quinta-feira, abril 30, 2009

Olhos e Orelhas: Primeiro Quadrimestre de 2009

A literatura: «Lisboa Triunfante», David Soares; «Os Contos de Beedle o Bardo», J. K. Rowling; «Contos Góticos», Mary Shelley; «A Noite», José Saramago; «As Velas Ardem Até Ao Fim», Sándor Márai; «Os Meus Amigos», António Torrado; «Seja Mais Esperto Do Que A Crise», Luís Ferreira Lopes.
A música: «Mistérios E Maravilhas», Tantra; «Red», King Crimson; «Replicas», Gary Numan & Tubeway Army; «The Emancipation Of Mimi», Mariah Carey; «Cintura», Clã; «The Times They Are A-Changin’», Bob Dylan; «One Of The Boys», Katy Perry; «Madrigais Camonianos», Luís de Freitas Branco (pelo Coro Gulbenkian dirigido por Fernando Eldoro); «Concertos Para Piano – Nº 1/Nº 2/Nº 3/Nº 4», João Domingos Bomtempo (por Nella Maissa com a Orquestra Sinfónica de Nuremberga dirigida por Klauspeter Seibel).
O cinema: «Horton Ouve um Who!», Jimmy Hayward e Steve Martino; «Homem de Ferro», Jon Favreau; «Hancock», Peter Berg; «Hitch», Andy Tennant; «Erin Brockovich», Steven Soderbergh; «Click», Frank Coraci; «A Múmia – Túmulo do Imperador Dragão», Rob Cohen; «A Fome», Tony Scott; «A Vida e Morte de Peter Sellers», Stephen Hopkins; «Os Defuntos», Martin Scorsese; «Guerra das Estrelas – Episódio III/Vingança dos Sith», George Lucas; «Divertimento com Dick e Jane», Dean Parisot; «Soylent Verde», Richard Fleischer; «O Inimigo Público», William Wellman; «Grande Sarilho», Barry Sonnenfeld; «Cidade e Campo», Peter Chelsom; «Passageiro 57», Kevin Hooks; «Feira das Vaidades», Mira Nair; «O Prestígio», Christopher Nolan; «Missão Impossível III», J. J. Abrams; «Tu não te Metes com o Zohan», Dennis Dugan; «Jornada ao Centro da Terra», Eric Brevig; «Deja Vu», Tony Scott; «D’amoroso», Irwin Winkler; «A Mensageira», Luc Besson; «Procurado», Timur Bekmambetov; «Rocky Balboa», Sylvester Stallone; «Controlo», Anton Corbijn; «O Milagre Segundo Salomé», Mário Barroso.
E ainda...: Exposição «Livro-Pintura/PinturaLivro»/«Auto-retratos», Ema M e Maria José Palla + Mostra Bibliográfica «Evocação de Três Lusitanistas Ilustres» (Biblioteca Nacional de Portugal); «Batalha de Sombras»/Colecção de Fotografia Portuguesa dos Anos 50 (Museu do Neo-Realismo); CartoonXira 2009/Obras Gráficas de Hermenegildo Sábat (Câmara Municipal de Vila Franca de Xira); «Sobre o Homem, a Cor»/Exposição de Pintura de Isabel Bieger (Biblioteca Municipal de Vila Franca de Xira); «Eileen Gray – Convite a uma Viagem» (RTP2); «La Spinalba» (RTP2); Jornal de Letras, Artes e Ideias Nº 1000; Tempo Livre Nº 200; Playboy (Portugal) Nº 1.

Orientação: Esquinas (39)

A partir de hoje no Esquinas está um comentário meu a mais um episódio característico do «futebol à portuguesa».

sábado, abril 25, 2009

Orientação: Segundo texto na Plataforma

No blog da Plataforma do Centenário da República está a partir de hoje a minha segunda contribuição para aquele espaço: um artigo da minha autoria publicado originalmente em 2000, acrescido de um comentário actual.

quarta-feira, abril 22, 2009

Outros: «Espíritos…» no JL

Na edição publicada hoje (Nº 1006) do Jornal de Letras, Artes e Ideias, e na página 25, está um artigo sobre o meu livro «Espíritos das Luzes». Escrito por Miguel Real, intitula-se «O anacronismo como arte».
O conhecido e prestigiado cronista, ensaísta e romancista começa por afirmar que o meu livro «constitui-se, tanto na sua estrutura quanto no seu estilo, como uma narrativa estranha, deveras singular mesmo, sem correspondência em outro romance na actual literatura portuguesa.» Essa estranheza e essa singularidade ocorrem porque a obra «interage simultaneamente em dois tempos históricos radicalmente distintos. (…) Jogando esteticamente na categoria de anacronismo, opera uma paradoxal desproporção voluntária entre forma e conteúdo (acompanhada por dois tipos radicalmente distintos de linguagem) – uma forma futurista integra um conteúdo e uma linguagem eminentemente clássica, ou, dito de outro modo, uma narrativa futurista funda-se numa história real do passado distante.» E é aqui que reside, segundo Miguel Real, «o efeito de estranheza, um autêntico soco no estômago literário do leitor, que se desorienta, não ousando classificar a narrativa que está lendo: romance de costumes?, romance histórico? romance de ficção científica?, possuindo, no entanto, a certeza (e o deleite) de seguir os capítulos em imagens de fundo cinematográfico.» O crítico salienta, enfim, que o meu livro oferece ao leitor um «grande, grande desafio (…), quase uma provocação.»
Esta edição do Jornal de Letras está à venda até ao dia 5 de Maio.

quinta-feira, abril 16, 2009

Orientação: A minha página no Bibliowiki

Divulgo hoje a minha página no Bibliowiki, que é apresentado como sendo «um site bibliográfico sobre a literatura de ficção científica e de todas as outras vertentes do fantástico publicadas em português.»
É uma iniciativa que eu considero, além de ambiciosa, (muito) interessante e meritória, apesar de poderem ser questionados os critérios que determinam a subdivisão dos contos (meus como os de outros) em «contos», «contos curtos» e «vinhetas». Além disso (e no momento em que escrevo), esta minha página está desactualizada, faltando, precisamente, cinco contos (do meu primeiro livro, «Visões» - «A multidão», «Um funcionário público», «Instruções para uso da máquina», «Pânico» e «Metade»), e ainda, obviamente, o meu novo livro «Espíritos das Luzes». Existem igualmente outros materiais que talvez devessem estar referidos neste espaço, como, por exemplo: diversos artigos da minha autoria; a entrevista que concedi à revista «Bang!» a propósito d’«A República Nunca Existiu!»; o meu projecto «Simetria Sonora».
Para discutir este e outros assuntos já tentei contactar o fundador do Bibliowiki... porém, e até agora, sem sucesso. Se e quando houver novidades neste âmbito... serão dadas.

quarta-feira, abril 08, 2009

Obrigado: Aos que compareceram hoje

Agradeço a todos os que compareceram hoje na FNAC Chiado para a apresentação do meu livro «Espíritos das Luzes». Um «muito obrigado» muito especial a Miguel Real, pela abrangente e elogiosa apreciação que fez da minha obra, e a Pedro Reisinho e à Gailivro, pela confiança e pelo apoio que me têm prestado. E digo também um «muito obrigado»... antecipado a todos os que comprarem este meu livro (por exemplo, aqui, aqui, aqui ou aqui) e que quiserem enviar-me os seus comentários, as suas opiniões, sobre ele.

sexta-feira, abril 03, 2009

Orientação: Nova Águia (25)

A partir de hoje, dia em que se assinalam 15 anos sobre a morte do Professor Agostinho da Silva, está também disponível no Nova Águia o meu artigo «Mestre, Profeta, Santo», publicado originalmente em 2004.

terça-feira, março 31, 2009

Oráculo: «Espíritos…», dia 8, em Lisboa

O meu novo livro, «Espíritos das Luzes», vai ser apresentado no próximo dia 8 de Abril, pelas 18.30 horas, na FNAC Chiado, em Lisboa, com a presença e intervenção de Miguel Real.
Editado pela Gailivro (uma empresa do grupo Leya), «Espíritos das Luzes» integra a colecção «1001 Mundos», que já inclui, entre outros autores, Stephenie Meyer («Nómada», «Eclipse», «Lua Nova», «Crepúsculo»), Anthony Horowitz, («A Sociedade das Trevas», «Estrela Maldita», «O Portão do Corvo»), Anne McCaffrey («O Dragão Branco», «A Demanda do Dragão») e Geoff Ryman («Ar»).
Na contracapa pode ler-se: «Era uma vez, num outro universo, em outro espaço e outro tempo, um planeta chamado Portugal... que fora abalado por um terrível terramoto que quase destruíra por completo a capital, Lisboa. O Marquês de Pombal, o todo-poderoso primeiro ministro do Rei D. José, prometeu, confiante na capacidade dos seus arquitectos e engenheiros, e também na de milhares de operários-robôs, que a cidade seria reconstruída, para diferente e para melhor, em sete dias. Entretanto, aterra no astroporto do Cais das Colunas uma nave que traz o milionário inglês William Beckford. À sua espera está um seu amigo português, o poeta Manuel Bocage, e os dois iniciam um percurso pela megalópole em acentuada e acelerada mutação, durante o qual irão encontrar, além de Sebastião José, outros personagens importantes e fascinantes, entre os quais o Intendente Pina Manique, a Marquesa de Alorna, Voltaire, a Rainha D. Maria I, Kant, António Ribeiro Sanches, Luís António Verney, Luísa Todi... Por entre manifestações místico-religiosas, encontros científicos e culturais, discussões de política galáctica e orgias tecno-sexuais, Beckford e Bocage ver-se-ão à mercê de um misterioso e inquietante indivíduo, que acabará por os levar até a um sítio onde se guarda o mais espantoso, o mais extraordinário segredo de Portugal...» Os dois primeiros capítulos podem ser lidos aqui.
Entretanto, referências têm sido feitas nos media sobre a edição e a apresentação de «Espíritos das Luzes», nomeadamente: Antena 1; Correio do FantásticoDiário Digital; Marcador de Livros; Nova Águia; Porta-Livros; Tecnofantasia.

segunda-feira, março 30, 2009

Orientação: Primeiro texto na Plataforma

Por convite de João Távora, a partir de hoje colaboro também no blog da Plataforma do Centenário da República – uma acção (mais ou menos) regular que se adiciona à minha participação pontual no sítio principal deste projecto, iniciada a 15 de Março com a inclusão do meu artigo «Keil, Fialho e Bruno». E a minha primeira contribuição é uma referência à citação que eu escolhi para abrir o livro «A República Nunca Existiu!»

sábado, março 21, 2009

Oráculo: Tradução para 2009

Hoje, Dia Mundial da Poesia, é sem dúvida o momento certo para informar que o livro em que tenho estado a trabalhar com mais empenho recentemente – especificamente, desde Agosto do ano passado – consiste numa compilação de 50 poemas, por mim seleccionados e traduzidos para português, de um notável autor (estrangeiro, claro) do século XIX; mais concretamente, de um poeta que nasceu em 1809 – cumpre-se pois, este ano, o seu 200º aniversário – e que visitou Portugal em 1859 – cumpre-se pois, este ano, o 150º aniversário dessa viagem. Mais importante, e mesmo insólito: a concretizar-se, este livro que estou a preparar será o primeiro desse «trovador» na nossa língua, pelo que constituirá uma estreia com um atraso de, pelo menos, mais de um século. O meu objectivo é publicá-lo, obviamente, este ano, talvez em Setembro próximo.

domingo, março 15, 2009

Orientação: Artigo na Plataforma

A partir de hoje está também disponível, no sítio da Plataforma do Centenário da República, o meu artigo «Keil, Fialho e Bruno», publicado originalmente em 2007.

sexta-feira, março 13, 2009

Outros: Amigos com novos livros

Sendo este blog, obviamente e principalmente, um meio para a divulgação das minhas actividades, com destaque para livros e artigos, também tem espaço para divulgar (aliás, já o fiz antes...) as novidades literárias de amigos.
Luís Ferreira Lopes, com quem eu escrevi «Os Novos Descobrimentos – Do Império À CPLP: Ensaios sobre História, Política, Economia e Cultura Lusófonas», publicou no início deste ano «Seja Mais Esperto do que a Crise» - uma obra adequada aos tempos que correm.
Entretanto, vários dos autores que comigo colaboraram em «A República Nunca Existiu!» lançaram igualmente novos livros nestes últimos 12 meses.
«Leva-me esta Noite» é o titulo do novo romance de Cristina Flora. «O Priorado do Cifrão» é o título do novo romance de João Aguiar. Maria de Menezes participou com o conto «A Viagem para o Céu» na antologia «Comboio com Asas», uma das várias iniciativas que assinalaram os 500 anos da cidade do Funchal.
Miguel Real, sempre incansável e prolífico, editou não um, não dois, não três, mas sim quatro livros desde «A República...»: «Matias Aires – As Máscaras da Vaidade», «Eduardo Lourenço e a Cultura Portuguesa», «Padre António Vieira e a Cultura Portuguesa» e «O Sal da Terra». Já Sérgio Sousa Rodrigues tem um novo ensaio: «A Mitologia Portuguesa».
De João Seixas, e enquanto não estão prontos «A Alma do Louva-a-Deus» e «Zeppelins sobre Lisboa» (este a continuação/desenvolvimento do seu conto «A noite das marionetas» em «A República...»), podemos ir lendo, no computador, «O Terceiro Rosto de Jano», a obra que ele tem estado a escrever com Luís Filipe Silva.

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

Ocorrência: APE rejeitou «A República...»

Fui hoje informado pela Associação Portuguesa de Escritores, em telefonema efectuado para a sede daquela associação, de que o livro «A República Nunca Existiu!», de que eu sou o criador, organizador e um dos 14 participantes (entre os quais João Aguiar e Miguel Real), não é admissível ao Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, atribuído pela APE e pela Câmara Municipal de Famalicão. José Correia Tavares, da direcção da associação, disse-me que o motivo da rejeição est(ar)á, precisamente, no facto de «A República...» ser uma obra colectiva, ser considerada uma «antologia» (mesmo que obedecendo a um tema único), e que a agremiação a que pertence tende a privilegiar a autoria individual. Mesmo aceitando - ou querendo acreditar - que não há outras razões, de ordem político-ideológica, por trás desta decisão, não posso deixar de a considerar decepcionante, e, de certo modo, surpreendente. (Actualização: um assunto abordado também no blog Centenário da República.)

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Oráculo: «Espíritos das Luzes» em Abril

O meu livro «Espíritos das Luzes» vai ser publicado em Abril pela Gailivro. Hoje desloquei-me novamente à sede do grupo Leya onde assinei o respectivo contrato - e devolvi, depois de as ter (re)visto, as primeiras provas. E apontaram-se os locais onde deverão ser feitas as apresentações: além de Lisboa, Setúbal, Penamacor e Porto. Para o lançamento na capital já tinha sido convidado, como orador, Miguel Real, que entretanto aceitou.

quinta-feira, fevereiro 05, 2009

Organização: Projecto «Lisboa Pré-1755» na FCT

Foi hoje entregue (electronicamente) na Fundação para a Ciência e a Tecnologia o projecto «Cidade e Espectáculo – Uma Visão da Lisboa Pré-Terramoto» no âmbito do «Concurso de Projectos de Investigação Científica e Desenvolvimento Tecnológico em todos os Domínios Científicos», ainda relativo a 2008, e financiado por fundos estruturais da União Europeia e fundos nacionais do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
Trata-se, obviamente, do projecto «Ópera do Tejo» - que eu iniciei em 2004 – alargado, praticamente, até à sua «máxima expressão»: o objectivo já não é, através da tecnologia Second Life, recriar virtualmente apenas aquela casa de espectáculos mas sim «a Lisboa destruída em 1755, sobre a qual foi construída a Lisboa projectada pelos engenheiros Eugénio dos Santos e Carlos Mardel. Consiste, deste modo, numa colaboração entre duas vertentes científicas - a histórica e a da linguagem virtual - de modo a disponibilizar a visualização de uma memória. A partir da documentação escrita e iconográfica existente nos arquivos e museus nacionais, irá proceder-se a uma proposta de reconstituição da cidade que incluirá não só o desenho urbano, como também o tecido arquitectónico do conjunto e os interiores de alguns edifícios mais marcantes, tais como o Palácio Real, a Patriarcal, a Ópera do Tejo, o Convento de Corpus Christi e o Hospital de Todos-os-Santos. (...) Todo o projecto estará acessível ao público através de um portal online a ser utilizado também como: um recurso pedagógico, ao possibilitar uma relação interactiva com o público, através de visitas virtuais e jogos que permitam a exploração da componente física da cidade e do seu quotidiano; um instrumento de dinamização do debate científico e da partilha de fontes documentais em torno da cidade de Lisboa, agregando contribuições de outros especialistas, nacionais e estrangeiros.» (excertos do sumário executivo)
A equipa, que já incluía, além de mim, Alexandra Câmara, Helena Murteira, Luís Sequeira e Silvana Moreira, foi, compreensivelmente, também alargada; entre investigadores e consultores passa a contar também com Ana Amaro, António Pimentel, Aurora Carapinha, Drew Baker, Joaquim Ramos Carvalho, José Sarmento de Matos, Miguel Soromenho, Paulo Simões Rodrigues, Pedro Januário, Raquel Henriques da Silva e Rita Vieira dos Santos. A instituição (principal) proponente do projecto é a Universidade de Évora – através do Centro de História da Arte e Investigação Artística – e tem como instituições participantes a Beta Technologies e o King’s Visualisation Lab (do King’s College de Londres).

domingo, fevereiro 01, 2009

Ocorrência: Um ano «sem República»

Hoje assinala-se mais um aniversário – o 101º - do Regicídio que vitimou o Rei D. Carlos e o Príncipe D. Luís. E pode dizer-se também que se assinala o primeiro aniversário de «A República Nunca Existiu!», o livro que eu concebi, organizei e em que participei, juntamente com mais 13 autores, entre os quais João Aguiar, Maria de Menezes e Miguel Real.
Esta é uma obra em que se procurou imaginar como seria Portugal se nunca tivesse deixado de ser um Reino. O que implicaria, quase de certeza, muitas diferenças em relação à «história verdadeira», não só no que respeita ao nosso próprio país mas também nas relações com os outros países e povos da lusofonia; aliás, convém salientar que um dos contos, escrito por um brasileiro (Gerson Lodi-Ribeiro), imagina o exílio de outro Rei na nação irmã...
Esta é pois a data certa para disponibilizar a ligação para a gravação da entrevista que concedi, sobre o livro, a Ana Aranha na Antena 1, emitida no seu programa «À Volta dos Livros» a 12 de Fevereiro de 2008. E também para indicar, depois da que apresentei a 16 de Abril do ano passado, uma segunda e breve «recolha» de referências à «República...» no ciberespaço. Ei-las por ordem alfabética: BookCrossing; Crítica Literária; Diário de Notícias/Sapo; GoodReads; Shvoong; Sound+Vision. (Efemérides evocadas igualmente no Esquinas (38) e Nova Águia (24).)

terça-feira, janeiro 20, 2009

Orientação: Artigo no Diário Digital

Foi hoje publicado no Diário Digital o meu artigo «As verdades e as mentiras sobre George W. Bush». Representa um (modesto) contributo da minha parte contra a falsificação da História, o encurtamento da memória e o desvirtuamento do passado. E um (sério) aviso contra a histeria de massas provocada por – enganosos - «amanhãs que cantam» emanados de «ídolos» com «pés de barro». (Uma informação – e uma advertência – dada também no Esquinas (37).)

quarta-feira, dezembro 31, 2008

Olhos e Orelhas: Terceiro Quadrimestre de 2008

A literatura: «Pai em Construção», Francisco Abelha; «Os Ossos do Arco-Íris», David Soares; «A Conspiração dos Abandonados – Contos Neo-Góticos», António de Macedo; «Céu em Fogo», Mário de Sá-Carneiro; «Amendoins/Obra Completa – Volume 1/1950-1952», Charles M. Schulz; «João e a Floresta de Betão», Pedro Reisinho; «Bauhaus/1919-1933 – Reforma e Vanguarda», Magdalena Droste.
A música: «Lark’s Tongues In Aspic», «Starless And Bible Black» e «Three Of A Perfect Pair», King Crimson; «Memorial», Moonspell; «Saints Of Los Angeles», Motley Crüe; «You Are What You Is», Frank Zappa; «Aux Armes Et Caetera», Serge Gainsbourg; «Música Para D. João VI e D. Carlota», vários autores (por Isabel Alcobia e Mário Trilha); «Don Giovanni», Wolfgang Amadeus Mozart (por Renato Bruson, Nikolay Bikov, Anna Longo, e outros, com a Orquestra Filarmónica de Roma dirigida por Michael Halasz); «As Variedades de Proteu», António Teixeira (por Mário João Alves, Susana Teixeira, Maria Repas Gonçalves, e outros, com a Escola de Retórica, Métrica e Harmonia dirigida por Stephen Bull).
O cinema: «Homem Cinderela», Ron Howard; «Campo de Batalha Terra», Roger Christian; «Filme da Treta», José Sacramento; «Catwoman», Pitof; «Casanova», Lasse Hallstrom; «Desbravador», Marcus Nispel; «Sweeney Todd – O Barbeiro Demónio da Rua Fleet», Tim Burton; «Capitão do Céu e o Mundo de Amanhã», Kerry Conran; «50 Primeiras Datas», Peter Segal; «Artur e os Minimeus», Luc Besson; «Viagem ao Princípio do Mundo» e «O Quinto Império – Ontem Como Hoje», Manoel de Oliveira; «A Vila», M. Night Shyamalan; «Noites de Talladega – A Balada de Ricky Bobby», Adam McKay; «Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal», Steven Spielberg; «WALL-E», Andrew Stanton; «O Cavaleiro Negro», Christopher Nolan.
E ainda...: 3ª Exposição Colectiva da Associação de Artistas Plásticos do Concelho de Vila Franca de Xira; Fórum Fantástico 2008 (Lisboa); VAST 2008 - 9º Simpósio Internacional sobre Realidade Virtual, Arqueologia e Herança Cultural (Braga); «Um Mundo Catita», Filipe Melo e João Leitão (RTP2).

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Oráculo: «Espíritos das Luzes» editado em 2009

Hoje desloquei-me à sede do grupo empresarial e editorial Leya onde Pedro Reisinho, editor da Gailivro, me entregou e propôs um contrato para a publicação do meu livro «Espíritos das Luzes» no próximo ano, e em príncipio no primeiro trimestre. Espero poder dar mais pormenores em breve. (Actualização: uma informação dada também no sítio Tecnofantasia.)