quarta-feira, abril 30, 2008

Olhos e Orelhas: Primeiro Quadrimestre de 2008

A literatura: «Agostinho da Silva e a Cultura Portuguesa» e «O Último Minuto na Vida de S.», Miguel Real; «O Silêncio dos Livros/Esse Vício Ainda Impune», George Steiner/Michel Crépu; «Siddhartha», Hermann Hesse; «O Segredo do Espadão», Edgar Pierre Jacobs; «2061 – Odisseia Três», Arthur C. Clarke.
A música: «Wednesday Morning, 3 A. M.», «Sounds Of Silence», «Parsley, Sage, Rosemary And Thyme», «Bookends» e «Bridge Over Troubled Water», Simon & Garfunkel; «What’s Going On», Marvin Gaye; «The Downward Spiral», Nine Inch Nails; «Songs From The Wood», Jethro Tull; «Discovery», Electric Light Orchestra; «Drama», Yes; «Come On Over», Shania Twain.
O cinema: «Piratas das Caraíbas – No Fim do Mundo», Gore Verbinsky; «King Kong», Peter Jackson; «Ratatouille», Brad Bird; «Quebrando as Ondas», Lars Von Trier; «Rapariga com um Brinco de Pérola», Peter Webber; «Longe do Paraíso», Todd Haynes; «Conheçam os Robinsons», Stephen Anderson; «Pés Alegres», George Miller; «Plano de Voo», Robert Schwentke; «Fanny Hill», Valentine Palmer; «A Sentinela», Clark Johnson; «Transformadores», Michael Bay; «O Reino», Peter Berg; «Kinsey», Bill Condon; «Adaptação», Spike Jonze; «Hora de Ponta 3», Brett Ratner; «Miss Congenialidade 2: Armada e Fabulosa», John Pasquin; «V de Vingança», James McTeigue; «Miami Vice», Michael Mann; «Serenidade», Joss Whedon.
E ainda…: «O Dia do Regicídio», Fernando Vendrell (RTP); «Stanley Kubrick - Uma Vida em Imagens», Jan Harlan (DVD); Câmara Municipal de Vila Franca de Xira/Celeiro da Patriarcal - CartoonXira 2008+«Este Rectângulo»/João Abel Manta; Xiradania/Clube Vilafranquense - «A Nova Vilafranca» (Debate com Gonçalo Ribeiro Telles, Luísa Schmidt e Rui Perdigão).

quarta-feira, abril 16, 2008

Outros: «A República…»... «em linha»

Até agora tenho tentado indicar as principais referências feitas ao livro «A República Nunca Existiu!» feitas nos órgãos de comunicação social «tradicionais» - jornais, revistas, rádio e televisão. Mas é chegada a altura de mencionar igualmente, se não todas, pelo menos algumas das principais alusões àquela obra colectiva - que eu concebi, organizei e em que também participei - na «blogosfera portuguesa»… e não só. A este respeito podem estabelecer-se duas categorias de sítios na Internet: os dos próprios participantes no projecto; e os dos outros.
Na primeira categoria, é de apontar: o sítio da Simetria; o do Esquinas; as páginas pessoais de João Seixas e de Sérgio Sousa-Rodrigues.
Na segunda categoria, é de apontar, entre outros, e por ordem alfabética: Almanaque Republicano; Bad Books Don’t Exist; Companhia dos Animais; Correio do Fantástico; Estante de Livros (uma e duas); Fórum Defesa; Innerspace; Muito Para Ler; Segredo dos Livros; Somos Portugueses; Tecnofantasia.

Orientação: Esquinas (14)

Agora através do Esquinas - e, apropriadamente, no Dia Mundial da Voz! - de novo revelo os 20 discos da minha vida… até agora! Três portugueses, dezassete estrangeiros. Todos fundamentais, todos inesquecíveis.

quarta-feira, abril 09, 2008

Orientação: Nova Águia (2)

A minha segunda contribuição para o blog Nova Águia, colocada hoje, tem como tema a recente – e fortíssima – «praga» de estrangeirismos (mais concretamente, anglicismos) que tem afectado a língua portuguesa. Escrito na sequência da grande polémica em curso sobre o Acordo Ortográfico, este texto, que assenta em muito num artigo que escrevi e publiquei na revista Comunicações há cerca de seis anos, pretende ajudar a demonstrar que existem ameaças maiores ao nosso idioma do que as propostas de alteração na sua ortografia – que, concordo, são excessivas e desajustadas.

segunda-feira, abril 07, 2008

Outros: Uma mensagem de um leitor

Recebi hoje esta mensagem:

(…) Chamo-me Bruno Fonseca e sou estudante de Antropologia aqui em Lisboa, mas já estive em História no Porto (de onde sou). (…) Venho dar os parabéns pelo livro «A Republica Nunca Existiu!», que é, a meu ver, uma obra pioneira da História Alternativa aqui em Portugal. Sei que muita gente participou mas dou-lhe os meus parabéns a si por, por um lado, ter coordenado aquele excelente trabalho, e, por outro, porque o seu conto «A marcha sobre Lisboa» ser o meu preferido . Pode-se mesmo lamentar que as coisas não se tenham passado daquele forma, que não tenha havido alguém forte (porque não um rei?) capaz de deter a besta do Salazar! Li aquele conto ao fim de um dia em que estava particularmente triste e até fiquei mais animado, embora ao mesmo tempo lamentasse por aquilo não ser verdade... Devido a coisas que passei, e embora só tenha nascido nos anos 80, odeio profundamente o fascismo! Acho mesmo que muitos dos problemas do Portugal de hoje têm origem na mentalidade mesquinha de muita gente... que foi moldada pelo Estado Novo. (…)

Quero agradecer ao Bruno por: ter comprado o livro; ter gostado dele; ter tido o trabalho, e o cuidado, em me contactar; ser um adepto da literatura fantástica em geral e da história alternativa em particular; e concordar comigo em como Salazar foi a pior desgraça que aconteceu em Portugal no último século.

quinta-feira, março 27, 2008

Outros: «ARNE!» no Uchronia

«A República Nunca Existiu!» já está presente no Uchronia, um sítio dedicado especialmente à ficção no género fantástico e que tem como objectivo a listagem de obras no subgénero de história alternativa. Uma inclusão - e uma honra - que se devem particularmente ao empenho de um dos participantes no projecto: Gerson Lodi-Ribeiro.

segunda-feira, março 10, 2008

Outros: Afinal, mais uma…

Corrigindo e actualizando a informação dada no meu texto anterior, afinal «A República Nunca Existiu!» foi mencionada em mais uma revista - a quarta - na sua edição de Março. De facto, a Magazine Artes (Nº 60) faz uma referência (não assinada, página 88, com imagem da capa) ao livro, referência essa que é basicamente uma reprodução do texto da contracapa. Porém, foi acrescida a alegação de o nome da obra estar «glosando um título de (João) Bénard da Costa a respeito do cinema português», o que não é, obviamente, verdade.

segunda-feira, março 03, 2008

Outros: Mais três no terceiro mês

«A República Nunca Existiu!» foi mencionada nas edições de Março de três revistas: Os Meus Livros (Nº 61), esta pela segunda vez, Tempo Livre (Nº 191) e Blitz (Nº 21).
Na primeira (página 66, com imagem da capa) é novamente Filipe d’Avillez quem assina o texto, agora uma breve recensão, intitulado «Os tempos que não foram». Atribuindo ao livro a classificação de três estrelas e meia, aponta como prós daquele «o tema; o género; alguns dos contos mais bem conseguidos» e como contras «os (contos) que fogem ao tema e as variações de qualidade» dos mesmos. «O saldo final é sem dúvida abonatório, tanto pela diversão como pela aposta num género que tem muito por onde explorar ainda.»
Na TempoLivre (página 32, sem imagem da capa), e na rubrica «Livro Aberto» da secção «Boa Vida», José Jorge Letria refere «A República Nunca Existiu!» como uma das propostas que se distinguem na ficção narrativa de edição recente, «merecendo especial destaque o texto de João Aguiar».
Na Blitz (página 108, também sem imagem da capa, canto inferior direito), e na rubrica «Livros» da secção «Guia», João Villalobos indica que se deve «espreitar» a nossa obra.

domingo, março 02, 2008

Orientação: Nova Águia

Escolhi o dia de hoje para dar início à minha colaboração no blog da revista Nova Águia, duas iniciativas da Associação Agostinho da Silva, as quais mencionei aqui pela primeira vez no passado dia 6 de Fevereiro. Faço-o com uma referência aos (três) prémios que a Sociedade Histórica da Independência de Portugal vai atribuir este ano.

sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Obrigado: Aos que compareceram hoje

Exprimo aqui, em meu nome e no dos outros (13) autores, o nosso agradecimento a todos aqueles que compareceram hoje, na Hemeroteca Municipal de Lisboa, à apresentação do nosso livro «A República Nunca Existiu!». Reiteramos uma saudação calorosa a Luís Corte Real e à Saída de Emergência pelo excelente trabalho que fizeram, e continuam a fazer, na edição e divulgação da nossa obra. E dizemos um «muito obrigado» muito especial ao Dr. Álvaro de Matos, por ter sido, além de um dos oradores, o nosso anfitrião nesta cerimónia.

terça-feira, fevereiro 26, 2008

Outros: No Jornal do Modelo

No Nº 2 do Jornal do Modelo (exactamente, o supermercado), editado hoje, e n(o canto superior direito d)a página 19, secção «Bazar», «A República Nunca Existiu!» é objecto de uma pequena mas significativa referência - com imagem da capa e um «que» a mais no título!

terça-feira, fevereiro 19, 2008

Oráculo: «A República…» lançada dia 29

Mais de um mês depois de ter sido posto à venda, o livro «A República Nunca Existiu!», que eu concebi, organizei e revi (além de também nele participar juntamente com outros treze autores), vai ser, finalmente, apresentado «oficialmente» no próximo dia 29 de Fevereiro (sexta-feira), pelas 18 horas, na Hemeroteca Municipal de Lisboa.

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

Orientação: Esquinas (13)

A partir de hoje, data de mais um aniversário do nascimento de Agostinho da Silva, pode-se também ler no Esquinas o artigo «Mestre, Profeta, Santo», publicado originalmente em 2004.

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

Outros: Na Visão e no Público (outra vez)

Mais duas referências na imprensa ao livro «A República Nunca Existiu!». Uma na revista Visão e outra no jornal Público (pela segunda vez).
Na Visão Nº 779, editada ontem, 7 de Fevereiro de 2008, na página 114, um dos cinco textos - assinados por L. A. M. (que suponho serem as iniciais de Luís Almeida Martins) - sobre outras tantas obras recentes relacionadas com D. Carlos e com o Regicídio é dedicado ao «livro dos 14»; e nele se afirma que «A República…» é «um volume de contos de qualidade variável mas uniformemente absorvente.»
No Público Nº 6522, de hoje, 8 de Fevereiro de 2008, na página 44 do caderno Ípsilon, está uma recensão do livro (intitulada «E se não tivesse havido regicídio?») assinada por Luís Miguel Queirós - que já escrevera textos sobre o duplo assassinato de há 100 anos (e os livros sobre o tema) na edição deste jornal de há uma semana. Tendo atribuído ao nosso livro a classificação de duas estrelas (num máximo de cinco), LMQ afirma que, por só estarem presentes «dois ficcionistas consagrados (João Aguiar e Miguel Real) (…), o resultado literário raramente seja convincente. Muitos destes contos partem de boas ideias, mas, algumas vezes, valem apenas por isso.» Porém, e também por causa disso, «do que o leitor desta antologia não se poderá queixar é de falta de variedade. (…) Há abordagens para satisfazer todos os gostos.»
Relativamente a esta «crítica», não me «queixo» da baixa classificação, do «erro de contagem» (são 14 autores e não 13) nem das considerações pouco entusiasmadas (e entusiasmantes). «Queixo-me», sim, de LMQ voltar a revelar, agora da maioria dos contos, pormenores fundamentais, quando não os próprios finais dos mesmos! Porém, e mais uma vez, garanto que não estou zangado. O mesmo não dirão talvez os potenciais compradores e leitores do livro…

quarta-feira, fevereiro 06, 2008

Outros: Nova Águia e MIL

Hoje assinala-se o 400º aniversário do nascimento do Padre António Vieira. Parece-me a data indicada para falar aqui, no Octanas, e finalmente, de um projecto que assume, para já, duas formas, a de um blog e a de uma revista. Trata-se da Nova Águia, uma iniciativa da Associação Agostinho da Silva, da qual sou membro, e que me convidou igualmente a fazer parte do Movimento Internacional Lusófono, outra ideia da AAS, que ainda agora está no princípio mas que promete vir a dar muito que falar e que fazer.

segunda-feira, fevereiro 04, 2008

Oráculo: «ARNE!» na Antena 1

A Antena 1 (95,7 FM) irá transmitir, no próximo dia 12 de Fevereiro, às 16.40 e, em repetição, às 21.40 (e às 4.20 de dia 13), no programa «À Volta dos Livros», uma entrevista comigo, conduzida pela jornalista Ana Aranha, a propósito, claro, do livro «A República Nunca Existiu!».

sexta-feira, fevereiro 01, 2008

Outros: «A República…» no Público

Seria de prever que, no dia em que se assinala o centenário do Regicídio, «A República Nunca Existiu!» fosse referido em mais órgãos de comunicação social. Na verdade, no jornal Público de hoje, Nº 6515, páginas 12 e 13 do caderno P2, está o artigo «O Rei das montras», de Luís Miguel Queirós (inserido num especial sobre o tema). Neste trabalho, além de uma fotografia de uma montra de uma livraria de Lisboa em que «A República Nunca Existiu!» ocupa lugar de destaque e de uma outra foto com a capa do livro, está, mesmo no final, uma referência a este meu projecto – e em que o jornalista autor do texto se permite revelar pormenores fundamentais de dois contos, o meu e o de João Aguiar. Não levo a mal… pelo contrário, obrigado!

Ocorrência: 100 anos

Hoje, 1 de Fevereiro de 2008, passam 100 anos sobre a morte, por assassinato terrorista, do Rei D. Carlos e do Príncipe D. Luís Filipe. As Cerimónias do Centenário começaram ontem, 31 de Fevereiro, com a conferência «D. Carlos, um Rei Constitucional», proferida pelo historiador Rui Ramos na Universidade Católica Portuguesa, em Lisboa. Hoje, destaque para: a homenagem ao pai e ao filho, às 17 horas, entre a Praça do Comércio e a Rua do Arsenal; a missa solene, às 19 horas, no Mosteiro de São Vicente de Fora; a inauguração de uma exposição no Patriarcado de Lisboa. A evocação não acaba neste dia, estando previstas outras iniciativas durante todo o mês.

quarta-feira, janeiro 30, 2008

Outros: «ARNE!» no Jornal de Letras

O Nº 974, editado hoje, 30 Janeiro de 2008, do Jornal de Letras, Artes e Ideias, inclui o artigo «Crónica de uma morte ilustrada» (páginas 14 e 15), escrito por Luís Ricardo Duarte, que também faz referência aos livros publicados a propósito do centenário do Regicídio de 1 de Fevereiro de 2008. Neste texto, um de quatro que o JL publica sobre a efeméride, «A República Nunca Existiu!» é igualmente mencionado: em imagem (a capa); e em palavras – são indicados o conceito do projecto e todos os autores. Duas correcções, porém: não é «Luís» mas sim «Luísa» Marques da Silva; e o facto de três dos autores serem monárquicos (militantes) não significa, necessariamente, que os restantes 11 formem, nesta obra, uma «maioria republicana»…

domingo, janeiro 27, 2008

Outros: No Sol e na RTP

«A República Nunca Existiu!» foi, neste fim de semana, referido em pelo menos dois órgãos de comunicação social.
Ontem, 26 de Janeiro, o Nº 72 do jornal Sol incluiu, na sua revista Tabu, um trabalho especial sobre o Rei D. Carlos e o Regicídio de 1 de Fevereiro de 1908 constituído por vários artigos; um deles, «Reis das montras» (páginas 54-55T), menciona, entre outros, o nosso livro, classificando-o de uma «proposta mais contra a corrente» e adicionando dois excertos de uma pequena entrevista que dei à jornalista Catarina Marques, autora do texto.
Hoje, 27 de Janeiro, o programa «Câmara Clara», da RTP2, teve como tema, precisamente, o Regicídio; Paula Moura Pinheiro convidou para uma conversa os historiadores António Pimentel e Rui Ramos, e, numa das pequenas reportagens transmitidas durante a emissão, abordaram-se os diversos livros já editados sobre o assunto, entre os quais, claro, «A República Nunca Existiu!» - mostraram-se imagens da capa e do índice, foi dito o conceito do projecto e o meu nome enquanto organizador do mesmo.