetria Sonora - o retorno da Simetria ao primeiro plano do panorama da ficção científica e do fantástico em Portugal. (Informação dada também no Esquinas (55).)
terça-feira, outubro 13, 2009
Outros: Alfred Tennyson no Get Real (outra vez)
Na edição de hoje (Nº 141) do jornal Get Real, e na página 29, está, na secção «Broaden your vocabulary», a minha tradução para português do poema «Crossing the Bar» de Alfred Tennyson. Com o título «Cruzando a barra», este é um dos 50 poemas que eu traduzi e que integram um livro que o grupo Saída de Emergência vai editar ainda este ano. É a segunda vez que este semanário gratuito em inglês, dirigido principalmente à comunidade britânica residente no Algarve, faz uma referência ao meu projecto sobre o grande autor inglês do século XIX – a primeira havia sido na edição 134, de 25 de Agosto.
sexta-feira, outubro 02, 2009
Outros: «A República...» na RTP 2 (outra vez)
O livro «A República Nunca Existiu!» foi mencionado e mostrado no programa da RTP 2 «Sociedade Civil» emitido hoje (mesmo a acabar, antes dos créditos finais...) O tema foi, exactamente, «E se não tivesse existido República?», e os convidados de Fernanda Freitas foram António Reis, Inês Pedrosa, José Adelino Maltez e Rui Gomes Araújo. Este livro que eu concebi, organizei, e em que participei com mais 13 autores, editado pela Saída de Emergência em Janeiro de 2008 para assinalar o centenário do Regicídio, já havia sido no ano passado objecto de referência num outro programa do segundo canal da televisão pública: o «Câmara Clara».
quinta-feira, outubro 01, 2009
Orientação: Simetria Sonora (versão 4)
Hoje, Dia Mundial da Música, é pela quarta vez a data adequada para a apresentação da nova versão – a quarta, precisamente – da Simetria Sonora. Mais 50 títulos foram acrescentados, pelo que são agora 200 discos de FC & F! A ler... e a ouvir. (Informação dada também no Esquinas (54).)
sexta-feira, setembro 25, 2009
Orientação: Sobre bandeiras
A partir de hoje está no Esquinas (53) o meu texto «Sob a bandeira arco-íris», onde tento fazer uma reflexão bem humorada sobre a relevância da homossexualidade para os «republicanos, laicos e socialistas» portugueses.
terça-feira, setembro 22, 2009
Organização: No CC do MIL
Por convite de Renato Epifânio, reiterado por Miguel Real, aceitei ser membro do Conselho Consultivo do Movimento Internacional Lusófono. Esclareço, porém, que esta decisão não altera a minha posição – de oposição – ao Acordo Ortográfico.
Orientação: Obamatório atinge as 50
Com o texto «A ponta de um ACORN», publicado hoje, o Obamatório atinge as 50 entradas. É um número especial num projecto especial, iniciado em Janeiro deste ano.
Devo constatar e mencionar que, no momento em que escrevo, ainda não há qualquer comentário deixado neste meu novo blog. O que não me surpreende nem me desanima: eu sei que o Obamatório é visto, lido, consultado... mas a muitas pessoas custa admitir que também «caíram na rede» da maior e mais espantosa campanha de desinformação e de demagogia de que há memória na história contemporânea. Em Portugal a responsabilidade por esse logro cabe quase por inteiro à quase generalidade dos órgãos de comunicação social, que, tanto antes como depois das eleições presidenciais americanas de 4 de Novembro de 2008, têm sistematicamente escondido, escolhido e/ou distorcido as informações que chegam dos EUA.
Para se aferir da utilidade do Obamatório basta cada um perguntar-se se soube de determinados casos, ou de algum aspecto fundamental dos mesmos, na imprensa, rádio e televisão nacionais. Exemplos? O aumento do défice. Biden, o Bobo. Os 150 mil empregos. Os 57 Estados. A confusão na saúde. A língua austríaca. Os problemas com os telepontos. As trapalhadas diplomáticas (Honduras, Irão, Reino Unido, Rússia). Vénias a muçulmanos. E muito mais...
Com o Obamatório tenho tentado demonstrar que a «Obamalândia» que é descrita por Victor Gonçalves na RTP (mas não só) não corresponde à realidade. Há assuntos muito mais importantes do que a limusina do Barack, o cão do Barack ou as férias do Barack. (Ocorrência registada também no Esquinas (52).)
sexta-feira, setembro 18, 2009
Orientação: PCR (11)
A partir de hoje está no blog da Plataforma do Centenário da República uma referência a um texto de João Gonçalves – intitulado «Uma nova república contra cem anos desta» - no blog Portugal dos Pequeninos, no qual me pareceu oportuno deixar um comentário.
quarta-feira, setembro 16, 2009
Orientação: PCR (10)
A partir de hoje está também no blog da Plataforma do Centenário da República o meu artigo, publicado no jornal O Diabo no ano passado, em que anuncio quem «recebeu» o «Prémio Miguel de Vasconcelos 2008».
domingo, setembro 06, 2009
Orientação: PCR (9)
A partir de hoje está no blog da Plataforma do Centenário da República mais um texto da minha autoria sobre esse «aborto» (cultural) que é o (des)Acordo Ortográfico.
segunda-feira, agosto 31, 2009
Olhos e Orelhas: Segundo Quadrimestre de 2009
A literatura: «Objectivos do Milénio – Vencer os Medos», João Paulo Cotrim (org.); «Leva-me Esta Noite», Cristina Flora; «Canta o Galo Gordo», Inês Pupo e Gonçalo Pratas; «Taikodon: Crônicas», Gerson Lodi-Ribeiro; «Carbono Alterado», Richard Morgan; «O Sal da Terra», Miguel Real; «A viagem para o Céu», Maria de Menezes, «As asas», Isabel Cristina Pires (de «Comboio com Asas», António Fournier (org.)); «Entre a pureza e o desejo», Jorge Candeias, «Boas-Vindas», Maria de Menezes, «Quatro milhões de Lolitas», João Barreiros, «A melhor diversão da cidade», Gerson Lodi-Ribeiro (de «Como Era Gostosa a Minha Alienígena!», Gerson Lodi-Ribeiro (org.)).
A música: «Enquanto Há Força», José Afonso; «Into The Light», Gloria Estefan; «Canta O Galo Gordo», Gonçalo Pratas e Inês Pupo; «The High End Of Low», Marilyn Manson; «Perto De Ti», Lena D’Água; «Acid Queen», Tina Turner; «Even In The Quietest Moments...», Supertramp; «Kyrie e Gloria», João Domingos Bomtempo (por Véronique Gens, Helena Rasker, John Bower, e outros, com o Coro e a Orquestra Gulbenkian dirigidos por Michel Corboz).
O cinema: «Últimos Dias», Gus Van Sant; «A Volta ao Mundo em 80 Dias», Frank Coraci; «Klimt», Raul Ruiz; «Declaro-vos Agora Chuck e Larry», Dennis Dugan; «Central do Brasil», Walter Salles; «Dr. T. e as Mulheres» e «McCabe e a Sra. Miller», Robert Altman; «Eterno Brilho Solar da Mente sem Manchas», Michel Gondry; «O Ultimato de Bourne», Paul Greengrass; «O Carteiro Toca Sempre Duas Vezes», Tay Garnett; «Um Ano Bom», Ridley Scott; «Syriana», Stephen Gaghan; «Diamante de Sangue», Edward Zwick; «Crepúsculo», Catherine Hardwicke; «Bandeiras dos Nossos Pais» e «Cartas de Iwo Jima», Clint Eastwood; «Woodstock», Michael Wadleigh; «Aquele Querido Mês de Agosto», Miguel Gomes.
E ainda...: 79ª Feira do Livro de Lisboa; Exposição de Cerâmica, Pintura e Escultura de Artur Figueiredo, Rui Cristino da Silva e Teresa Ponte (Associação de Artistas Plásticos do Concelho de Vila Franca de Xira); Debate «Como dar a volta à crise», com José António Carmo, José Santa Marta Pico, Luís Ferreira Lopes e Maria da Luz Rosinha (Fundação CEBI, Alverca); V Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja; Exposições «Rafael Bordalo Pinheiro – Da Caricatura à Cerâmica» + «World Press Cartoon 2009» (Museu de Arte Moderna de Sintra); Conferência «Penamacor Contemporâneo – Figuras e Factos» (Câmara Municipal de Penamacor); Exposição «Freiras e Donas de Santa Clara – Arqueologia da Clausura» (Mosteiro de Santa Clara-a-Velha, Coimbra); Xiradania/Clube Vilafranquense - «A Nova Vilafranca» (Debate com Helena Roseta e Rui Perdigão); Mostra Evocativa – José Estêvão e Luís de Magalhães/Mostra Bibliográfica – Jorge de Sena (Biblioteca Nacional, Lisboa); Exposição «Ruas da Memória» (Museu Municipal de Vila Franca de Xira); XV Bienal de Cerveira; Câmara Municipal de Melgaço – Torre de Menagem + Espaço Memória e Fronteira + Museu de Cinema; i Nº 1.
terça-feira, agosto 25, 2009
Outros: Alfred Tennyson no Get Real
Na edição de hoje (Nº 134) do jornal Get Real (semanário gratuito em inglês dirigido principalmente à comunidade britânica residente no Algarve), e na página 27, está o artigo «Alfred Lord Tennyson – in Portuguese». É escrito pela directora do periódico, Fiona Perris, a quem telefonei a 6 de Agosto para a informar do meu projecto de um livro de traduções de 50 poemas daquele autor inglês, a publicar neste ano de 2009 por se celebrarem o bicentenário do seu nascimento e os 150 anos da sua visita a Portugal.
segunda-feira, agosto 24, 2009
sexta-feira, agosto 21, 2009
Outros: Alfred Tennyson no Público
Na edição de hoje (Nº 7080) do jornal Público, e nas páginas 2 e 3 do caderno P2, a habitual rubrica de efeméride é dedicada a Alfred Tennyson. Por sugestão minha, e com base na biografia que escrevi e enviei, este jornal evoca os 150 anos da chegada do poeta inglês a Portugal.
Foi a 21 de Agosto de 1859 que Alfred Tennyson, juntamente com dois amigos, desembarcou em Lisboa. «Visitaram o Mosteiro dos Jerónimos, a Sé, a Igreja de São Vicente de Fora e o Jardim Botânico da Ajuda... e gostaram tanto da “exótica e luxuriante vegetação” do jardim que o visitaram uma segunda vez. Alfred Tennyson terá ficado tão impressionado com o local que poderá tê-lo recordado, e utilizado, enquanto inspiração para poemas posteriores, em especial “Enoch Arden”; porém, ficou desagrado por encontrar o cemitério (inglês) protestante encerrado... porque queria ver o túmulo de Henry Fielding, o autor de “Tom Jones”, falecido na capital portuguesa em 1754. A 23 de Agosto partiram para Sintra, onde chegaram após uma viagem de três horas; visitaram o castelo, o Parque e o Palácio da Pena, o Palácio da Vila, a Quinta e o Palácio de Monserrate (onde William Beckford habitara quase 70 anos antes), Colares e a Praia das Maçãs – onde “permaneceram longamente, admirando os pescadores, a grande quietude do local e o oceano Atlântico”. De volta a Lisboa a 26 de Agosto, os três ingleses assistiram a uma tourada no Campo de Santana, tendo apreciado a “forma menos violenta e cruel (em comparação com Espanha) de tratar os touros”. A 5 de Setembro, e já sem Grove, que entretanto partira, Palgrave e Tennyson foram a Santarém, onde, mais do que do castelo (em ruínas...), dos conventos e das igrejas, gostaram da vista sobre o vale da cidade e as “longas curvas do verde Tejo”. Finalmente, a 7 de Setembro, embarcaram de regresso a Inglaterra – não concretizando, assim, o plano inicial da viagem, que previa também viagens a Cádis, Granada, Málaga, Sevilha, Gibraltar e Tânger.»
A versão integral do texto de onde este excerto foi retirado poderá ser encontrada no livro «Poemas» de Alfred Tennyson, que eu organizei, e que será editado ainda em 2009 pela Saída de Emergência. Esta é, aliás, a segunda grande efeméride relativa ao autor novecentista que se assinala neste ano e neste mês: no passado dia 6 cumpriram-se os 200 anos do seu nascimento. (Informação e evocação também no Esquinas (50).)
Foi a 21 de Agosto de 1859 que Alfred Tennyson, juntamente com dois amigos, desembarcou em Lisboa. «Visitaram o Mosteiro dos Jerónimos, a Sé, a Igreja de São Vicente de Fora e o Jardim Botânico da Ajuda... e gostaram tanto da “exótica e luxuriante vegetação” do jardim que o visitaram uma segunda vez. Alfred Tennyson terá ficado tão impressionado com o local que poderá tê-lo recordado, e utilizado, enquanto inspiração para poemas posteriores, em especial “Enoch Arden”; porém, ficou desagrado por encontrar o cemitério (inglês) protestante encerrado... porque queria ver o túmulo de Henry Fielding, o autor de “Tom Jones”, falecido na capital portuguesa em 1754. A 23 de Agosto partiram para Sintra, onde chegaram após uma viagem de três horas; visitaram o castelo, o Parque e o Palácio da Pena, o Palácio da Vila, a Quinta e o Palácio de Monserrate (onde William Beckford habitara quase 70 anos antes), Colares e a Praia das Maçãs – onde “permaneceram longamente, admirando os pescadores, a grande quietude do local e o oceano Atlântico”. De volta a Lisboa a 26 de Agosto, os três ingleses assistiram a uma tourada no Campo de Santana, tendo apreciado a “forma menos violenta e cruel (em comparação com Espanha) de tratar os touros”. A 5 de Setembro, e já sem Grove, que entretanto partira, Palgrave e Tennyson foram a Santarém, onde, mais do que do castelo (em ruínas...), dos conventos e das igrejas, gostaram da vista sobre o vale da cidade e as “longas curvas do verde Tejo”. Finalmente, a 7 de Setembro, embarcaram de regresso a Inglaterra – não concretizando, assim, o plano inicial da viagem, que previa também viagens a Cádis, Granada, Málaga, Sevilha, Gibraltar e Tânger.»
A versão integral do texto de onde este excerto foi retirado poderá ser encontrada no livro «Poemas» de Alfred Tennyson, que eu organizei, e que será editado ainda em 2009 pela Saída de Emergência. Esta é, aliás, a segunda grande efeméride relativa ao autor novecentista que se assinala neste ano e neste mês: no passado dia 6 cumpriram-se os 200 anos do seu nascimento. (Informação e evocação também no Esquinas (50).)
sábado, agosto 15, 2009
Outros: «Espíritos das Luzes» na NS
Na edição de hoje (Nº 188) da revista Notícias Sábado, incluída nos jornais Diário de Notícias e Jornal de Notícias, está (nas páginas 46 e 47) o artigo «A invasão do mundo fantástico», de Mariana Correia de Barros, em que se esboça um breve panorama da literatura de FC & F em Portugal. Por causa do meu livro «Espíritos das Luzes» fui um dos autores entrevistados para este trabalho.
sexta-feira, agosto 14, 2009
Orientação: PCR (8)
A partir de hoje está também no blog da Plataforma do Centenário da República o meu artigo, publicado no jornal Público no ano passado, em que afirmo e explico qual deveria ser, em vez de 10 de Junho, o verdadeiro Dia de Portugal.
quinta-feira, agosto 06, 2009
Oráculo: «Poemas», de Tennyson, no Outono
Passam hoje 200 anos sobre o nascimento de Alfred Tennyson – um dos mais importantes e populares poetas ingleses de todos os tempos. No Reino Unido as comemorações do bicentenário decorrem durante todo este ano; ao mesmo tempo, a BBC está a promover uma iniciativa para a eleição do «Poeta Favorito da Nação», e, claro, o autor de «A Carga da Brigada Ligeira», poeta laureado (oficial) da «Velha Albion» aquando do reinado de Victória, é um dos candidatos.
Portugal proporciona em 2009, e também em Agosto (no dia 21), outra importante efeméride relativa ao grande escritor novecentista: os 150 anos da sua visita ao nosso país. Por tudo isto, e porque, incrivelmente, nunca foi editado um livro, em português, só com as suas criações, decidi no ano passado traduzir 50 dos seus poemas. Já em Março último, no Dia Mundial da Poesia, havia pré-anunciado este projecto, que deverá ter concretização no próximo Outono (Outubro ou Novembro): a Ministério dos Livros (uma chancela da Saída de Emergência) comunicou-me a sua intenção de publicar esta obra.
Portugal proporciona em 2009, e também em Agosto (no dia 21), outra importante efeméride relativa ao grande escritor novecentista: os 150 anos da sua visita ao nosso país. Por tudo isto, e porque, incrivelmente, nunca foi editado um livro, em português, só com as suas criações, decidi no ano passado traduzir 50 dos seus poemas. Já em Março último, no Dia Mundial da Poesia, havia pré-anunciado este projecto, que deverá ter concretização no próximo Outono (Outubro ou Novembro): a Ministério dos Livros (uma chancela da Saída de Emergência) comunicou-me a sua intenção de publicar esta obra.
quarta-feira, julho 22, 2009
Orientação: PCR (7)
A partir de hoje no blog da Plataforma do Centenário da República, e tomando como pretexto três exemplos recentes vindos de outros tantos países estrangeiros, uma breve reflexão sobre as diferenças entre «ética republicana» e «Ética Monárquica».
domingo, julho 19, 2009
Orientação: Esquinas (49) e Nova Águia (30)
A partir de hoje, no Esquinas e no Nova Águia, um comentário meu a determinados aspectos... linguísticos dos Jogos da Lusofonia.
terça-feira, julho 14, 2009
Orientação: PCR (6)
A partir de hoje no blog da Plataforma do Centenário da República, e tomando como pretexto mais uma efeméride (esta funesta), uma breve reflexão sobre aquela que eu considero ser a «Mãe de Todas as Catástrofes Contemporâneas» - a Revolução Francesa (e os seus impactos em Portugal).
domingo, julho 05, 2009
Obrigado: Aos que compareceram ontem
Agradeço a todos os que compareceram ontem em Penamacor, no Salão Nobre dos Paços do Concelho, para assistirem à conferência «Penamacor Contemporâneo – Figuras e Factos» e à apresentação do meu livro «Espíritos das Luzes». Um «muito obrigado» especial a Domingos Torrão, Presidente da Câmara Municipal de Penamacor; e outro «muito obrigado» ainda mais especial a Joaquim Nabais, responsável pelo Gabinete de Comunicação e Acção Sócio-Cultural daquela autarquia, a quem devo a inclusão da minha apresentação na conferência, e que, finalmente, conheci pessoalmente, cinco anos depois dos primeiros contactos por telefone – quando pedi que me fosse enviado um dos livros com textos de António Ribeiro Sanches editados por aquele município, que celebra em 2009 os seus 800 anos. Esta foi a minha primeira visita a Penamacor, onde fui bem recebido... e fiquei com vontade de regressar.
domingo, junho 28, 2009
Observação: Dissecando um «monstro»
A circunstância de ser, desde há quase 30 anos, um ardente admirador, estudioso e defensor de Prince torna ainda mais penoso assistir a esta absurda histeria mundial por causa da morte de Michael Jackson.
Toda esta onda gigantesca de estupidificantes elogios ao suposto «King of Pop» - designação que tem tanto de imerecida como de ridícula – tem conseguido «contornar» três verdades fundamentais: primeira, o artista que é agora celebrado como «o maior» foi pela última vez interessante e relevante com o álbum «Dangerous» em 1991 (ou seja, há 18 anos!); segunda, e ao contrário do «Sua Alteza Púrpura», que escreve, toca e produz, quase sempre sozinho, as suas canções, «Wacko Jacko» precisou sempre do contributo decisivo (regular ou pontual) de outros músicos (para não falar de directores de vídeos...) para alcançar o sucesso, nomeadamente, e entre outros, Quincy Jones, Rod Temperton e Edward Van Halen (e afirmo que «1999» é superior a «Thriller» e «Sign O’The Times» é superior a «Bad», só para dar dois exemplos de discos saídos no mesmo ano); terceira, o «monstro» em que ele se tornou, e que presentemente está a ser – literal e figuradamente – dissecado, é, em última análise, da sua exclusiva responsabilidade, e não é legítimo atribuir culpas (a maior parte, pelo menos) à família e aos associados.
Artigos recentes de Andrew Breitbart e de Ian Halperin salientam como a (não provada) pedofilia e a (muito provável e dissimulada) homossexualidade terão contribuído decisivamente para o comportamento doentio de Michael Jackson, incluindo as repulsivas operações plásticas a que (voluntariamente) se submeteu. Curiosamente, e significativamente, a morte - no mesmo dia - de Farrah Fawcett suscitou nos EUA uma maior atenção dos telespectadores do que a do ex-marido de Lisa Marie Presley. O que, vendo bem, até se compreende. Quem é mais digno de admiração? O «monstro» narcisista irresponsável que deixou dívidas de centenas de milhões de dólares, ou a bela lutadora incansável que deixou parte da herança a organizações que apoiam mulheres vítimas de violência?
Toda esta onda gigantesca de estupidificantes elogios ao suposto «King of Pop» - designação que tem tanto de imerecida como de ridícula – tem conseguido «contornar» três verdades fundamentais: primeira, o artista que é agora celebrado como «o maior» foi pela última vez interessante e relevante com o álbum «Dangerous» em 1991 (ou seja, há 18 anos!); segunda, e ao contrário do «Sua Alteza Púrpura», que escreve, toca e produz, quase sempre sozinho, as suas canções, «Wacko Jacko» precisou sempre do contributo decisivo (regular ou pontual) de outros músicos (para não falar de directores de vídeos...) para alcançar o sucesso, nomeadamente, e entre outros, Quincy Jones, Rod Temperton e Edward Van Halen (e afirmo que «1999» é superior a «Thriller» e «Sign O’The Times» é superior a «Bad», só para dar dois exemplos de discos saídos no mesmo ano); terceira, o «monstro» em que ele se tornou, e que presentemente está a ser – literal e figuradamente – dissecado, é, em última análise, da sua exclusiva responsabilidade, e não é legítimo atribuir culpas (a maior parte, pelo menos) à família e aos associados.
Artigos recentes de Andrew Breitbart e de Ian Halperin salientam como a (não provada) pedofilia e a (muito provável e dissimulada) homossexualidade terão contribuído decisivamente para o comportamento doentio de Michael Jackson, incluindo as repulsivas operações plásticas a que (voluntariamente) se submeteu. Curiosamente, e significativamente, a morte - no mesmo dia - de Farrah Fawcett suscitou nos EUA uma maior atenção dos telespectadores do que a do ex-marido de Lisa Marie Presley. O que, vendo bem, até se compreende. Quem é mais digno de admiração? O «monstro» narcisista irresponsável que deixou dívidas de centenas de milhões de dólares, ou a bela lutadora incansável que deixou parte da herança a organizações que apoiam mulheres vítimas de violência?
Entretanto, e «convenientemente», a situação no Irão saiu das primeiras páginas...
(Comentário feito também no Esquinas (48).)
quarta-feira, junho 24, 2009
Oráculo: «Espíritos...», dia 4, em Penamacor
O meu novo livro, «Espíritos das Luzes», vai ser apresentado no próximo dia 4 de Julho, pelas 16.30 horas, no Salão Nobre dos Paços do Concelho de Penamacor. Esta apresentação é integrada na conferência «Penamacor Contemporâneo – Figuras e Factos» do ciclo «O Fio da História», integrada, por sua vez, nas comemorações dos 800 anos do concelho de Penamacor. Esta vila beirã do distrito de Castelo Branco é a terra natal de António Ribeiro Sanches, uma das maiores figuras do Iluminismo português e europeu... e uma das personagens do meu livro. (Actualização: uma notícia dada também nos blogs Centenário da República e Nova Águia, e ainda no sítio do jornal Reconquista.)
quinta-feira, junho 18, 2009
domingo, junho 14, 2009
Orientação: Obamatório
É com orgulho que anuncio hoje «oficialmente» a existência, e a «abertura ao público», do meu novo blog, após um (discreto) desenvolvimento de cerca de cinco meses: o Obamatório.
Junto ao título pode ler-se a sua definição e objectivos: «Um repositório de informações e de opiniões sobre Barack Hussein Obama em particular, e sobre a sua presidência, a política e a sociedade dos Estados Unidos da América em geral, que não são dadas habitualmente na comunicação social portuguesa, e não só. Um observatório da censura e da propaganda. Um laboratório contra a hipocrisia e a histeria.»
Ao contrário do que acontece em outros blogs dos quais sou co-autor ou colaborador, deste não darei alertas imediatos e singulares das actualizações que faça – apenas alertas periódicos e plurais. Assim, aconselho a que se inicie imediatamente a leitura... desde a primeira entrada, em 20 de Janeiro último. (Um anúncio feito também no Esquinas (46).)
Junto ao título pode ler-se a sua definição e objectivos: «Um repositório de informações e de opiniões sobre Barack Hussein Obama em particular, e sobre a sua presidência, a política e a sociedade dos Estados Unidos da América em geral, que não são dadas habitualmente na comunicação social portuguesa, e não só. Um observatório da censura e da propaganda. Um laboratório contra a hipocrisia e a histeria.»
Ao contrário do que acontece em outros blogs dos quais sou co-autor ou colaborador, deste não darei alertas imediatos e singulares das actualizações que faça – apenas alertas periódicos e plurais. Assim, aconselho a que se inicie imediatamente a leitura... desde a primeira entrada, em 20 de Janeiro último. (Um anúncio feito também no Esquinas (46).)
sábado, junho 13, 2009
Orientação: A «outra» Ópera do Tejo
A partir de hoje, no sítio da Ópera do Tejo, estão excertos (do Capítulo 4, «Etéreas flores») do meu livro «Espíritos das Luzes», precisamente sobre... a «outra» Ópera do Tejo.
Obras: “Variações”
Em 13 de Junho um poeta morre infeliz
vítima da doença antes de fruir todo o talento e glória.
Durante anos viajou pelo Mundo cantando o seu país
e este homenageou-o acolhendo-o na sua História.
Tem barba mas não se chama Luís
e a sua obra é feita de muitas variações.
O seu nome é António e alguém diz
que noutra época tinha por apelido Camões.
Hoje passam 25 anos sobre a morte – em dia de Santo António! – de António Joaquim Rodrigues Ribeiro, mais conhecido como António Variações. (Evocação também no Esquinas (45) e no Nova Águia (29).)
Poema (Nº 271) escrito em 1994 e incluído no meu livro «Alma Portuguesa».
vítima da doença antes de fruir todo o talento e glória.
Durante anos viajou pelo Mundo cantando o seu país
e este homenageou-o acolhendo-o na sua História.
Tem barba mas não se chama Luís
e a sua obra é feita de muitas variações.
O seu nome é António e alguém diz
que noutra época tinha por apelido Camões.
Hoje passam 25 anos sobre a morte – em dia de Santo António! – de António Joaquim Rodrigues Ribeiro, mais conhecido como António Variações. (Evocação também no Esquinas (45) e no Nova Águia (29).)
Poema (Nº 271) escrito em 1994 e incluído no meu livro «Alma Portuguesa».
sexta-feira, junho 12, 2009
Orientação: PCR (5)
A partir de hoje no blog da Plataforma do Centenário da República, e tomando como pretexto o livro «Leva-me Esta Noite» de Cristina Flora, um comentário meu à forma como as instituições da república tratam (algumas d)as heranças da Monarquia.
quarta-feira, junho 10, 2009
Opções: 7 Maravilhas... escolhidas
Foram anunciados hoje os nomes dos monumentos que a partir de agora, e depois de uma votação que decorreu desde 13 de Dezembro de 2008, são considerados as 7 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo. Em relação à minha escolha, quatro das sete opções que eu fiz estão entre as vencedoras: Basílica do Bom Jesus de Goa (Índia); Cidade Velha de Santiago (Cabo Verde); Fortaleza de Mazagão (Marrocos); Igreja de São Paulo de Macau (China). As outras três são: Convento de São Francisco de Ouro Preto (Brasil); Convento de São Francisco de São Salvador da Baía (Brasil); Fortaleza de Diu (Índia). (Uma informação dada também no Esquinas (44) e Nova Águia (28).)
quinta-feira, junho 04, 2009
Obras: “Tiananmen”
Sim, foi quase,
mas não há que desesperar.
Um dia, qualquer dia,
a liberdade e a justiça irão triunfar.
mas não há que desesperar.
Um dia, qualquer dia,
a liberdade e a justiça irão triunfar.
Hoje passam 20 anos sobre a repressão dos manifestantes pró-democracia na Praça de Tiananmen, em Pequim, na China (evocação também no Esquinas (43)).
Poema (Nº 231) escrito em 1991 e incluído no meu livro «Museu da História».
sábado, maio 30, 2009
Obrigado: Aos que compareceram hoje
Agradeço a todos os que compareceram hoje na abertura do V Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja, onde também foi apresentado o meu livro «Espíritos das Luzes». Um «muito obrigado» muito especial a Paulo Monteiro, responsável máximo do Festival e da Bedeteca de Beja, meu amigo há quase 25 anos, por me ter colocado no programa praticamente em cima da hora. E parabéns para ele e para a sua equipa pela crescente notoriedade e prestígio da sua iniciativa, como se comprova pelas referências feitas, por exemplo, pelo Diário de Notícias e pelo Público.
quinta-feira, maio 28, 2009
Orientação: Entrevista na Antena 1
Quem não ouviu a minha entrevista, sobre o meu livro «Espíritos das Luzes», no programa «À Volta dos Livros» de Ana Aranha, na Antena 1, transmitida hoje, pode ouvi-la aqui.
domingo, maio 24, 2009
Oráculo: «Espíritos..», dia 30, em Beja
O meu novo livro, «Espíritos das Luzes», vai ser apresentado no próximo dia 30 de Maio, pelas 17 horas, na Casa da Cultura de Beja (Sala da Universidade Sénior), durante o V Festival Internacional de Banda Desenhada de Beja. Estará presente Alex Gozblau, autor da capa do meu livro, e que é um dos artistas convidados (haverá uma exposição de trabalhos seus) na edição deste ano daquele festival.
sexta-feira, maio 22, 2009
Oráculo: «Espíritos...» na Antena 1 (actualização)
Ana Aranha, autora e apresentadora do programa «À Volta dos Livros» da Antena 1, contactou-me hoje para me informar que a minha entrevista a propósito do meu novo livro «Espíritos das Luzes» será, afinal, transmitida não no dia 26 (próxima terça-feira) mas sim no dia 28 (próxima quinta-feira), e nos mesmos horários – 17.20, 21.20 e 4.20 (de dia 29).
quinta-feira, maio 21, 2009
Orientação: PCR (4)
A partir de hoje, no blog da Plataforma do Centenário da República, um comentário meu, escrito após ter lido dois textos em outros tantos blogs, sobre o que pode significar... quando até um republicano prefere a Monarquia.
Opções: Contra o PPM
Assinei hoje a petição «Contra a inclusão do PPM na coligação em Lisboa». Quem quiser fazer o mesmo deve ir aqui.
quarta-feira, maio 20, 2009
Outros: Um novo autor de HA
No ano passado recebi e publiquei aqui no Octanas uma mensagem de Bruno Fonseca, um jovem estudante de Antropologia que tinha acabado de ler «A República Nunca Existiu!», e que decidira comunicar-me o seu apreço por aquela obra colectiva que eu concebi e organizei. Um ano depois, o leitor tornou-se também autor: Bruno Fonseca publicou – para já, apenas electronicamente – o seu livro «Fachoda – Contos de História Alternativa». A seguir com atenção.
segunda-feira, maio 18, 2009
Oráculo: «Espíritos...» na Antena 1
A Antena 1 (95,7 FM) irá transmitir, no próximo dia 26 de Maio, às 17.20, e, em repetição, às 21.20 (e às 4.20 de dia 27), no programa «À Volta dos Livros», uma entrevista comigo, gravada hoje, conduzida pela jornalista Ana Aranha, a propósito, claro, do meu livro «Espíritos das Luzes».
Orientação: Esquinas (41) e Nova Águia (27)
Hoje celebra-se o Dia Internacional dos Museus, pelo que me pareceu oportuno recuperar e colocar, no Esquinas e no Nova Águia, o meu artigo «Lisboa: importância capital», escrito e publicado há quase 20 anos, no qual, entre outras ideias, se propõe a criação de um «grande museu nacional».
quarta-feira, maio 13, 2009
Orientação: Esquinas (40) e Nova Águia (26)
O meu (pequeno) artigo «A boca e a mosca» - mais um texto meu sobre a cultura em Portugal em geral, e sobre o (des)acordo ortográfico em particular - pode a partir de hoje ser lido no Esquinas e no Nova Águia.
segunda-feira, maio 11, 2009
Outros: «Espíritos...» em revista(s)
O meu novo livro, «Espíritos das Luzes», é mencionado (enquanto uma de várias obras recentemente colocadas à venda) nas edições de Maio de duas revistas: Os Meus Livros e LER – em ambas (respectivamente, Nº 75 e página 20, Nº 80 e página 78) está uma imagem da capa e um pequeno excerto da sinopse da contracapa. De notar, porém, que a LER comete dois erros na indicação do título: refere-o como «Espírito das Luzes - MMIX» - ou seja, não coloca a primeira palavra no plural e «adiciona» o ano de 2009 em numeração romana, que é apenas mais um elemento gráfico da capa em particular e da apresentação do livro em geral...
sábado, maio 09, 2009
Orientação: Terceiro texto na Plataforma
No blog da Plataforma do Centenário da República está a partir de hoje a minha terceira contribuição para aquele espaço: um comentário sobre uma lei recentemente aprovada na Assembleia da República.
quinta-feira, abril 30, 2009
Olhos e Orelhas: Primeiro Quadrimestre de 2009
A literatura: «Lisboa Triunfante», David Soares; «Os Contos de Beedle o Bardo», J. K. Rowling; «Contos Góticos», Mary Shelley; «A Noite», José Saramago; «As Velas Ardem Até Ao Fim», Sándor Márai; «Os Meus Amigos», António Torrado; «Seja Mais Esperto Do Que A Crise», Luís Ferreira Lopes.
A música: «Mistérios E Maravilhas», Tantra; «Red», King Crimson; «Replicas», Gary Numan & Tubeway Army; «The Emancipation Of Mimi», Mariah Carey; «Cintura», Clã; «The Times They Are A-Changin’», Bob Dylan; «One Of The Boys», Katy Perry; «Madrigais Camonianos», Luís de Freitas Branco (pelo Coro Gulbenkian dirigido por Fernando Eldoro); «Concertos Para Piano – Nº 1/Nº 2/Nº 3/Nº 4», João Domingos Bomtempo (por Nella Maissa com a Orquestra Sinfónica de Nuremberga dirigida por Klauspeter Seibel).
O cinema: «Horton Ouve um Who!», Jimmy Hayward e Steve Martino; «Homem de Ferro», Jon Favreau; «Hancock», Peter Berg; «Hitch», Andy Tennant; «Erin Brockovich», Steven Soderbergh; «Click», Frank Coraci; «A Múmia – Túmulo do Imperador Dragão», Rob Cohen; «A Fome», Tony Scott; «A Vida e Morte de Peter Sellers», Stephen Hopkins; «Os Defuntos», Martin Scorsese; «Guerra das Estrelas – Episódio III/Vingança dos Sith», George Lucas; «Divertimento com Dick e Jane», Dean Parisot; «Soylent Verde», Richard Fleischer; «O Inimigo Público», William Wellman; «Grande Sarilho», Barry Sonnenfeld; «Cidade e Campo», Peter Chelsom; «Passageiro 57», Kevin Hooks; «Feira das Vaidades», Mira Nair; «O Prestígio», Christopher Nolan; «Missão Impossível III», J. J. Abrams; «Tu não te Metes com o Zohan», Dennis Dugan; «Jornada ao Centro da Terra», Eric Brevig; «Deja Vu», Tony Scott; «D’amoroso», Irwin Winkler; «A Mensageira», Luc Besson; «Procurado», Timur Bekmambetov; «Rocky Balboa», Sylvester Stallone; «Controlo», Anton Corbijn; «O Milagre Segundo Salomé», Mário Barroso.
E ainda...: Exposição «Livro-Pintura/PinturaLivro»/«Auto-retratos», Ema M e Maria José Palla + Mostra Bibliográfica «Evocação de Três Lusitanistas Ilustres» (Biblioteca Nacional de Portugal); «Batalha de Sombras»/Colecção de Fotografia Portuguesa dos Anos 50 (Museu do Neo-Realismo); CartoonXira 2009/Obras Gráficas de Hermenegildo Sábat (Câmara Municipal de Vila Franca de Xira); «Sobre o Homem, a Cor»/Exposição de Pintura de Isabel Bieger (Biblioteca Municipal de Vila Franca de Xira); «Eileen Gray – Convite a uma Viagem» (RTP2); «La Spinalba» (RTP2); Jornal de Letras, Artes e Ideias Nº 1000; Tempo Livre Nº 200; Playboy (Portugal) Nº 1.
A música: «Mistérios E Maravilhas», Tantra; «Red», King Crimson; «Replicas», Gary Numan & Tubeway Army; «The Emancipation Of Mimi», Mariah Carey; «Cintura», Clã; «The Times They Are A-Changin’», Bob Dylan; «One Of The Boys», Katy Perry; «Madrigais Camonianos», Luís de Freitas Branco (pelo Coro Gulbenkian dirigido por Fernando Eldoro); «Concertos Para Piano – Nº 1/Nº 2/Nº 3/Nº 4», João Domingos Bomtempo (por Nella Maissa com a Orquestra Sinfónica de Nuremberga dirigida por Klauspeter Seibel).
O cinema: «Horton Ouve um Who!», Jimmy Hayward e Steve Martino; «Homem de Ferro», Jon Favreau; «Hancock», Peter Berg; «Hitch», Andy Tennant; «Erin Brockovich», Steven Soderbergh; «Click», Frank Coraci; «A Múmia – Túmulo do Imperador Dragão», Rob Cohen; «A Fome», Tony Scott; «A Vida e Morte de Peter Sellers», Stephen Hopkins; «Os Defuntos», Martin Scorsese; «Guerra das Estrelas – Episódio III/Vingança dos Sith», George Lucas; «Divertimento com Dick e Jane», Dean Parisot; «Soylent Verde», Richard Fleischer; «O Inimigo Público», William Wellman; «Grande Sarilho», Barry Sonnenfeld; «Cidade e Campo», Peter Chelsom; «Passageiro 57», Kevin Hooks; «Feira das Vaidades», Mira Nair; «O Prestígio», Christopher Nolan; «Missão Impossível III», J. J. Abrams; «Tu não te Metes com o Zohan», Dennis Dugan; «Jornada ao Centro da Terra», Eric Brevig; «Deja Vu», Tony Scott; «D’amoroso», Irwin Winkler; «A Mensageira», Luc Besson; «Procurado», Timur Bekmambetov; «Rocky Balboa», Sylvester Stallone; «Controlo», Anton Corbijn; «O Milagre Segundo Salomé», Mário Barroso.
E ainda...: Exposição «Livro-Pintura/PinturaLivro»/«Auto-retratos», Ema M e Maria José Palla + Mostra Bibliográfica «Evocação de Três Lusitanistas Ilustres» (Biblioteca Nacional de Portugal); «Batalha de Sombras»/Colecção de Fotografia Portuguesa dos Anos 50 (Museu do Neo-Realismo); CartoonXira 2009/Obras Gráficas de Hermenegildo Sábat (Câmara Municipal de Vila Franca de Xira); «Sobre o Homem, a Cor»/Exposição de Pintura de Isabel Bieger (Biblioteca Municipal de Vila Franca de Xira); «Eileen Gray – Convite a uma Viagem» (RTP2); «La Spinalba» (RTP2); Jornal de Letras, Artes e Ideias Nº 1000; Tempo Livre Nº 200; Playboy (Portugal) Nº 1.
Orientação: Esquinas (39)
A partir de hoje no Esquinas está um comentário meu a mais um episódio característico do «futebol à portuguesa».
sábado, abril 25, 2009
Orientação: Segundo texto na Plataforma
No blog da Plataforma do Centenário da República está a partir de hoje a minha segunda contribuição para aquele espaço: um artigo da minha autoria publicado originalmente em 2000, acrescido de um comentário actual.
quarta-feira, abril 22, 2009
Outros: «Espíritos…» no JL
Na edição publicada hoje (Nº 1006) do Jornal de Letras, Artes e Ideias, e na página 25, está um artigo sobre o meu livro «Espíritos das Luzes». Escrito por Miguel Real, intitula-se «O anacronismo como arte».
O conhecido e prestigiado cronista, ensaísta e romancista começa por afirmar que o meu livro «constitui-se, tanto na sua estrutura quanto no seu estilo, como uma narrativa estranha, deveras singular mesmo, sem correspondência em outro romance na actual literatura portuguesa.» Essa estranheza e essa singularidade ocorrem porque a obra «interage simultaneamente em dois tempos históricos radicalmente distintos. (…) Jogando esteticamente na categoria de anacronismo, opera uma paradoxal desproporção voluntária entre forma e conteúdo (acompanhada por dois tipos radicalmente distintos de linguagem) – uma forma futurista integra um conteúdo e uma linguagem eminentemente clássica, ou, dito de outro modo, uma narrativa futurista funda-se numa história real do passado distante.» E é aqui que reside, segundo Miguel Real, «o efeito de estranheza, um autêntico soco no estômago literário do leitor, que se desorienta, não ousando classificar a narrativa que está lendo: romance de costumes?, romance histórico? romance de ficção científica?, possuindo, no entanto, a certeza (e o deleite) de seguir os capítulos em imagens de fundo cinematográfico.» O crítico salienta, enfim, que o meu livro oferece ao leitor um «grande, grande desafio (…), quase uma provocação.»
Esta edição do Jornal de Letras está à venda até ao dia 5 de Maio.
O conhecido e prestigiado cronista, ensaísta e romancista começa por afirmar que o meu livro «constitui-se, tanto na sua estrutura quanto no seu estilo, como uma narrativa estranha, deveras singular mesmo, sem correspondência em outro romance na actual literatura portuguesa.» Essa estranheza e essa singularidade ocorrem porque a obra «interage simultaneamente em dois tempos históricos radicalmente distintos. (…) Jogando esteticamente na categoria de anacronismo, opera uma paradoxal desproporção voluntária entre forma e conteúdo (acompanhada por dois tipos radicalmente distintos de linguagem) – uma forma futurista integra um conteúdo e uma linguagem eminentemente clássica, ou, dito de outro modo, uma narrativa futurista funda-se numa história real do passado distante.» E é aqui que reside, segundo Miguel Real, «o efeito de estranheza, um autêntico soco no estômago literário do leitor, que se desorienta, não ousando classificar a narrativa que está lendo: romance de costumes?, romance histórico? romance de ficção científica?, possuindo, no entanto, a certeza (e o deleite) de seguir os capítulos em imagens de fundo cinematográfico.» O crítico salienta, enfim, que o meu livro oferece ao leitor um «grande, grande desafio (…), quase uma provocação.»
Esta edição do Jornal de Letras está à venda até ao dia 5 de Maio.
quinta-feira, abril 16, 2009
Orientação: A minha página no Bibliowiki
Divulgo hoje a minha página no Bibliowiki, que é apresentado como sendo «um site bibliográfico sobre a literatura de ficção científica e de todas as outras vertentes do fantástico publicadas em português.»
É uma iniciativa que eu considero, além de ambiciosa, (muito) interessante e meritória, apesar de poderem ser questionados os critérios que determinam a subdivisão dos contos (meus como os de outros) em «contos», «contos curtos» e «vinhetas». Além disso (e no momento em que escrevo), esta minha página está desactualizada, faltando, precisamente, cinco contos (do meu primeiro livro, «Visões» - «A multidão», «Um funcionário público», «Instruções para uso da máquina», «Pânico» e «Metade»), e ainda, obviamente, o meu novo livro «Espíritos das Luzes». Existem igualmente outros materiais que talvez devessem estar referidos neste espaço, como, por exemplo: diversos artigos da minha autoria; a entrevista que concedi à revista «Bang!» a propósito d’«A República Nunca Existiu!»; o meu projecto «Simetria Sonora».
É uma iniciativa que eu considero, além de ambiciosa, (muito) interessante e meritória, apesar de poderem ser questionados os critérios que determinam a subdivisão dos contos (meus como os de outros) em «contos», «contos curtos» e «vinhetas». Além disso (e no momento em que escrevo), esta minha página está desactualizada, faltando, precisamente, cinco contos (do meu primeiro livro, «Visões» - «A multidão», «Um funcionário público», «Instruções para uso da máquina», «Pânico» e «Metade»), e ainda, obviamente, o meu novo livro «Espíritos das Luzes». Existem igualmente outros materiais que talvez devessem estar referidos neste espaço, como, por exemplo: diversos artigos da minha autoria; a entrevista que concedi à revista «Bang!» a propósito d’«A República Nunca Existiu!»; o meu projecto «Simetria Sonora».
Para discutir este e outros assuntos já tentei contactar o fundador do Bibliowiki... porém, e até agora, sem sucesso. Se e quando houver novidades neste âmbito... serão dadas.
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