Fui hoje informado pela Associação Portuguesa de Escritores, em telefonema efectuado para a sede daquela associação, de que o livro «A República Nunca Existiu!», de que eu sou o criador, organizador e um dos 14 participantes (entre os quais João Aguiar e Miguel Real), não é admissível ao Grande Prémio de Conto Camilo Castelo Branco, atribuído pela APE e pela Câmara Municipal de Famalicão. José Correia Tavares, da direcção da associação, disse-me que o motivo da rejeição est(ar)á, precisamente, no facto de «A República...» ser uma obra colectiva, ser considerada uma «antologia» (mesmo que obedecendo a um tema único), e que a agremiação a que pertence tende a privilegiar a autoria individual. Mesmo aceitando - ou querendo acreditar - que não há outras razões, de ordem político-ideológica, por trás desta decisão, não posso deixar de a considerar decepcionante, e, de certo modo, surpreendente. (Actualização: um assunto abordado também no blog Centenário da República.)
quarta-feira, fevereiro 18, 2009
quarta-feira, fevereiro 11, 2009
Oráculo: «Espíritos das Luzes» em Abril
O meu livro «Espíritos das Luzes» vai ser publicado em Abril pela Gailivro. Hoje desloquei-me novamente à sede do grupo Leya onde assinei o respectivo contrato - e devolvi, depois de as ter (re)visto, as primeiras provas. E apontaram-se os locais onde deverão ser feitas as apresentações: além de Lisboa, Setúbal, Penamacor e Porto. Para o lançamento na capital já tinha sido convidado, como orador, Miguel Real, que entretanto aceitou.
quinta-feira, fevereiro 05, 2009
Organização: Projecto «Lisboa Pré-1755» na FCT
Foi hoje entregue (electronicamente) na Fundação para a Ciência e a Tecnologia o projecto «Cidade e Espectáculo – Uma Visão da Lisboa Pré-Terramoto» no âmbito do «Concurso de Projectos de Investigação Científica e Desenvolvimento Tecnológico em todos os Domínios Científicos», ainda relativo a 2008, e financiado por fundos estruturais da União Europeia e fundos nacionais do Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.
Trata-se, obviamente, do projecto «Ópera do Tejo» - que eu iniciei em 2004 – alargado, praticamente, até à sua «máxima expressão»: o objectivo já não é, através da tecnologia Second Life, recriar virtualmente apenas aquela casa de espectáculos mas sim «a Lisboa destruída em 1755, sobre a qual foi construída a Lisboa projectada pelos engenheiros Eugénio dos Santos e Carlos Mardel. Consiste, deste modo, numa colaboração entre duas vertentes científicas - a histórica e a da linguagem virtual - de modo a disponibilizar a visualização de uma memória. A partir da documentação escrita e iconográfica existente nos arquivos e museus nacionais, irá proceder-se a uma proposta de reconstituição da cidade que incluirá não só o desenho urbano, como também o tecido arquitectónico do conjunto e os interiores de alguns edifícios mais marcantes, tais como o Palácio Real, a Patriarcal, a Ópera do Tejo, o Convento de Corpus Christi e o Hospital de Todos-os-Santos. (...) Todo o projecto estará acessível ao público através de um portal online a ser utilizado também como: um recurso pedagógico, ao possibilitar uma relação interactiva com o público, através de visitas virtuais e jogos que permitam a exploração da componente física da cidade e do seu quotidiano; um instrumento de dinamização do debate científico e da partilha de fontes documentais em torno da cidade de Lisboa, agregando contribuições de outros especialistas, nacionais e estrangeiros.» (excertos do sumário executivo)
A equipa, que já incluía, além de mim, Alexandra Câmara, Helena Murteira, Luís Sequeira e Silvana Moreira, foi, compreensivelmente, também alargada; entre investigadores e consultores passa a contar também com Ana Amaro, António Pimentel, Aurora Carapinha, Drew Baker, Joaquim Ramos Carvalho, José Sarmento de Matos, Miguel Soromenho, Paulo Simões Rodrigues, Pedro Januário, Raquel Henriques da Silva e Rita Vieira dos Santos. A instituição (principal) proponente do projecto é a Universidade de Évora – através do Centro de História da Arte e Investigação Artística – e tem como instituições participantes a Beta Technologies e o King’s Visualisation Lab (do King’s College de Londres).
Trata-se, obviamente, do projecto «Ópera do Tejo» - que eu iniciei em 2004 – alargado, praticamente, até à sua «máxima expressão»: o objectivo já não é, através da tecnologia Second Life, recriar virtualmente apenas aquela casa de espectáculos mas sim «a Lisboa destruída em 1755, sobre a qual foi construída a Lisboa projectada pelos engenheiros Eugénio dos Santos e Carlos Mardel. Consiste, deste modo, numa colaboração entre duas vertentes científicas - a histórica e a da linguagem virtual - de modo a disponibilizar a visualização de uma memória. A partir da documentação escrita e iconográfica existente nos arquivos e museus nacionais, irá proceder-se a uma proposta de reconstituição da cidade que incluirá não só o desenho urbano, como também o tecido arquitectónico do conjunto e os interiores de alguns edifícios mais marcantes, tais como o Palácio Real, a Patriarcal, a Ópera do Tejo, o Convento de Corpus Christi e o Hospital de Todos-os-Santos. (...) Todo o projecto estará acessível ao público através de um portal online a ser utilizado também como: um recurso pedagógico, ao possibilitar uma relação interactiva com o público, através de visitas virtuais e jogos que permitam a exploração da componente física da cidade e do seu quotidiano; um instrumento de dinamização do debate científico e da partilha de fontes documentais em torno da cidade de Lisboa, agregando contribuições de outros especialistas, nacionais e estrangeiros.» (excertos do sumário executivo)
A equipa, que já incluía, além de mim, Alexandra Câmara, Helena Murteira, Luís Sequeira e Silvana Moreira, foi, compreensivelmente, também alargada; entre investigadores e consultores passa a contar também com Ana Amaro, António Pimentel, Aurora Carapinha, Drew Baker, Joaquim Ramos Carvalho, José Sarmento de Matos, Miguel Soromenho, Paulo Simões Rodrigues, Pedro Januário, Raquel Henriques da Silva e Rita Vieira dos Santos. A instituição (principal) proponente do projecto é a Universidade de Évora – através do Centro de História da Arte e Investigação Artística – e tem como instituições participantes a Beta Technologies e o King’s Visualisation Lab (do King’s College de Londres).
domingo, fevereiro 01, 2009
Ocorrência: Um ano «sem República»
Hoje assinala-se mais um aniversário – o 101º - do Regicídio que vitimou o Rei D. Carlos e o Príncipe D. Luís. E pode dizer-se também que se assinala o primeiro aniversário de «A República Nunca Existiu!», o livro que eu concebi, organizei e em que participei, juntamente com mais 13 autores, entre os quais João Aguiar, Maria de Menezes e Miguel Real.
Esta é uma obra em que se procurou imaginar como seria Portugal se nunca tivesse deixado de ser um Reino. O que implicaria, quase de certeza, muitas diferenças em relação à «história verdadeira», não só no que respeita ao nosso próprio país mas também nas relações com os outros países e povos da lusofonia; aliás, convém salientar que um dos contos, escrito por um brasileiro (Gerson Lodi-Ribeiro), imagina o exílio de outro Rei na nação irmã...
Esta é pois a data certa para disponibilizar a ligação para a gravação da entrevista que concedi, sobre o livro, a Ana Aranha na Antena 1, emitida no seu programa «À Volta dos Livros» a 12 de Fevereiro de 2008. E também para indicar, depois da que apresentei a 16 de Abril do ano passado, uma segunda e breve «recolha» de referências à «República...» no ciberespaço. Ei-las por ordem alfabética: BookCrossing; Crítica Literária; Diário de Notícias/Sapo; GoodReads; Shvoong; Sound+Vision. (Efemérides evocadas igualmente no Esquinas (38) e Nova Águia (24).)
Esta é uma obra em que se procurou imaginar como seria Portugal se nunca tivesse deixado de ser um Reino. O que implicaria, quase de certeza, muitas diferenças em relação à «história verdadeira», não só no que respeita ao nosso próprio país mas também nas relações com os outros países e povos da lusofonia; aliás, convém salientar que um dos contos, escrito por um brasileiro (Gerson Lodi-Ribeiro), imagina o exílio de outro Rei na nação irmã...
Esta é pois a data certa para disponibilizar a ligação para a gravação da entrevista que concedi, sobre o livro, a Ana Aranha na Antena 1, emitida no seu programa «À Volta dos Livros» a 12 de Fevereiro de 2008. E também para indicar, depois da que apresentei a 16 de Abril do ano passado, uma segunda e breve «recolha» de referências à «República...» no ciberespaço. Ei-las por ordem alfabética: BookCrossing; Crítica Literária; Diário de Notícias/Sapo; GoodReads; Shvoong; Sound+Vision. (Efemérides evocadas igualmente no Esquinas (38) e Nova Águia (24).)
terça-feira, janeiro 20, 2009
Orientação: Artigo no Diário Digital
Foi hoje publicado no Diário Digital o meu artigo «As verdades e as mentiras sobre George W. Bush». Representa um (modesto) contributo da minha parte contra a falsificação da História, o encurtamento da memória e o desvirtuamento do passado. E um (sério) aviso contra a histeria de massas provocada por – enganosos - «amanhãs que cantam» emanados de «ídolos» com «pés de barro». (Uma informação – e uma advertência – dada também no Esquinas (37).)
quarta-feira, dezembro 31, 2008
Olhos e Orelhas: Terceiro Quadrimestre de 2008
A literatura: «Pai em Construção», Francisco Abelha; «Os Ossos do Arco-Íris», David Soares; «A Conspiração dos Abandonados – Contos Neo-Góticos», António de Macedo; «Céu em Fogo», Mário de Sá-Carneiro; «Amendoins/Obra Completa – Volume 1/1950-1952», Charles M. Schulz; «João e a Floresta de Betão», Pedro Reisinho; «Bauhaus/1919-1933 – Reforma e Vanguarda», Magdalena Droste.
A música: «Lark’s Tongues In Aspic», «Starless And Bible Black» e «Three Of A Perfect Pair», King Crimson; «Memorial», Moonspell; «Saints Of Los Angeles», Motley Crüe; «You Are What You Is», Frank Zappa; «Aux Armes Et Caetera», Serge Gainsbourg; «Música Para D. João VI e D. Carlota», vários autores (por Isabel Alcobia e Mário Trilha); «Don Giovanni», Wolfgang Amadeus Mozart (por Renato Bruson, Nikolay Bikov, Anna Longo, e outros, com a Orquestra Filarmónica de Roma dirigida por Michael Halasz); «As Variedades de Proteu», António Teixeira (por Mário João Alves, Susana Teixeira, Maria Repas Gonçalves, e outros, com a Escola de Retórica, Métrica e Harmonia dirigida por Stephen Bull).
O cinema: «Homem Cinderela», Ron Howard; «Campo de Batalha Terra», Roger Christian; «Filme da Treta», José Sacramento; «Catwoman», Pitof; «Casanova», Lasse Hallstrom; «Desbravador», Marcus Nispel; «Sweeney Todd – O Barbeiro Demónio da Rua Fleet», Tim Burton; «Capitão do Céu e o Mundo de Amanhã», Kerry Conran; «50 Primeiras Datas», Peter Segal; «Artur e os Minimeus», Luc Besson; «Viagem ao Princípio do Mundo» e «O Quinto Império – Ontem Como Hoje», Manoel de Oliveira; «A Vila», M. Night Shyamalan; «Noites de Talladega – A Balada de Ricky Bobby», Adam McKay; «Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal», Steven Spielberg; «WALL-E», Andrew Stanton; «O Cavaleiro Negro», Christopher Nolan.
E ainda...: 3ª Exposição Colectiva da Associação de Artistas Plásticos do Concelho de Vila Franca de Xira; Fórum Fantástico 2008 (Lisboa); VAST 2008 - 9º Simpósio Internacional sobre Realidade Virtual, Arqueologia e Herança Cultural (Braga); «Um Mundo Catita», Filipe Melo e João Leitão (RTP2).
A música: «Lark’s Tongues In Aspic», «Starless And Bible Black» e «Three Of A Perfect Pair», King Crimson; «Memorial», Moonspell; «Saints Of Los Angeles», Motley Crüe; «You Are What You Is», Frank Zappa; «Aux Armes Et Caetera», Serge Gainsbourg; «Música Para D. João VI e D. Carlota», vários autores (por Isabel Alcobia e Mário Trilha); «Don Giovanni», Wolfgang Amadeus Mozart (por Renato Bruson, Nikolay Bikov, Anna Longo, e outros, com a Orquestra Filarmónica de Roma dirigida por Michael Halasz); «As Variedades de Proteu», António Teixeira (por Mário João Alves, Susana Teixeira, Maria Repas Gonçalves, e outros, com a Escola de Retórica, Métrica e Harmonia dirigida por Stephen Bull).
O cinema: «Homem Cinderela», Ron Howard; «Campo de Batalha Terra», Roger Christian; «Filme da Treta», José Sacramento; «Catwoman», Pitof; «Casanova», Lasse Hallstrom; «Desbravador», Marcus Nispel; «Sweeney Todd – O Barbeiro Demónio da Rua Fleet», Tim Burton; «Capitão do Céu e o Mundo de Amanhã», Kerry Conran; «50 Primeiras Datas», Peter Segal; «Artur e os Minimeus», Luc Besson; «Viagem ao Princípio do Mundo» e «O Quinto Império – Ontem Como Hoje», Manoel de Oliveira; «A Vila», M. Night Shyamalan; «Noites de Talladega – A Balada de Ricky Bobby», Adam McKay; «Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal», Steven Spielberg; «WALL-E», Andrew Stanton; «O Cavaleiro Negro», Christopher Nolan.
E ainda...: 3ª Exposição Colectiva da Associação de Artistas Plásticos do Concelho de Vila Franca de Xira; Fórum Fantástico 2008 (Lisboa); VAST 2008 - 9º Simpósio Internacional sobre Realidade Virtual, Arqueologia e Herança Cultural (Braga); «Um Mundo Catita», Filipe Melo e João Leitão (RTP2).
quarta-feira, dezembro 17, 2008
Oráculo: «Espíritos das Luzes» editado em 2009
Hoje desloquei-me à sede do grupo empresarial e editorial Leya onde Pedro Reisinho, editor da Gailivro, me entregou e propôs um contrato para a publicação do meu livro «Espíritos das Luzes» no próximo ano, e em príncipio no primeiro trimestre. Espero poder dar mais pormenores em breve. (Actualização: uma informação dada também no sítio Tecnofantasia.)
domingo, dezembro 14, 2008
Opções: «7 Maravilhas de Origem Portuguesa»
Começou ontem a votação para a eleição das «7 Maravilhas de Origem Portuguesa no Mundo», e eu já escolhi e votei, hoje, (n)as minhas preferidas. Assim, e considerando critérios e factores de ordem histórica mas também estéticos, simbólicos e relativos ao (actual) estado de conservação dos monumentos, a minha opção foi (por ordem alfabética) para: Basílica do Bom Jesus de Goa (Índia); Cidade Fortificada de Mazagão (Marrocos); Cidade Velha de Santiago (Cabo Verde); Fortaleza de Ormuz (Irão); Forte do Príncipe da Beira (Brasil); Igreja de São Paulo de Macau (China); Ilha de Moçambique. (Uma proposta reiterada no Esquinas (36) e no Nova Águia (23).)
sábado, dezembro 13, 2008
Orientação: «Humáquinas» na Simetria
A versão integral do meu artigo «Humáquinas – A ciência e a tecnologia estão a criar novos corpos» está a partir de hoje disponível no sítio da Simetria. Recordo que a primeira versão (reduzida) deste artigo foi publicada no jornal Público Nº 6665 (caderno P2, páginas 6 e 7), do dia 30 de Junho de 2008. (Uma informação dada também no Esquinas (35).)
quinta-feira, dezembro 11, 2008
Orientação: Esquinas (34) e Nova Águia (22)
O meu artigo «E o “Prémio Miguel de Vasconcelos 2008”...», publicado no jornal O Diabo no passado dia 3 de Dezembro, pode agora ser lido no Esquinas e no Nova Águia.
terça-feira, dezembro 09, 2008
Outros: Carta ao VR
Enviei hoje, por correio electrónico, a seguinte carta a uma jornalista da redacção do jornal Vida Ribatejana.
Cara Vera Galamba:
A propósito da entrevista que fez a Eduardo Rodrigues, publicada na edição Nº 4516 do Vida Ribatejana, do passado dia 26 de Novembro de 2008 (suplemento de economia, páginas 2 e 3), permita-me fazer as seguintes observações:
1ª - Como qualquer pessoa minimamente informada, com um mínimo de cultura geral, sabe, não existe um «Prémio Nobel da Arquitectura». O que existe sim é um prémio, o Pritzker, que é consensualmente visto como o o mais importante da arquitectura, que Renzo Piano efectivamente já ganhou (em 1998), e que por isso é visto como uma espécie de «Nobel da arquitectura»... assim, com aspas. Ora, na referida entrevista (página 2, sexta coluna), essas aspas não estão lá. Por isso, das duas uma: ou o patrão da Obriverca desconhece a existência do Pritzker e acredita que um seu colaborador ganhou o «Nobel da Arquitectura»; ou ele sabe, deu isso a entender durante a entrevista, mesmo que com uma subtil referência (por exemplo, «... que já ganhou o que é considerado o "Nobel da Arquitectura"...»)... e que a entrevistadora não captou. De qualquer modo, o que fica impresso, preto no branco, é um grande atestado de ignorância, mesmo de incompetência, do Sr. Rodrigues, para mais na sua área de actividade!
2ª - Um pouco mais à frente (página 3, primeira coluna), o entrevistado faz uma afirmação gravíssima que a entrevistadora deixou passar em claro, não tentando aprofundar o seu sentido (ou então tentou, só que foi cortada...): a de que «um conjunto de malfeitores» entrou «em conluio com o Ministério Público» para embargar a construção do Edifício Jardim, em Alverca. Seria bom esclarecer: que o «conjunto de malfeitores» mencionado é uma instituição, uma associação, devidamente legalizada, e já prestigiada pelas iniciativas que toma, chamada Xiradania – mas que, por os seus dirigentes terem ideias de urbanismo e (da interpretação) do Plano Director Municipal de Vila Franca de Xira diferentes das do Sr. Rodrigues, só podem ser «malfeitores»; e que «provas» é que o entrevistado tem de que uma entidade como o Ministério Público se «conluia» com criminosos, ou é, ela própria, uma agremiação criminosa. Porém, o verdadeiro «malfeitor» é o Sr. Rodrigues: no sentido literal do termo – o Prémio Personalidade 2008 do Salão do Imobiliário de Lisboa também deve ter sido atribuído por vários edifícios... mal feitos pela Obriverca, em especial aquele na Quinta das Drogas que há uns anos teve de ser implodido; e no sentido criminal do termo – no início dos anos 90 o Sr. Rodrigues foi levado a tribunal (em Vila Franca de Xira) acusado do abate ilegal de árvores em Alverca (perto da Casa S. Pedro), e foi condenado, se não me engano, a três anos de prisão... com pena suspensa. Foi pena ele não ter ido bater com os «costados» numa cela; mas, pelo menos, valeu a pena vê-lo, como eu vi, a «suar as estopinhas» para se safar, mesmo que para isso tivesse sistematicamente atirado as culpas da decisão (de derrubar as árvores) para um sócio que entretanto tinha morrido... e a ter como testemunhas abonatórias individualidades como José Álvaro Vidal, José António Carmo... e Luís Filipe Vieira!
3ª - Um assunto que inicialmente eu estranhei não ser mencionado na entrevista foi o da denominada «Nova Vila Franca». Mas, pensando melhor, talvez não: afinal, trata-se de um projecto megalómano e irresponsável, planeado para ser construído numa zona de inundação do Tejo, e que tem sido regularmente «arrasado» por especialistas de renome, a começar pelo Arquitecto Gonçalo Ribeiro Telles.
Termino dizendo que, se o quiserem, têm a minha autorização para publicar esta minha mensagem na secção de «Correio do Leitor». Todavia, não acredito que o Vida Ribatejana, e em especial os seus directores, tenham coragem para tanto.
Cumprimentos,
Octávio dos Santos
quarta-feira, dezembro 03, 2008
Orientação: Artigo n’O Diabo
Na edição publicada hoje - Nº 1666 - do jornal O Diabo, e na página 21, está o meu artigo de opinião «E o "Prémio Miguel de Vasconcelos 2008"...» que eu decidi «atribuir» a um proeminente político português. Se quiserem saber quem é... comprem e leiam!
terça-feira, dezembro 02, 2008
Outros: Beta Technologies
Hoje, tal como já anteriormente anunciara, eu e os restantes elementos que integram actualmente o «Projecto Ópera do Tejo» estivemos em Braga para participar no VAST 2008. Com o título «City and spectacle: a vision of pre-earthquake Lisbon», a comunicação que apresentámos revelou a mudança de perspectiva que efectuámos em relação a 2005: construída agora pela Beta Technologies, a nova «recriação virtual» abrange também, além da Ópera do Tejo, o palácio real pré-1755 em que aquela se integrava. (Actualização: uma informação também dada – e desenvolvida – no Esquinas (33) e no Nova Águia (21).)
segunda-feira, dezembro 01, 2008
Outros: Fundação Batalha de Aljubarrota
No dia em que se assinala mais um aniversário da restauração da independência de Portugal, proponho uma visita ao sítio de uma instituição que se dedica à divulgação e ao estudo de um acontecimento (e suas múltiplas causas, contextos e consequências) cujo espírito seria depois encarnado pelos patriotas de 1640. A Fundação Batalha de Aljubarrota - com a qual, aliás, já estabeleci contacto – foi finalmente formalizada neste ano de 2008, e pode dizer-se que representa também a celebração contínua de uma data – 14 de Agosto de 1385 – que eu considero ser a mais importante da história do nosso país, e que por isso mesmo deveria ser o seu dia nacional. (Uma proposta que eu reitero no Esquinas (32) e no Nova Águia (20)).
sábado, novembro 15, 2008
Ocorrência: 30 anos...
... Passam hoje (talvez) sobre o início da minha «vida literária» e (de certeza) sobre o nascimento do meu amigo e também escritor Sérgio Sousa Rodrigues.
Foi efectivamente no Outono de 1978 que comecei a escrever de uma forma constante, empenhada, regular... e numerada: os meus quatro primeiros poemas indicam aquele ano como o do arranque efectivo, embora só tenham sido concluídos em 1981 – após, portanto, três anos de várias versões, demonstrando desde logo uma obsessiva procura pela perfeição possível que ainda hoje me caracteriza.
Porém, e apesar de não haver dúvidas quanto ao ano e à estação, o desconhecimento – ou o esquecimento – é total no que se refere ao dia e ao mês, pelo que optei por, simbolicamente, fazer coincidir esta efeméride pessoal com o aniversário do Sérgio. E isto pela gratidão que lhe devo por ter sido ele, de facto, a tornar a minha «vida literária» numa «carreira literária», ao levar à editora Hugin e a António de Macedo aquele que seria o meu primeiro livro a ser publicado (em 2003): «Visões».
Por coincidência, ou talvez não, em 2008 não só assinalo 30 anos de poesia mas também escrevi o meu poema Nº 300: intitula-se «Abraços, beijos e carinhos», está incluído no meu livro (ainda por publicar) «Espelhos», e nele divago sobre o meu legado enquanto pai. Um assunto que aos 13 anos estava ainda longe no meu horizonte...
Porém, e apesar de não haver dúvidas quanto ao ano e à estação, o desconhecimento – ou o esquecimento – é total no que se refere ao dia e ao mês, pelo que optei por, simbolicamente, fazer coincidir esta efeméride pessoal com o aniversário do Sérgio. E isto pela gratidão que lhe devo por ter sido ele, de facto, a tornar a minha «vida literária» numa «carreira literária», ao levar à editora Hugin e a António de Macedo aquele que seria o meu primeiro livro a ser publicado (em 2003): «Visões».
Por coincidência, ou talvez não, em 2008 não só assinalo 30 anos de poesia mas também escrevi o meu poema Nº 300: intitula-se «Abraços, beijos e carinhos», está incluído no meu livro (ainda por publicar) «Espelhos», e nele divago sobre o meu legado enquanto pai. Um assunto que aos 13 anos estava ainda longe no meu horizonte...
sábado, novembro 01, 2008
Oráculo: Ópera do Tejo em Braga
Hoje passa mais um aniversário do Terramoto de 1755. O mesmo é dizer que passa mais um aniversário da destruição do Teatro Real do Paço da Ribeira ou Ópera do Tejo, que desde 2005 tem vindo a ser recordado e recriado digitalmente através de um projecto que eu iniciei. E a nova fase desse projecto vai ser apresentada no próximo dia 2 de Dezembro em Braga, durante o VAST 2008 – 9º Simpósio Internacional sobre Realidade Virtual, Arqueologia e Herança Cultural. É uma organização da Universidade do Minho, da Associação EuroGraphics e do programa europeu Epoch. Além de mim estarão presentes os outros actuais membros da equipa: Alexandra Câmara, Helena Murteira, Luís Sequeira e Silvana Moreira.
sexta-feira, outubro 10, 2008
Outros: Fotografias da Feira
O meu amigo Luís Sequeira publicou no seu blog algumas das fotografias captadas a 14 de Junho último na Feira do Livro de Lisboa aquando da sessão de autógrafos dada, no espaço da editora Saída de Emergência, pelos autores (quase todos) do livro «A República Nunca Existiu!» - onde ele e eu nos incluímos. (Actualização: uma informação dada também no Esquinas (31)).
domingo, outubro 05, 2008
Outros: Plataforma do Centenário
No dia em que se assinala o 98º aniversário de um dos mais trágicos acontecimentos da História de Portugal (contemporânea e não só), proponho uma visita ao sítio da Plataforma do Centenário da República. Não, não é a «comissão oficial»: é sim uma iniciativa de um grupo de cidadãos – com os quais, aliás, já estabeleci contacto - que decidiram, corajosamente, denunciar, desmascarar, desmistificar quase cem anos de propaganda, mentira e hipocrisia ao serviço de um regime fundado no assassínio, na fraude e na opressão. (Uma proposta que eu reitero no Esquinas (30) e no Nova Águia (19)).
quarta-feira, outubro 01, 2008
Orientação: Simetria Sonora 3
Hoje, Dia Mundial da Música, é igualmente o dia em que acrescentei mais 25 discos à lista do fantástico e da ficção científica... na música que é a Simetria Sonora – o total está agora em 150. (Uma referência que reiterei igualmente no Esquinas (29)).
Orientação: Esquinas (28)
Hoje, Dia Mundial da Música, é também o dia em que se assinala o 30º aniversário da edição do primeiro disco de Prince, «For You» - e isto no ano em que «Sua Alteza Púrpura» também celebrou (a 7 de Junho último) o seu 50º aniversário (uma efeméride que os principais meios de comunicação nacionais ignoraram, preferindo dar destaque aos 50 anos de Madonna e de Michael Jackson e aos 65 de Júlio Iglésias...)
Este é pois o momento certo para se (re)ler, no Esquinas, o meu artigo «O “sinal”, duas décadas depois» (sobre o álbum «Sign O’ The Times»), publicado no ano passado – quando passavam 20 anos sobre a sua edição - no Jornal de Negócios (primeira versão) e este ano na revista Cais (versão integral).
Este é pois o momento certo para se (re)ler, no Esquinas, o meu artigo «O “sinal”, duas décadas depois» (sobre o álbum «Sign O’ The Times»), publicado no ano passado – quando passavam 20 anos sobre a sua edição - no Jornal de Negócios (primeira versão) e este ano na revista Cais (versão integral).
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