quarta-feira, janeiro 30, 2008

Outros: «ARNE!» no Jornal de Letras

O Nº 974, editado hoje, 30 Janeiro de 2008, do Jornal de Letras, Artes e Ideias, inclui o artigo «Crónica de uma morte ilustrada» (páginas 14 e 15), escrito por Luís Ricardo Duarte, que também faz referência aos livros publicados a propósito do centenário do Regicídio de 1 de Fevereiro de 2008. Neste texto, um de quatro que o JL publica sobre a efeméride, «A República Nunca Existiu!» é igualmente mencionado: em imagem (a capa); e em palavras – são indicados o conceito do projecto e todos os autores. Duas correcções, porém: não é «Luís» mas sim «Luísa» Marques da Silva; e o facto de três dos autores serem monárquicos (militantes) não significa, necessariamente, que os restantes 11 formem, nesta obra, uma «maioria republicana»…

domingo, janeiro 27, 2008

Outros: No Sol e na RTP

«A República Nunca Existiu!» foi, neste fim de semana, referido em pelo menos dois órgãos de comunicação social.
Ontem, 26 de Janeiro, o Nº 72 do jornal Sol incluiu, na sua revista Tabu, um trabalho especial sobre o Rei D. Carlos e o Regicídio de 1 de Fevereiro de 1908 constituído por vários artigos; um deles, «Reis das montras» (páginas 54-55T), menciona, entre outros, o nosso livro, classificando-o de uma «proposta mais contra a corrente» e adicionando dois excertos de uma pequena entrevista que dei à jornalista Catarina Marques, autora do texto.
Hoje, 27 de Janeiro, o programa «Câmara Clara», da RTP2, teve como tema, precisamente, o Regicídio; Paula Moura Pinheiro convidou para uma conversa os historiadores António Pimentel e Rui Ramos, e, numa das pequenas reportagens transmitidas durante a emissão, abordaram-se os diversos livros já editados sobre o assunto, entre os quais, claro, «A República Nunca Existiu!» - mostraram-se imagens da capa e do índice, foi dito o conceito do projecto e o meu nome enquanto organizador do mesmo.

sexta-feira, janeiro 18, 2008

Outros: «A República...» no DN

A edição de hoje do Diário de Notícias (Nº 50693) publica, na página 34, um artigo intitulado «E se D. Carlos não tivesse sido assassinado?», da autoria de Eurico de Barros, e cujo tema é, precisamente, a publicação de «A República Nunca Existiu!» Nele se fazem referências a alguns dos autores e à introdução que eu escrevi. Também hoje, mas no Global (Nº 87), e na página 18, se faz referência ao livro (e ao artigo no DN), com um texto intitulado «Cenários de ficção alternativos ao regicídio».

segunda-feira, janeiro 14, 2008

Outros: Entrevista na Bang!

O mais recente número (o 3) da revista Bang!, editado – em formato electrónico – pela Saída de Emergência, inclui uma entrevista… a mim, a propósito da publicação do livro «A República Nunca Existiu!»: «Como organizar uma monarquia», páginas 59-61. Em complemento, está também presente um dos contos que o integram: «O patriota improvável», de Maria de Menezes.

terça-feira, janeiro 08, 2008

Orientação: «Simetria Sonora» aumentada

A partir de hoje, e no sítio da Simetria, foram acrescentados mais 25 discos – passam a ser 125 – à lista da ficção científica e do fantástico na música que é a «Simetria Sonora», e que foi, recorde-se, «inaugurada» a 1 de Outubro de 2006, Dia Mundial da Música. As novas entradas na nossa colecção estão assinaladas a negro.

sábado, janeiro 05, 2008

Oráculo: À venda dia 21

«A República Nunca Existiu!», colectânea de contos de 14 autores, entre os quais eu, livro concebido, organizado e revisto por mim, editado pela Saída de Emergência e distribuído pela Bertrand, começará a ser comercializado no próximo dia 21 de Janeiro.

quarta-feira, janeiro 02, 2008

Outros: «ARNE!» n’Os Meus Livros

A edição Nº 59, de Janeiro de 2008, da revista Os Meus Livros, inclui o artigo «A morte saiu à rua» (pp.28-31), escrito por Filipe d’Avillez, onde se faz referência aos livros que vão ser, ou foram, publicados a propósito do Centenário do Regicídio de 1 de Fevereiro de 2008. Um desses livros é, precisamente, «A República Nunca Existiu!», do qual é reproduzida a capa e, mais significativo, ao qual é dado um especial destaque, em «caixa» na página 30. Nesta o jornalista termina considerando que se trata de «um livro que poderá interessar a qualquer curioso, mas que fará as delícias daqueles que desejam realmente que a história alternativa fosse esta, na qual vivem agora, e da qual são lembrados quando visitam, a cada 1º de Fevereiro, como que em peregrinação, o Panteão Real no Mosteiro de São Vicente de Fora.»

segunda-feira, dezembro 31, 2007

Olhos e Orelhas: Terceiro Quadrimestre de 2007

A literatura: «O Táxi Nº 9297», Reinaldo Ferreira; «Fragmentos de uma Conspiração», José Manuel Lopes; «Romance da Raposa», Aquilino Ribeiro; «O Dedo Mágico», «A Girafa, o Pelicano e Eu», «Os Tontos», «O Enorme Crocodilo» e «George e o Remédio Mágico», Roald Dahl.
A música: «Planet Earth», Prince; «Autoamerican», Blondie; «The Piper At The Gates Of Dawn», Pink Floyd; «Pet Sounds», Beach Boys; «Forever Changes», Love; «South Saturn Delta», Jimi Hendrix; «Be Yourself Tonight», Eurythmics; «Concerto para Violino e Orquestra/Tentações de S. Frei Gil», Luís de Freitas Branco (pela Orquestra Sinfónica da RDP dirigida por Silva Pereira, com Vasco Barbosa, violino).
O cinema: «As Crónicas de Nárnia: O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa», Andrew Adamson; «Casino Royale», Martin Campbell; «A Rainha», Stephen Frears; «Rei Artur», Antoine Fuqua; «Instinto Básico 2», Michael Caton-Jones; «Noite no Museu», Shawn Levy; «300», Zack Snyder; «Conheçam os Fockers», Jay Roach; «Quatro Fantásticos e o Surfista Prateado», Tim Story; «O Jardineiro Constante», Fernando Meirelles; «Harry Potter e a Ordem da Fénix», David Yates; «Shrek o Terceiro», Chris Miller; «Die Hard 4.0», Len Wiseman; «Homem Aranha 3», Sam Raimi.
E ainda...: Museu Nacional da Imprensa/Ministério das Finanças – PortoCartoon 2007; Câmara Municipal de Sintra/Adega Visconde de Salreu - «Alfredo Keil em Sintra – 100 Anos Depois»; Fundação Arbués Moreira – Museu do Brinquedo; Club Vilafranquense/Comissão para a Reabilitação do Teatro Salvador Marques de Alhandra – «Teatros Históricos», por José Carlos Alvarez; Fórum Fantástico 2007; Pavilhão Atlântico de Lisboa – Marilyn Manson (2007/11/19); Arquivo e Biblioteca Nacional/Torre do Tombo – (Exposições) Guerra Peninsular/200 Anos + Tratados entre Portugal e os Países da União Europeia/Séculos XIII-XXI.

sexta-feira, dezembro 28, 2007

Orientação: Artigo no Jornal de Negócios

A edição Nº 1159 do Jornal de Negócios, publicada hoje, 28 de Dezembro de 2007, inclui, nas páginas XX e XXI do caderno Weekend, o meu artigo «O “sinal”, duas décadas depois», sobre os 20 anos da edição de «Sign “O” The Times», de Prince.

terça-feira, dezembro 25, 2007

Obras: “Charlot”

Com um chapéu de coco, uma bengala, sapatos enormes e um bigode a fingir
ele fez deste Mundo um lugar melhor para se estar.

Ele sempre nos fez rir,
mas, ao mesmo tempo, obrigava-nos também a pensar.

As calúnias com que o tentaram atingir
não foram suficientes para o conseguirem silenciar.

E nem quando chegou a altura de partir
ele nos deixou, ao menos por uma vez, chorar.

Porque escolheu a noite de Natal para se despedir
oferecendo-nos como presentes muitas imagens para recordar.

E apesar da imensa tristeza que deveríamos sentir
só pensámos na alegria, na beleza e no amor que ele tinha para nos dar.

Talvez ele tenha regressado para junto dos seus, a dormir,
e reencontrado a sua infância, mais feliz, ao acordar.


Hoje, 25 de Dezembro de 2007, passam 30 anos sobre a morte de Charles Chaplin.

Poema (Nº 235) escrito em 1991 e incluído no meu livro «Museu da História».

segunda-feira, dezembro 10, 2007

Organização: «Livro do Regicídio» está pronto

Hoje, 10 de Dezembro de 2007, concluí a organização (redacção e revisão), e enviei à editora Saída de Emergência, (d)o livro «A República Nunca Existiu!», obra que pretende assinalar o primeiro centenário do Regicídio de 1 de Fevereiro de 1908, que vitimou o Rei D. Carlos e o Príncipe D. Luís Filipe.
Além de mim, participam mais 13 autores: Alexandre Vieira, Bruno Martins Soares, Cristina Flora, Gerson Lodi-Ribeiro, João Aguiar, João Seixas, José Manuel Lopes, Luísa Marques da Silva, Luís Bettencourt Moniz, Luís Richheimer de Sequeira, Maria de Menezes, Miguel Real e Sérgio Sousa-Rodrigues.
Esta obra colectiva, que se insere no âmbito da literatura fantástica e do sub-género da história alternativa, será, em princípio, apresentada em Lisboa no próximo dia 31 de Janeiro de 2008.

segunda-feira, novembro 19, 2007

Obras: “Rosa vermelha, rosa branca”

Naquele momento o corso* deixou de ser uma ameaça;
ele e ela esqueceram-se de que havia uma guerra entre nações.
Estavam sós num enorme palácio abandonado ao crepúsculo
e o bater dos seus corações era mais forte do que o troar dos canhões.

Ela não podia continuar bordando e lendo poesia
depois de receber aquela carta lacrada do seu amado.
Ele obtivera uma breve licença da frente de batalha
e implorava-lhe que não faltasse a um encontro, talvez o último a ser marcado.

Eles sabem que serão condenados pelas suas aristocráticas famílias,
mas por bailes românticos e jantares faustosos não podem esperar.
Há muito que não há corridas de carruagens puxadas por cavalos brancos sob fogo de artifício;
há muito que não há passeios de barco ao som de violinos em lagos banhados pelo luar.

Assim que se viram beijaram-se demorada e ternamente,
após o que ele lhe ofereceu uma bela e fresca rosa vermelha.
Sussurrando: «A flor da paixão violenta e arrebatada,
a que tudo submete, que tudo consome, tudo incendeia!»

E nessa noite a melancolia desapareceu e a felicidade explodiu.
Dois corpos flamejantes abriram feridas na esperança e no medo.
Mais profundas que as abertas nas planícies por soldados e cavalos
porque estas, embora dolorosas, cicatrizam sempre mais tarde ou mais cedo.

Quando ela acordou de madrugada ele já tinha partido
mas deixara uma bela e fresca rosa branca a seu lado sobre o travesseiro.
Com um bilhete que dizia: «A flor do amor puro e eterno,
que vai além da vida e da morte por ser verdadeiro.»


* Napoleão Bonaparte

Hoje, 19 de Novembro de 2007, passam 200 anos sobre o início das invasões francesas de Portugal.

Poema (Nº 190) escrito em 1988 e incluído no meu livro «Alma Portuguesa».

quarta-feira, novembro 14, 2007

Orientação: Esquinas (11)

Três meses depois da publicação da Lei Nº 37/2007 de 14 de Agosto, que «aprova normas para a protecção dos cidadãos da exposição involuntária ao fumo do tabaco e medidas de redução da procura relacionadas com a dependência e a cessação do seu consumo» (e que só entra em vigor a 1 de Janeiro de 2008), está a partir de hoje também disponível no Esquinas o meu artigo «É só fumaça!», publicado originalmente em 1997.

domingo, novembro 11, 2007

Outros: Ecos do Fórum

A edição Nº 6435 do jornal Público, publicada hoje, 11 de Novembro de 2007, inclui, nas páginas 10 e 11 do caderno P2, o artigo «É tempo de curtas», escrito pela jornalista Dulce Furtado, e que constitui um balanço do Fórum Fantástico 2007, que se realizou nos passados dias 8, 9 e 10 de Novembro na Universidade Lusófona em Lisboa. Nele é referido, entre outros livros de contos que começam a ganhar algum destaque, aquele que eu estou a organizar: «O FF 2007 veio dar a achega de que está a ocorrer uma inversão, também no panorama literário português. Primeira prova dada pela publicação das antologias de contos de vários autores portugueses “Por Universos Nunca Dantes Navegados”, “A República Nunca Existiu!” e “Contos de Terror do Homem-Peixe”, ao que se somam “A Conspiração dos Abandonados – Contos Neogóticos”, de António de Macedo, e “Pequenos Mistérios”, do norte-americano Bruce Holland Rogers.» Convirá esclarecer que, de todos os livros citados, «A República Nunca Existiu!» é o único que ainda não está publicado.
Entretanto, já estão disponíveis fotografias daquele evento, incluindo duas referentes à pré-apresentação do «Livro do Regicídio» que eu efectuei no dia 9 com Luís Corte Real, da Saída de Emergência. Uma foi tirada por Rogério Ribeiro, a outra por Safaa Dib, ambos organizadores do Fórum.

sexta-feira, novembro 09, 2007

Obrigado: Aos que compareceram hoje

Exprimo aqui o meu agradecimento a todos aqueles que compareceram hoje à segunda sessão do Fórum Fantástico 2007 em que eu e Luís Côrte-Real, da editora Saída de Emergência, fizemos a «pré-apresentação» do livro «A República Nunca Existiu!», obra colectiva no sub-género «história alternativa» e que deverá ser apresentada no próximo dia 1 de Fevereiro de 1908, em que passarão 100 anos sobre o Regicídio que vitimou o Rei D. Carlos e o Príncipe D. Luís Filipe. Digo um «muito obrigado» muito especial à Épica/Associação Portuguesa do Fantástico nas Artes, em particular a Rogério Ribeiro e a Safaa Dib, por terem aceitado a minha sugestão e satisfeito o meu pedido, praticamente à «última hora», de inclusão no programa do Fórum deste ano do anúncio e divulgação de um projecto que nasceu, pode dizer-se, no Fórum do ano passado.

Outros: Comentário ao «nome do aeroporto»

Na edição de hoje, 9 de Novembro de 2007, do jornal Destak, na página 22, vem transcrita uma mensagem de António Brotas com comentários ao meu artigo «Que nome para o aeroporto?», publicado na edição do passado dia 3 de Novembro do jornal Expresso. O mesmo texto está, aliás, igualmente reproduzido no blog Novo Aeroporto de Lisboa, em entrada também com data de hoje.

segunda-feira, novembro 05, 2007

Oráculo: «Regicídio» no FF07

O Fórum Fantástico 2007, que decorrerá no auditório da Biblioteca Victor de Sá da Universidade Lusófona, em Lisboa (no Campo Grande), nos próximos dias 8, 9 e 10 de Novembro, vai incluir, no dia 9 (sexta-feira) e às 15.30 horas, uma pré-apresentação do livro «A República Nunca Existiu!». Este primeiro «anúncio oficial» da colectânea de contos de vários autores (que eu concebi e estou a organizar) estará a meu cargo e também de Luís Côrte-Real, da editora Saída de Emergência.

sábado, novembro 03, 2007

Orientação: Artigo no Expresso

A edição Nº 1827 do jornal Expresso, publicada hoje, 3 de Novembro de 2007, inclui, na página 36 (primeiro caderno), o meu artigo «Que nome para o aeroporto?» Comprem e leiam!

quinta-feira, novembro 01, 2007

Orientação: Esquinas (10)

Neste dia em que passa o 252º aniversário do Terramoto de Lisboa, fica mais uma vez o convite, agora através do Esquinas, para uma visita à Ópera do Tejo.