terça-feira, março 31, 2009

Oráculo: «Espíritos…», dia 8, em Lisboa

O meu novo livro, «Espíritos das Luzes», vai ser apresentado no próximo dia 8 de Abril, pelas 18.30 horas, na FNAC Chiado, em Lisboa, com a presença e intervenção de Miguel Real.
Editado pela Gailivro (uma empresa do grupo Leya), «Espíritos das Luzes» integra a colecção «1001 Mundos», que já inclui, entre outros autores, Stephenie Meyer («Nómada», «Eclipse», «Lua Nova», «Crepúsculo»), Anthony Horowitz, («A Sociedade das Trevas», «Estrela Maldita», «O Portão do Corvo»), Anne McCaffrey («O Dragão Branco», «A Demanda do Dragão») e Geoff Ryman («Ar»).
Na contracapa pode ler-se: «Era uma vez, num outro universo, em outro espaço e outro tempo, um planeta chamado Portugal... que fora abalado por um terrível terramoto que quase destruíra por completo a capital, Lisboa. O Marquês de Pombal, o todo-poderoso primeiro ministro do Rei D. José, prometeu, confiante na capacidade dos seus arquitectos e engenheiros, e também na de milhares de operários-robôs, que a cidade seria reconstruída, para diferente e para melhor, em sete dias. Entretanto, aterra no astroporto do Cais das Colunas uma nave que traz o milionário inglês William Beckford. À sua espera está um seu amigo português, o poeta Manuel Bocage, e os dois iniciam um percurso pela megalópole em acentuada e acelerada mutação, durante o qual irão encontrar, além de Sebastião José, outros personagens importantes e fascinantes, entre os quais o Intendente Pina Manique, a Marquesa de Alorna, Voltaire, a Rainha D. Maria I, Kant, António Ribeiro Sanches, Luís António Verney, Luísa Todi... Por entre manifestações místico-religiosas, encontros científicos e culturais, discussões de política galáctica e orgias tecno-sexuais, Beckford e Bocage ver-se-ão à mercê de um misterioso e inquietante indivíduo, que acabará por os levar até a um sítio onde se guarda o mais espantoso, o mais extraordinário segredo de Portugal...» Os dois primeiros capítulos podem ser lidos aqui.
Entretanto, referências têm sido feitas nos media sobre a edição e a apresentação de «Espíritos das Luzes», nomeadamente: Antena 1; Correio do FantásticoDiário Digital; Marcador de Livros; Nova Águia; Porta-Livros; Tecnofantasia.

segunda-feira, março 30, 2009

Orientação: Primeiro texto na Plataforma

Por convite de João Távora, a partir de hoje colaboro também no blog da Plataforma do Centenário da República – uma acção (mais ou menos) regular que se adiciona à minha participação pontual no sítio principal deste projecto, iniciada a 15 de Março com a inclusão do meu artigo «Keil, Fialho e Bruno». E a minha primeira contribuição é uma referência à citação que eu escolhi para abrir o livro «A República Nunca Existiu!»

sábado, março 21, 2009

Oráculo: Tradução para 2009

Hoje, Dia Mundial da Poesia, é sem dúvida o momento certo para informar que o livro em que tenho estado a trabalhar com mais empenho recentemente – especificamente, desde Agosto do ano passado – consiste numa compilação de 50 poemas, por mim seleccionados e traduzidos para português, de um notável autor (estrangeiro, claro) do século XIX; mais concretamente, de um poeta que nasceu em 1809 – cumpre-se pois, este ano, o seu 200º aniversário – e que visitou Portugal em 1859 – cumpre-se pois, este ano, o 150º aniversário dessa viagem. Mais importante, e mesmo insólito: a concretizar-se, este livro que estou a preparar será o primeiro desse «trovador» na nossa língua, pelo que constituirá uma estreia com um atraso de, pelo menos, mais de um século. O meu objectivo é publicá-lo, obviamente, este ano, talvez em Setembro próximo.

domingo, março 15, 2009

Orientação: Artigo na Plataforma

A partir de hoje está também disponível, no sítio da Plataforma do Centenário da República, o meu artigo «Keil, Fialho e Bruno», publicado originalmente em 2007.

sexta-feira, março 13, 2009

Outros: Amigos com novos livros

Sendo este blog, obviamente e principalmente, um meio para a divulgação das minhas actividades, com destaque para livros e artigos, também tem espaço para divulgar (aliás, já o fiz antes...) as novidades literárias de amigos.
Luís Ferreira Lopes, com quem eu escrevi «Os Novos Descobrimentos – Do Império À CPLP: Ensaios sobre História, Política, Economia e Cultura Lusófonas», publicou no início deste ano «Seja Mais Esperto do que a Crise» - uma obra adequada aos tempos que correm.
Entretanto, vários dos autores que comigo colaboraram em «A República Nunca Existiu!» lançaram igualmente novos livros nestes últimos 12 meses.
«Leva-me esta Noite» é o titulo do novo romance de Cristina Flora. «O Priorado do Cifrão» é o título do novo romance de João Aguiar. Maria de Menezes participou com o conto «A Viagem para o Céu» na antologia «Comboio com Asas», uma das várias iniciativas que assinalaram os 500 anos da cidade do Funchal.
Miguel Real, sempre incansável e prolífico, editou não um, não dois, não três, mas sim quatro livros desde «A República...»: «Matias Aires – As Máscaras da Vaidade», «Eduardo Lourenço e a Cultura Portuguesa», «Padre António Vieira e a Cultura Portuguesa» e «O Sal da Terra». Já Sérgio Sousa Rodrigues tem um novo ensaio: «A Mitologia Portuguesa».
De João Seixas, e enquanto não estão prontos «A Alma do Louva-a-Deus» e «Zeppelins sobre Lisboa» (este a continuação/desenvolvimento do seu conto «A noite das marionetas» em «A República...»), podemos ir lendo, no computador, «O Terceiro Rosto de Jano», a obra que ele tem estado a escrever com Luís Filipe Silva.

quarta-feira, fevereiro 18, 2009

Ocorrência: APE rejeitou «A República...»

Fui hoje informado pela Associação Portuguesa de Escritores, em telefonema efectuado para a sede daquela associação, de que o livro «A República Nunca Existiu!», de que eu sou o criador, organizador e um dos 14 participantes (entre os quais João Aguiar e Miguel Real), não é admissível ao Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, atribuído pela APE e pela Câmara Municipal de Famalicão. José Correia Tavares, da direcção da associação, disse-me que o motivo da rejeição est(ar)á, precisamente, no facto de «A República...» ser uma obra colectiva, ser considerada uma «antologia» (mesmo que obedecendo a um tema único), e que a agremiação a que pertence tende a privilegiar a autoria individual. Mesmo aceitando - ou querendo acreditar - que não há outras razões, de ordem político-ideológica, por trás desta decisão, não posso deixar de a considerar decepcionante, e, de certo modo, surpreendente. (Actualização: um assunto abordado também no blog Centenário da República.)

quarta-feira, fevereiro 11, 2009

Oráculo: «Espíritos das Luzes» em Abril

O meu livro «Espíritos das Luzes» vai ser publicado em Abril pela Gailivro. Hoje desloquei-me novamente à sede do grupo Leya onde assinei o respectivo contrato - e devolvi, depois de as ter (re)visto, as primeiras provas. E apontaram-se os locais onde deverão ser feitas as apresentações: além de Lisboa, Setúbal, Penamacor e Porto. Para o lançamento na capital já tinha sido convidado, como orador, Miguel Real, que entretanto aceitou.

quinta-feira, fevereiro 05, 2009

Organização: Projecto «Lisboa Pré-1755» na FCT

Foi hoje entregue (electronicamente) na Fundação para a Ciência e a Tecnologia o projecto «Cidade e Espectáculo – Uma Visão da Lisboa Pré-Terramoto» no âmbito do «Concurso de Projectos de Investigação Científica e Desenvolvimento Tecnológico em todos os Domínios Científicos», ainda relativo a 2008, e financiado por fundos estruturais da União Europeia e fundos nacionais do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
Trata-se, obviamente, do projecto «Ópera do Tejo» - que eu iniciei em 2004 – alargado, praticamente, até à sua «máxima expressão»: o objectivo já não é, através da tecnologia Second Life, recriar virtualmente apenas aquela casa de espectáculos mas sim «a Lisboa destruída em 1755, sobre a qual foi construída a Lisboa projectada pelos engenheiros Eugénio dos Santos e Carlos Mardel. Consiste, deste modo, numa colaboração entre duas vertentes científicas - a histórica e a da linguagem virtual - de modo a disponibilizar a visualização de uma memória. A partir da documentação escrita e iconográfica existente nos arquivos e museus nacionais, irá proceder-se a uma proposta de reconstituição da cidade que incluirá não só o desenho urbano, como também o tecido arquitectónico do conjunto e os interiores de alguns edifícios mais marcantes, tais como o Palácio Real, a Patriarcal, a Ópera do Tejo, o Convento de Corpus Christi e o Hospital de Todos-os-Santos. (...) Todo o projecto estará acessível ao público através de um portal online a ser utilizado também como: um recurso pedagógico, ao possibilitar uma relação interactiva com o público, através de visitas virtuais e jogos que permitam a exploração da componente física da cidade e do seu quotidiano; um instrumento de dinamização do debate científico e da partilha de fontes documentais em torno da cidade de Lisboa, agregando contribuições de outros especialistas, nacionais e estrangeiros.» (excertos do sumário executivo)
A equipa, que já incluía, além de mim, Alexandra Câmara, Helena Murteira, Luís Sequeira e Silvana Moreira, foi, compreensivelmente, também alargada; entre investigadores e consultores passa a contar também com Ana Amaro, António Pimentel, Aurora Carapinha, Drew Baker, Joaquim Ramos Carvalho, José Sarmento de Matos, Miguel Soromenho, Paulo Simões Rodrigues, Pedro Januário, Raquel Henriques da Silva e Rita Vieira dos Santos. A instituição (principal) proponente do projecto é a Universidade de Évora – através do Centro de História da Arte e Investigação Artística – e tem como instituições participantes a Beta Technologies e o King’s Visualisation Lab (do King’s College de Londres).

domingo, fevereiro 01, 2009

Ocorrência: Um ano «sem República»

Hoje assinala-se mais um aniversário – o 101º - do Regicídio que vitimou o Rei D. Carlos e o Príncipe D. Luís. E pode dizer-se também que se assinala o primeiro aniversário de «A República Nunca Existiu!», o livro que eu concebi, organizei e em que participei, juntamente com mais 13 autores, entre os quais João Aguiar, Maria de Menezes e Miguel Real.
Esta é uma obra em que se procurou imaginar como seria Portugal se nunca tivesse deixado de ser um Reino. O que implicaria, quase de certeza, muitas diferenças em relação à «história verdadeira», não só no que respeita ao nosso próprio país mas também nas relações com os outros países e povos da lusofonia; aliás, convém salientar que um dos contos, escrito por um brasileiro (Gerson Lodi-Ribeiro), imagina o exílio de outro Rei na nação irmã...
Esta é pois a data certa para disponibilizar a ligação para a gravação da entrevista que concedi, sobre o livro, a Ana Aranha na Antena 1, emitida no seu programa «À Volta dos Livros» a 12 de Fevereiro de 2008. E também para indicar, depois da que apresentei a 16 de Abril do ano passado, uma segunda e breve «recolha» de referências à «República...» no ciberespaço. Ei-las por ordem alfabética: BookCrossing; Crítica Literária; Diário de Notícias/Sapo; GoodReads; Shvoong; Sound+Vision. (Efemérides evocadas igualmente no Esquinas (38) e Nova Águia (24).)

terça-feira, janeiro 20, 2009

Orientação: Artigo no Diário Digital

Foi hoje publicado no Diário Digital o meu artigo «As verdades e as mentiras sobre George W. Bush». Representa um (modesto) contributo da minha parte contra a falsificação da História, o encurtamento da memória e o desvirtuamento do passado. E um (sério) aviso contra a histeria de massas provocada por – enganosos - «amanhãs que cantam» emanados de «ídolos» com «pés de barro». (Uma informação – e uma advertência – dada também no Esquinas (37).)

quarta-feira, dezembro 31, 2008

Olhos e Orelhas: Terceiro Quadrimestre de 2008

A literatura: «Pai em Construção», Francisco Abelha; «Os Ossos do Arco-Íris», David Soares; «A Conspiração dos Abandonados – Contos Neo-Góticos», António de Macedo; «Céu em Fogo», Mário de Sá-Carneiro; «Amendoins/Obra Completa – Volume 1/1950-1952», Charles M. Schulz; «João e a Floresta de Betão», Pedro Reisinho; «Bauhaus/1919-1933 – Reforma e Vanguarda», Magdalena Droste.
A música: «Lark’s Tongues In Aspic», «Starless And Bible Black» e «Three Of A Perfect Pair», King Crimson; «Memorial», Moonspell; «Saints Of Los Angeles», Motley Crüe; «You Are What You Is», Frank Zappa; «Aux Armes Et Caetera», Serge Gainsbourg; «Música Para D. João VI e D. Carlota», vários autores (por Isabel Alcobia e Mário Trilha); «Don Giovanni», Wolfgang Amadeus Mozart (por Renato Bruson, Nikolay Bikov, Anna Longo, e outros, com a Orquestra Filarmónica de Roma dirigida por Michael Halasz); «As Variedades de Proteu», António Teixeira (por Mário João Alves, Susana Teixeira, Maria Repas Gonçalves, e outros, com a Escola de Retórica, Métrica e Harmonia dirigida por Stephen Bull).
O cinema: «Homem Cinderela», Ron Howard; «Campo de Batalha Terra», Roger Christian; «Filme da Treta», José Sacramento; «Catwoman», Pitof; «Casanova», Lasse Hallstrom; «Desbravador», Marcus Nispel; «Sweeney Todd – O Barbeiro Demónio da Rua Fleet», Tim Burton; «Capitão do Céu e o Mundo de Amanhã», Kerry Conran; «50 Primeiras Datas», Peter Segal; «Artur e os Minimeus», Luc Besson; «Viagem ao Princípio do Mundo» e «O Quinto Império – Ontem Como Hoje», Manoel de Oliveira; «A Vila», M. Night Shyamalan; «Noites de Talladega – A Balada de Ricky Bobby», Adam McKay; «Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal», Steven Spielberg; «WALL-E», Andrew Stanton; «O Cavaleiro Negro», Christopher Nolan.
E ainda...: 3ª Exposição Colectiva da Associação de Artistas Plásticos do Concelho de Vila Franca de Xira; Fórum Fantástico 2008 (Lisboa); VAST 2008 - 9º Simpósio Internacional sobre Realidade Virtual, Arqueologia e Herança Cultural (Braga); «Um Mundo Catita», Filipe Melo e João Leitão (RTP2).

quarta-feira, dezembro 17, 2008

Oráculo: «Espíritos das Luzes» editado em 2009

Hoje desloquei-me à sede do grupo empresarial e editorial Leya onde Pedro Reisinho, editor da Gailivro, me entregou e propôs um contrato para a publicação do meu livro «Espíritos das Luzes» no próximo ano, e em príncipio no primeiro trimestre. Espero poder dar mais pormenores em breve. (Actualização: uma informação dada também no sítio Tecnofantasia.)

domingo, dezembro 14, 2008

Opções: «7 Maravilhas de Origem Portuguesa»

Começou ontem a votação para a eleição das «7 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo», e eu já escolhi e votei, hoje, (n)as minhas preferidas. Assim, e considerando critérios e factores de ordem histórica mas também estéticos, simbólicos e relativos ao (actual) estado de conservação dos monumentos, a minha opção foi (por ordem alfabética) para: Basílica do Bom Jesus de Goa (Índia); Cidade Fortificada de Mazagão (Marrocos); Cidade Velha de Santiago (Cabo Verde); Fortaleza de Ormuz (Irão); Forte do Príncipe da Beira (Brasil); Igreja de São Paulo de Macau (China); Ilha de Moçambique. (Uma proposta reiterada no Esquinas (36) e no Nova Águia (23).)

sábado, dezembro 13, 2008

Orientação: «Humáquinas» na Simetria

A versão integral do meu artigo «Humáquinas – A ciência e a tecnologia estão a criar novos corpos» está a partir de hoje disponível no sítio da Simetria. Recordo que a primeira versão (reduzida) deste artigo foi publicada no jornal Público Nº 6665 (caderno P2, páginas 6 e 7), do dia 30 de Junho de 2008. (Uma informação dada também no Esquinas (35).)

quinta-feira, dezembro 11, 2008

Orientação: Esquinas (34) e Nova Águia (22)

O meu artigo «E o “Prémio Miguel de Vasconcelos 2008”...», publicado no jornal O Diabo no passado dia 3 de Dezembro, pode agora ser lido no Esquinas e no Nova Águia.

terça-feira, dezembro 09, 2008

Outros: Carta ao VR

Enviei hoje, por correio electrónico, a seguinte carta a uma jornalista da redacção do jornal Vida Ribatejana.
Cara Vera Galamba:
A propósito da entrevista que fez a Eduardo Rodrigues, publicada na edição Nº 4516 do Vida Ribatejana, do passado dia 26 de Novembro de 2008 (suplemento de economia, páginas 2 e 3), permita-me fazer as seguintes observações:
1ª - Como qualquer pessoa minimamente informada, com um mínimo de cultura geral, sabe, não existe um «Prémio Nobel da Arquitectura». O que existe sim é um prémio, o Pritzker, que é consensualmente visto como o o mais importante da arquitectura, que Renzo Piano efectivamente já ganhou (em 1998), e que por isso é visto como uma espécie de «Nobel da arquitectura»... assim, com aspas. Ora, na referida entrevista (página 2, sexta coluna), essas aspas não estão lá. Por isso, das duas uma: ou o patrão da Obriverca desconhece a existência do Pritzker e acredita que um seu colaborador ganhou o «Nobel da Arquitectura»; ou ele sabe, deu isso a entender durante a entrevista, mesmo que com uma subtil referência (por exemplo, «... que já ganhou o que é considerado o "Nobel da Arquitectura"...»)... e que a entrevistadora não captou. De qualquer modo, o que fica impresso, preto no branco, é um grande atestado de ignorância, mesmo de incompetência, do Sr. Rodrigues, para mais na sua área de actividade!
2ª - Um pouco mais à frente (página 3, primeira coluna), o entrevistado faz uma afirmação gravíssima que a entrevistadora deixou passar em claro, não tentando aprofundar o seu sentido (ou então tentou, só que foi cortada...): a de que «um conjunto de malfeitores» entrou «em conluio com o Ministério Público» para embargar a construção do Edifício Jardim, em Alverca. Seria bom esclarecer: que o «conjunto de malfeitores» mencionado é uma instituição, uma associação, devidamente legalizada, e já prestigiada pelas iniciativas que toma, chamada Xiradania – mas que, por os seus dirigentes terem ideias de urbanismo e (da interpretação) do Plano Director Municipal de Vila Franca de Xira diferentes das do Sr. Rodrigues, só podem ser «malfeitores»; e que «provas» é que o entrevistado tem de que uma entidade como o Ministério Público se «conluia» com criminosos, ou é, ela própria, uma agremiação criminosa. Porém, o verdadeiro «malfeitor» é o Sr. Rodrigues: no sentido literal do termo – o Prémio Personalidade 2008 do Salão do Imobiliário de Lisboa também deve ter sido atribuído por vários edifícios... mal feitos pela Obriverca, em especial aquele na Quinta das Drogas que há uns anos teve de ser implodido; e no sentido criminal do termo – no início dos anos 90 o Sr. Rodrigues foi levado a tribunal (em Vila Franca de Xira) acusado do abate ilegal de árvores em Alverca (perto da Casa S. Pedro), e foi condenado, se não me engano, a três anos de prisão... com pena suspensa. Foi pena ele não ter ido bater com os «costados» numa cela; mas, pelo menos, valeu a pena vê-lo, como eu vi, a «suar as estopinhas» para se safar, mesmo que para isso tivesse sistematicamente atirado as culpas da decisão (de derrubar as árvores) para um sócio que entretanto tinha morrido... e a ter como testemunhas abonatórias individualidades como José Álvaro Vidal, José António Carmo... e Luís Filipe Vieira!
3ª - Um assunto que inicialmente eu estranhei não ser mencionado na entrevista foi o da denominada «Nova Vila Franca». Mas, pensando melhor, talvez não: afinal, trata-se de um projecto megalómano e irresponsável, planeado para ser construído numa zona de inundação do Tejo, e que tem sido regularmente «arrasado» por especialistas de renome, a começar pelo Arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles.
Termino dizendo que, se o quiserem, têm a minha autorização para publicar esta minha mensagem na secção de «Correio do Leitor». Todavia, não acredito que o Vida Ribatejana, e em especial os seus directores, tenham coragem para tanto.
Cumprimentos,
Octávio dos Santos

quarta-feira, dezembro 03, 2008

Orientação: Artigo n’O Diabo

Na edição publicada hoje - Nº 1666 - do jornal O Diabo, e na página 21, está o meu artigo de opinião «E o "Prémio Miguel de Vasconcelos 2008"...» que eu decidi «atribuir» a um proeminente político português. Se quiserem saber quem é... comprem e leiam!

terça-feira, dezembro 02, 2008

Outros: Beta Technologies

Hoje, tal como já anteriormente anunciara, eu e os restantes elementos que integram actualmente o «Projecto Ópera do Tejo» estivemos em Braga para participar no VAST 2008. Com o título «City and spectacle: a vision of pre-earthquake Lisbon», a comunicação que apresentámos revelou a mudança de perspectiva que efectuámos em relação a 2005: construída agora pela Beta Technologies, a nova «recriação virtual» abrange também, além da Ópera do Tejo, o palácio real pré-1755 em que aquela se integrava. (Actualização: uma informação também dada – e desenvolvida – no Esquinas (33) e no Nova Águia (21).)

segunda-feira, dezembro 01, 2008

Outros: Fundação Batalha de Aljubarrota

No dia em que se assinala mais um aniversário da restauração da independência de Portugal, proponho uma visita ao sítio de uma instituição que se dedica à divulgação e ao estudo de um acontecimento (e suas múltiplas causas, contextos e consequências) cujo espírito seria depois encarnado pelos patriotas de 1640. A Fundação Batalha de Aljubarrota - com a qual, aliás, já estabeleci contacto – foi finalmente formalizada neste ano de 2008, e pode dizer-se que representa também a celebração contínua de uma data – 14 de Agosto de 1385 – que eu considero ser a mais importante da história do nosso país, e que por isso mesmo deveria ser o seu dia nacional. (Uma proposta que eu reitero no Esquinas (32) e no Nova Águia (20)).